Vitrine Lageana Edi§£i 145

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 29 dE AGOSTO de 2014

    Tiragem 3.500Valor R$ 400,00

    OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte PolticaLages, sexta-feira, 29 de agosto de 2014R$ 2,00

    Ano 04 - Edio 145

    Limite de espera nos bancos motiva reunio

    Sandro S

    cheuermann

    O grande volume de reclamaes quanto ao limite de espera nas filas dos bancos motivou a realizao de reunio no Legislativo, entre Procon, vereadores e vrios representantes dos bancos. | Pg (3)

    Tiragem 3.500Valor R$ 400,00

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 29 dE AGOSTO de 2014A imagem cansaAinda me lembro nos meus tempos da Faculdade de Direito, l nos idos anos 70, de um colega que sentava ao meu lado, o Vanildo, rapaz inteligente, de famlia humilde, de estatura baixa, meio calado, tinha os olhos saltados, daqueles que parece sempre estar indignado com algo; viera do interior do Cear para aqui estudar.Certo dia ele chegou e logo me perguntou, Tem visto sua namo-rada? Surpreso respondi sorrindo, claro, quase, todos os dias, ele me olhou de lado e com olhar esbugalhado e srio

    com ar de cansado me respondeu num sotaque carregado nordestino j olhando balanando a cabea Pois no v, todo dia, lembre-se ..a imagem cansa. Dizia ele que quanto mais s pessoas nos veem por mais que nos amam, a nossa imagem cansa, portanto, seria de bom alvitre ir menos a casa dela, e com certeza ela ao me ver sentiria satisfao.... e deu certo ...Em pocas de eleio tenho pro-curado no falar de poltica, mas realmente difcil, a pobreza das pro-postas apresentadas, a mesmice, chegar a ser impossvel no tecer comentrios.

    Outro dia despercebido me peguei vendo pela televiso um discurso da presidenta Dilma, mas no me ative no teor das suas palavras, mas nos gestos, no olhar no balanar da cabea, na sua roupa ver-melha, no tom da sua voz, no seu gesto que parece que ela vai lhe dar uma tarefa a fazer, sinceramente foi nesse momento que me lembrei da velha frase do Vanildo, de tanto v-la, ou ela ou o ex-presidente Lula, fiquei cansado. a pura verdade, estou um tanto cansado da imagem dos dois, no das propostas que nem as analiso, mas daquilo que o Vanildo dizia

    a imagem cansa, e isso na poltica vale muito, por mais interessante que as pro-postas possam ser.Presidenta Dilma me desculpe, no vou falar de politica, nem dos seus adversrios, nem das propostas, mas olha, com todo respeito devo confessar que a voz do Vanildo impregnada na minha mente me dizia a sua imagem esta me cansando. Por Fernando Rizzolo.

    Advogado, Jornalista, mestre em Direitos Fundamentais

    Nossa Opinio

    preciso bater forte na tecla e fazer com que nos-sas lideranas se unam em torno dos objetivos serranos. A impresso de que os tra-balhos em busca de objetivos so feitos isoladamente. Notem a problemtica do aeroporto em Correia Pinto, e no de Correia Pinto. Portanto, uma obra que diz respeito a toda a Serra Catarinense. Porm, o que se v uma nica pessoa preocupada com o andamento daquele projeto que se arrasta vergonhosamente por mais de 14 anos, ou seja, o prefeito da cidade sede, Vnio Forster. To somente ele tem buscado junto s autoridades em Bra-slia a agilizao da obra.No h necessidade de esperar pela eleio de deputados para isso. Temos gente de peso, com capacidade de liderana e que poderia aglu-tinar prefeitos, vice-prefeitos,

    vereadores, empresrios, enti-dades, e todos os demais inter-essados, incluindo a imprensa. Juntos, numa mobilizao gran-diosa chamar ateno para a necessidade de ver tudo aquilo funcionando. O triste ver que a principal fraqueza real-mente a falta de mobilizao.Prefeito de Lages, Elizeu Mattos; presidente da ACIL, Luiz Spuldaro, presidente da Amures Edelvnio Topanoti. Vocs so os representantes maiores da regio. Assumam suas posies diante dessa vergonha que a regio passa, exatamente pela falta de unio e disposio em lutar por questes relevantes. Somos todos culpados pela demora da obra. Nossa falta de atitude, desde o comeo, tem deixado os responsveis nas esferas estadual e federal, acomoda-dos. Hora de reverter tambm a nossa posio comodista.

    Falta unio

    Grimpa

    De um lado moradores de bai-rros querendo velar seus entes queridos em sales comunitrios. De outro a contrariedade da Igreja. Os moradores alegam que ajudam na construo dos sales e das igre-jas e depois no podem us-los. Por parte da Igreja, o argumento de que os sales tambm so usados para outras atividades, como a cate-quese, por exemplo, e que existem as capelas morturios exatamente para os velrios. Por outro lado, h quem afirme de que se as capelas existissem em todos os cemitrios, o problema se resolveria. Ser?

    !

    Dificilmente a empresa paulista que se pro-punha a construir pontos de nibus em Lages com requintes sustentveis e de bela apresentao dever dar continuidade proposta. Ainda mais que o prottipo feito na Presidente Vargas foi totalmente destrudo. Tambm no se viu muitos empresrios locais dispostos a fazer o investimento na parceria proposta. Os novos pontos de nibus seriam um prato cheio aos desocupados. Sendo assim, a confiana no produto passa a ser diretamente complexa. O projeto muito bom, mas no para Lages, infelizmente...

    Pontosde nibus

    ...

    Muitosacidentes ?Velriosem salesEm Lages, tm acontecido inmeros acidentes quase inexplicveis. Alis, tem sim suas razes. A maioria deles por imprudncia, velocidade e embriaguez. Orientao no tem faltado tambm. Porm, os cuidados precisam ser redobrados. Muitos, no permetro urbano, e com certa vio-lncia. H preocupao. Os rgos de segurana tambm esto atentos ao alto ndice de acidentes. Os que mais preocupam so os de moto. Nesse caso, no h nada que convena os condutores para que no corram. Mui-tos motociclistas andam bem acima da velocidade dos carros. O perigo ronda!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 29 dE AGOSTO de 201403DESTAQUE

    Tempo limite para atendimento bancrio

    Campanha anuncia Lages em franco desenvolvimento

    Populao pede melhoria nos servios de atendimento das agncias

    Os investimentos em obras em todos os setores passam dos R$ 200 milhes

    Sandro S

    cheuermann

    Nilt

    on W

    olff

    O assunto volto a ser discu-tido em Lages, devido ao alto volume de reclamaes. Na quarta-feira (27), tarde, na Cmara de Vereadores, ocor-reu uma reunio informal com diversos representantes das instituies bancrias que atuam no municpio. O encon-tro foi coordenado pelo execu-tivo do Programa de Defesa do Consumidor (Procon) de Lages,

    FredericoNavarro Paes Duarte, e pelo vereador Eli Bassin. Em pauta estava a Lei n 3.559, de 29 de junho de 2009, que dispe sobre o tempo limite para o aten-dimento bancrio, e o Projeto de

    A administrao municipal de Lages iniciou uma campanha para mostrar as principais obras e investimentos desde o incio da gesto Elizeu Mattos e Toni Duarte. Um vdeo, com durao de um minuto e meio, est circu-lando na mdia para mostrar as realizaes. Em pouco mais de um ano e meio foram inmeras aes e captaes de recursos nas esferas estaduais e federais para desenvolver projetos e exe-cutar obras no maior municpio da Serra e um dos principais de Santa Catarina.Foram investidos milhes nas reas de infraestrutura, sade, educao, mobilidade, assistn-cia social e outras. Nmeros

    apontam o crescimento. Foram gerados cerca de 800 empregos e a previso de quatro mil novas vagas at 2015. Os inves-timentos em obras em todos os setores passam dos R$ 200 milhes, sendo R$ 80 milhes na maior da histria de Lages, o Complexo Ponte Grande. Sero 14 bairros integrados com ser-vios de saneamento bsico e infraestrutura e construo de 200 casas para abrigar as fam-lias que residem s margens da avenida.O ndice de saneamento bsico dar um salto na rea urbana aps a concluso do Complexo Araucria. Sero R$ 24 milhes investidos em redes coletoras

    e tratamento de esgoto que beneficiar aproximadamente 25 mil pessoas. Na educao a meta abrir mil novas vagas nos Centros de Educao Infan-til Municipal (Ceims) at 2016. Sero cinco novas creches duas j esto em construo nos bairros Vrzea e Bela Vista/Pr-Morar. Outras unidades foram reformadas.Com recursos em parceria com o governo estadual sero pavimentadas 40 ruas em cerca de 20 bairros, totalizando mais de 60 quilmetros de vias. No interior a realidade no dife-rente. So mais de 700 quil-metros de estradas recuperadas em diversas localidades.

    Tiragem 3.500Valor R$ 400,00

    Lei n 088/2014, de 18 de agosto de 2014, que altera a redao do Artigo 1 da referida lei. Na avaliao dos participantes do encontro, a situao est sendo corrigida na medida em que possvel, pois h diversos empe-cilhos, relacionados com as reas sindicais e trabalhistas, que difi-cultam a obteno de um ndice superior de resolubilidade.Alm disso, ressaltaram que o conceito de tempo razovel, como est disposto na Lei, no pode ser interpretado segundo uma norma rgida, pois, inde-pendente de situaes excepcio-nais, como dias de pagamento, o fluxo do atendimento bancrio est relacionado com demandas que no podem ser calculadas antecipadamente. De acordo com algumas opinies, parte da soluo est em expandir os pontos de servio bancrio e na melhoria na triagem no momento em que so distribu-

    das as senhas de atendimento.Em contrapartida, a recla-mao mais significativa das instituies bancrias pblicas e privadas relaciona-se com a dificuldade de alguns clientes em manejar os caixas eletrni-cos e os canais virtuais de aten-dimento, via internet. Vanessa de Oliveira Freitas, integrante da Assessoria Jurdica do Procon, informou que a legislao no vai ser alterada. E que toda denncia feita no Procon ser investigada, de acordo com o que determina a Lei. Nosso propsito no multar as instituies bancrias, resolver as demandas do con-sumidor, argumentou.A maioria dos representantes dos banqueiros entendeu a nova r