VISAO ED 1051

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VISAO ED 1051

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  • EDIO N 1051 SBADO, 24 DE ABRIL DE 2010 Circulao: Regio do Alto Jacu - R$ 2,50

    20 Anos

    Omunicpio de Ibirub no registra-va chuvas a cerca de 20 dias. Ascondies do perodo foram seme-lhantes s do ano passado, com temperaturasmais altas , dias de grande insolao e aindapouqussimas precipitaes . Mas a chuvavoltou com fora total esta semana. Comeoutera-fei ra e se manteve constante at quinta,com um volume acumulado de mais de 100milmetros.

    Por um l ado as condies at ent o fo-ram posi tivas, poss ibi lit ando a evoluo dacolhei ta das cul turas de vero, especial-mente da soja - j concluda. No caso domi lho ainda rest a uma pequena rea, ondeno foi poss vel realizar a colhei ta de formamecanizada.

    De acordo com Oneide Kumm, chefe doescritrio da Emater de Ibirub, as condi-es climticas pela ausnci a de chuva difi-cult am a implantao e o desenvolvimento

    Chuva melhora condies para a agriculturaltima precipitao havia ocorrido dia 3: apenas 10 mm.

    Insignificantes 5 mm incidiram sobre o municpio dia 23/3

    inicial de pas tagens, provocando atra-sos na implantao e no c iclo da sforrageiras.

    A chuva da ltima semana foi conside-rada favorvel, permitindo uma melhorcondio de umidade do solo. A falta destaj era sentida em algumas regies, prejudi-cando especialmente o desenvolvimentode lavouras de milho, plantado a partir dejaneiro, e impedindo, de certa forma, a se-meadura de pastagens de inverno.

    A previso de mais chuva para odomingo (10mm) e segunda-feira (85mm),segundo a empresa de meteorologiaClimatempo. J o Centro de Previso doTempo e Estudos Climticos do INPE (Ins-tituto Nacional de Pesquisas Espaciais)prev para Ibirub pancadas de chuva nes-te domingo e tempo nublado com pancadasna segunda-feira, com temperatura emdeclnio nos prximos dias.

    Culturas de inverno j comearam ser implantadas

    Na manh de quinta-feira o Prefei-to de Quinze de Novembro, ClairKuhn, assinou o contrato que autorizao incio das obras da nova UnidadeBsica de Sade, que ter uma rea de178,43 m. O invest imento ser de R$197.477,32, dos quais R$ 160 milvm da Secretaria Estadual de Sadedo Estado, conforme Termo de Coo-perao assinado em novembro de2009. Os R$ 37.477,32 restantes soa contrapartida do Municpio.

    Quinze assina contratode novo Posto de Sade

    O trabalho deve ser concludo em8 meses pela empresa Paulo e LuisMuller Engenharia Ltda., vencedorada l icitao real izada no incio destems. A unidade de sade se rconstruda na rua Frederico Merg,perto da Sociedade Hospi talar Quinzede Novembro. O novo posto propor-cionar melhoria da qualidade dos ser-vios oferecidos, devido ampliaodo espao para atendimento e mo-dernizao dos equipamentos.

    Ibifest novidade paraa Feira de Vesturio

    Oportunidades de negcios e lazer a partir do dia 30Comea na prxima sexta-feira, 30, a Feira do Vesturio 2010 de Ibirub, que este ano

    ter t ambm a 1 Ibifest. A programao se es tende at domingo (2 de maio) no LarEvanglico. A Feira do Vesturio promovida pela Associa-

    o Comercial, Industrial, Prest ao de Servios eAgropecuria de Ibirub (Acisa), com apoio da Prefei-

    tura. Participaro 23 expositores .J comea a ser montada

    toda a infraestrutura, tambmexterna, para a feira. A novida-de des ta edio a 1 Ibifest,que ter shows dirios sob umlono que abrigar tambm pra-a de alimentao e brinquedospara as crianas.

    100424 Ibirub.p65 26/4/2010, 08:411

  • 2 Sbado, 24 de abril de 2010OPINIO

    J.L. PUBLICIDADES LTDA..CGC/MF 93.393.783/0001-00CGC/ICMS 064/0031110Registrada sob n 02 Livro B, fl . 1 e 2 no Cartriode Registro Civil de Pessoas Jurdicas/Ibirub

    Ibirub: Rua Serafim Fagundes, 1084 Fone: (54) 3324-1723/1718 E-mail: v isao@jornalvr .com.br

    Tapera: Rua Duque de Caxias, 460 Fone: (54) 3385-2925 E-mail: j integra@gmail.com

    Circ ula o se ma nal aos sb ado s e m Ib irub , Quinze de Novemb ro eFortale za do s Valo s. Os ca derno s Socia l e Classifica dos ci rculam ta mb mem Tapera , Selbach , La goa d os Tr s C antos, Victo r Grae ff e Colorad o.Impress o: Cia . d e Arte - Iju/RS.Rep resentan te co me rcial e m Porto Ale gre: Pereira d e Souza & Cia. L tda .Exemplar avu lso: R$ 2,50Tirage m: 2 .0 00 e xempla resJorn al fi lia do Adjo ri

    Co nceitos assinado s no tradu zem necessariamente a o pinio do jo rnal e so d e in te ira re sponsa bil ida de d e seus a utores.

    Primeira edio e m 2 9/03/198 9Circ ula o ininterrupta desde 15 /0 4/1990

    Dire tor respons vel: Gustav o Brenner

    Coluna do lbioColuna do lbioColuna do lbioColuna do lbioColuna do lbioel.bito@yahoo.com.br

    Esses remdios, quando comprados, atacam apenas asconseqncias sem atingir as causas, e atacando sempre asconsequncias dos nossos atos pouco vigilantes , nospermitimos o culto da inconsequncia constante. Ou seja,esses remdios atacam a dor de cabea, mas notraba lham a ca usa ps ic ol gica do des temperotemperamental, do orgulho, da inveja, do desamor, que svezes a produz.

    Ao nos acostumarmos, a m administrao das prpri-as foras espirituais, atravs de desajustes temporrios,provocam no corpo certos tipos de doenas. Mais fcil sersempre comprar um remdio, tom-lo, e administrar a dorou o desajuste momentneo do que reformar o ntimo dens prprios, tentando dominar a conduta indesejvel eequivocada que nos leva a exigir tudo de todos e, quandonada recebemos, explodimos em rebeldia e revolta hist-ricas.

    Todos os remdios ajudam, mas no resolvem. Afinal ,a causa de muitos males situa-se fora do corpo perecvel

    Por que a depresso (parte 3 de 4)e no h remdio terreno que nos atinja o esprito.Somente a reforma e o melhoramento ntimos ho deproduzir o necessr io ajuste vibratrio cessando, a sim, osefeitos danosos j que as causas foram devidamentecombatidas.

    Assim se processa a vida terrena, queiramos ou no,percebamos ou no. Somos todos algozes de ns mesmos,porquanto tornamos vtimas do sis tema de valores vigen-tes. A depresso apenas um dos muitos painis que nosinvadem a alma quando dela no cuidamos com o mnimode zelo no campo da sabedor ia exis tencial.

    Desis tir de administrar as prprias foras existncias transferncia indevida da soberania que devemos exercersobre o nosso prpr io destino. A orao, a vigilncia, ainsistncia da postura amorosa, do muito dar ou do algodar e do nada exigir ou pouco exigir.

    Espri to Enas recebido pelo mdium Jan Val Ellam(continua... )

    A campanha de 2010 no apenas uma, maspe lo menos trs grandes batalhas combinadas.Uma disputa poltica, dos que apiam as con-quistas do governo Lula contra aqueles quesempre as atacaram e agora se esquivam de dizero que pensam e o que representam. Uma dispu-ta econmica, dos que defendem o protagonismobrasileiro e sabem da impor tnc ia central doestado na sustentao do cresc imento, contraos que querem eletrocutar nossas chances dedesenvolvimento com a proposta de "choque degesto" e de esvaziamento do papel do estado.Fina lmente , uma disputa ideolgica entre, deum lado, a esperana de um pas mais justo,igualit rio e sem medo de ser fe liz, contra, dooutro lado, a indstria da disseminao de pre-conce itos.

    Na disputa poltica, a popularidade do pre-sidente Lula criou uma barreira que a oposioprefere contornar do que conf rontar . Serra noquer aparecer como aquilo que ele realmente :o anti-Lula. O mesmo anti-Lula que ele prpriofoi em 2002 e que Alckmin fez as vezes, em2006. Da a tenta tiva de posar como ps-Lula. A oposio ir para a campanha navergonhosa condio de fingir que no oposi-o, que concorda com o que sempre atacou, quequer melhorar o que tentou, a todo o custo,destruir. Os eternos adeptos da ideia de que oBrasil no pode, no d conta e no consegue,agora, empunham o discurso de que o Brasilpode mais.

    Diante do fa to de que algum precisa assu-mir o impopular ataque ao governo e ao presi-dente, para alvejar a candida tura governista,surgiram duas frentes. A mais aberta e declaradarealizada pela imprensa mais tradicional, a quetem re laes orgni cas com o grandeempresariado brasileiro e com uma elite polticaque a ela comercialmente afiliada.

    Na nsia de conseguir , contra Dilma, o queno conseguiu em 2006 contra Lula, esta im-prensa tomou para si a ta refa de tentar derrotarambos. Para tanto, tem enveredado em umpadro autoritrio que significa um retrocessocla ro at se comparado a seu comportamento napoca da ditadura. Naquela poca , a ditaduraera a justif ica tiva de suas manchetes. Hoje , no.

    A esperana e o preconceito: as trs batalhas de 2010 Ar let e Sampaio*Se no fosse pe la democracia e pela mdiaregional e alternativa, a situao ser ia igua l vivida quando era mais fcil ter notcias f idedig-nas a partir da imprensa internacional do quepela grande imprensa brasileira.

    Um exemplo: o tratamento dado partici-pao do presidente Lula na cpula nuc lear emWashington. Dois dos mais tradicionais jornaisbrasileiros (Estado e Folha) deram manchetesidnticas (Obama ignora Lula.. .), numa provano de telepatia , mas de antipatia . Um editorial(O Globo, 14/4) chegou a dizer que Lulaisola Brasil na questo nuclear. Se contsse-mos apenas com esses jorna is, teramos queape la r Reuters, ao Wall Stree t Journal, aoFinancial Times ou Foreign Policy para saber-mos que a China mudou de posio por influ-nc ia do Brasil e declarou of ic ia lmente suaopo pelo dilogo com Teer.

    Seria demais pedir que se reproduzisse, porexemplo, o destaque dado cpula dos BRICs,que no jornal Financial Times e na revistaEconomist foram bem maiores do que o confe-r ido cpula de Washington. At hoje, porm,o fato de nosso pas estar ga lgando a posio depolo dinmico da economia mundia l, de modoacelerado, visto com desdm pelos que noacreditam que o Brasil pode mais.

    A questo nuclear teve a preferncia porquecai como uma luva tentativa de trazer para2010 a questo do te rr