Vitrine Lageana Edi§£o 104

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Text of Vitrine Lageana Edi§£o 104

  • Lages, 08 de novembro de 2013 - Ano 3Ano 3 - Edio 104 - Lages, 08 de novembro de 2013

    R$ 2,00

    Viva Serra e suas mltiplas atraes

    Param

    otor Gliders P

    hotos/Reproduo

    CVC LAGESVia Gastronmica

    3222-0887Hipermercado BIG

    3224-9293

    O turismo de eventos na regio est bastante movimentado em funo das belas atraes do Viva Serra. Neste fim de semana tem festival de Paramotor, em Urubici, e festival de avies em Bom Retiro, entre outros atrativos. | PG. 17

    Romildo Titon assume a presidncia da Alesc

    Poltica04Prefeitura de Lages comea a receber novas mquinas

    Cidade06Frigorfico vai estimular

    produo de peixe

    Economia08Curso ensina tcnicasde pintura imobiliria

    Geral12Chegam os primeiros mdicos estrangeiros

    Sade15

  • Lages, 08 de novembro de 2013 - Ano 3

    A maior, e talvez a mais complexa questo enfrentada por empreende-dores e gestores a motivao de sua equipe. Diferente de outras barreiras que precisam ser ultrapassadas para alcanar o sucesso, no h nenhuma frmula para lidar com pessoas. Como fazer com que elas se sintam satisfeitas com o trabalho e desen-volvam as atividades da melhor forma possvel?

    Em tempos de crise - e de con-sequentes cortes no quadro de funcionrios -, a energia dentro do ambiente corporativo afetada. A ameaa de desemprego um golpe na autoestima do funcionrio e o entra-e-sai de pessoas compromete a coeso de toda a equipe.

    Um gestor-chefe ter mais difi-culdades para compreender e agir nessas circunstncias. Por ter sido moldado no velho estilo de coman-do e controle e na expectativa de resultados imediatos, ele no vai resistir tentao de sofisticar todas as formas de controle para obter produtividade a qualquer custo. Isso pode gerar uma tenso difcil de ser suportada, acionando mecanismos de defesa organizacional como absentesmo, desengajamento, m vontade e cinismo. O resultado a insatisfao de clientes e colabora-dores, alm da perda de qualidade e competitividade por parte da empresa.

    Um gestor-lder entende que os

    resultados so obtidos pelas pesso-as, e que seu papel mobilizar suas competncias potenciais. O gestor--lder tem uma dimenso poltica bem desenvolvida, uma vez que a maior parte do seu dia de trabalho dedicada aos relacionamentos e a conversas com os funcionrios.

    Diferentemente do gestor-chefe, que enfatiza fatores motivacionais extrnsecos, ou seja, recompensas financeiras e benefcios, o gestor--lder enfatiza fatores motivacionais intrnsecos como a possibilidade de realizao da pessoa por meio do trabalho, a possibilidade de apren-dizagem e participao ativa nas decises e resultados.

    Nas organizaes, incentiva-se o trabalho colaborativo ou de times. A metfora do mundo dos esportes levada muito a srio dentro e fora da organizao: existe at o incentivo e patrocnio de torneios de esportes coletivos.

    At mesmo o trabalho remoto (home office), quando da conveni-ncia do empregado e da empresa, bem administrado, fator de moti-vao para quem quer mais tempo para si mesmo e para a famlia, e fator de economicidade para am-bos (custos de transporte e outros recursos que a pessoa utiliza no escritrio).

    Sem dvida, essas recompensas ou fatores motivacionais geram um cus-to adicional significativo. Mas, uma

    vez postas em prtica, percebe-se que elas se tratam de investimentos que em mdio prazo geram lucros. As pessoas motivadas e satisfeitas, que sentem que o seu trabalho est sen-do reconhecido e valorizado, tm o impulso necessrio para trabalhar da melhor forma possvel e solidificar os laos que j possui com a empresa.

    Implementadas de forma criativa e dinmica, as medidas de incen-tivo aumentam a produtividade do funcionrio, suprindo tanto necessidades primrias, como a de segurana, quanto as secundrias, como as sociais, de estima e de auto realizao.

    Talvez esteja aqui a maior diferen-a entre o chefe e o lder: a sensibili-dade para identificar, compreender e atender as necessidades de cada uma das pessoas de sua equipe de trabalho, mobilizando o que elas tm de melhor e ajudando em seu processo de desenvolvimento tanto para a realizao dos objetivos do indivduo quanto da organizao.

    Opinio

    Opinio do Leitor

    Voc lder ou apenas um chefe?

    Espao reservado opinio de nossos leitores. Caso voc queira tambm se ex-pressar, nos envie um email com sua opinio ou sugesto para:redacao@vitrinelageana.com.br

    Luiz Alberto FerlaFonte: Revista Incorporativa

    Em Joinville houve at briga durante a discusso de projeto propondo o rebaixa-mento de caladas para a cria-o de estacionamentos em frente dos estabelecimentos comerciais. So os estacio-namentos sobre as caladas. Em Lages, ningum discute, aprova ou desaprova. A cria-o dos estacionamentos par-

    te da deciso do comerciante, ou seja de quem for. No h interferncia. O problema que o estacionamento passa a ser monitorado de forma particular, e retira o espao oblquo, em que qualquer cidado poderia estacionar o carro. O outro passa a ser reservado a clientes. Mais ou menos isso.

    Rebaixamento de caladas

    Desde que os vereadores mu-daram de sede, nunca mais foi dada manuteno Rua Ma-rechal Deodoro, a principal via de chegada ao Hospital Tereza Ramos. Alis, esta rua bem que merece ser totalmente

    asfaltada. Se h previso, tudo bem. Mas, caso contrrio, est mais do que na hora de que a operao tapa buracos contem-ple essa rua, especialmente, na baixada que d acesso ao antigo Vermelho.

    Na Marechal

    Por mais que se discuta ou avancem as aes visando a mobilidade urbana, espe-cialmente, no que tange aos padres das caladas, Lages, em diversos pontos da cida-de, so muitas as construes irregulares. H casos, em re-as perto do Centro, como na

    Rua Otaclio Vieira da Costa, prxima Praa Joca Neves, em uma residncia, parte do barranco toma conta do espa-o da calada at hoje. Nem mesmo a p possvel passar, a no ser pela rua. Imaginem ento um deficiente visual ou cadeirante.

    Em Lages

    Em alguns pontos da Av. Belizrio Ramos, na divisa dos bairros Copacabana e Santa Helena, comum ver sacos de lixo pendurados nas rvores junto ao rio. Impressiona a falta de conscincia de mora-

    dores prximos, que preferem ornamentar as rvores, ao passo que poderiam construir uma lixeira em frente s casas. H, os que no penduram, mas jogam diretamente no Carah.

    Lixo

    Ano aps ano, acontecem nas cidades serranas diversas reuni-es visando fomentar o turismo regional. Destes encontros so redigidos documentos que, em tese, devem ser postos em prtica futuramente. Porm, o futuro vai virando passado, e pouco ou quase nada do que fora discutido, se configura. No de duvidar de que logo outro encontro para debater sobre o turismo serrano, acontea. incompreensvel que aps tantas discusses em torno do tema, a Serra Catarinense no tenha ainda adotado uma postura prtica, avanada, determinada, que possa evidenciar a regio como um polo turstico dentro do Estado, a exemplo do que acontece na Serra Gacha. Alis, exemplo

    visualizado constantemente.Salvo algumas excees, datadas

    no perodo de inverno, quando a geada e a neve cobrem de branco o verde dos campos, e, nesse caso, um turismo natural. As pessoas vem regio para ver as trans-formaes da natureza e sentir o frio. Por outro lado, o Viva Serra, no campo do turismo dos eventos, tem tambm salvado algumas cidades dos ostracismo absoluto, j nas estaes mais quentes. Mas, isso tudo, representa muito pouco para consolidar nossa regio, com um ponto de atratividade e visi-tao em larga escala. O turista, acaba optando, na sua maioria, pelo litoral.

    H necessidade de esforos bem maiores, e com a ampla participa-

    o de todos os municpios serra-nos. No h na raiz da questo, pessoas realmente comprometidas em desenvolver o turismo, a partir dos encantos naturais, aqui exis-tentes. E se tem, no fazem nada para premiar atravs da mdia a divulgao abundante dos mais diversos pontos existentes. Quem sabe pelo Brasil afora da existn-cia, por exemplo, dos Aparados da Serra? Da Coxilha Rica? Com certeza, poucos. Ento meus caros lderes que se dizem entendidos ou defensores do turismo, est mais do que na hora de parar de apenas discutir, e sim avanar em projetos prticos, que possam, de uma vez por todas, planejar, estruturar e fazer acontecer. Este assunto, no encerra aqui.

    Nossa Opinio Turismo no avana

    02

  • Lages, 08 de novembro de 2013 - Ano 3 03Ruy Sard BehlingEconomista

    Eu nasci sob o signo das ditadu-ras. Em 1933, Hitler foi convidado pelo Presidente Paul Von Hinden-burg para Chanceler da Alemanha, lanou-se ento ao estabelecimen-to da ditadura absoluta. Tudo por culpa do vergonhoso e maldito Tratado de Versalhes. Nasceu na ustria. Estudante medocre, no conseguiu graduar-se no curso secundrio, procurando, ento, em duas tentativas malogradas, ingressar na Academia de Belas--Artes de Viena. Ao irromper a Primeira Guerra Mundial (1914), alistou-se no regimento bvaro. Foi ferido e condecorado por atos de bravura.

    Quando acabou a guerra, ligou--se, como agente do exrcito, ao pequeno Partido Trabalhista Alemo, de Munique. Em 1920, incumbido da propaganda do partido mudou o seu nome para Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemes (Nazi). Em 1921, feito presidente do par-tido com poderes ilimitados, pla-nejou a criao de um movimento de massas, atirando-se a uma srie de comcios. Em 1923, aprovei-tando o descontentamento popu-lar com o Tratado de Versalhes, acrescido da terrvel inflao que assolava o pas, tentou apoderar--se do governo da Baviera e iniciar uma ofensiva contra Berlim; mas o Putsch de novembro falhou, e ele foi condenado a cinco anos de recluso, dos quais cumpriu apenas 9 meses na Fortaleza de Landsberg. Durante este tempo, escreveu o primeiro volume do

    Mein Kampf (Minha Luta), uma exposio de suas ideias e um prognstico de sua futura ao