Vitrine Lageana

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Edição 163

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 16 dE JANEIRO de 2015OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte Poltica

    Lages, sexta-feira, 16 de janeiro de 2015R$ 2,00

    Ano 05 - Edio 163

    Nem caminho e nem avio! Cad a Sinotruk e a Novaer Craft?

    Os cticos, aquelas pessoas que no acreditam em determinadas coisas, tambm no esto com muita f na vinda da indstria chinesa a Sinotruk, para Lages. Muito menos a implantao da indstria Aeronutica Novaer Craft nas imediaes do aeroporto local. So grandes investimentos que iro gerar muitos empregos e renda ao municpio. Em 2014 o que se tornou realidade foi a implantao do Lages Garden Shopping. Nada mais! | Pg. 06

    Safra recorde de ma o que esperam os produtores de ma de So Joaquim. | Pg (16)

    Obra sem data para acabarPrxima ao Terminal Rodovirio obra est quase parada. | Pg (3)

    Elizeu Mattos: culpado ou inocente?Por enquanto nenhum nem outro. | Pg (3)

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 16 dE JANEIRO de 2015

    Frederico Azambuja Correia

    Opinio1202

    Senhor diretor: O trnsito brasileiro

    Nossa Opinio

    Primeiro, um ser humano que pratica um ato indesejvel no convvio social, , no mnimo, uma pessoa que necessita reaprender os princpios bsicos que uma educao de bero possa interagir na sua prpria per-sonalidade, principalmente na formao do carter quando adolescente. Se um cidado, em idade adulta, faz questo que seus atos animalescos de serem colocados em prtica para prejudicar a sociedade, certa-mente, essa pessoa necessidade de ser freada em seus mpetos. Cabe, a quem de direito, tomar severas providn-cias para coibir as atitudes selvagens dessa pessoa com carter desviado, e cuja con-duta inspira cuidado. No pode ter as massas ceflicas no lugar, o indivduo que s escuras, alta madrugada, enquanto a cidade dorme, ele aproveita para colo-

    car em prtica seus instintos covardes e depredadores. A esse indivduo, no importa se o patrimnio pblico ou privado. O importante para ele, destruir, sujar, emporcar o que no seu. Se o bem mvel ou imvel pblico, com mais razo deveria ajudar a cuidar, pois pertence ao pas, quem sabe ao Estado ou ao municpio.Outros, por sofrerem das faculdades men-tais, nem sabem o que esto fazendo. Ambos merecem um outro lugar, que no seja, o convvio social, pois necessitam passar por um aprendizado moral, para, depois, ao longo do tempo, ser reintegrados sociedade. Enquanto cabe s autoridades policiais o fiel cumprimento das investiga-es para colocar os vndalos fora da sociedade, ou seja, onde merecem estar, na priso ou numa clnica especializada.

    O Vandalismo de cada dia

    Grimpa

    Nos ltimos tempos, principalmente nos finais de semana, vem acon-tecendo crimes de diversas naturezas. Aumentaram os homicdios. Cresceram as prticas de roubos e furtos, e, inclu-sive at acidentes de trnsito esto ocor-rendo com maiores frequncias. No h um socilogo ou psiclogo que posso dar explicaes sobre essas desenfreadas aes delituosas que vem ocorrendo em Lages e regio. Na verdade, no se faz necessrio ser um expert para saber as causas de tais situaes. a falta de segurana?

    !

    No se questiona a opo sexual de ningum. No entanto, o que no merece apoio vez por outras pessoas jovens homossexuais em reunio nos recantos do Tanque praticar atos no permitidos pelos bons costumes. Certos horrios circulam por aquele lugar, crianas e jovens, prin-cipalmente estudantes. Portanto, no se pode e no deve admitir que, certos casalzinhos aproveitam das paredes da Biblioteca Municipal para praticarem sexo luz do dia. E, foi isso que, recentemente aconteceu ainda em 2014, nas proximidades do Ano Novo. O que faltou naquele momento foi a presena da polcia...Homossexualismoescancarado

    ...

    Cachaadaem via pblica

    ?Criminalidadeem altaNo bairro Coral, nas proximidades do CAV (Veja UDESC) existe um bar, na esquina da Luiz de Cames, onde centenas de universitrios marcam seus pontos de encontros todas as tardes at altas horas da noite. Sim, o local pblico. At a tudo bem. O que se torna inadmis-svel , vez por outra interrompem a via pblica que tem sada para a principal artria de trafegabilidade urbana, para poderem em espao maior continuarem as bebedeiras!

    O trnsito brasileiro de causar preocupao a qualquer vivente sensato. Hoje, o pedestre, no seu direito de ir e vir nas vias pblicas de suas cidades, no se sabe, se poder voltar para casa ou no. Fala-se muito sobre as determinadas condies de trafega-bilidade urbana que as autoridades do trnsito colocam para serem obedecidas. Mesmo que a engenharia de trnsito apresente um projeto infundado, com resultado pfio. Quem paga o pato, geralmente o condutor do veculo que, encontra pela frente um complicado

    congestionamento ou com ruas sem sadas e sem nenhuma objetividade con-creta. Na verdade, o pedestre tambm se v numa situao inusitada quando recai sobre si a culpabilidade de no deixar o trnsito fluir. O condutor do veculo que no respeita o motociclista. Este por sua vez no est nem a com o ciclista, o qual deixa de usar uma ciclovia para transitar por uma calada, local reser-vado ao pedestre para sua locomoo. Diante dos espetculos de ps-simos gostos colocados disposio da populao nas vias de

    trnsito na cidade, chega-se concluso de que, necessrio e urgente que o trnsito seja realmente uma disciplina nas escolas. Alis, o Ministrio da Educa-o j determinou aos estabelecimentos escolares que mantenham nas salas de aulas o ensino da disciplina de trnsito. Muitas escolas no levam essa importante deciso para as salas de aulas. Ser que um diretor de um estabelecimento de ensino no tem a noo de como importante para os alunos aprenderam as principais noes de trntio? J est comprovado que, se o cidado no aprender os princpios bsicos e elementares de trnsito no seu prprio lar e na escola, no ser, quando adulto que vai aprender uma auto escola ou nas vias pblicas de sua cidade. Mesmo assim, no h, uma boa vontade de autoridades da rea da educao para que o trnsito possa ser uma disciplina, onde os alunos tero muito a ganhar para o seu conhecimento e pela sua vida.Cordialmente,

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 16 dE JANEIRO de 201503DESTAQUE

    Caso Elizeu Mattos: culpado ou inocente?

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    Nenhum, nem outro. Por enquanto ele apenas sus-peito. No est preso porque culpado. Est encarcerado por estar numa de investiga-o. Em processo de liberdade, poderia atrapalhar as aes policiais. H uma mania gros-seira de algumas pessoas, em julgar previamente quem est detido. Lembre-se: Nem todos que esto so. E, nem todos que so esto. Houve um delito, claro, porm, h vrias pes-soas suspeitas que possam estar envolvidas nessa situa-o em que o prefeito Elizeu Mattos est sendo colocado. Assim que, nenhum cidado tem o direito de julgar a pes-soa que est trancafiada, sepa-rada do convvio social, para, se culpada receber a sentena que o condene em recluso, deteno ou multa; ou ainda ser absolvido daquilo que est sendo formalmente imputado. Voc leitor, gostaria de ser previamente julgado por um delito que no cometeste? Aquele que disser que se um acusado est preso, logo cul-pada, essa pessoa mente. H, em muitos pases, e, at mesmo no Brasil, de muitos acusados que foram condenados inocen-tes e cumpriram pena. Quem no conhece O Caso dos Irmos Neves, dois irmos, mineiros, que, praticamente passaram uma vida na penitenciria, e, certo dia o assassino verda-deiro foi preso. Voltando ao caso do Elizeu Mattos. Falam que o dinheiro encontrado com o seu motorista a prova do envolvimento do proveito. Ledo engano. Nas mos do prefeito, nada foi encontrado. Falam em provas de conversas

    Prefeito Elizeu Mattos, afastado do cargo por 180 dias

    Obra em compasso de espera para que se transforme em unidade de pronto atendimento

    A espera que desespera

    E a prxima Festa do Pinho acontece?

    A Unidade Bsica de Sade que est sendo construda nas proximidades do Terminal Ro- dovirio de Lages, primeira vista se tem a impresso de que se encontra paralisada. De fato, informaes extraoficiais do conta de que a obra est em ritmo de caminhada de tar-taruga, ou seja, quase parando. Ao passar naquelas imediaes, no se percebe uma s movi-mentao de operrios trabal-hando. Certamente, a falta de

    recursos financeiros o motivo primordial da atual situao, o que tambm, no nenhuma novidade, pois outras obras da Prefeitura Municipal esto nas mesmas condies, por exem-plo, a do Projeto Ponte Grande. Conclui-se que, a unidade de sade em construo nas imedi-aes da rodoviria de Lages j no tem data para ser entregue comunidade. O prazo que se consta numa placa l existente j no tem validade.

    Como surgem fatos novos na cidade a cada dia que passa, ningum pode alegar ignorn-cia em dar uma informao seguinte indagao: a 26 Festa Nacional do Pinho ser realizada este ano. J que Tony Duarte o prefeito interino, possivelmente no poder ser o presidente da Comisso Cen-tral Organizadora (CCO). Nesses

    casos qual seria o nome mais propicio a assumir essa funo? H quem esteja dando um pal-pite que o nome mais indicado do secretrio municipal de Turismo o popular Flavinho. um jovem empreendedor, expe-riente em promoes, e j ocupa um cargo que o motiva ainda mais em querer realizar um evento de altssima qualidade.

    telefnicas. E da? O que prova uma conversao num celular? J aconteceram separaes de casais por falsos entendimen-tos de ligaes telefnicas. E, para a Justia Pblica, vale o que est escrito ou ainda uma testemunha ocular. E mais, j se sabe, extraoficialmente que no caso do prefeito lageano, as acusaes so de carter poltico. H politicagem nessa situao. H acusador que deveria estar preso tambm.

    Tudo pode acontecerO que deixa qualquer pes-soa indignada o silncio

    que predominou ao longo