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Vitrine Lageana 137

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 4 dE JUlHO de 2014OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte Poltica

    Lages, sexta-feira, 4 de julho de 2014R$ 2,00

    Ano 04 - Edio 137

    Municpio aberto ao empregoSomente no Banco de Emprego, da Prefeitura de Lages so inmeras as oportunidades de trabalho. Tem ms que as ofertas se aproximam de mil. | Pg. 03

    Pau

    lo C

    haga

    s

    Partidos esto com nomes definidos ao

    pleito de 2014

    Poltica 4

    Convenes definem as

    candidaturas guas baixam

    e atingidos retornam para suas casas

    Cidade 7

    Chuvas: comea a volta

    para casaCampanha

    Liquida Lages promove o comrcio

    Geral 9

    CDL lana campanha de

    liquidao

    Brasil X ColmbiaNesta sexta (4), s 17h

    Com o Corao Na

    Chuteira

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 4 dE JUlHO de 2014Deus, Brasil e globalizaoDepois de vencer a partida de segunda-feira, 23/6, contra a Seleo de Camares, no Estdio Nacio-nal Man Garrincha, em Braslia/DF, e tambm passar pelo Chile, nosso pas con-tinua em campo, na busca pelo hexa. No sbado, 21/6, falando aos jovens de Boa Vontade, que realizavam a 39 edio de um frum internacional organizado por eles, comentei a respeito da Globalizao do Amor Fraterno, o tema do dia. Ora, a meta, pelos milnios, globali-zar. Mas o qu? Costumo dizer que a reforma do social, portanto do humano,

    vem pelo esprito. Esse o diferencial que apresentamos humanidade. (...). Global-izao do que Jesus, o Celeste Estadista, quer que seja globalizado: o pensamento de Deus, que Amor (I Joo, 4:8); logo, fraternidade no mais alto sentido. Muita gente ainda pensa que ela seja apenas entre o seu grupo, entre a sua tribo. E a as naes se dividem, os seres humanos se matam, nem as crianas se salvam. (...) Para se compreender a dimenso do real esprito de concrdia, peo licena para trazer uma das melhores definies sobre Deus, em magnfica

    pgina de Eurpedes Barsanulfo (1880-1918). Trata-se de bela poesia em forma de prosa: O Universo obra inteligents-sima; obra que transcende a mais genial inteligncia humana; foroso inferir que a do Universo superior a toda intelign-cia; a inteligncia das inteligncias; a causa das causas; a lei das leis; o princpio dos princpios; a razo das razes; a con-scincia das conscincias; Deus! Deus! Nome mil vezes santo, que Newton jamais pronunciava sem descobrir a cabea! Deus que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa me, reconheo-vos eu, Sen-

    hor, na poesia da criao; na criancinha que sorri; no ancio que tropea; no men-digo que implora; na mo que assiste; na me querida que vela; no pai extremoso que instrui; no apstolo abnegado que evangeliza as multides.Assim fica mais fcil entendermos o Amor verdadeiramente solidrio que urge seja universalizado que, acima de tudo, espiritualiza os povos em sua totalidade. (Jos de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor)Por Paiva Netto

    Nossa Opinio

    O Brasil vive a forte efervescncia do antagonismo de duas disputas: a do futebol e a das eleies. Nas duas condies as emoes extrapolam, e a razo, muitas vezes, se perde. Justa-mente, quando a serenidade carece de espao, e assim, haja a construo das melhores estra-tgias, at conseguir o sucesso, alcanado pelas vitrias, mas, com resultados favorveis sem-pre ao coletivo. Porm, o futebol tem um fervor levemente dife-renciado, mais pragmtico e envolvente, pois materializa na esportividade a extrapolao, especialmente, da emoo. A razo, nesse caso, no existe.A poltica bem diferen-ciada. Nela, as decises no so tomadas em grandes arenas, mas a portas fechadas e a quatro paredes. Os homens que detm o poder se afinam em interesses pessoais, distantes da realidade pelo lado de fora,

    onde as pessoas so apenas objetos das suas benesses. Dizer que o povo o patro da classe poltica, pois, quem lhe paga os altos salrios, a maior das contradies. Pagar os salrios, sim. Mas, so eles quem mandam e desmandam em tudo o que acontece no Pas. Isso tudo repetido a cada perodo eleitoral. E, como simples cidados, com deveres obrigatrios, os eleitores vo s urnas, e ele-gem ao bel prazer o que acham melhor. O resultado, pode at ser comemorado, mas, a mudana sempre prometida, raramente acontece indepen-dente de quem seja eleito. No campo esportivo, os resultados influenciam apenas no emocional, sem maio-res prejuzos. Na poltica, nos fac-ulta ter que se sujeitar s regras e s decises, apenas, em benefcio dela e de quem est no meio.

    Copa e a poltica

    Grimpa

    Difcil entender a razo que levou o municpio de Lages em querer reformar o velho ginsio Ivo Silveira. Pois, a prpria administrao sempre disse que a reforma sair mais cara que a construo de um novo e moderno complexo esportivo. De qualquer forma, mesmo que os gastos sejam menores, ficar a velha quadra para todo o sempre, apenas com algumas pinceladas de tinta, a troca da rede eltrica, e mais algumas mudanas. Perde a oportunidade de ter um novo complexo esportivo de referncia na regio do Coral. Hoje, a cidade s tem o Jones Minosso, que, alis, sem ele, o desamparo ao esporte de maior grandeza, evidente. Uma penas, pois ...

    Ivo Silveira

    Obviamente as chuvas causaram grandes danos s estradas em todo o Estado. No trecho que est sendo asfaltado, ente a BR 116 e Campo Belo do Sul, a chuva forte ampliou o que j estava difcil. Os buracos nunca foram tapados condizentemente, mesmo nos meses passados. Agora ento, dizem que o caos geral na estrada. Um perigo eminente para quem nela transita. Por outro lado, o secretrio regional de Lages, Joo Alberto Duarte, disse que no est contente com o andamento da obra e quer saber a razo de ver to poucas mquinas tra-balhando. Ento por que no apresenta um relatrio completo ao Governador?

    !

    ...

    Chuvase as estradas ?Culpadas chuvasAs fortes chuvas no perdoaram. A calamidade se instaurou nova-mente em Santa Catarina. Mas, entre tantos problemas, as estradas entram na questo, talvez, bastante prioritria. Pois, os estragos nelas so enormes. Mas, no simplesmente isso. que, diante do problema, o risco para quem trafega passa a ser algo a ser pensado com preocupao. Afinal, as pessoas no podem ficar paradas, e quem trafega acaba sendo prejudicado pela irregularidade dos buracos. O que se quer, que todas as frentes de assistncia ao trnsito, seja nas BRs ou no interior, entrem em ao rapidam-ente, antes que resultem em tragdias!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 4 dE JUlHO de 201403DESTAQUE

    Lages aberta para o mercado de trabalho

    A coordenao do Banco de Emprego alerta para as oportunidades e necessidade de mo-de-obra mais qualificada

    Silvana Borges

    Paulo C

    hagas

    Pau

    lo C

    haga

    s

    Mo de obra estrangeiraPoucos sabem, mas, diante da quantidade de vagas em oferta e ainda h pendncia de qualificao para muitas pes-soas, tanto que tm empresas de Lages contratando servio de estrangeiros. Sem precisar com exatido os nmeros, Silvana Borges acredita que aproximadamente 100 pes-soas, entre haitianos e ango-lanos j estejam trabalhando e morando no municpio, e com tendncia cada vez maior de aumentar a busca dessas pes-soas para suprir a demanda do mercado. Os tempos de hoje esto bem mais fceis para a busca do conhecimento e do trabalho. O importante que ningum se acomode ou desa-nime. Basta querer, concluiu.

    O mercado de trabalho em Lages nunca esteve to pro-lfero, como nos tempos atuais. Com dados buscados somente no Banco de Empregos, junto Secretaria de Desenvolvi-mento, Emprego e Renda, h meses em que as ofertas de trabalho chegam perto de mil. No cotidiano, o nmero nunca menor do que 400 vagas. So oportunidades de vrias categorias. Alm disso, a expectativa para o restante do ano aumenta consideravel-mente, com a necessidade de absoro de pelo menos, mais 4 mil novas frentes de trabalho. Somente o Lages Garden Shop-ping dever comear a recrutar perto de 2 mil pessoas.Diante de tanta abertura de trabalho no mercado regional, o Banco de Empregos da Pre-feitura precisou ser ampliado, ganhou a instalao de novos guichs e foram contrata-dos mais colaboradores. At mesmo a criao de softwares especficos foi providenciada. Mas no somente isso. A estru-tura se ampliou para o campo virtual. Os interessados agora tam-bm podem fazer seus cadas-tros online, e atualiz-los den-tro dos prazos exigidos, de no mnimo em seis em seis meses (www.lages.sc.gov.br/banco_do_emprego). At mesmo as cpias de documentos e de fotografias podem ser feitas no local, visando facilitar as pessoas que buscam oportuni-dades de trabalho.

    Boa fase no campo do empregoConforme explica a gerente do Banco de Emprego, Silvana

    Borges, desde 2013, Lages passou a viver um momento melhor no campo empregat-cio, com a abertura de novas oportunidades. Porm, h necessidade de a populao acompanhar mais de perto essas mudanas. Segundo ela, ainda h muita reclamao de que no tem emprego no Municpio. Porm, muitas vezes, parte de pes-soas que no tem a mnima qualificao ou graduao.

    Grande parte da procura vem de pessoas de baixa renda. Para muitos, h no meu modo de entender, a necessi-dade de mais atitude, vontade de querer trabalhar, e de que os interessados busquem se aperfeioar para o prprio o crescimento profissional. H muita comodidade, ressalta Silvana.

    O lado do empregadorPor outro lado, ainda de acordo com a gerente, no Bando de Empregos, h neces-sidade tambm de olhar o lado do empregador. Algu-

    mas empresas se cercam de cuidados antes de contratar, e exigem, no mnimo, que o candidato vaga tenha pelo menos seis meses de carteira assinada no ltimo emprego, mostrando assim, mais estabi-lidade funcional. Alm disso, as pessoas precisam, s vezes, de diploma, mas que tenham pos-tura, alinhamento disposio. O Banco de Empregos ofe-rece nesse caso, de 15 em 15 dias, um curso de empregabi-lid