Vitrine Lageana Edi§£o 110

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, sEXTA-FEIRA, 20 dE dEZEMBRO dE 2013

    Opinio SadeSegurana Turismo CidadeEducaoEntrevista Cultura

    Empresrios chineses visitaram o terreno da futura

    fbrica

    Economia 8

    Montadora Sinotruk nossa

    Governo reduz em 3,8% o valor do imposto veicular em

    2014

    Regional 14

    SC ter valor menor no IPVA

    Interventor Walter Manfroi relata as aes em entrevista

    exclusiva

    Entrevista 13

    Ano foi positivo para a Uniplac

    Ano 03 - Edio 110 - Lages, Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013R$ 2,00

    espera do presente de NatalPlantada na Praa do Terminal, a rvore dos Desejos atende s cartinhas com diversos pedidos de Natal. A iniciativa da CDL Lages. Pgina 6 | Cidade.

    Loreno Siega

    CVC LAGESVia Gastronmica

    3222-0887Hipermercado BIG

    3224-9293

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, sEXTA-FEIRA, 20 dE dEZEMBRO dE 2013

    Dezembro: cutuco para reflexo Mais do que troca de presentes e promover um pseudoamor entre as pessoas, dezembro tem outra funo: dar um cutuco no nosso ombro e nos pro-por a refletir sobre os fatos ocorridos em nossas vidas durante o ano que chega ao fim: fomos justos, injustos, injustiados? Fizemos escolhas a dequadas? Perdoei, fui perdoado? Fiz tudo que deveria para viver em paz comigo e com o mundo? Como usei o meu tempo vivido at agora?No tem jeito, esse cutuco em nos-so ombro, em dezembro, acerta a

    todos sem exceo, inerente poca do ano. A questo como lidamos com esse toque. A euforia, a sensao de linha de chegada (at que enfim!) e o esprito na-talino (seja l o que isso queira dizer) so sentimentos que as pessoas desenvolvem para burlar ou camuflar sua atitude diante desse cutuco que a vida nos d.Assim os tradicionais abraos em famlia, os almoos de fim de ano nas empresas com seus constrangedores amigos-secretos, aquele presente para os filhos e sobrinhos, o celular novo para o

    companheiro (a), so formas de igno-rar este cutuco: um abrao forado, um presente dado e pronto, tudo feito, dezembro se vai e o que passou, passou, sem meditao.No se trata de mau humor ou qualquer coisa do gnero. A pro-posta que em dezembro seja reservado um momento para a reflexo de como estamos lidando com o nosso cotidiano:Que os abraos no sejam somente nas festas de fim de ano, mas du-rante o ano todo, que sejam sinceros e

    movidos pelo carinho, respeito, solidar-iedade, e no instigados por uma taa de espumante ou usque com guaran.Que as pessoas possam se presen-tear de afeto, de encorajamento mtuo, de compreenso s ideias con-trrias, o ano inteiro.

    Por Mieli Rivero Montao - Professor, redator e blogueiro.

    Nossa Opinio

    Neste mesmo espao edito-rial j falamos sobre

    o clima bom que antecede o perodo natalino e a prox-imidade da virada do ano. Falamos tambm, sobre a ex-pectativa que todos vivem em funo da chegada do novo ano. Pois bem. Pode at ser apenas impresso, mas a cada ano que passa, o que menos se fala da real importncia do dia 25 de dezembro. O Papai Noel e todo seu sim-bolismo capitalista mais envolvente. Nada contra o bom velhinho. No entanto, o nascimento de Jesus Cristo passa ao largo. Logicamente, nas igrejas, o tema sempre lembrado. Mas, na grande mdia, a passagem no ganha importncia. no nascimento de Jesus que est toda a im-portncia do Natal. Um acon-tecimento que diz respeito

    particularmente a cada uma das pessoas. Devemos, talvez, entende-lo como sendo um smbolo de virtudes, que, a partir da magia que emana, e do esprito que o envolve, o Natal desta forma aquele que concretiza em ns, uma esperana de renovao, de modificao. preciso que pensemos onde reside o ver-dadeiro Natal, seja no campo da beleza e da justia, mas especialmente na humildade dos coraes.Por fim, no como deixar de considerar a poca

    como sendo muito especial. Na acstica da alma, as bala-das melodiosas, os smbolos de luz, tudo nesse clima, se apresenta como concertos de paz. Portanto, vale mesmo lembrar que em meio a tantas coisas que cercam o clima natalino, o que mesmo voc tem para comemorar?

    Natal Jesus

    Grimpa

    No h como evitar. Lages bem que tenta fazer campanhas para que ningum d esmolas. Mas como fechar os olhos para sen-horas e senhores de idade avanada, em extrema

    situao de pobreza, sentados nas caladas, implo-rando por um trocadinho. O nmero de esmoleiros aumentou significativamente nestes dias que antecedem o Natal, principalmente na zona central da cidade. O que fazer diante de quadro to triste? preciso ateno, mas h os que ignoram...

    PedindoEsmola

    A velocidade de muitos condu-tores de moto algo mesmo incontrolvel. As possantes 125

    andam at demais no permetro urbano. No entanto, Lages tem ruas com cruzamentos muito perigosos,

    mas ignorados pelos pilotos de araque. O resultado, todos sabemos. No h um dia sequer que no haja

    registro de acidentes envolvendo motociclistas. A impresso que fica

    a de que a culpa sempre dos motoristas. At quando vai imperar a imprudncia?

    !

    ...

    Decoraono Coral ?NingumControlaCom toda a simplicidade, mas nem por isso menos bonita, a decorao natalina feita no Bairro Coral encanta. Alis, os eventos de Natal bem que poderiam tambm se este-nder a este, que considerado um dos bairros mais nobres da cidade. Uma estrutura poderia ser montada ao largo da Igreja Nossa Senhora do Rosrio e contemplar a populao daqueles arredores. Algo que poderia ser pensado antes!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, sEXTA-FEIRA, 20 dE dEZEMBRO dE 2013

    VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 20 DE DEZEMBRO DE 2013

    03Ruy Sard Behling

    SAC Sicredi - 0800 724 7220 / Deficientes Auditivos ou de Fala - 0800 724 0525. Ouvidoria Sicredi - 0800 646 2519.

    VariedadesVergonha nacional o que aconteceu na Arena de Joinville no domingo, dia 08/12/2013. Um verdadeiro ato de selvageria e brutali-dade, no jogo de futebol do Atltico Paranaense, de Curi-tiba, contra o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. A briga j havia sido previamente com-binada atravs das redes so-ciais, tanto que j haviam proibido viajar mulheres e crianas nos nibus fretados. A briga entre as torcidas foi generalizada. Via-se jogador cado, desmaiado, e sendo estupidamente chutado sem poder se defender. Depois de interrompida a partida, um helicptero aterrissou no gramado do estdio, quando, trs dos briges, gravemente feridos, foram encaminha-dos aos hospitais da maior cidade do Estado de Santa Catarina, e creio seja tam-bm a mais rica, graas inteligncia, a honestidade, a capacidade e a disciplina do seu povo. Na minha viagem Europa, em outubro de 2012, pude constatar pesso-almente que o Brasil con-hecido internacionalmente pelo seu futebol, quando em Paris um jovem me pergun-

    tou pelo Ronald, quando eu respondi: Ronald cst bedonnant (Ronaldo est barrigudo). Afora isso, vi liv-ro do escritor Paulo Coelho em uma livraria em Berlim, e vi em Zurique, na Sua, um belo pster da nossa grande Gisele Bndchen e tambm um do nosso gnio do tnis, o grande catarinense Gus-tavo Kirsten, o popular Guga.

    Por outro lado, faleceu recentemente Nelson Mandela, o grande defen-sor do fim do apartheid, odiosa segregao racial que existia at bem pouco tempo na frica do Sul. Mandela esteve preso durante 27 anos por tentar derrubar o apartheid, o governo racista que prevaleceu na frica do Sul entre 1948 e 1994. Ascendeu Presidncia no brao da maioria, mas no se aproveitou dela para se eter-nizar no poder, ao contrrio do que vem acontecendo aqui no Brasil com o Lula e a Dilma, que querem se perpetuar no poder, atravs de governo populista, dema-gogo e utilizando-se de es-tratgias condenveis, como por exemplo, suas bon-dades feitas com o nosso rico dinheirinho.

    Histria

    Colnia Holandesa. O territrio que hoje constitui a frica do Sul foi descoberto por navegadores portugueses do sc. XV. Ao fim do sc. XVI, ingleses e holandeses comearam a usar a rota do Cabo no comrcio com a sia. Em 1647 o0 holands Leendert Janssen naufragou no Cabo da Boa Esperana e ao voltar sua terra recomendou que a Companhia das ndias Orientais ali fundasse uma estao de reabastecimento. Aceita a sugesto, armou-se uma expedio colonizadora que, comandada por Jan Van Riebeek, aportou no Cabo a 7 de abril de 1652, fundando um forte. ... ExquiasEm funerais de Chefes de Estado e tambm

    de ex-Chefes de Estado normal, faz parte do pro-tocolo, que presidentes, primeiros ministros, reis, rainhas, prncipes, etc, de todas as naes amigas, compaream em tais atos. Como o Brasil um pas diferente, e como disse com muita propriedade o General De Gaulle, O Brasil no um pas srio, na comitiva com a Presidenta Dilma vo aos funerais do Nelson Mandela,

    ex-Presidente da frica do Sul, os ex-presidentes da nossa Repblica: o Lula, arroz de festa, o Collor, que no deixou saudades como, presidente do Brasil, e o Sen-hor Fernando Henrique Car-doso, alm de muitos outros oportunistas que tambm pegam carona neste voo que ns indefesos contribuintes patrocinamos.Outro funeral, desta vez foi o reenterro do Jango, l em So Borja, com muita demagogia, muita lgrima de crocodilo e muito discurso, tudo em nome da Comisso Nacional da Ver-dade, comisso essa criada para procurar chifre em cabea de cavalo e desviar a ateno do povo, frente aos desmandos, malversa-o do dinheiro pblico, corrupo e tudo mais que se possa imaginar de um governo destes que s pensa em eleio, reeleio e tirar proveito prprio, usando o errio pblico como se fosse a sua prpria conta bancria. Que pas este? Agora eles querem revanche, pois talvez a Dilma tenha sido maltrata-da pelo Governo Militar quando ela era guerrilheira, terrorista e assaltante de banco.

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, sEXTA-FEIRA, 20 dE dEZEMBRO dE 2013

    poltica04

    Prefeito de Bom Jardim da Serra Edelvnio Nunes Topanoti (E) o novo presidente da Amures

    Agn