Click here to load reader

Vitrine Lageana Edição 94

  • View
    225

  • Download
    5

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Vitrine Lageana Edição 94

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3Ano 3 - Edio 94 - Lages, 30 de agosto de 2013

    R$ 2,00

    Agentes de trnsito realizam blitzes em diversas ruas da cidade para verificar situao de carros, motos e motoristas que infringem a lei | PG. 16

    Blitzes flagram veculos irregulares

    Mar

    celo

    Vie

    ira (P

    akin

    ha)

    Toninho Vieira / Arquivo

    Assessoria de Comunicao / Sedu

    bolido.com

    Divulgao

    Comeam celebraes pela Ptria

    Cidade09

    Cresce ndice de alunos no ensino tcnico

    Educao12

    Contrato com Sinotruk ser assinado

    Economia10

    Inter volta a campo no domingo

    Esporte28

    LOJA EXCLUSIVA

    CVC LAGESRua Emiliano Ramos, 395 Sala 1

    [email protected]

    COLGIO

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3

    Inferi em meu artigo A Vi-nha e o Ceticismo, no livro As Profecias sem Mistrio (1998), que flagrante a necessidade de alargar a tica espiritual do pen-samento humano criador, para que finalmente se torne arete da gigantesca libertao que resta por fazer. Em que bases?! Nas do Esprito, desde que no considerado medocre projeo da mente, porquanto a Sublime Luminosidade que d vida ao corpo: eis a Extraordinria Vinha que o Criador oferece criatura para livr-la da zonzeira do ceti-cismo excessivo. Embora certa dose dele seja bastante salutar, se apreciarmos esta advertncia de James Laver (1899-1975), antigo responsvel pelos departamentos de Gravura, Desenho e Pintura do Victoria and Albert Museum, de Londres, entre 1938 e 1959: O ceticismo absoluto to in-justificado quanto a credulidade absoluta.

    Leis fsicas e ceticismoNa nova edio de Cidadania

    do Esprito, nas pginas da obra O Crebro Espiritual Para uma cincia no materialista da mente, encontramos este raciocnio da biloga e natura-lista religiosa norte-americana Ursula Goodenough: A cincia na verdade no pode falar de coisas como telepatia, crena, et cetera, de maneira alguma... Tudo o que sabemos sobre leis fsicas

    consideraria completa e irrefuta-velmente que isso no acontece, que no a forma como as coisas funcionam.

    Os autores do compndio, Dr. Mario Beauregard, Ph.D., e a jornalista Denyse OLeary, citam ainda reflexes do pesquisador e autor na rea de Parapsicologia, Dean Radin, em seu The Cons-cious Universe, que declara: Aos poucos, na dcada de 1990, [o ceticismo] foi se deslocando de controvrsias sobre a existncia de efeito psi para como explic--lo... Os cticos, que continuam a repetir as mesmas afirmaes de que a parapsicologia uma pseudocincia, ou que no exis-tem experincias reproduzveis, so mal informados no apenas sobre o estado da parapsicologia, mas tambm sobre o atual estado do ceticismo!.

    E comentam os autores: Em geral, os materialistas reagem ao psi de quatro maneiras: negao categrica, afirmaes de que a cincia no pode tratar psi, alega-es de que se trata de um efeito trivial e proposio de hipteses alternativas que permanecem no testadas.

    Encerro chamando a ateno para o que ressaltou Ursula Goo-denough: ...tudo o que sabemos sobre leis fsicas.... Ora, e o que sabemos to insuficiente! A cada dia, conhecimentos postos como irredutveis so derruba-dos, ou quase isso, por novas

    descobertas cientficas. Talvez ainda falte mais humildade a esse fabuloso campo. E, para alguns poucos expoentes, menos temor de perder o status quo.

    Sabemos que preciso aprender sempre mais. Scrates (470-399 a.C.), que dispensa apresentao, dizia: Quanto mais sei, mais sei que no sei.

    O caminho do aprendizado infinito. (...) Ser constantemente revista o grande apangio da cincia, o sinete de sua ampli-tude, a segurana do seu desen-volvimento, o qual tem elevado a novos estgios a humanidade.

    Ao perscrutar o conhecimento, o ser humano atinge a cincia. Quando vivencia o amor fraterno, alcana Deus, o supino da sabe-doria, a equao perfeita.

    Opinio

    Opinio do Leitor

    De A Vinha e o Ceticismo

    Espao reservado opinio de nossos leitores. Caso voc queira tambm se ex-pressar, nos envie um email com sua opinio ou sugesto para:[email protected]

    Jos de Paiva Netto Jornalista, radialista e escritor

    [email protected]

    impressionante a quantidade de motoristas que desrespeitam as leis de trnsito todos os dias. No falamos das grandes infra-es, mas das menores, aquelas que achamos que ningum v e que consideramos, at, perdo-veis.

    Por que no furar o sinal ver-melho se no tem ningum espe-rando para trafegar na outra via? E se o semforo est somente no amarelo, e s acelerar um pouco mais para conseguir passar antes do vermelho, para que frear o carro e aguardar pacientemente o sinal verde para eu poder pas-sar? Tambm no custa, n, se aquela pessoa j est esperando

    h um tempo para atravessar a rua, ela esperar s mais um pouquinho at passar com o carro para ela poder, ento, finalmente, atravessar...E assim, sucessiva-mente, vai-se desrespeitando o Cdigo de Trnsito Brasilei-ro (CTB), o direito das outras pessoas, correndo-se o risco de provocar acidentes, e confiando que o que eu no fao, um outro algum vai fazer.

    Sabemos que este um pro-blema no trnsito de qualquer cidade. Parece que quanto menor o municpio, maiores so as in-fraes. Pode ser somente uma impresso porque em cidades de menor parte, tudo mais visado.

    E tudo parece permitido, parece que no vai fazer mal se eu fizer s isso.

    O problema que faz mal, sim. As pessoas ficam mal acostu-madas, intolerantes, egostas e cegas. Fazem as coisas erradas e no auge do seu erro, acreditam es-tar certas e defendem essa viso veementemente at para o agente de trnsito quando, sistematica-mente, so flagrados dirigindo e falando ao telefone, sem o cinto de segurana, e por a vai.

    O que muitos esquecem que pequenas aes podem ter gran-des consequncias. E que nin-gum imortal. Nem est acima da legislao. Ou da prpria vida.

    Ex-presidente Lula diz que abominvel protestar contra mdicos cubanos que chegaram ao Brasil para fazer um favor ao pas.

    Mdicos Cubanos

    O centro comercial est sendo edificado pelo grupo Tenco Shopping Centers S/A, que detm 56% do controle acionista, em parceria com in-

    vestidores catarinenses. Com 82 mil metros quadrados de rea construda, a estrutura est orada em mais de R$ 90 milhes.

    Na passeata da Apae, so-mente os vereadores Adilson Padeiro, Gerson Omar, Joo Alberto e professor Domin-gos, estiveram presentes para carregar a bandeira da Apae de Lages. A passeata

    aconteceu quarta-feira, 28 de agosto, contra a proposta do Senador Jos Pimentel, do PT do Cear, que resol-veu acabar com o repasse de recursos do Fundeb a partir de 2016.

    No Oramento previsto para 2014, a pasta da Sade ser novamente a que vai receber mais dinheiro (R$ 80,65 bilhes), a exemplo do oramento para 2013, quando a previso oramentria foi R$ 76,67 bilhes. Graas ao Programa Mais Mdicos e a outros projetos do Ministrio da Sade, ser tambm a pasta cujo oramento receber o maior aumento (mais R$ 3,97

    bilhes).Os gastos com concluso de

    projetos para a Copa de 2014 e as economias feitas com cus-teio administrativo implicam reduo de R$ 866,6 milhes nas despesas do Poder Execu-tivo, previstas no oramento de 2014, na comparao com 2013. Os valores apresentados no consideram obras vincula-das ao Programa de Acelerao do Crescimento (PAC).

    Shopping 2

    Apae

    Mais dinheiro

    O governador Raimundo Colombo selou a participao do Estado na construo do Lages Garden Shopping. Na tarde de quarta-feira, 28 de agosto, ele assinou o documen-to que formaliza a incluso do empreendimento no Programa Pr-Emprego. O acordo prev a destinao de cerca de R$

    3 milhes, via compensao de Imposto sobre Operaes Relativas Circulao de Mer-cadorias e sobre Prestaes de Servios de Transporte Inte-restadual e Intermunicipal e de Comunicao para a aquisio de insumos e equipamentos de fornecedores estabelecidos em Santa Catarina.

    Shopping 1

    Nossa Opinio O trnsito nosso de cada dia

    02

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 03Ruy Sard BehlingEconomista

    O prdio com dois pavimentos, situado Rua Lauro Mller, ainda hoje conhecido como Delega-cia. H tempos atrs, ali, funcio-navam em suas dependncias, entre outras coisas, a Delegacia de Polcia Civil e Militar, o presdio, chamado de cadeia, que abrigava presos um tanto civilizados. Existia tambm uma espcie de um mini Detran, para quem o usurio era obrigado a dar uma gorjeta para fazer a vistoria do carro, coisa pequena. Mas o que mais chamava a ateno do pobre contribuinte e usurio era a arrogncia e pose de um funcio-nrio, uma espcie de escrivo, que abraava todas as funes da sua repartio, especialmente

    no que se referia emisso de certificado de propriedade de veculo. Ele tratava na palma da mo e a po-de-l os amigos e apaniguados, enquanto ns, pobres mortais, quando precis-vamos dos seus servios, tinha que se proteger com um escudo, como se a gente o tivesse per-turbando e incomodando. Uma coisa era certa, ele era competen-te e muito trabalhador, mas se achava o dono do pedao. Certo dia, por um dos azares desta vida terrena, fomos almoar, num domingo, num novo restaurante que, por motivos bvios, teve vida efmera. L se encontrava esse funcionrio pblico estadual, acompanhado do filho e da nora.

    O dono de tal restaurante voltou todo o seu atendimento para esse cliente, enquanto a gente era atendido quando um garom ocioso resolvia.

    Quando professor de Educa-o Fsica, junto ao GD, o ento professor Evaldo Pereira He-mckmaier realizou uma corrida rstica na Rua Correia Pinto, quando dois alunos, pelo seu preparo fsico e rapidez, forma-ram um mini peloto de elite. Ambos eram filhos de fazendeiros abastados, bem conceituados, mas por uma questo de amizade e simpatia, a torcida recaiu para o participante mais baixo, mas bem robusto. Como se sabe, torcida n