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Vitrine Lageana Edição 146

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 5 dE SETEMBRO de 2014

    Tiragem 3.500Valor R$ 400,00

    OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte PolticaLages, sexta-feira, 5 de setembro de 2014R$ 2,00

    Ano 04 - Edio 146

    Servios da sade colocados em cheque

    Pau

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    haga

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    Foi o que disseram os servidores da sade ao exporem em carta aberta inmeros problemas da sade, em Lages. O Municpio contestou e reagiu, realizando uma reunio com a categoria. | Pg (8)

    Tiragem 3.500Valor R$ 400,00

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 5 dE SETEMBRO de 2014Eleies limpas valorizam civismoEm meio grande festa democrtica das eleies brasileiras, contudo, partidos, candidatos, cabos eleitorais, militantes e todo o eleitorado precisam adotar uma atitude cvica quanto lim-peza das cidades. O timo ambiente

    que se tem verificado nas eleies, de ordem, paz e exerccio consciente do direito e do dever do voto, ainda no avanou no tocante ao meio ambiente urbano. No pleito de 2012, por exemplo, quando elegemos prefeitos e vereadores, as cidades foram sujas por milhes de santinhos, bottons, cartazes e outros

    materiais de campanha largados nas ruas e praas, alm de saquinhos de papel e plstico, restos de comida e resduos de diversos tipos. Tudo muito incoerente com o esprito cvico que deve caracteri-zar uma eleio.Se avanamos no plano poltico desde a redemocratizao, agora preciso esse cuidado especial com o meio urbano. Sujar as ruas contraria os discursos de todos os polticos. Alguns deles defendem de modo fervoroso o meio ambiente e o fazem constar de suas plataformas programticas. E o eleitor acredita! Tanto assim que os partidos com propostas voltadas melhoria do ambiente urbano, que promovem a qualidade da vida, saram vitoriosos nas urnas em 2012. Com certeza, a questo ambiental e o desenvolvimento urbano tambm sero temas muito presentes nas eleies gerais deste ano. Por outro lado, este ano, quando os brasileiros iro s urnas pela stima vez, desde a redemocratizao, para eleger o presidente da Repblica pelo voto direto, j hora de todos demon-strarem responsabilidade e civismo tam-

    bm quanto limpeza de suas cidades. As eleies representam oportunidade de interferir na histria, melhorar o pas e solucionar problemas. Sero ainda mel-hores se todos contriburem para que transcorram em cidades limpas.*Ariovaldo Caodaglio, cientista social, bilogo, estatstico e ps-graduado em

    meio ambiente, presidente do SELUR (Sindicato das Empresas de Limpeza

    Urbana no Estado de So Paulo).

    Nossa Opinio

    No adianta ficar buscando culpa-dos pela no previso das passarelas no projeto inicial das obras urbanas na BR 282, embora no se entenda como a engenharia no percebeu tal necessidade. Porm, a obriga-o das lideranas locais e bus-car a viabilidade da alternativa, o quanto antes. O entendimento aponta para a necessidade de medidas urgentes, antes que ocorra algo grave e pessoas per-cam a vida. Diante do problema, o prefeito Elizeu Mattos recor-reu superintendncia estadual do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Vicilar Preto, em Flori-anpolis, para expor a situao. mais do que bvio a necessidade de uma garantia para solucionar a falta de segurana em alguns dos acessos s marginais da BR-282 no permetro urbano. O prefeito entende que a principal preo-

    cupao quanto ao risco que os pedestres correm ao tenta-rem atravessar a rodovia. Vecu-los transitam pelo local nor-malmente em alta velocidade, o que torna a via extremamente perigosa. o que esto sen-tido os moradores do entorno do complexo virio da 282.Pois, se a construo de passarelas ainda est longe da concretizao. Algo precisa inibir a velocidade e aliviar a sensao de perigo nos trajetos considerados mais crticos. sabido que o projeto das passarelas j foi elaborado e entregue ao Denit, mas que ainda est sob avaliao, e assim que sofra as adequaes necessrias ser submetido licitao. Se tudo correr bem, sero construdas quatro pas-sarelas. Finalmente, vrias alternativas esto sendo estuda-das, tudo para garan-tir o mximo de segu-rana aos pedestres.

    Passarelas na 282

    Grimpa

    A cada campanha eleitoral os famo-sos santinhos dos candidatos se acumulam nas caixas de corre-spondncias. Impressiona a quan-tidade deixada pelos entregadores. sabido, que um apenas de cada candidato j seria o suficiente. Mas, a falta de bom senso e de responsabili-dade de quem entrega, fazem com que sejam deixados vrios, e do mesmo candidato. Um desperdcio de material que precisa ter ateno dos coordena-dores das campanhas. Infelizmente, h quem no esteja preocupado em realmente ajudar os candidato, e sim, apenas ganhar seus trocados, ou no?

    !

    O sempre observador Antnio Andr Soro acompanhou a solenidade da abertura da Semana da Ptria, na ltima segunda-feira (1), no Calado da Praa Joo Costa. Com indignao, lamentou o que denomina como uma enorme vergonha. Segundo ele, enquanto militares, alunos de col-gios e alguns populares homenageavam a Ptria, muitas outras pessoas, ao redor, com-pletamente alheias ao civismo, conversando e sentadas. Isso tudo durante os acordes do Hino Nacional e o hasteamento das bandeiras. Para ele, no h o mnimo respeito Nao. Esse retrato das pessoas em nosso Brasil, no apenas em Lages. de lamentar ... Indiferentesao Hino Nacional

    ...

    Uso dabicicleta ?Desperdciode materialA cidade de Lages no tem projeo para o uso contnuo da bicicleta. Infelizmente. uma cidade repleta de aclives e declives, sem contar o nmero de ruas estreitas de pavi-mentadas com paraleleppedos, o que causa, alm do perigo de transi-tar, um desconforto enorme para os ciclistas. Em que pese o esforo para a construo de vias exclusivas, no h como estimular a prtica no dia-a-dia. No se deve considerar os passeios de bicicletas estimulados pela sade e com roteiros pr-estabelecidos. No entanto, preciso que os projetos nesse sentido tenham continuidade!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 5 dE SETEMBRO de 201403DESTAQUE

    Parceria fortalece a cadeia produtiva do leite

    Santa Catarina perto da proibio do amianto

    SC conta com 63 barreiras sanitrias com o Paran, RS e Argentina

    Representantes de diversas entidades acompanharam a votao na reunio da CCJ no Plenrio da Alesc

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    Juliana Stadnik/A

    gncia AL

    Os governadores de Santa Catarina, Paran e Rio Grande do Sul estiveram reunidos na tera-feira (02), em Esteio (RS), para assinar um protocolo de intenes e criar a Aliana Lc-tea Sul Brasileira. A unio dos estados do sul visa fortalecer e consolidar a cadeia produtiva do leite na regio. O evento aconteceu durante a 37 Expointer. A partir de agora, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tm selada mais uma parceria e ampliam o corredor de passagem da BR-101, per-mitindo a entrada de produtos de origem animal.Com a Aliana Lctea Sul Brasileira, a expectativa de que em 10 anos, a produo de leite dos trs estados chegue a 19,5 milhes de toneladas de leite por ano, 77% a mais do que produzido hoje. Santa Catarina, Paran e Rio Grande do Sul so responsveis por 33% da produo brasileira de

    leite com 11 milhes de tone-ladas de leite por ano. O secre-trio da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Airton Spies, explica que os trs estados pos-suem caractersticas comuns na produo de leite por isso a iniciativa de unir esforos e tratar do desenvolvimento da cadeia produtiva em conjunto.Entre as preocupaes dos secretrios da Agricultura do Sul esto as aes voltadas para assegurar a sanidade dos rebanhos, principalmente voltadas para o controle de febre aftosa, brucelose e tuber-culose. Atualmente, Santa Cata-rina o nico estado brasileiro livre de febre aftosa sem vaci-nao reconhecido pela Orga-nizao Mundial de Sade Ani-mal (OIE).Santa CatarinaCom uma taxa de cresci-mento mdio de 8,6% ao ano,

    A Comisso de Constituio e Justia da Assembleia Leg-islativa aprovou na tera-feira (2), o projeto de lei 179/2008, assinado pelos deputados Jail-son Lima e Ana Paula Lima, que pede a proibio do uso de amianto em Santa Catarina. Juntamente com o Ministrio Pblico do Traba-lho, os parla-mentares defendem que o uso do mineral altamente agres-sivo sade e, a exemplo do que j aconteceu em outros estados

    brasileiros, deve ser banido.A Fecomrcio atuou nos gabi-netes dos deputados estaduais manifestando o apoio trami-tao da matria, ressalvando que o setor alicerado por cerca de 85% de Micro e Peque-

    nos Empresrios, e sugeriu a dilatao do prazo de vigncia da norma para, no mnimo, um ano aps a aprovao da mat-ria.Esta questo sempre foi de enfrentamento entre os empresrios do setor, que rejeitaram historicamente a medida. Contudo, ao longo do tempo, ao passo que a proi-bio ao amianto vem avan-ando no mundo inteiro, Santa Catarina tem amadurecido o debate sobre extino da industrializao e comercial-izao do material. Por esta razo, a Fecomrcio reuniu empresrios de todo o Estado na sua Cmara Empresarial de Material de Construo para tratar do tema.Os comrcios varejista e atacadista de material de construo em Santa Cata-rina somam cerca de 15 mil registros de CNPJ em todos o Estado, empregando mais de 80 mil trabalhadores. Esses dados demonstram a fora do setor e sua representatividade no Estado. Os empresrios

    presentes foram unnimes em afirmar que, embora se tenha ainda uma pequena vantagem competitiva na comercializa-o do amianto, essa vantagem no pode mais sobrepor-se defesa da sade pblica. O ami-anto ainda utilizado na fabri-cao de telhas, pastilhas de freio e fibrocimento, mas o con-tato direto ou indireto com a substncia pode causar, a longo prazo, doenas como o cncer de pulmo, de laringe, do apa-relho digestivo, mesotelioma de pleura e de peritnio - tumor agressivo e letal, que acomete os tecidos que revestem o tra