Voz Paroquial

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Jornal da Paroquia da Trindade

Text of Voz Paroquial

  • Pag. 8

    ParoquialVoz

    152 Festa da Santssima TrindadeNovena da Famlia, gastronomia, shows e muito mais

    Corpus ChristiEucaristia, fonte e centro de toda a vida crist, tesouro espiritual da Igreja

    Jornal da Parquia da Santssima Trindade Florianpolis SC Ed. 02 Junho de 2009 Distribuio Gratuita

    Pags. 4 e 5

  • opinio2

    O jornal Voz Paroquial uma publicao da Parquia

    da Trindade

    Direo:Pe. Frei Cassio, OFMCap

    Contato:jornalista@domunisassessoria.com.br

    Fone: (48) 3025-6772Praa Santos Dumont, 94

    Trindade88036-680 Florianpolis SC

    expediente

    palavra do freiFrei: Cassio

    editorialKetlin Rosa

    Produo:Jornalista responsavel

    Ketlin Rosa - SC02821-JP

    Texto reportagens Ketlin Rosa

    Projeto Gra co/DiagramaoAndre Kinal

    ImpressoGrafi ca Rio Sul

    Tiragem3mil

    PeriodicidadeMensal

    Em festa escrevemos para voc querido leitor, afinal em festa se encontra a Parquia da Santssima Trindade. A segunda edio deste jornal traz em suas pginas centrais um especial das comemoraes, detalhes da nove-na, que tem como tema A famlia educadora da f, promotora da paz curiosidades histricas, gas-tronomia, shows, enfim todas as informaes deste super evento.

    Voc pode encontrar ainda na pgina 3 as atividades que a Pastoral da Solidariedade, com sua extensa rede social, progra-ma para o ms de junho. A pgi-na das comunidades (6) tambm est muito especial, destaco aqui a Reforma do Centro de Pasto-ral e da Igreja de So Bento, que trouxe mais comodidade e beleza para Parquia.

    Na pgina dos franciscanos uma entrevista com Frei Marco, que vai falar um pouco do que

    passou em seus pensamentos na hora da profisso de seus votos perptuos. Conhea um pouqui-nho mais da histria de vida deste Frei.

    E na contra capa uma matria feita com carinho sobre o Corpus Christi, dia do ano em que o San-tssimo Sacramento sai s ruas de todo o mundo. Entenda a impor-tncia desta solenidade para Igre-ja, como surgiu e o que a tornou to popular.

    Amigo leitor deve entrar no ar em breve o novo site da Parquia da Santssima Trindade, e tam-bm uma logomarca elaborada por quem entende do assunto, para representar bem a grande comunidade catlica da Trindade.

    Atendendo a solicitaes, o nome do jornal passa para Voz Paroquial. Agradecemos a cola-borao de todos para com esta publicao.

    Boa festa para todos!

    Amados, a paz do Senhor! A PARTILHA DO DZIMO GRATIDO A DEUSPrezados dizimistasPaz e Bem!

    Comeo esta carta re etindo com vocs sobre nossa misso na Igreja de Jesus. Mas, o que ser Igreja? Igreja o prdio material onde se re-alizam as missas e o padre a fi gu-ra que resolve tudo? Absolutamente, no! A Igreja somos todos ns: desde o Papa, at o mais humilde batizado. As instalaes, os recursos materiais, so instrumentos da misso da Igreja, a evangelizao dos povos. Portan-to, os leigos, somos fundamentais na Igreja: Se ela vai mal, tambm somos responsveis, se vai bem, porque tambm fazemos a nossa parte. E qual ? Sermos cristos ativos, nas celebraes, na prtica dos ensina-mentos de Jesus. A cano do Pe. Ze-zinho nos revela como: Amar como Jesus amou, viver como Jesus vi-veu, etc. Jesus viveu amando, sem-pre, sempre! Que bom quando dizem por a: Vede como eles se amam! E uma das formas de se demonstrar o amor a caridade: a maior de todas

    as virtudes. Aproveito para agradecer por sua fi delidade como dizimista. Ela faz com que nossa parquia seja dinmica, inovadora, amorosa e cari-dosa.

    A idia, ainda que rstica, do Cu, que nos espera, est nos Atos dos Apstolos 4, 32-35. A multido dos is, era um s corao e uma s alma. Ningum considerava suas as

    coisas que possua, mas tudo era posto em comum. Com grande poder, os apstolos testemunhavam a res-surreio do Senhor Jesus. E todos gozavam de grande estima. Ningum passava necessidade, pois aqueles que tinham terras ou casas as ven-diam e traziam o dinheiro e o coloca-vam aos ps dos apstolos. Depois,

    era distribudo cada um conforme a sua necessidade.

    Isto possvel meus irmos e ir-ms, mesmo que seja uma utopia, nos dias atuais, maravilhoso e inspirador para a vivncia da f este desafi o dos primeiros cristos. Vamos continuar unidos, mas unidos em Cristo, nossa Pscoa e certeza da salvao.

    Sintetizando: A Igreja somos todos ns: Papa, padres, ministros, leigos... E todos somos responsveis pelas suas aes: sejam espirituais ou so-ciais. E para o xito da misso da Igre-ja preciso recursos materiais, para as celebraes, obras sociais e para a converso de muitas outras pessoas. E o Dzimo, as ofertas, que tornam, materialmente, as atividades da Igreja possveis.

    Muitssimo obrigado por fazer par-te da famlia da Santssima Trinda-de. Com certeza, voc e sua famlia j instrumentos da bno de Deus. Continuem fi is a Ele.

    O Senhor enviou e seu Esprito, e todas as coisas foram renovadas.

    Aproveito para agradecer por sua delidade como dizimista

    No prximo dia 19 de junho tem incio o Ano Sacerdotal, em comemorao aos 150 anos da morte de So Joo Maria Vianney, o Cura de Ars, que deve ser proclamado padro-eiro dos sacerdotes. Com o tema Fideli-dade em Cristo, fi de-lidade do sacerdote, a abertura acontece com uma grande celebrao no dia da Solenidade do Sagrado Corao de Jesus e Dia da Santifi cao Sacerdotal, deve estar presente a relquia do Cura de Ars. O encerramento ser um ano depois, na Praa So Pedro, no Encontro Mundial Sacerdotal.

    Abertura do Ano Sacerdotal

    Encerramento do Ano PaulinoNeste ms acontece o encerramento do Ano Paulino, apstolo dos gen-

    tios, Paulo levou para todo territrio da Palestina o anncio de Jesus Cristo, ele foi um grande missionrio e discpulo.

    O trmino deste ano especial acontece no dia 28 de junho, com sete cele-braes simultneas, que devem ser realizadas por cardeais nomeados pelo Papa Bento XVI. So lugares paulinos e por isso recebem os enviados do Sumo Pontfi ce: Terra Santa, Malta, Chipre, Turquia, Grcia, Sria e Lbano.

    Neste ms dos namorados segue um alerta para todos os solteiros, em especial para juventude: No faa-mos de nossos relacionamentos um verdadeiro copinho descartvel, que s servir por alguns minutos, e de-pois lixo!

    Ento, vamos tornando nossa afe-tividade uma lixeira sem perceber. E ningum pra, vai apenas acumu-lado restos estragados que no servem nem para olhar quanto mais para tirar boas coisas, aprendizado, amadurecimento.

    No fundo, todos querem um na-moro legal com uma pessoa gen-te boa atravs do qual, juntos, se possa crescer e ser feliz. Para isso, um bom incio pedir o auxlio do Es-prito Santo, que nos liberte de toda mentalidade distorcida, dos apegos a coisas to pequenas como aparncia ou dinheiro, carro, etc. Seja amigo de Deus, como So Jos foi, e olha s com quem ele se casou: a mulher mais perfeita que o mundo j conhe-ceu. Que o amava, mesmo sabendo que ele era pecador.

    No se pode esquecer que pre-ciso cultivar a amizade, at os estu-diosos dizem isso. atravs da ami-zade que vamos nos conhecendo re-ciprocamente, no se ama o que no se conhece. Sigamos as palavras do querido Papa Joo Paulo II:

    Eu quero um namoro santo!Precisamos de santos

    Precisamos de santos que estejam no mundo e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que no sejam mundanos. (Papa Joo Paulo II).

    Precisamos de santos sem vu ou batina. Precisamos de santos de calas jeans e tnis. Precisamos de santos que vo ao cinema, ouvem msica e pas-seiam com amigos. Precisamos de santos que coloquem Deus em primeiro lugar e que se lascam na faculdade. Precisamos de santos que tenham tempo dirio para a orao e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade. Precisamos de santos modernos, santos do sculo XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo. Precisamos de santos comprometidos com os pobres e com as necessrias mudanas sociais. Precisamos de santos que vivam no mundo, que se santifiquem no mundo, que no tenham medo de viver no mundo. Precisamos de santos que bebam coca-cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas. Precisamos de santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que no tenham vergonha de tomar uma cervejinha ou comer uma pizza nos fim-de-semana com os amigos. Precisamos de santos que gostem de cinema, de teatro, de msi-ca, de dana. Precisamos de santos sociveis, abertos, normais, amigos, ale-gres, companheiros. Fonte: www.comshalom.org

  • geral 3

    Coluna dos capuchinhos

    No incio de maio as integran-tes do Clube da Experincia parti-ciparam de uma excurso em So Francisco do Sul, ancoradas no Barco Prncipe. Este passeio faz parte das atividades promovidas pelo grupo, que h 17 anos de-senvolve a convivncia e a parti-lha entre a Terceira Idade.

    No dia 02 de julho acontece a reunio da Rede Social, a partir das 14h, na sede da Ao Social da Matriz. O encontro vai reunir representantes das mais diversas atividades, grupos e entidades que compe a Pastoral da Solida-riedade.

    A primeira reunio do ano acon-teceu no ms de maro, para ava-liar os trabalhos de 2008 e para definir algumas prioridades. Bus-car parcerias para disponibilizar cursos e oportunidades de em-prego para jovens e adultos; par-ticipar dos conselhos de direitos e dos Fruns de Polticas Pblicas; alm da contratao de professo-

    Encontro da Rede Social

    res de informtica para a Casa da Criana e Casa So Jos, foram alguns dos encaminhamentos.

    Parquia aguarda aprovao de projetos

    Tambm como prioridade, a Rede Social da Parquia desen-volveu dois projetos para encami-nhar ao FAS (Fundo Arquidioce-sano de Solidariedade), que um rgo da Arquidiocese de Floria-npolis que destina recursos para ao sociais da Igreja.

    O Projeto Orquestra pretende arrecadar fundos para compra de violes, flautas e implantao do Curso de Teclado na Comunida-

    de Nossa Senhora de Guadalu