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Vitrine Lageana Edição 94

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Text of Vitrine Lageana Edição 94

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3Ano 3 - Edio 94 - Lages, 30 de agosto de 2013

    R$ 2,00

    Agentes de trnsito realizam blitzes em diversas ruas da cidade para verificar situao de carros, motos e motoristas que infringem a lei | PG. 16

    Blitzes flagram veculos irregulares

    Mar

    celo

    Vie

    ira (P

    akin

    ha)

    Toninho Vieira / Arquivo

    Assessoria de Comunicao / Sedu

    bolido.com

    Divulgao

    Comeam celebraes pela Ptria

    Cidade09

    Cresce ndice de alunos no ensino tcnico

    Educao12

    Contrato com Sinotruk ser assinado

    Economia10

    Inter volta a campo no domingo

    Esporte28

    LOJA EXCLUSIVA

    CVC LAGESRua Emiliano Ramos, 395 Sala 1

    [email protected]

    COLGIO

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3

    Inferi em meu artigo A Vi-nha e o Ceticismo, no livro As Profecias sem Mistrio (1998), que flagrante a necessidade de alargar a tica espiritual do pen-samento humano criador, para que finalmente se torne arete da gigantesca libertao que resta por fazer. Em que bases?! Nas do Esprito, desde que no considerado medocre projeo da mente, porquanto a Sublime Luminosidade que d vida ao corpo: eis a Extraordinria Vinha que o Criador oferece criatura para livr-la da zonzeira do ceti-cismo excessivo. Embora certa dose dele seja bastante salutar, se apreciarmos esta advertncia de James Laver (1899-1975), antigo responsvel pelos departamentos de Gravura, Desenho e Pintura do Victoria and Albert Museum, de Londres, entre 1938 e 1959: O ceticismo absoluto to in-justificado quanto a credulidade absoluta.

    Leis fsicas e ceticismoNa nova edio de Cidadania

    do Esprito, nas pginas da obra O Crebro Espiritual Para uma cincia no materialista da mente, encontramos este raciocnio da biloga e natura-lista religiosa norte-americana Ursula Goodenough: A cincia na verdade no pode falar de coisas como telepatia, crena, et cetera, de maneira alguma... Tudo o que sabemos sobre leis fsicas

    consideraria completa e irrefuta-velmente que isso no acontece, que no a forma como as coisas funcionam.

    Os autores do compndio, Dr. Mario Beauregard, Ph.D., e a jornalista Denyse OLeary, citam ainda reflexes do pesquisador e autor na rea de Parapsicologia, Dean Radin, em seu The Cons-cious Universe, que declara: Aos poucos, na dcada de 1990, [o ceticismo] foi se deslocando de controvrsias sobre a existncia de efeito psi para como explic--lo... Os cticos, que continuam a repetir as mesmas afirmaes de que a parapsicologia uma pseudocincia, ou que no exis-tem experincias reproduzveis, so mal informados no apenas sobre o estado da parapsicologia, mas tambm sobre o atual estado do ceticismo!.

    E comentam os autores: Em geral, os materialistas reagem ao psi de quatro maneiras: negao categrica, afirmaes de que a cincia no pode tratar psi, alega-es de que se trata de um efeito trivial e proposio de hipteses alternativas que permanecem no testadas.

    Encerro chamando a ateno para o que ressaltou Ursula Goo-denough: ...tudo o que sabemos sobre leis fsicas.... Ora, e o que sabemos to insuficiente! A cada dia, conhecimentos postos como irredutveis so derruba-dos, ou quase isso, por novas

    descobertas cientficas. Talvez ainda falte mais humildade a esse fabuloso campo. E, para alguns poucos expoentes, menos temor de perder o status quo.

    Sabemos que preciso aprender sempre mais. Scrates (470-399 a.C.), que dispensa apresentao, dizia: Quanto mais sei, mais sei que no sei.

    O caminho do aprendizado infinito. (...) Ser constantemente revista o grande apangio da cincia, o sinete de sua ampli-tude, a segurana do seu desen-volvimento, o qual tem elevado a novos estgios a humanidade.

    Ao perscrutar o conhecimento, o ser humano atinge a cincia. Quando vivencia o amor fraterno, alcana Deus, o supino da sabe-doria, a equao perfeita.

    Opinio

    Opinio do Leitor

    De A Vinha e o Ceticismo

    Espao reservado opinio de nossos leitores. Caso voc queira tambm se ex-pressar, nos envie um email com sua opinio ou sugesto para:[email protected]

    Jos de Paiva Netto Jornalista, radialista e escritor

    [email protected]

    impressionante a quantidade de motoristas que desrespeitam as leis de trnsito todos os dias. No falamos das grandes infra-es, mas das menores, aquelas que achamos que ningum v e que consideramos, at, perdo-veis.

    Por que no furar o sinal ver-melho se no tem ningum espe-rando para trafegar na outra via? E se o semforo est somente no amarelo, e s acelerar um pouco mais para conseguir passar antes do vermelho, para que frear o carro e aguardar pacientemente o sinal verde para eu poder pas-sar? Tambm no custa, n, se aquela pessoa j est esperando

    h um tempo para atravessar a rua, ela esperar s mais um pouquinho at passar com o carro para ela poder, ento, finalmente, atravessar...E assim, sucessiva-mente, vai-se desrespeitando o Cdigo de Trnsito Brasilei-ro (CTB), o direito das outras pessoas, correndo-se o risco de provocar acidentes, e confiando que o que eu no fao, um outro algum vai fazer.

    Sabemos que este um pro-blema no trnsito de qualquer cidade. Parece que quanto menor o municpio, maiores so as in-fraes. Pode ser somente uma impresso porque em cidades de menor parte, tudo mais visado.

    E tudo parece permitido, parece que no vai fazer mal se eu fizer s isso.

    O problema que faz mal, sim. As pessoas ficam mal acostu-madas, intolerantes, egostas e cegas. Fazem as coisas erradas e no auge do seu erro, acreditam es-tar certas e defendem essa viso veementemente at para o agente de trnsito quando, sistematica-mente, so flagrados dirigindo e falando ao telefone, sem o cinto de segurana, e por a vai.

    O que muitos esquecem que pequenas aes podem ter gran-des consequncias. E que nin-gum imortal. Nem est acima da legislao. Ou da prpria vida.

    Ex-presidente Lula diz que abominvel protestar contra mdicos cubanos que chegaram ao Brasil para fazer um favor ao pas.

    Mdicos Cubanos

    O centro comercial est sendo edificado pelo grupo Tenco Shopping Centers S/A, que detm 56% do controle acionista, em parceria com in-

    vestidores catarinenses. Com 82 mil metros quadrados de rea construda, a estrutura est orada em mais de R$ 90 milhes.

    Na passeata da Apae, so-mente os vereadores Adilson Padeiro, Gerson Omar, Joo Alberto e professor Domin-gos, estiveram presentes para carregar a bandeira da Apae de Lages. A passeata

    aconteceu quarta-feira, 28 de agosto, contra a proposta do Senador Jos Pimentel, do PT do Cear, que resol-veu acabar com o repasse de recursos do Fundeb a partir de 2016.

    No Oramento previsto para 2014, a pasta da Sade ser novamente a que vai receber mais dinheiro (R$ 80,65 bilhes), a exemplo do oramento para 2013, quando a previso oramentria foi R$ 76,67 bilhes. Graas ao Programa Mais Mdicos e a outros projetos do Ministrio da Sade, ser tambm a pasta cujo oramento receber o maior aumento (mais R$ 3,97

    bilhes).Os gastos com concluso de

    projetos para a Copa de 2014 e as economias feitas com cus-teio administrativo implicam reduo de R$ 866,6 milhes nas despesas do Poder Execu-tivo, previstas no oramento de 2014, na comparao com 2013. Os valores apresentados no consideram obras vincula-das ao Programa de Acelerao do Crescimento (PAC).

    Shopping 2

    Apae

    Mais dinheiro

    O governador Raimundo Colombo selou a participao do Estado na construo do Lages Garden Shopping. Na tarde de quarta-feira, 28 de agosto, ele assinou o documen-to que formaliza a incluso do empreendimento no Programa Pr-Emprego. O acordo prev a destinao de cerca de R$

    3 milhes, via compensao de Imposto sobre Operaes Relativas Circulao de Mer-cadorias e sobre Prestaes de Servios de Transporte Inte-restadual e Intermunicipal e de Comunicao para a aquisio de insumos e equipamentos de fornecedores estabelecidos em Santa Catarina.

    Shopping 1

    Nossa Opinio O trnsito nosso de cada dia

    02

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 03Ruy Sard BehlingEconomista

    O prdio com dois pavimentos, situado Rua Lauro Mller, ainda hoje conhecido como Delega-cia. H tempos atrs, ali, funcio-navam em suas dependncias, entre outras coisas, a Delegacia de Polcia Civil e Militar, o presdio, chamado de cadeia, que abrigava presos um tanto civilizados. Existia tambm uma espcie de um mini Detran, para quem o usurio era obrigado a dar uma gorjeta para fazer a vistoria do carro, coisa pequena. Mas o que mais chamava a ateno do pobre contribuinte e usurio era a arrogncia e pose de um funcio-nrio, uma espcie de escrivo, que abraava todas as funes da sua repartio, especialmente

    no que se referia emisso de certificado de propriedade de veculo. Ele tratava na palma da mo e a po-de-l os amigos e apaniguados, enquanto ns, pobres mortais, quando precis-vamos dos seus servios, tinha que se proteger com um escudo, como se a gente o tivesse per-turbando e incomodando. Uma coisa era certa, ele era competen-te e muito trabalhador, mas se achava o dono do pedao. Certo dia, por um dos azares desta vida terrena, fomos almoar, num domingo, num novo restaurante que, por motivos bvios, teve vida efmera. L se encontrava esse funcionrio pblico estadual, acompanhado do filho e da nora.

    O dono de tal restaurante voltou todo o seu atendimento para esse cliente, enquanto a gente era atendido quando um garom ocioso resolvia.

    Quando professor de Educa-o Fsica, junto ao GD, o ento professor Evaldo Pereira He-mckmaier realizou uma corrida rstica na Rua Correia Pinto, quando dois alunos, pelo seu preparo fsico e rapidez, forma-ram um mini peloto de elite. Ambos eram filhos de fazendeiros abastados, bem conceituados, mas por uma questo de amizade e simpatia, a torcida recaiu para o participante mais baixo, mas bem robusto. Como se sabe, torcida no ganha jogo e muito menos

    corrida, ento, o Leandrinho, com as longas pernas e habituado s lides campesinas, venceu a prova, enquanto o seu concorrente, que ficou em segundo lugar, corria, corria, mas as pernas curtas no o ajudavam. Restou ento para este ltimo a alcunha de Tatuzinho. Este ex-estudante do Colgio Diocesano e ex-atleta, hoje um profissional bem sucedido, muito bem conceituado e respeitado. Creio que ele gostava deste apeli-do, pois alguns amigos e colegas o tratavam amigavelmente por tal alcunha. Ns, os pobres, estudva-mos noite na Escola Tcnica de Comrcio Santo Antnio, anexa ao Colgio Diocesano.

    Surgiu a ideia de que a turma

    da noite deveria fundar a prpria academia. O Frei Odorico Du-rieux, diretor do referido estabe-lecimento de ensino, concordou. Revelando-se um exmio bajula-dor, o colega Antnio Fernando de Alcntara Athayde no pensou duas vezes, foi logo sugerindo o nome do Reverendo Frei Odori-co Durieux para ser o patrono. Deveria se chamar Academia Frei Odorico. claro que, sendo ele um homem sem vaidades pesso-ais, um homem culto, sem ambi-es, foi logo dizendo que no se coloca nome de pessoas vivas em qualquer entidade, biblioteca, rua, etc. Ento, a referida academia ficou assim batizada e registrada, Academia Frei Sampaio.

    H pessoas que so mal humo-radas por natureza. J acordam e se levantam mal humoradas e, quando a gente as cumprimenta dizendo bom dia, elas respon-dem em forma de pergunta: no est vendo que o dia est bonito e o sol est brilhando?. uma questo de pacincia e de diplo-macia entender e poder conviver com tais pessoas. Para elas, no seu universo de convivncia harmnica e tranquila com a so-ciedade, se acham certas, corretas e sinceras, e o resto do mundo est errado.

    Conheci, no incio da dcada de 50, junto ao ento 2. Batalho Rodovirio, acantonado aqui em Lages, o Major Blazzi, fiscal administrativo, que sofria de uma lcera gstrica. Era extremamen-te mal humorado. Felizmente um oficial, especialmente um oficial superior do Exrcito, s perma-nece por um perodo de dois anos em cada Unidade, caso no seja promovido antes desse espao de tempo.

    J no Banco do Brasil havia alguns colegas comissionados que se destacavam pelo prazer de ad-

    moestar os funcionrios subalter-nos. Um deles estava sempre de cara amarrada, fechada, achando sempre que havia uma grande dis-tncia entre eles, enquanto outro era perfeccionista. Todo o traba-lho tinha que ser perfeito e muito bem acabado, no se cansando de 15 em 15 minutos repetir as cha-madas e advertncias. Era uma espcie de chacrilongo, um cricri da vida. Mas tambm existia um funcionrio muito inteligente e competente que estava sempre emburrado. Um dos poucos fun-cionrios com quem ele conversa-

    va era comigo. Quando fiz o 4 ano primrio no

    antigo Grupo Escolar Santo Ant-nio, em Ituporanga (SC), em 1947, pois em Barraco, hoje impropria-mente denominado de Alfredo Wagner (SC), o ensino s ia at o 3 ano primrio, l havia um colega de aula que estava sempre mal humorado. Morava em Ararangu, no perodo que l passei de 1948 a 1951, um indivduo que atravessa a rua para no cumprimentar ou conversar com um conhecido. Aqui em Lages, nos bons tempos que reunia a velharada para conversar

    num banquinho perto da Banca Central, um dos assduos frequen-tadores, h pouco desaparecido, de to mal humorado, no respondia qualquer pergunta a ele dirigida e caso algum reclamasse, estava sujeito a receber uma bengalada.

    Quando cheguei em Lages, em janeiro de 1952, conheci um ex--seminarista procedente de Bom Retiro. Era extremamente irritado e vivia sempre de mau humor, de mal com a vida e com todos. Talvez fosse pouco amado. Ou viveu por tempo contrariado, fechado em quatro paredes em um seminrio.

    Lages dantes

    Mau humor

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 04PolticaGoverno e Badesc criam linha de crdito Crensa recebe recursos

    O governador Raimundo Co-lombo e o presidente do Badesc, Joo Paulo Kleinbing, assina-ram na quinta-feira, 29 de agos-to, convnio que vai disponibili-zar uma linha de financiamento para atender as instituies de sade do Estado, o Badesc Sa-de. O ato foi realizado durante a abertura dos trabalhos do 35 Encontro Catarinense de Hospi-tais e 6 Conferncia de Gesto Hospitalar dos Pases de Lngua Portuguesa, em Florianpolis.

    Colombo afirmou que a me-dida beneficia os cerca de 200 hospitais filantrpicos do Es-tado, que desempenham um grande papel no atendimento da comunidade catarinense. Os hospitais filantrpicos do pas todo passam por uma dificuldade muito grande, disse. A remu-nerao que o SUS paga est bem abaixo do que custam os procedimentos realizados, ento chega o final do ms e as contas no fecham e perde-se a capaci-dade de investir. O governo est refinanciando todas as dvidas e reativando todo o processo de trabalho dos hospitais.

    O governador ressaltou a im-portncia do convnio ao lem-brar que quando os hospitais filantrpicos ficam inadimplen-tes, eles no podem mais receber recursos pblicos, o que agrava a situao. O presidente da Fe-derao das Santas Casas, Hos-pitais e Entidades Filantrpicas do Estado de Santa Catarina, Hilrio Dalmann, estima em R$ 200 milhes a atual dvida dos hospitais filantrpicos do Esta-do, valor que ser refinanciado pelo Badesc.

    O presidente da Agncia de Fomento de Santa Catarina (Ba-desc), Joo Paulo Kleinbing, explicou que a parceria garante juros menores (8,5% ao ano para renegociao de dvidas e 7,9% ao ano para investimentos) e maior prazo para pagamento (10 anos, no caso dos refinanciamen-tos de dvidas). uma parceria importante para o fortaleci-mento dos hospitais e melhoria da gesto, contribuindo com o grande trabalho comunitrio e filantrpico dessas instituies, reiterou. Isso refora nosso papel social e o nosso trabalho

    pelo desenvolvimento de Santa Catarina.

    O Badesc foi o nico agente financeiro que aceitou trabalhar com o spread (diferena entre o que os bancos pagam na captao de recursos e o que eles cobram ao conceder o emprstimo) m-nimo fixado pelo BNDES, que de 2%. O crdito do Badesc Sade poder ser utilizado para reestruturao de at 100% do endividamento bancrio e com fornecedores. Tambm finan-ciar at 100% de projetos de investimento, como obras civis, montagens, instalaes, mqui-nas, equipamentos e capital de giro associado, de acordo com o porte da empresa e a modalidade do investimento.

    Para ter acesso ao Badesc Sade, que vai disponibilizar recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social (BNDES), a instituio de sade precisa ter o Certificado de Entidade Beneficente de As-sistncia Social e ter pelo menos 60% dos servios ofertados via Sistema nico de Sade (SUS), entre outros requisitos.

    O Secretrio de Desenvolvimen-to Regional, Gabriel Ribeiro, e a gerente de Sade, Beatriz Monte-mezzo, visitaram a comunidade teraputica Crensa. Localizada no bairro Chapada, a entidade auxilia dependentes qumicos no processo de desintoxicao. Dilo-go, disciplina e trabalho so alguns dos ingredientes que fazem parte da rotina da casa, que atualmente atende a 38 pessoas.

    O Governo do Estado repassa, anualmente, R$ 72 mil para o pagamento de funcionrios e compra de alimentos e materiais de higiene pessoal. A verba faz parte do oramento da Secretaria

    de Estado da Justia e Cidadania. O combate s drogas um as-sunto de ordem social, e justo que parte da receita pblica seja destinada recuperao de quem deseja abandonar o vcio, ressalta o secretrio Gabriel Ribeiro.

    Ao longo de 15 anos, o Crensa vem ajudando centenas de pesso-as na luta contra a dependncia qumica. O tratamento dura en-tre sete e nove meses. De acordo com a presidente da comunidade, Rosi Maria de Sousa, o trabalho focado em um novo estilo de vida. Nosso objetivo ajudar o indi-vduo a socializar-se, batalhando por ideias, diz ela.

    Assessoria/SDR

    Repasse anual do governo de R$ 72 mil

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 05PolticaBR 282 precisa de reparosVereador contra corte de repasses

    O vereador de Lages, Osvaltinei Banhos Mendes, o popular Pastor Mendes (PSD) solicitou ao Su-pervisor da Unidade Regional do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT), Enio Spieker, o fechamento de buracos e a substituio da cama-da asfltica em algumas partes da BR 282, no trecho entre o trevo

    A proposta do vereador Gerson na moo 203/13, encaminhada aos presidentes da Cmara dos Deputa-dos, Henrique Eduardo Alves, e do Senado Federal, Renan Calheiros, de que os legisladores do pas rejei-tem a proposta de corte de repasses financeiros s Associaes de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) a partir de 2016 e derrubem a meta 4 do projeto de lei 103/2012, do sena-dor Jos Pimentel, que prope uma incluso das crianas com deficin-cias nas escolas de ensino regular.

    O assunto tem provocado protes-

    tos em todo o pas. A preocupao dos manifestantes que as famlias percam a estrutura especializada para o ensino dos estudantes espe-ciais, hoje, oferecido gratuitamente nas Apaes. Para os profissionais da rea, os exemplos de incluso se mostraram ineficazes. Alguns deputados ou senadores no devem conhecer a realidade dos munic-pios brasileiros. (...) As cidades no tm capacidades para atender esta demanda extremamente delicada nas escolas. Por isso, peo o apoio para que todos possam rejeitar estas

    DivulgaoDivulgao

    Verador Pastor Mendes diz que a cidade precisa ser melhor cuidada

    Entidade promoveu manifesto contrria ao fim dos recursos

    da Vila dos Cabos do Exrcito e o viaduto da rodovia com a avenida Duque de Caxias, nos bairros So Paulo, Frei Rogrio e Passo Fundo.

    Isso traz um risco tanto para o motorista quanto para o pedestre, pois nestes locais o trfego in-tenso, lembra. Nossa cidade, no permetro urbano, precisa ser mais cuidada e por falta de verba no . Ele recorda ainda que a falta de boas condies para o trnsito no local atrapalha o desenvolvimento econmico de toda a regio.

    A manuteno das rodovias re-presenta um dos principais desafios para o desenvolvimento econmico do pas. O escoamento das cargas depende 60% do transporte ro-dovirio, que tem o desempenho afetado pela falta de infraestrutura.

    Um dos fatores que prejudica o desenvolvimento econmico do Brasil e a integrao das operaes produtivas a precria infraestru-tura viria. De acordo com dados da Agncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apurados em 2006, somente 12% das estradas do pas so pavimentadas, que equi-valem a aproximadamente 196.244 quilmetros de vias municipais, estaduais e federais.

    propostas, argumenta Gerson.O documento da Cmara de

    Vereadores de Lages faz um apa-nhado histrico sobre a ineficcia do Estado em promover polticas pblicas sociais que garantissem a incluso das pessoas com deficin-cias. Devido a este fator, familiares e profissionais, sensibilizados com esta classe, encontraram a alternativa da Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), sob a misso de educar, prestar atendimento mdico, suprir suas necessidades bsicas de sobrevi-vncia e lutar pelos direitos destes, especialmente, na perspectiva da incluso social.

    Hoje, so mais de 250 mil pes-soas atendidas em mais de duas mil unidades em todo o territrio nacional. Esta mobilizao, im-pulsionada pela Declarao dos Direitos Humanos, chamada de Movimento Apaeano, uma grande rede constituda por pais, amigos, pessoas com deficin-cia, voluntrios, profissionais e instituies parceiras - pblicas e privadas - para a promoo e defesa dos direitos de cidadania da pessoa com deficincia e a sua incluso social.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 06CidadeShopping ganha incentivo do governo

    Sucatas so transformadas em brinquedos

    O que vem do lixo nem sempre algo inexplorvel. Mesmo com aspecto descartvel, com um pou-quinho de imaginao e criativida-de, o que iria parar na lixeira pode se transformar em objetos com cunho social e, principalmente, alegrar muitas crianas carentes. Assim, brinquedos so confeccio-nados com materiais reciclveis nas escolas da rede municipal por meio de um projeto da Secretaria de Educao que foca na conscien-

    tizao ambiental.Professores de cincias, artes,

    educao fsica e outras discipli-nas participaram de uma oficina para aprender como montar os brinquedos com o ecobrinquedista Fbio Rohden. Ele mostrou que com sucata possvel montar no-vos e criativos jogos, por exemplo, que se transformam em atrativos recursos pedaggicos e podem ser aplicados nas diferentes reas de ensino-aprendizagem das crianas.

    Curso ensina a pintar

    Sade atende no interior

    As pr-inscries para o trei-namento de efeitos decorativos e tintas imobilirias j esto abertas e podem ser feitas nos Centros de Ateno Integral Criana (Caics) Irm Dulce, do bairro Guaruj, e Nossa Senhora dos Prazeres, do bairro Araucria. Os interes-sados passaro por pr-seleo. Inicialmente os alunos recebero orientaes tericas. Assim que conclurem o aprendizado da teo-ria, partiro para as aulas prticas. Quem participar ter direito a apostilas, certificado e carteirinha de pintor, comprovando os mdulos estudados.

    A qualificao, destinada para homens e mulheres maiores de 18 anos, ter durao de uma semana. As aulas ocorrem de segunda a sex-ta-feira, das 19h s 22h. No total, so 15 horas/aula. O treinamento inicia no Caic do bairro Guaruj, no perodo de 23 a 27 de setembro. No bairro Araucria ser entre os dias 21 a 25 de outubro.

    O curso destinado para amado-

    res e profissionais que j atuam ou desejam aperfeioar conhecimen-tos. Na programao de contedos, segundo o empresrio Max Ricardo Marin, representante das marcas Tintas Suvinil e Tigre Tubos e Conexes, em Lages e regio, h o histrico da empresa Suvinil, com noes sobre componentes das tintas, diferenciaes dos tipos de tintas, texturas, abordagem ao cliente, estruturao de oramento, higienizao e desperdcios.

    Ele garante que, aps o treina-mento, 100% dos alunos estaro empregados, se ainda no estive-rem. Fora isso, um pintor de mo cheia, competente e responsvel, pode faturar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil, de forma autnoma, calcula. uma profisso que d dinheiro. E os efeitos decorativos listras, camura, bambu, mrmore, linho, jeans, palha, lunar, concreto, ptina, ao escovado, craquelado, fundo magntico, madeira e seda , sofisti-cados e em alta, prometem tambm ser grandes atraes das aulas.

    O cronograma de atendimentos mdicos e odontolgicos para o interior do municpio, no ms de setembro, j foi definido pela Secretaria de Sade do Municpio de Lages. Cada localidade ser atendida em um dia pr-definido,

    das 8h s 12h e das 13h s 17h, com intervalos de uma hora para almoo. Somente os moradores cadastrados nas devidas localida-des que podero consultar e a marcao das consultas acontece at s 10h.

    Daniele Mendes de Melo

    Marcelo Vieira (Pakinha)

    Toninho Vieira

    Reunio define datas de incio do curso de pintor ofertado nos Caics de dois bairros

    Governador assina documento que permite ao Grupo Tenco integrar programa Pr Emprego

    Professores de cincias, artes, educao fsica e outras disciplinas participaram de uma oficina com o ecobrinquedista Fbio Rohden

    O governador Raimundo Co-lombo assinou o documento que formaliza o enquadramento do La-ges Garden Shopping no programa Pr Emprego, na quarta-feira, 28 de agosto, criado para gerar renda atravs do incentivo a empreendi-

    mentos considerados relevantes no contexto socioeconmico. O ato ocorreu durante visita ao canteiro de obras.

    O acordo prev a destinao de R$ 3 milhes, via compensao de Imposto sobre Circulao de

    Os materiais foram resgatados pelas prprias professoras e so, na maioria, embalagens de pls-tico muito bem lavadas depois de usadas. Utilizando ferramentas como arame, elstico, tesoura e cola quente, o brinquedo est pronto em poucos minutos. Po-demos fazer bonecos, carrinhos, animais e vrias outras coisas que a criatividade permitir, afirma. Mas os brinquedos precisam ser seguros, muito bem amarrados ou colados, pois crianas peque-nas vo brincar com eles.

    Fbio lageano e atualmente reside em Florianpolis. A nova designao, ecobrinquedista, que ele mesmo descobriu h pouco tempo, se tornou um hobby. s vezes ele realiza trabalhos para o Servio Social do Comrcio (Sesc) da capital.

    A coordenadora dos projetos ambientais da Secretaria de Educao, Pitch Albuquerque, diz que depois do aprendizado, as professoras levaro a ideia para as salas de aula. Os brinquedos se-ro confeccionados junto com os alunos, com participao deles, fala. A inteno, alm da parte ldica, mostrar que materiais que iriam poluir o meio ambiente podem ser reciclados e se tornar coisas interessantes e teis.

    Cronograma de atendimento para todo o ms

    02/09 - Macacos (Unidade Bsica de Sade - UBS)03/09 - ndios04/09 - Cedro Alto05/09 - Lambedor06/09 - Rancho de Tbuas09/09 - Sta. Terezinha do Salto10/09 - Mirante11/09 - Manfri12/09 - Potreiros13/09 - Bodego

    16/09 - Macacos (escolinha)17/09 - Salto Caveiras18/09 - Santa Catarina19/09 - CDL20/09 - Morrinhos23/09 - Passos dos Fernandes24/09 - Gramado25/09 - Floresta26/09 - Entrada do Campo27/09 - So Jorge30/09 - Dimas/Cabo de Lana

    Mercadorias e Servios (ICMS), para a aquisio de insumos e equipamentos de fornecedores estabelecidos em Santa Catarina para as obras. A secretaria da Fazenda j tramitou a documen-tao que concede o tratamento tributrio diferenciado.

    O shopping est sendo cons-truda pelo grupo Tenco Shop-ping Centers S/A, que detm 56% do controle acionista, em parceria com investidores catarinenses. A estrutura est orada em mais de R$ 90 milhes. De acordo com o secretrio de Desenvolvimen-to Regional, Gabriel Ribeiro, o empreendimento representa a ascenso vivida pela Serra Ca-tarinense. Vrios investimen-tos esto se consolidando, e o shopping surge como um vetor para estimular o comrcio e o turismo, ressalta o secretrio.

    O futuro centro comercial fica s margens da BR 282, prximo ao aeroporto federal. Mais de cem funcionrios trabalham no empreendimento, que ter 80 mil metros quadrados, com 180 lojas. Atualmente, os operrios esto construindo a laje do pavimento comercial.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 07

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 08Mulheres aguardam exame de mamografia

    Famlias moraro em casas provisrias

    Uma clnica especializada em exames de mamografia foi cre-denciada para atender as mais de 800 mulheres que aguardam na fila desde o segundo semestre do ano passado. A partir do ms de setembro, ser realizada uma mdia de 300 exames por ms, atendendo a demanda em tempo hbil. A equipe do setor de Sade da Mulher da Secretaria de Sade de Lages far um mutiro para contatar, por telefone, todas as pacientes que possuam a requi-sio do exame em 2012.

    O procedimento foi interrom-pido no ano passado devido a problemas no equipamento do Hospital Teresa Ramos. Agora a situao ser controlada e assim que todas as pacientes de 2012 forem atendidas, passaremos lista de 2013, diz a auxiliar ad-

    Para as obras de construo do Complexo Ponte Grande avana-rem, muitas famlias que vivem s margens do rio precisam ser realocadas. Devido s dificuldades de encontrar imveis compatveis para abrig-las, atravs do aluguel social, outra providncia ser to-mada em carter de urgncia.

    Sero construdas casas provi-srias em um terreno particular. A medida ser tomada at que o conjunto habitacional que ser ocupado definitivamente seja construdo.

    Assim que as habitaes estive-rem prontas sero realocadas as primeiras 23 famlias. A inteno liberar um dos trechos da linha de frente da obra, para que os servios no atrasem. A empresa Melchio-retto, de Rio do Sul (SC), executar o servio e j apresentou o projeto

    na Secretaria de Planejamento. Os recursos para a construo das casas so provenientes do aluguel social, destinado para a realocao. O terreno fica ao lado de onde ser construdo o conjunto habitacio-nal, no bairro Vila Mariza.

    As casas antigas dos moradores sero desmanchadas. Eles recebe-ro todas as orientaes atravs do trabalho tcnico-social desenvol-vido pela empresa Prosul. uma soluo prtica para melhor utilizar o recurso do aluguel social, pois es-tvamos encontrando dificuldades em negociar com as imobilirias e encontrar imveis disponveis para alugar ao valor de R$ 375,00, afir-ma o secretrio de Planejamento, Jorge Raineski.

    Quanto s indenizaes, o secre-trio afirma que est havendo uma boa receptividade, principalmente

    Nilton Wolff

    Arquivo VL

    Segundo a auxiliar administrativa da Sade da Mulher, Meiriane Correa Meiria-

    ne, a equipe do setor contatar pacientes por telefone

    Famlias tem de ser realocadas para que obras avancem

    Cidade

    Evento para empreender

    Ceim vai atender 240 alunos

    As atividades da Secretaria do Desenvolvimento Econmico, Trabalho e Renda sero literal-mente transportadas at o bairro So Miguel, no sbado, 31 de agosto, quando ser promovida a primeira edio do evento Desenvolvimento nos Bairros, das 9h s 15h, na associao de moradores. De acordo com o secretrio do Desenvolvimento Econmico, Lus Carlos Pinheiro Filho, a equipe do Banco do Em-prego estar recebendo currculos e divulgando as vagas disponveis.

    So dezenas de oportunida-des em diversos ramos. Caso o cidado preferir, poder levar o currculo pronto de casa, desde que haja uma foto 3x4, alm dos dados essenciais, como nmeros de documentos, formao, expe-rincias profissionais, comple-menta Pinheiro. No mesmo dia haver divulgao e orientaes sobre o Programa Empreender Lages, que assegura benefcios econmicos s micro e pequenas empresas industriais, comerciais e prestadores de servios com faturamento bruto de R$ 60 mil por ano, enquadradas nas moda-lidades Microempreendedor Indi-

    vidual (MEI) e Simples Nacional, da Receita Federal.

    O Empreender Lages possui duas mil empresas cadastradas ativas, beneficiadas com iseno de impostos e taxas municipais alvars, certides, vistorias; formalidade, acesso a linhas de crdito, auxlio contbil com disponibilizao de contador durante um ano (para empresas do MEI, com um funcionrio, ou do Simples) e cursos de aperfei-oamento. O gerente de Desen-volvimento Econmico (Empre-ender Lages), Gerson Raphael de Oliveira Barbosa, acrescenta que o programa contempla somente pessoas jurdicas.

    Aos empreendedores ser ex-plicado como formalizar uma empresa, a abertura de Cadastro Nacional de Pessoas Jurdicas (CNPJ), exigncias de alvars para abertura e funcionamento emiti-dos pelo Corpo de Bombeiros, Vi-gilncia Sanitria e Secretaria do Meio Ambiente. Esclareceremos sobre liberao de crditos junto aos bancos, como os benefcios do Programa Juro Zero, acrescenta o assessor tcnico do Empreen-der, Cleiton Jos Fvero Letti.

    O Centro de Educao Infantil Municipal (Ceim) do Vrzea era uma reivindicao da comunidade, pois o bairro ganhou centenas de novos moradores com a implan-tao do conjunto habitacional Lili e Madruguinha, construdo atravs do programa Minha Casa, Minha Vida, sem ser planejada a demanda. O Ceim, em construo na rua Francisco Felcio, est com cerca de 50% da obra concluda. A previso de que esteja pronto no incio do ano que vem.

    Toda a estrutura de alvenaria foi erguida e rebocada. Falta o assen-tamento dos pisos, acabamentos e a parte eltrica e hidrulica. O

    Ceim est sendo construdo pela empresa lageana Terra Engenha-ria, que venceu a licitao com um valor de aproximadamente R$ 1,5 milho, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educao Pr-Infncia (FNDE), com contrapartida da prefeitura.

    Com 1.118,48 metros quadra-dos, a creche tem capacidade para atender 240 alunos. A expectativa da coordenao da Educao In-fantil da Secretaria de Educao com o novo Ceim amenizar a deficincia de vagas no bairro e adjacncias, que cresceu com a implantao do conjunto habi-tacional.

    No mesmo dia haver divulgao e orientaes sobre o Programa Empreender Lages

    Daniele Mendes de Melo o para 2012.As pacientes que aguardam na

    fila devem dirigir-se ao setor da Sade da Mulher para agendar o exame, no terceiro andar da Policlnica Municipal, locali-zada na rua Governador Jorge Lacerda, no Centro, prximo Secretaria de Sade. impor-tante que as pacientes confiram a data da solicitao para evitar possveis transtornos e que se-jam encaminhadas com maior agilidade, explica.

    Os casos de urgncia e emer-gncia no deixaro de ser aten-didos. Estamos trabalhando muito para diminuir cada vez mais a demanda reprimida, diz Meiriane. Uma das aes a reforma da sala de raios X e mamografia da Secretaria de Sade que est em andamento.

    por parte dos empresrios. Est sendo realizado um levantamen-to sobre as indenizaes necess-rias para liberar uma das margens do rio o quanto antes, afirma. Alguns entraves surgiram em terrenos que so da prefeitura, como no bairro Guaruj, e que precisam ser equacionados.

    Incio da construo

    Esta semana foi conhecida a empresa que vai construir o con-junto habitacional que abrigar definitivamente as mais de 200 famlias realocadas. A Neocon Pr-Moldados de Chapec (SC) e venceu a licitao. A Secretaria de Planejamento est analisando o projeto e fazendo as readequa-es. O projeto ficou bastante interessante, numa linguagem contempornea, dentro dos con-ceitos coerentes de realocao de famlias carentes, mas com qualidade de vida, diz.

    No entorno do empreendimen-to, futuramente, ter um circuito ciclovirio que se conectar ao circuito da avenida Ponte Grande, com praas e reas de lazer. O projeto prev ainda questes am-bientais, como o armazenamento de lixo orgnico para fazer com-postagem e cisternas para coleta da gua das chuvas. Aos poucos vamos mudando o conceito dos conjuntos habitacionais desti-nados s famlias de baixa renda, promovendo mais qualidade de vida e mudando o comportamen-to de quem no est acostumado a viver em coletividade, destaca Raineski.

    ministrativa da Sade da Mulher, Meiriane Correa. Neste primeiro momento sero chamadas so-mente as mulheres com requisi-

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 09Cidade

    Apae: juntos somos maisConvocados pela Federao

    Nacional, Associaes de Pais e Amigos dos Exepcionais (APA-ES) de todo o Brasil realizam atos em diversas cidades do pas com o objetivo de mobi-lizar a sociedade em prol da manuteno do texto original da Meta 4 do Plano Nacional de Educao (PNE) do decnio 2011-2020, no lugar do substi-tutivo aprovado no Congresso e que dever ir votao ainda este ano.

    Pensando em um movimento em prol da e pela pessoa com Deficincia Intelectual, a Apae motivou profissionais da rea, pais, alunos, colaboradores e comunidade, para uma cami-nhada/protesto que se deu na tarde de quarta-feira, 28 de agosto, na Praa Joo Costa.

    A mobilizao, que reuniu cerca de quatrocentas pesso-as, teve, por cunho maior, um chamado populao para re-flexo e conscientizao frente Meta 4 do Plano Nacional de Educao que prega a incluso total das pessoas com Defi-cincia Intelectual de quatro a 17 anos no ensino regular, onde menospreza e minimiza a importncia do atendimento oportunizado pela Apae, essa renomada nacionalmente. Sem o subsdio do governo no h como a mantenedora perma-necer oferecendo os servios. Nosso trabalho pautado na premissa: a cada um conforme suas necessidades, de cada um conforme suas possibilidades.

    H que se pensar que, em termos de incluso, o movi-mento apaeano j trabalha com esses preceitos, no apenas estimulando os alunos para al-canarem as modificabilidades cognitivas de que necessitam, mas leva o trabalho para alm dessas, quebrando barreiras e desfazendo estigmas e pre-conceitos, projetando nos-sos alunos e incluindo-os no ensino regular (os DI leves e moderados), nos cursos pro-

    fissionalizantes e no mercado de trabalho.

    Pensando assim, torna-se incua e discordante tal pro-posta porque somos agentes partcipes da incluso, mas no comungamos com esta arraigada meta radical de todos at 2016, mas, gradualmente, respeitando as dificuldades e potencialidades, pois pen-samos tambm no amparo queles que j ultrapassaram tais idades e queles que no apresentam condies de sade e fsica para tal; at mesmo por-que, aps o trmino do Ensino Mdio, eles estaro indo para aonde? Sendo preparados por quem e para que? Pois a plena cidadania no termina aos 17 anos, se comea outra etapa, a vida adulta. Onde se enfatiza ainda mais a importncia da Apae e o Centro de Convivn-cia.

    Analisando que essa situao vigente que vem gerando tanto desconforto em famlias e pro-fissionais to somente uma tentativa errnea por parte dos representantes legais da sociedade e das polticas pbli-cas e que to breve dever ser revertida, por isso se justifica nossa caminhada e lutamos por este ideal.

    Confiamos que uma socie-dade mais justa de direitos e oportunidades perpassam a errata da mxima matemti-ca porque, quando somados esforos (Ensino Regular e Educao Especial), se divide conhecimentos e se multiplica em aes que se estendem s pessoas com deficincia Intelectual. Pois juntos somos mais!

    Vereadores homenageiam CDL

    Domingo iniciam comemoraes pela Ptria

    Algumas das maiores lideranas do comrcio lageano estiveram presentes na homenagem pres-tada pela Cmara de Vereadores Cmara de Dirigentes Lojistas (CDL) pelos 45 anos da entidade. A solenidade foi proposta pelo vereador Mrio Hoeller de Souza (Mario). Alm da valorizao e dos destaques atuao da entida-de nos ltimos anos na defesa dos interesses, prestao de servios e na busca do desenvolvimento do comrcio local, tambm foram lembrados e agraciados com um ttulo de Honra ao Mrito todos os ex-presidentes da CDL, alm do Diretor Executivo, Jhonathan Ro-berto da Silva, em nome de todos os colaboradores.

    Juntamente com o presiden-te da Cmara, vereador Anilton Freitas, compuseram a mesa de honra da casa o atual presidente da entidade, Nilton Rogrio Alves, o vereador David Moro, represen-tante do prefeito Elizeu Mattos, e um integrante do 10 Batalho de Engenharia e Construo (BEC).

    No incio da Sesso, o servio de comunicaes da Cmara exibiu um audiovisual sobre a entidade a ser homenageada, destacando sua atuao na defesa do comrcio, prestao de servios, bem como falando de sua moderna infraes-trutura. Esse material foi produzi-do pela Tele Cmara. Em seguida, a CDL tambm apresentou um audiovisual com um pequeno re-

    Domingo, 1 de setembro, ini-ciam as atividades alusivas Se-mana da Ptria, com homenagens cvicas, guarda e arreamento das bandeiras e cinco desfiles oficiais em pontos estratgicos. A soleni-dade de abertura ser s 9h, no calado da praa Joo Costa, com a presena de autoridades civis e militares. As homenagens sero realizadas todos os dias no cala-

    do. A primeira das 9h s 13h, por uma instituio, e a segunda, das 13h s 17h, por outra, alternando entre escolas, grupo de escoteiros e o 10 Batalho de Engenharia de Construo (BEC).

    Os alunos ou integrantes de instituies que estaro desem-penhando a funo de guarda das bandeiras faro sistema de reveza-mento a cada 15 minutos, de acor-

    do com a integrante da comisso organizadora, Pitch Albuquerque. Ainda no domingo ser realizado o primeiro desfile oficial, na avenida Cames, no Coral. O evento est marcado para iniciar s 14h, com sada em frente Igreja do Ros-rio e disperso nas imediaes do supermercado Bistek. O palanque com autoridades ser montado defronte loja DPaschoal.

    Ernani Fontoura

    Presidente da CDL, Nilton Rogrio Alves, recebe homenagem do vereador Mario

    sumo da histria do comrcio de Lages, produzido por Selio Melim (in memoriam), autor do livro Reescrevendo uma Histria, que rememora fatos relevantes da CDL de Lages.

    Quando requeremos esta Ses-so Especial nosso intuito no era apenas homenagear uma entida-de, seus associados, presidentes, equipe de trabalho. Isto tudo , sem dvida, muito importante. Mas nada se compara ao exem-plo que todos estes homens e mulheres deram e esto dando nossa sociedade, que possvel, sim, nos unirmos. E como uma fortaleza defendermos, e quando necessrio, lutarmos pelas coisas e causas de nossa gente, disse o vereador Mario em seu pronun-ciamento.

    Ex-presidente da entidade, Antnio Carlos Floriani, falou em nome de todos os homenageados. Quando Jorge Frank Gaier criou o movimento lojista, h muitas dcadas, nos ensinou um grande segredo que at hoje a sntese do que se busca em todas as CDLs, falou. Se eu me reunir com 10 pessoas e contar apenas um segredo. E todos fizerem o mesmo naquela reunio, terei partilhado apenas um segredo. Mas terei recebido outros nove em troca. o melhor e mais lindo negcio do mundo. Essa a sn-tese de todo o movimento lojista: ser solidrios e trocar informa-es para que todos cresam.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 10EconomiaColombo vai para a China assinar contrato com Sinotruk

    A fabricante chinesa de cami-nhes Sinotruk est com o cami-nho aberto para a construo de uma fbrica da marca em Lages, na Serra Catarinense. A empresa, por meio da sua importadora Elec-sonic, foi habilitada nesta semana no Programa de Incentivo Ino-vao Tecnolgica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veculos Automotores (Inovar-Auto), etapa fundamental para continuidade do projeto. O documento foi assinado dia 21 de agosto, pelo ministro do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior (MDIC), Fer-nando Pimentel. Com a medida, a empresa ter direito a benefcios como descontos no pagamento do Imposto sobre Produtos Indus-trializados (IPI) para os veculos produzidos no Brasil. A unidade de Lages ser a primeira fbrica da Sinotruk fora da China.

    Para o governado, a vinda da fabricante chinesa para Lages a realizao de um sonho. Vamos gerar emprego e renda e trazer tecnologia em um setor que ns ainda no temos, diz. A Sinotruk estabelecida em Santa Catarina reafirma a disposio do governo de incentivar e priorizar uma das

    indstrias mais estratgicas, que a indstria automotiva, uma atividade que gera um movimen-to econmico muito grande, com desenvolvimento de tecnologia e agregao de valor. Ele lembra que Santa Catarina estava fora desse mercado. Com a Sinotruk, a BMW e a GM, entramos definitivamente neste circuito, acrescenta o pre-sidente da SCPar, Paulo da Costa.

    Estamos lutando h bastante tempo para esse projeto e os l-timos obstculos foram supera-dos, comemora Colombo. uma grande notcia para toda Santa Catarina, em especial para a Regio Serrana.

    Em setembro, o governador Rai-mundo Colombo e o presidente da SCPar viajam para a China, sede da Sinotruk, para assinar o contrato e criar uma join venture (associao de empresas para explorar o ne-gcio sem perder personalidade jurdica) para o novo projeto. A assinatura est prevista para o dia 6 de setembro. A join venture contar com a participao das empresas Elecsonic, da China Na-tional Heavy Duty Truck (CNHT, grupo dono da Sinotruk), e Cotia Trading, alm do prprio Governo

    do Estado de Santa Catarina, por meio da SC Parcerias. O percentual de participao do Estado ainda no foi definido.

    Em abril de 2012, o governo catarinense e a montadora de ca-minhes chinesa Sinotruck assina-ram o protocolo de intenes para construo da fbrica em Lages. O presidente da SCPar, Paulo da Costa, diz que o cronograma atual prev o incio das obras em 2014. Os trabalhos devem durar um ano, com o primeiro caminho sendo fabricado em janeiro de 2015. Du-rante um semestre, o trabalho na fbrica ser em carter de testes, com os caminhes fabricados em Lages passando a abastecer o mer-cado a partir do segundo semestre de 2015. A unidade catarinense da Sinotruk ser construda no Polo Industrial de ndios, em Lages, ao lado da BR-282. Um terreno com cerca de 150 hectares foi adqui-rido como parte de um acordo de cooperao tcnico institucional firmado entre a SC Par, Secretaria da Fazenda e prefeitura de Lages, para a implantao do polo.

    O investimento para construo da fbrica catarinense de R$ 300 milhes. A unidade vai gerar

    Divulgao

    Formalizao da parceria est prevista para o dia 6 de setembro

    400 empregos diretos e cerca de 700 empregos indiretos ligados cadeia de fornecedores. Ter capa-cidade inicial para produzir cerca de cinco mil caminhes por ano, nmero que aumentar para oito mil veculos por ano aps os trs primeiros anos de operao. Em um primeiro momento, os veculos sero produzidos com material im-portado da China, mas a proposta chegar ao fim do terceiro ano de operaes com at 65% das peas

    nacionalizadas. De um caminho Sinotruk, apenas vidros e pneus no so de fabricao prpria da empresa.

    A proposta da empresa dar pre-ferncia para mo de obra local, por isso tambm ser investido na qua-lificao profissional. A Sinotruck pretende construir um laboratrio no parque industrial e criar cursos especficos, por meio do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), que tem um campus em Lages.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 11

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 12EducaoAumenta procura pelo ensino tcnico

    O nmero de estudantes que optaram por um ensino tcnico este ano aumentou em at 50%. Criado em 2011 pelo governo federal, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Tcnico e Em-prego (Pronatec), que tem como meta ampliar a oferta de cursos de educao profissional tcnica, de formao inicial e continuada e de qualificao profissional, tem ajudado neste crescimento. Ele vem ganhando fora atravs dos anos. Segundo pesquisa feita pela Faculdade de Tecnologia (Fatecs), 90% dos alunos de cursos tcnicos tem empregos.

    O caminho para a qualificao profissional no se restringe ape-nas na busca por uma vaga em um curso de graduao. H alguns anos que os estudantes esto optando por um ensino tcnico ao invs de um ensino superior. Foi isso que Ana Carla Pereira fez. Aps termi-nar o ensino mdio, ela optou por um ensino tcnico. Hoje, tcnica em Higiene Dental.

    Ana conta que escolheu um curso tcnico, primeiro, pelo custo, que bem menor, e tambm pela oferta de emprego. Na poca em que terminei o ensino mdio o curso

    Divulgao

    Pr-reitora de Ensino da Uniplac, Vera Rejane Coelho

    que escolhi tinha bastante vaga no mercado e minha me me incenti-vou a fazer, e tambm escolhi, pois no queria fazer uma faculdade, explica ela.

    Apesar da escolha de Ana ser a da maioria dos estudantes que concluem o ensino mdio, o en-

    sino superior no sofreu baixa. A demanda de ingressantes no primeiro semestre letivo so sempre maiores que no segundo semestre, comenta a pr-reitora de Ensino da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) Vera Rejane Coelho. Isto se d, principalmente, pelo fato de termos a procura dos alunos que concluem o ensino mdio neste perodo. No segundo semestre, em comparao com os anos anteriores, a Uniplac manteve a expectativa em relao ao n-mero de matrculas, de acordo com Vera.

    Conforme ela, a Universidade possui uma grande preocupao tambm com a manuteno dos alunos. Ns mantemos cons-tantes campanhas para adeso dos acadmicos em bolsas insti-tucionais e tambm aos progra-mas de pesquisa e extenso de estudo que so disponibilizados, que proporcionam desconto na mensalidade dos participantes em projetos, facilitando o acesso e a manuteno educao su-perior de alunos que talvez no tivessem condies de faz-lo de forma integral, diz.

    Escola espera por mveis Assessoria/SDR

    Secretrio de Desenvolvimento Regional, Gabriel Ribeiro, e o prefeito, Flvio da Silva Neto, descerram a fita inaugural

    Os 80 alunos da escola munici-pal Santo Antnio, na localidade Casa de Pedra, em Painel, come-aram a usufruir de um novo refeitrio. Antes, eles faziam as refeies nas salas de aula ou no ptio. A estrutura foi construda por meio de uma parceria entre o Estado e o municpio. O Governo investiu R$ 44 mil, e a prefeitura aportou R$ 26 mil, totalizando R$ 70 mil.

    O secretrio de Desenvolvimen-to Regional, Gabriel Ribeiro, e o prefeito, Flvio da Silva Neto, fala-

    ram sobre a importncia da escola para as famlias das comunidades que a rodeiam, e projetaram uma nova parceria para a renovao do mobilirio.

    A escola fica a 22 quilmetros do centro da cidade, e oferece o ensino fundamental, atendendo alunos que residem nas comuni-dades de Monte Alegre, Farofa, Boa Vista, So Miguel, Faxinal Preto, Campo da Tigela, Curral Falso e Galafras. Eles utilizam o transporte escolar para chegar instituio.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 13Educao

    Curso ensina tcnicas de primeiros socorrosCom o objetivo de oferecer atu-

    alizao em tcnicas de primeiros socorros, por meio de aulas e ativi-dades prticas, a Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e o Curso de Enfermagem, realizam o Curso de Extenso de Primeiros Socorros para acadmicos da rea da sade, e tambm interessados da comunidade externa com for-mao na rea. As inscries j esto abertas.

    O Curso visa ensinar o reconhe-

    cimento de situaes de emergn-cia e a tomada de deciso. Ser ministrado pela professora Camila Roslia Antunes Baccin, na Uni-plac, com aulas aos sbados, das 8h s 12h. A certificao total de 30 horas.

    As aulas acontecero nos meses de setembro, outubro e novembro. O valor de R$ 90, que podem ser pagos em trs parcelas de R$ 30 cada. As inscries devem ser feitas no Setor de Protocolo central.

    Esto disponveis no hotsite www.uniplac.net/primeirosocorros ou solicitadas por men-sagens enviadas para o

    e-mail [email protected]

    net, ou pelo telefone (49) 3251.1116.

    Mais Informaes

    Douglas Santos

    TCE na Escola cria hotsite no site da Secretaria Estadual de Educao

    TCE promove concurso de redao

    O Tribunal de Contas de Santa Catarina publicou no Portal da Instituio, www.tce.sc.gov.br, um espao para apoiar professo-res e alunos da rede pblica esta-dual interessados em participar das atividades do Projeto TCE na Escola, voltado a fortalecer o debate sobre a fiscalizao e a qualidade dos gastos pblicos. No hotsite, estudantes e educa-dores tm acesso s informaes sobre o Concurso de Redao, principal ao da iniciativa em 2013, que elegeu o tema O pa-pel do Tribunal de Contas e do cidado no combate ao desperd-cio do dinheiro pblico, alm de material de pesquisa para apoiar as atividades em sala de aula.

    Um exemplo a verso digital do gibi A Nossa Parte, que usa a linguagem dos quadrinhos para facilitar a compreenso de temas relacionados aos gastos

    dos governos em educao, sade, transportes, cultura e segurana pblica, e a misso do Tribunal na fiscalizao. O gibi uma espcie de convite para o leitor ser parceiro nessa tarefa. O hotsite tambm disponibiliza a verso digital do folder com informaes ao professor, vdeo, publicaes, as ltimas notcias sobre o projeto e outros materiais e fontes que facilita-ro a mobilizao dos alunos.

    O objetivo mostrar que a defesa do patrimnio pblico compromisso de todos, defende o presidente do Tribunal, conse-lheiro Salomo Ribas Junior, ao apontar o principal objetivo do Projeto TCE na Escola que est na segunda edio.

    O espao do Projeto na In-ternet ainda traz o cronograma das atividades, detalhes sobre a premiao do Concurso de Reda-

    o e a ntegra do regulamento, dados sobre a realizao e os resultados da primeira edio da ao, em 2010, e a seo Fale Conosco, para facilitar o esclarecimento de dvidas da comunidade escolar interessa-da em participar este ano.

    O TCE na Escola uma ini-ciativa do Tribunal de Contas de Santa Catarina, desenvolvi-da em parceria com a Secretaria de Estado da Educao (SED). Em 2013, o pblico-alvo so alunos de 6 e 7 anos do ensi-no fundamental da rede pblica estadual, que tero at o dia 13 de setembro para elaborar as redaes em sala de aula. O concurso vai premiar os trs estudantes classificados em 1, 2 e 3 lugares e seus professo-res orientadores, comtablets, e suas escolas, com kits de livros de literatura.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 14SadeHomens fumam mais do que as mulheres

    O fumo ou tabagismo conside-rado pela Organizao Mundial da Sade (OMS) a principal causa de morte evitvel em todo o mundo. A OMS estima que um tero da populao mundial adulta, cerca de um bilho e 200 milhes de pes-

    Campanha encerra sextaAs crianas menores de cin-

    co anos devem ser levadas aos postos de sade para a avaliao da caderneta at sexta-feira, 30 de agosto, data em que encerra a campanha nacional de atualizao da certeira de vacinao. O obje-tivo da campanha ampliar a cobertura vacinal das crianas e diminuir o risco de transmis-so de doenas que podem ser evitadas. Segundo a gerente da Vigilncia Epidemiolgica, Mrcia Spindola, no haver prorrogao da campanha.

    Em Lages at o sbado, 24 de agosto, cerca de 3.123 crianas foram levadas pelos pais ou responsveis at uma unidade de sade e 1.185 receberam alguma vacina. As salas de vacina no ltimo dia da ao funcionam das 8h s 12h e das 13h s 17h. J a Vigilncia Epidemiolgica atender no mesmo horrio, pela manh, e das 14h s 18h.

    A meta vacinar as crianas que no estiverem com a ca-derneta em dia. Na campanha,

    so oferecidas todas as vacinas do calendrio bsico infantil: BCG, hepatite B, penta, inati-vada poliomielite (VIP), oral poliomielite (VOP), rotavrus, pneumoccica 10 valente, me-ningoccica C conjugada, febre amarela, trplice viral (saram-po, rubola e caxumba) e DTP (difteria, ttano e coqueluche). As vacinas oferecidas so as mesmas da rotina.

    Os pais precisam levar a ca-derneta de vacinao dos filhos. Caso no tenham o documento, a dose das vacinas j dadas criana deve ser conferida no registro que a Unidade Bsica de Sade mantm. Na falta do registro, os profissionais de sade seguem o protocolo do Ministrio da Sade, que reco-menda recomear o calendrio de vacinao infantil. As crian-as que apresentarem alguma contraindicao para vacinao ou que estiverem com alguma doena febril aguda, sero avaliadas e orientadas quanto continuidade do esquema vacinal.

    Mdica pneumologista Fernanda Waltrick Martins

    Marcelo Vieira (Pakinha)soas, entre as quais 200 milhes so mulheres, sejam fumantes. Pesquisas comprovam que 47% de toda a populao masculina e 12% da populao feminina no mundo fumam. Enquanto nos pases em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da populao masculina e 7% da populao feminina, nos pases desenvolvidos a participao das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mu-lheres tm o comportamento de fumar.

    Segundo a mdica pneumolo-gista Fernanda Waltrick Martins, mais fcil um homem deixar de fumar do que uma mulher, pelo fato de serem mais decididos e no terem dvidas. Adultos que convivem com fumantes viven-ciam o mesmo risco de adoecer que de algum que fuma. Em crianas, a situao se agrava. Os riscos para uma criana que con-vive com fumantes de adquirir doenas pulmonares, em especial se a criana j tem uma doena, por exemplo, asma, e convive com algum que fuma, ela tende a ter mais crises, comenta a mdica.

    O Cigarro composto por uma srie de substncias, como a ni-cotina, que a responsvel pelo vcio, e algumas cancergenas. O estrategista digital, William da Rosa comeou a fumar quando ti-nha 18 anos e diz gostar de fumar. No sou viciado em cigarro nem fumo por ansiedade, eu tenho prazer nisso, afirma. Ele conta que j tentou para de fumar, mas no conseguiu. Eu no quero pa-rar de fumar, no sou uma pessoa que no consegue, diz.

    So vrias as doenas causadas pelo cigarro, entre elas, cncer de pulmo, de via area, faringe, laringe, cordas vocais, esfago, estmago, intestino, alm de do-enas cardiovasculares e doenas pulmonares.

    A mdica informa que em Lages h tratamento gratuito para parar de fumar. Aqui em Lages tem o tratamento do Caps [Centro de Apoio Psicossocial], que funciona muito bem, fala. As pessoas se inscrevem a partir de um encami-nhamento mdico e oferecido acompanhamento psicolgico e psiquitrico, e ainda fornecida a medicao.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3

    Prefeitos anunciam conteno de gastos

    Os prefeitos vinculados a Asso-ciao dos Municpios da Regio Serrana (Amures) chegaram a um consenso: acendeu a luz laranja nas administraes pblicas. Um pacote de medidas foi anunciado e nos prximos dias ser pedida audincia com o governador Rai-mundo Colombo para apressar as liberaes de recursos at agora prometidas. Ser uma forma de enfrentar a crise que j levou alguns prefeitos a demitir secre-trios e contratados.

    O que enfatiza o presidente da Amures, Edilson Jos de Souza, prefeito de Campo Belo do Sul, que medidas urgentes precisam ser adotadas sob risco de invia-bilizar as administraes muni-cipais em poucos meses.

    O prefeito de Correia Pinto, Vnio Forster, revela que foi obrigado a dispensar sete se-cretrios municipais e quase 40 contratados. Estamos no limite e sem sada, afirma. At efe-tivos podero ser colocados em indisponibilidade como prev a legislao, caso as contas no se ajustem, avisa. A possibilidade de fechamento temporrio das prefeituras no est descartada.

    A ideia chamar a ateno do governo federal e estadual para a catica situao que esto cami-nhando as prefeituras.

    O que definiram os prefeitos que todas as medidas extradas da reunio tero abrangncia nos 18 municpios. As decises so coletivas e a determinao dentro da Amures, reitera Edil-son de Souza. Portanto, deve ser acatado por todos.

    Os prefeitos determinaram in-clusive, a produo de uma pauta de preo mnimo dos produtos agropecurios da regio que so negociados em grande parte sem nota fiscal e com valores aqum dos preos de mercado. J o prefeito de Urubici, Fidlis Schappo, defende que o Estado isente os municpios da Serra Catarinense da contrapartida de 25% nos recursos liberados do Fundo Social. Essa contrapartida penaliza os municpios, acredi-ta. Ele acrescenta que este um clculo perverso e impositivo aos municpios.

    Convnios comprometidos

    O desequilbrio financeiro dos

    municpios decorre principal-mente de obrigaes federais e estaduais como contrapartidas. So instituies como Servio de Atendimento Mdico de Urgncia (Samu), Centro de Referncia Es-pecializado de Assistncia Social (Creas), Centros de Referncia da Assistncia Social (Cras), Progra-ma de Erradicao do Trabalho Infantil (Peti), Conselho Tutelar e dentre outros, Empresa de Pes-quisa Agropecuria e Extenso Rural (Epagri) e Companhia Inte-grada de Desenvolvimento Agr-cola de Santa Catarina (Cidasc), que acabam incidindo na folha das prefeituras. Ele recomenda, inclusive, a dispensa de pessoal que mantido pelas prefeituras em cartrios eleitorais ou outras unidades do judicirio.

    Ao mesmo tempo em que foi listada as contenes de des-pesas, os prefeitos trocaram informaes de como melhorar a performance de arrecadao. E uma delas ser fechar o cerco sonegao fiscal e melhorar o movimento econmico. Tambm foi sugerida a reviso das exe-cues e quitao de dbitos de contribuintes com a prefeitura.

    Bazar beneficia Associao

    A Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Cor-reia Pinto realiza um bazar com mercadorias apreendidas pela Receita Federal doadas pela Dele-gacia da Receita Federal do Brasil em Lages.

    O bazar acontece sbado, 31 de agosto, das 9h s 16h, nas depen-

    dncias da Apae de Correia Pinto, que fica na rua Lauro Mller, 390, no Centro.

    As mercadorias foram apreendi-das em aes de combate ao con-trabando e a pirataria realizadas pela Receita Federal em parceria com as polcias Federal, Rodovi-ria Federal, Militar e Civil.

    Bazar ocorre na Apae de Correia Pinto sbado

    Divulgao

    15Regional

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3Geral

    Helder Violandi

    Tendncias primavera/vero 2014

    Envoltos na correria do dia a dia, diversos fatos nos encan-tam... E encantamento seria a palavra chave se fosse possvel resumir a proposta para a moda vero 2014.

    Blitzes tiram veculos de circulao

    H 90 mil veculos trafegando pelas ruas de Lages. Destes, 26% so irregulares. A estimativa da Diretoria de Trnsito (Diretran) aps realizar um levantamento da situao dos carros e motos que andam nas vias da cidade. Para corrigir essa situao, os agentes de trnsito tem realizado blitzes em diversos pontos da cidade.

    As principais irregularidades verificadas nas blitzes so veculos com placas apagadas, para-choques caindo, documentos vencidos, ve-culos rebaixados, falta de troca de tarjetas pelas aps a transferncia, entre outras. A blitz uma forma de filtrarmos os veculos em trn-sito pela cidade, diz o diretor de Trnsito, Diego Silva de Oliveira. De acordo com ele, veculos com problemas podem gerar muitos transtornos, como estragar no meio de uma rua de trfego rpido justamente em um horrio de pico, prejudicando a outros motoristas. Alm disso, a ao visa buscar os va-lores devidos pelos contribuintes.

    A falta de regularizao gera um dficit de R$ 6 milhes aos cofres

    pblicos. O montante corresponde ao imposto que deixa de ser recolhi-do com o licenciamento veicular e outros encargos devidos pelos pro-prietrios. Metade desse valor fica com o municpio e a outra metade com o Estado, explica o diretor.

    Em mdia, 20 veculos so guin-chados por semana por apresentar alguma irregularidade. Somando s blitzes realizadas pela Polcia Mili-tar (PM), um total de 200 veculos por ms levado para o ptio da empresa que presta o servio para a Diretran.

    Quem tem o veculo apreendido por causa da documentao que no est em dia paga R$ 191 de multa. Condutores de carros pagam R$ 53 pelo servio do guincho e R$ 16 pela diria do carro preso no ptio da empresa concessionria. Motociclistas desembolsam R$ 49 pelo guincho e R$ 14 de diria. O valor arrecadado pela Diretran pode ser aplicado somente em sina-lizao, engenharia de trfego, de campo, policiamento, fiscalizao e educao de trnsito, conforme estabelece o artigo 320 do Cdigo

    de Trnsito Brasileiro (CTB).

    Auxlio da PM

    O diretor de Trnsito revela que as blitzes so realizadas pelos agentes de trnsito e dois policiais militares responsveis por cuidar da segurana da ao. Os agentes no trabalham armados, justifica.

    Os principais pontos de fiscaliza-o so em frente Parquia Nossa Senhora Aparecida, popularmente conhecida como Igreja do Navio, localizada na Avenida Dom Pedro II, na Avenida Presidente Vargas, prximo ao bairro Penha, na Ave-nida Caldas Jnior, no bairro Santa Helena, e em frente ao Centro de Educao Infantil (CEIM) Tia Bira, no bairro Tringulo.

    Diego conta que desde que as blitzes iniciaram se pode notar modificaes no trnsito. A meta intensificar o trabalho para que o ndice de veculos irregulares em trnsito no ultrapassem os 11%. Entre 9% e 11% o ndice que o Detran [Departamento Estadual de Trnsito] aceita, comenta.

    16

    Objetivo da ao diminuir nmero de veculos irregulares presentes no trfego

    Marcelo Vieira (Pakinha)

    Ela est repleta de femi-nilidade, sensualidade, cor, elegncia e conforto. Nada do que se v para o prximo vero morno, nada mo-ntono ou repetitivo.

    Continua fortssima a ten-dncia color block. Cores extremamente intensas nos do a dica do que reinar nas colees e nos closets neste prximo vero. A ten-dncia, que une mais de uma cor em um mesmo look, con-tinua com tudo na prxima coleo, fazendo a diferena em sandlias e sapatos de todos os tipos.

    O color block uma das principais propostas para um vero radiante, intenso em detalhes presentes nas roupas, sapatos, bolsas e acessrios que garantiro a energia do vero 2013/2014.

    Use as cores seu favor

    Composies color block podem se tornar aliadas femininas, pois so capazes de evidenciar pontos fortes e ofuscar os indesejveis. Logo, o verde-esmeralda, o amarelo, azul, roxo, alaran-jado e o vermelho, por exem-plo, se combinam. Equilibre o visual a partir das cores neutras e tons fechados. A regra : cores claras apli-cadas a reas em destaque do corpo e cores escuras s

    regies onde menos deseja evidenciar.

    Dicas de como usar

    1. Misturar peas de tons bem vivos com peas na cor nude garantia de sucesso no look!

    2. Para no errar, prefira misturar no mximo trs co-res extravagantes em uma nica produo.

    3. Se voc no est prepa-rada para ousar no colorido no look todinho, ouse nos acessrios!

    4. Peas clssicas, como blazer, so timas opes para serem usadas na ten-dncia do color block. Elas garantem looks cheios de sofisticao!

    5. Calce os nossos mode-los de calados coloridos e no ande, desfile!

    Para ficar na moda, sem deixar de lado o seu estilo e personalidade. Aquelas que no gostam muito de misturar cores e preferem apostar em produes mais discretas po-dem usar calados coloridos com roupas e acessrios de tons neutros e de cores mais sbrias. Dessa forma, o destaque e a ateno da produo ficam para os ps.

    Divirta-se, inspire-se e crie belssimas produes com toda a riqueza de detalhes que lhe permitido!

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 17Entrevista

    Msica e vida se misturam nas composies de Pedro Freitas

    Uma composio com mais de 30 anos vem fazendo sucesso no Youtube. A msica de Pedro Freitas, Whisky Sem Gelo, tem mais de 40 mil visualizaes no site. Composta despretensiosamente por ele e um amigo, a primeira composio de sucesso do artista. Ele no esperava por isso. Acreditava que outra lhe renderia os

    frutos que Whisky Sem Gelo tem lhe rendido. Descubra qual na entrevista a seguir.

    Arquivo Pessoal

    Reproduo

    Vitrine Lageana - Whisky Sem Gelo a primeira com-posio de sucesso?

    Pedro Freitas a primei-ra. Iniciei a vida na msica levando conjunto de baile. Eu tinha carro em uma poca em que a maioria dos conjuntos no tinha e eu no era msi-co. Sempre gostei muito de msica. Meu pai tocava violo e eu gostava de ver ele tocar. Depois, eu virei empresrio do conjunto e, mais tarde, montei conjunto para mim, Os Buenachos. Esse con-junto me deu muitas alegrias. Gravei dois disco e ganhamos bastante dinheiro. Em 1986 resolvi gravar sozinho e gra-vei Whisky Sem Gelo. Foi meu primeiro disco solo. Estourei em todo o Brasil.

    Vitrine - O que te inspirou a escrever a msica?

    Pedro Ela tem uma histria. Essa msica, na verdade, eu no escrevi sozinho. Escrevi com Do-mingos de Oliveira. Eu contratei o saudoso Sidney Lima para um show em Lages e Correia Pinto, e o Sidney trouxe o Domingos, que era empresrio dele, e me pediu para tratar o Domingos com carinho porque a mulher dele foi embora com outro e deixou ele sozinho. A eu trouxe ele [Domin-gos] e fomos na sexta-feira em Correia Pinto, sbado em Anita [Garibaldi] e domingo em Lages. Ns tomamos um litro de usque e ele me contou a histria. Eu dis-se que tinha uma meia parecida e comeamos a letra, e terminamos na minha casa. Tomamos dois litros de usque. Fiquei trs dias

    Pedro Freitas tem a msica no sangue

    Vdeo do Youtube possui mais de 40 mil acessos

    bbado e nunca mais na vida tomei usque. O nome da msica era para ser Retrato da Minha Paixo. Passou a ser Whisky Sem Gelo. Ela est no yotube pouco h tempo. Gravei em 1986 e at hoje sucesso.

    Vitrine - Postar ela no You-tube foi uma estratgia de divulgao?

    Pedro Um amigo meu postou. Eu me apresentei no programa do Teodoro e Sampaio, na Rede Bandeirantes. Durante quatro meses o vdeo [do programa] teve 12 mil acessos. Hoje, o vdeo no Youtube tem 40 mil acessos. Foi um amigo de Porto Alegre que colocou. Ele gosta muito dessa msica.

    Vitrine - Esperava que o vdeo tivesse o alcance conquistado?

    Pedro No. Quando gravei, gravei outra muito bonita, Pedido de Amigo. Calculava que fosse essa que fosse estourar. Ela tambm bem acessada.

    Vitrine - Tens uma longa car-reira musical. A msica sempre foi uma vocao?

    Pedro Gosto demais. Est no sangue. Vivo a msica. Gosto de msica e gosto de tudo que estilo. Eu tenho um estilo prprio, entre gacho e sertanejo. Alm disso, me deu muita alegria. E minha famlia me incentiva. A minha vida, antes de viver da msica, era de chorar. Depois, tudo mudou.

    Vitrine - a msica te susten-ta?

    Pedro At poucos dias, sim.

    Agora sou secretrio [de Gabine-te, do prefeito de Lages, Elizeu Mattos]. Mas sempre vivi das msica, embora no seja muito fcil. Tem muita gente que no consegue viver da msica. Se analisar, em Lages, Os Filhos do Rio Grande que se desta-caram em todo Brasil e o Joo Amorim, com os filmes dele. No sei de mais ningum.

    Vitrine - difcil fazer msica no pas?

    Pedro difcil. No para qualquer um . Inclusive, no me considero compositor, nem perto. Porcaria, qualquer um faz. Agora, fazer algo com comeo, meio e fim, e que uma pessoa pare para escutar, tem que ser coisa de fundamento.

    Vitrine - Alguma vez pensou em desistir da produo mu-sical?

    Pedro - No, nunca pensei.l

    Eu meio que abandonei quando me envolvi na poltica. Fui verea-dor trs legislaturas consecutivas e a poltica exige muito. E eu as-sumi muita coisa, a presidncia do partido, a mesa da Cmara [de Vereadores], e abandonei, em parte.

    Vitrine Tem algum projeto em vista?

    Pedro - Tenho um projeto para 2014. Quero fazer um CD do meu gosto, regravando msicas que gosto de outros artistas e algumas inditas para lanar em 2014, na Festa do Pinho. Pretendo, tambm, elaborar um projeto para fazer um filme docu-mentrio mostrando s pessoas que s vezes se desacorsoam na vida que se lutar, vence. s buscar os objetivos. Esta a inteno. E mostrar nossa tradio, os pontos tursticos da nossa regio.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 18

    Clich, mais chique!

    [email protected]

    Pode parecer meio pre-coce falarmos de primavera - vero 2014, mais no . Grandes lojas j esto com pr-lanamentos borbulhan-do cheios de tendncias novas, com estampas super coloridas, tecidos fluidos e peas super estilosas, trazen-do o que h de mais novo saindo do forno. E o que vem por ai? O que posso usar? Esta uma pergunta que de cada 10 clientes, 8 me fazem, e minha resposta sempre a mesma: use o que voc gosta, o que voc mais se identifica. Mas o que fica mais cool voc utilizar tendncias a seu favor. Um exemplo disto uma tendn-cia j conhecida entre ns! Listras! Elas, que deram suas caras no inverno, vo reinar

    Henrique Beling em um dia especial com modelos da Serra

    No sbado, 24 de agosto, a Agn-cia de Modelos V Models teve um convidado especial em sua sede. Henrique Beling, colega colunis-ta neste Jornal, deu uma aula de expresso corporal para as modelos do Curso que a agncia est disponibilizando. Henrique bacharel como bailarino e core-grafo pela PUC de Curitiba/PR, tem licenciatura como professor de dana tambm pela PUC, pos-sui curso de Danas Clssicas da Fundao Teatro Guara (Curitiba/PR), fez parte da Escola Nacional de Ballet Clssico de Santiago

    do Chile, e fez Ps-Graduao Especializao em Dana Cni-ca na Udesc em Florianpolis/SC. Ainda dentro deste incrvel currculo, atuou nas seguintes companhias: Ballet Stagium (So Paulo/SP), Cia de Danza Contem-pornea de Santiago do Chile, Projeto pr-profissional do Teatro Guara (Curitiba/PR) e do Grupo da Faculdade de Dana da PUC/FTG. Trabalhou por nove anos na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. As modelos fizeram manifesta-es de agradecimento ao talento dele nas redes sociais.

    Modelo no tem idade. A fofa Laura Mariano Lemos, de 1 ano e 4 meses exemplo disto. Ela j posa para fotos como se estivesse brincando. Quem sabe estamos olhando para uma futura top model

    A new face, Rafaela Cardoso, 15 anos, que participa do Centro de Treinamento de Modelos da V Models, est dando os primeiros passos como modelo. A bela tambm participou do ltimo Fashion Hair, realizado pela Lafi, e foi muito bem, sendo destaque de palco na apresentao dos gmeos cabeleireiros, Maurcio e Roberto. Sucesso o que desejamos

    Quem estreou muito bem como mo-delo foi Thuani Kuntze Rodenbusch, 15 anos. Ela fez o primeiro trabalho no ltimo Fashion Hair na apresentao de nada menos que Duda Molinos e chamou a ateno do famoso maquia-dor e empresrio, que rasgou elogios modelo da V Models. Vindo de Duda Molinos, acredito que a modelo pode se considerar agraciada j no comeo de sua carreira. Duda criador de beleza para os desfiles dos princi-pais estilistas nacionais e diversas campanhas publicitrias das grifes de moda e beleza, e vrios importantes editoriais de mdia impressa. consi-derado um dos melhores maquiadores do pas, detentor de vrios prmios, vencedor de quase todas as edies do Prmio Avon Color de maquiagem e do Prmio Abit de melhor maquia-dor, e ainda foi jurado do programa Brazils Next Top Model

    Fotos Bruno R

    osa

    Fotos Bruno R

    osa

    Beijos Ana Lopes

    com Ana Lopestambm no vero. Sejam grossas, finas, horizontais ou verticais, de todos os jeitos, cores e estilos. Para voc, que est um pouco acima do peso e no quer errar na hora de utiliz-las, prefira as linhas grossas e verticais, pois vo alongar sua silhueta, criando uma iluso de tica, tanto em calas, shorts, saias, quanto em camisas, blazers e etc. Use as listras a seu favor. Elas vo te ajudar a esconder os quilinhos a mais. Opte tambm por usar, por exem-plo, listras em preto e branco com alguma outra pea colorida. Com certeza vai te deixar mais jovem. Para as que esto no seu peso ideal, est liberado qualquer estilo! Ouse com calas pantalonas, shorts larguinhos, saias lon-gas e curtas. Mas, cuidado para no exagerar nos aces-srios, j que a listra chama a ateno por si s. Invista no tradicional look Navy, tendn-cia ligada, e muito, nas listras, o famoso caso de amor entre o vermelho, azul marinho e branco.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 19Homem do Campo

    Aninha do Bento

    No dia 30 de agosto de 1835 ca-sam-se na igreja matriz de Laguna, Manuel Duarte de Aguiar e Ana Ma-ria de Jesus, na poca com apenas 14 anos, uma criana adolescente. provvel que certa presso familiar apressasse este casamento, pois ela era a terceira filha de uma numerosa famlia e a me, viva. Por certo, sofriam dificuldades econmicas.

    O marido, de profisso sapatei-ro, tinha a alcunha de Manoel dos cachorros. Pacato, gastava o tempo batendo solas, concertando taman-cos, pescando. Pelo visto, nem de perto era o tipo de marido que a Aninha sonhara, j que ela tinha como exemplo de homem viril o

    pai, que tinha gosto pela aventura, bravateiro e acostumado a lida bruta da vida rural. Por indcios de relatos, em julho de 1839 era pro-vvel que o casal no vivesse mais nem em harmonia e nem juntos, j que ela, proprietria de ventre frtil, em quatro anos de casamento no teve filhos.

    Aps a tomada de Laguna pelos farroupilhas, saram da cidade v-rias pessoas que, de alguma forma, temiam por sua segurana e honra, principalmente moas e mulheres jovens, mas Anita l permaneceu sem ter para onde ir e nem marido para garantir-lhe a integridade. Existe a hiptese de que Manoel

    [email protected]

    Aguiar tenha sido morto na tomada da cidade, j que era integrante da guarda nacional. O desapareci-mento do corpo uma incgnita e a probabilidade de Ana Maria ser viva deste episdio para frente muito forte.

    Garibaldi, revela em suas mem-rias, sem precisar data, que estavam j h algumas semanas em Laguna quando, no convs da escuna Ita-parica, entristecido pela morte dos companheiros, especialmente seu amigo de infncia, Edoardo Mu-tru, de luneta mo, pesquisando a prainha da barra, avistou uma mulher que lhe chamou a ateno. Foi em terra firme para v-la de perto. No a encontrou, mas acei-tou o convite de um morador para tomar caf em sua casa. Eis que lhe aparece frente a mulher que vira momentos antes. Impressionado com a coincidncia, pronunciou esta frase: Tu devi esser mia. Neste momento est selada a sbita paixo que mudaria para sempre a histria da simples Aninha do Ben-to, a histria de Santa Catarina e da prpria Itlia.

    Giuseppe Garibaldi estava com

    32 anos e era o centro das atenes. Ana Maria, agora com 18 anos, era uma mulher amadurecida pelo infortnio de um casamento mal fadado de quatro anos e assume toda a sorte futura da paixo mtua que se desenhou.

    Alm do mais, Ana Maria e o tio, Antonio Ribeiro da Silva, eram simpatizantes do movimento revo-lucionrio. Ele teve a casa queimada em Lages a mando do coronel Ma-nuel dos Santos Loureiro, em 1837.

    Mas na batalha de Imbituba, em 3 de novembro, que Anita pas-sa pelo batismo de fogo. O convs do Rio Pardo atingido por uma bala de canho. Caem Anita e dois marinheiros. Garibaldi corre at a companheira coberta de sangue que, milagrosamente, pem-se em p sem ferimentos e, ao ser ins-truda a se proteger no poro, ela retruca: vou ao poro sim, para acossar os que se acovardaram. E volta com trs marinheiros por diante. Dali a doze dias acontece a batalha que poria fim ao sonho da Repblica Juliana.

    Na tarde de 15 de novembro de 1839 quase vinte embarcaes do

    exrcito imperial, apinhadas de gente e equipamentos, se posicio-nam na barra da Laguna. Garibaldi estava em terra, bem como Teixeira Nunes e Canabarro. Anita, perce-bendo o ltimo momento defesa que se propunha, dispara o primei-ro tiro de canho contra a poderosa frota imperial. Aps horas de com-bate a situao insustentvel e os marinheiros farroupilhas recebem ordens de salvar apenas armas e munio, e queimar os barcos. Garibaldi ordena a dois remadores que pem a salvo Anita e a primeira carga de armas, mas, para surpresa de todos, Anita volta, no s uma, mas doze vezes abaixo da saraivada de balas de to feroz combate.

    Qualquer combatente que, por ventura, tivesse este instinto guer-reiro, este esprito de contribuio, o destemor imedvel pelo cheiro e pela cor da morte, teria no peito quilos de condecoraes e honra-rias. Seu nome estaria escrito nas lpides, ao p dos monumentos em todas as praas, em todas as pginas dos livros e o seu herosmo seria relembrado para sempre por todo o pas.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 20Turismo

    Esta talvez seja uma pergunta que poucos se fazem no momento de planejar e comprar sua viagem, seja para as frias, final de semana ou para um feriado prolongado. A pergunta mais comum, e com toda razo, mesmo quando no feita, mas que ocorre a todos Quanto custa? viajar para este ou aquele destino. Que tal tentarmos esclarecer estas e outras dvidas sobre a sua prxima viagem?

    Ento, para comear, quanto custa viajar?

    Realizar o sonho de viajar nas frias j possvel para a maioria dos brasileiros. A queda dos preos mdios de passagens areas e hospedagem em hotis, aliada fle-xibilidade e formas de pagamento e parcelamento, torna possvel planejar novos destinos e tambm a primeira

    viagem para muita gente que at pouco tempo ainda duvidava de que uma viagem de frias poderia caber em seus bolsos.

    Para onde vale a pena viajar?Voc decide! Existem centenas

    de roteiros e destinos prontos para quem gosta de viajar nas frias. So hotis, passeios, pontos tursticos e inmeras atraes especialmente preparadas por profissionais do tu-rismo para melhor atender o turista em cada um dos destinos.

    As viagens nacionais acabam sendo a melhor opo para os pe-rodos em que o dlar e euro esto em alta. O nordeste do Brasil tem os destinos mais procurados, tanto por turistas brasileiros quanto es-trangeiros.

    J para viagens internacionais, existem muitos outros roteiros e destinos imperdveis espalhados

    pelos quatro cantos do mundo. Cari-be, Estados Unidos e Europa esto entre os destinos internacionais mais procurados pelos turistas brasileiros.

    Como est mais barato sonhar e viajar, nestes ltimos anos vem aumentando a procura por destinos exticos como Pequim, Hong Kong, Xangai, Dubai, Abu Dhabi, Jaipur, Nova Deli e Joanesburgo.

    Quais so os destinos reco-mendados para as minhas prxi-mas frias?

    importante salientar que toda viagem, independente do destino, nasce de um sonho, muitas vezes cultivado h tempos e, quando reali-zado, quase sempre, compartilhado com a famlia e com os melhores amigos. Ento, vamos sonhar?

    Se voc pretende fazer uma viagem curta, apenas num final de

    semana, os destinos prximos, como Balnerio Cambori e Florianpolis, so indicados se voc gosta de praias, ou ainda Bento Gonalves, Gramado, Piratuba e Treze Tlias se voc preferir as Serras Gacha e Catarinense. So destinos prximos a Lages e com muitas atraes tursticas, e com preos bastante acessveis!

    E se voc estiver planejando uma viagem mais longa, com pelo menos cinco dias, dentro do Brasil, a sugesto selecionar algum destino do nordeste brasileiro. Fortaleza, Natal, Salvador, Recife, Macei e Porto Seguro esto entre as praias mais procuradas e oferecem uma estrutura hoteleira excelente, alm de muitos passeios, atraes, comi-da tpica, artesanato, exuberantes praias e belezas naturais que voc s encontrar no litoral do nordeste

    brasileiro.Mas, se voc est sonhando

    com uma viagem internacional, procure planej-la e compr-la com bastante antecedncia. Assim, voc conseguir prepar-la com mais tranquilidade e aproveitar os melho-res preos de hotis e passagens areas.

    Que cuidados devo tomar ao comprar minha viagem de frias?

    Dependendo do destino escolhi-do, cuidados especiais devem ser tomados em relao documenta-o para a viagem, transporte areo, receptivo, hospedagem, passeios e guias locais. Agentes e consultores de viagem so os profissionais capa-citados e indicados para assessor--lo e ajud-lo a planejar e comprar o pacote para sua prxima viagem. Tenha uma Boa Viagem!

    Fabiano [email protected]

    Quanto vale uma boa viagem?

    Monumento erguido em homenagem ao General San Martn, heri nacional da Argentina

    2Falsias vermelhas e brancas marcam apaisagem da praia do Rio da Barra, localizada ao norte de Trancoso

    1 A Praia de Jenipabu garante diverso com os passeios de buggy por entre as dunas mveis3

    1

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    R$ 116,00SEMJUROS vista R$ 1.160, no hotel Golden Park para sada 26/outubro.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 21EvidnciaAndrea Bianchini & Mirella Bianchini

    Dicas de Mirella Bianchini

    Espadrilhas de renda

    As espadrilhas voltaram com tudo e, no vero, se tornam um item indispensvel nos looks das fashionistas. O confortvel calado, que virou mania no mundo inteiro, ganha flego e d o ar da graa tambm no inverno, em novas verses e materiais.

    A Soulier substituiu a lona, material to comum na cons-truo das espadrilhas, por renda preta, descartando de vez o visual bsico e elevando sua casualidade mxima versatilidade. A inusitada mistura dos materiais, como a renda e a juta, possibilita seu uso no s no dia a dia como tambm em um descontrado evento noturno.

    Blazer feminino

    uma pea curinga de qualquer guarda roupa. Ele consegue tornar aquela produo bsica em um look mais fashion e elegante, alm de deixar a mulher bem vestida. Antigamente, o blazer era visto como uma pea masculina e s era aceitvel as mulheres os usarem se fosse para ir ao trabalho.

    Repaginado, virou uma tendncia e agora ele deixa de ser uma roupa apenas de trabalho e surge com modelagens mais modernas, estruturados e em diferentes cores, ganhando espao no mundo fashion. Ele pode ser usado em todas as ocasies, tanto durante o dia quando durante a noite, e combina com quase todo tipo de peas, como saias, vestidos, shorts, jeans.

    Para compor um look despojado, aposte em uma boa cala jeans skinny com uma t-shirt divertida para quebrar um pouco a seriedade do blazer. Vestidos mais curtinhos, ou ento saias de cintura alta, so timas opes para formar uma produo mais sofisticada para uma festa ou ento eventos importantes. Brinque com estampas, escolhendo algo tnico ou floral no vestido.

    Foto

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    Cleverson Bruda comemorando seu aniversario,sua esposa e seu filho lhe desejam muitas felicidades hoje e sempre. Amamos muito voc.

    Lindas e elegantes Denise Mello flores e Odete Locatelli

    Lais Andrade Lima de bem com a vida, comemorou seu niver com a famlia.

  • Lages, 30 de agosto de 2013 - Ano 3 22DivulgaoVitrine Cultural

    Henrique [email protected]

    Workshop em dana

    Mostra da Bailarina

    Msica nativista

    Artes na Rua

    O Show Reginaldo Frber e Gru-po apresenta msicas dos CDs da carreira do cantor e violonista Re-ginaldo Frber, da cidade de Lages. Com trs CDs gravados e lanando o quarto trabalho, apresenta msicas com temas falando do campo, da nossa terra e das tradies gachas e serranas. No estilo nativista, um show essencialmente de divulgao deste trabalho autoral que ganha um brilho especial com a participao de excelentes msicos da nossa cidade.

    Esto abertas, at o dia 10 de ou-tubro, as inscries para o Prmio Funarte Artes na Rua (circo, dana e teatro) 2013. . Ao todo, sero con-templados 70 projetos nas seguintes modalidades: montagem ou circula-o de espetculos de rua; perfor-mances cnicas ou intervenes na rua; registro e memria de grupos e suas atividades. O investimento to-tal de R$ 3 milhes e as premiaes variam entre R$ 32,7 mil e R$ 60 mil.

    Conferncia de Cultura

    Confirmado o apoio realizao do III Frum de Rede de Pontos de Cultura - I Conferncia Livre de Cultura. O evento ocorrer nos prximos dias 17 e 18 de setembro, no Cinema do CIC