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WEG Iom General Manual of Electric Motors Manual General de Iom de Motores Electricos Manual Geral de Iom de Motores Electricos 50033244 Manual English

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WEG Iom General Manual of Electric Motors

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Motores | Automao | Energia | Transmisso & Distribuio | Tintas

Manual Geral de Instalao, Operao e Manuteno de Motores Eltricos Installation, Operation and Maintenance Manual of Electric Motors Manual General de Instalacin, Operacin y Mantenimiento de Motores Elctricos

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Manual Geral de Instalao, Operao e Manuteno de Motores EltricosEste manual apresenta informaes referentes aos motores eltricos WEG de induo com rotor de gaiola, com rotor de ms permanentes ou hbridos, de baixa e alta tenso, nas carcaas IEC 56 a 630 e NEMA 42 a 9606/10. As linhas listadas abaixo possuem informaes adicionais, encontradas em manuais especficos: g Motores para extrao de fumaa (Smoke Extraction Motor); g Motores com freio eletromagntico; g Motores para reas Classificadas. Estes produtos esto de acordo com as seguintes normas, quando aplicveis: g NBR 17094-1: Mquinas Eltricas Girantes - Motores de Induo Parte 1: Trifsicos g NBR 17094-2: Mquinas Eltricas Girantes - Motores de Induo - Parte 2: Monofsicos g IEC 60034-1: Rotating Electrical Machines - Part 1: Rating and Performance g NEMA MG 1: Motors and Generators g CSA C 22.2 N100: Motors and Generators g UL 1004-1: Rotating Electrical Machines General Requirements Em caso de dvidas sobre a aplicabilidade desse material, contate a WEG.

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NDICE1. DEFINIES ..................................................................................................................................... 6 2. RECOMENDAES INICIAIS .................................................................................................... 72.1. SINAL DE ADVERTENCIA .................................................................................................................. 7 2.2. VERIFICAO NO RECEBIMENTO .................................................................................................. 7 2.3. PLACAS DE IDENTIFICAO ........................................................................................................... 8

3. SEGURANA .................................................................................................................................. 11 4. MANUSEIO E TRANSPORTE ................................................................................................... 124.1. IAMENTO ........................................................................................................................................ 12 4.1.1. Motores horizontais com um olhal de iamento ................................................................. 13 4.1.2. Motores horizontais com dois ou mais olhais de iamento.............................................. 13 4.1.3. Motores verticais .................................................................................................................... 14 4.1.3.1. Procedimento para colocao de motores W22 na posio vertical ........................... 15 4.1.3.2. Procedimento para colocao de motores HGF na posio vertical ........................... 16 4.2. PROCEDIMENTO PARA TOMBAMENTO DE MOTORES W22 VERTICAIS ................................ 17

5. ARMAZENAMENTO ..................................................................................................................... 19 5.1. SUPERFCIES USINADAS EXPOSTAS ........................................................................................... 19 5.2. EMPILHAMENTO ............................................................................................................................. 19 5.3. MANCAIS .......................................................................................................................................... 20 5.3.1 Mancais de rolamento lubrificados a graxa ......................................................................... 20 5.3.2 Mancais de rolamento com lubrificao a leo .................................................................. 20 5.3.3 Mancais de rolamento com lubrificao do tipo Oil Mist .................................................. 21 5.3.4 Mancais de deslizamento ....................................................................................................... 21 5.4. RESISTNCIA DE ISOLAMENTO ................................................................................................... 21 5.4.1. Procedimento para medio da resistncia de isolamento .............................................. 21 6. INSTALAO .................................................................................................................................. 246.1. FUNDAES PARA O MOTOR........................................................................................................ 25 6.2. FIXAO DO MOTOR ...................................................................................................................... 27 6.2.1. Fixao pelos ps ................................................................................................................... 27 6.2.2. Fixao por flange ................................................................................................................. 28 6.2.3. Fixao por pad ...................................................................................................................... 28 6.3. BALANCEAMENTO .......................................................................................................................... 29 6.4. ACOPLAMENTOS............................................................................................................................. 29 6.4.1. Acoplamento direto ................................................................................................................ 29 6.4.2. Acoplamento por engrenagem ............................................................................................. 29 6.4.3. Acoplamento por polias e correias ...................................................................................... 29 6.4.4. Acoplamento de motores equipados com mancais de deslizamento............................. 29 6.5. NIVELAMENTO ................................................................................................................................. 30 6.6. ALINHAMENTO ................................................................................................................................ 30 6.7. CONEXO DE MOTORES LUBRIFICADOS A LEO OU DO TIPO OIL MIST ............................. 31 6.8. CONEXO DO SISTEMA DE REFRIGERAO GUA .............................................................. 32 6.9. CONEXO ELTRICA ...................................................................................................................... 32 6.10. CONEXO DOS DISPOSITIVOS DE PROTEO TRMICA ....................................................... 33

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6.11. TERMORRESISTORES (Pt-100)..................................................................................................... 34 6.12. CONEXO DA RESISTNCIA DE AQUECIMENTO ..................................................................... 36 6.13. MTODOS DE PARTIDA ................................................................................................................ 36 6.14. MOTORES ALIMENTADOS POR INVERSOR DE FREQUNCIA ................................................ 37 6.14.1. Uso de filtros (dV/dt) ............................................................................................................. 38 6.14.1.1. Motor com fio circular esmaltado .................................................................................... 38 6.14.1.2. Motor com bobina pr-formada ....................................................................................... 38 6.14.2. Isolamento dos Mancais ...................................................................................................... 38 6.14.3. Frequncia de Chaveamento............................................................................................... 39 6.14.4. Limite da rotao mecnica ................................................................................................ 39

7. OPERAO ...................................................................................................................................... 407.1. PARTIDA DO MOTOR ....................................................................................................................... 40 7.2. CONDIES DE OPERAO .......................................................................................................... 42 7.2.1. Limites da severidade de vibrao ....................................................................................... 43

8. MANUTENO .............................................................................................................................. 448.1. INSPEO GERAL ........................................................................................................................... 44 8.2. LUBRIFICAO ................................................................................................................................ 44 8.2.1. Mancais de rolamento lubrificados a graxa ........................................................................ 45 8.2.1.1. Motores sem graxeira ......................................................................................................... 47 8.2.1.2. Motores com graxeira......................................................................................................... 47 8.2.1.3. Compatibilidade da graxa Mobil Polyrex EM com outras graxas ................................. 47 8.2.2. Mancais de rolamento lubrificados a leo ......................................................................... 48 8.2.3. Mancais de rolamento com lubrificao do tipo Oil Mist ................................................. 48 8.2.4. Mancais de deslizamento ..................................................................................................... 48 8.3. DESMONTAGEM E MONTAGEM .................................................................................................... 49 8.3.1. Caixa de ligao ...................................................................................................................... 50 8.4. PROCEDIMENTO PARA ADEQUAO DA RESISTNCIA DE ISOLAMENTO ........................... 50 8.5. PARTES E PEAS ............................................................................................................................ 51

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9. INFORMAES AMBIENTAIS ................................................................................................. 52 9.1. EMBALAGEM .................................................................................................................................... 52 9.2. PRODUTO ......................................................................................................................................... 52 10. PROBLEMAS x SOLUES ................................................................................................... 53 11. TERMO DE GARANTIA ............................................................................................................. 54 12. DECLARAO DE CONFORMIDADE CE ......................................................................... 55

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1. DEFINIESBalanceamento: procedimento pelo qual a distribuio de massa de um corpo verificada e, se necessrio, ajustada para garantir que o desbalanceamento residual ou as vibraes e foras nos mancais na frequncia de rotao mecnica estejam dentro de limites especificados nas normas internacionais. Grau de balanceamento: indica a amplitude de pico da velocidade de vibrao, expressa em mm/s, de um rotor girando livre no espao e produto de um desbalanceamento especfico e a velocidade angular do rotor na velocidade mxima de operao. Parte aterrada: partes metlicas eletricamente conectadas ao sistema de aterramento. Parte viva: condutor ou parte condutora destinada para ser energizada em condies normais de uso, incluindo o condutor neutro. Pessoal autorizado: trabalhador que tem anuncia formal da empresa. Pessoal capacitado: trabalhador que atenda as seguintes condies, simultaneamente: Receba capacitao sob orientao e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado; g Trabalhe sob responsabilidade de profissional habilitado e autorizado.g

Nota: A capacitao s vlida para a empresa que o capacitou e nas condies estabelecidas pelo profissional habilitado e autorizado responsvel pela capacitao.

Pessoal habilitado: trabalhador previamente qualificado e com registro no conselho de classe competente. Pessoal qualificado: trabalhador que comprovar concluso de curso especfico na rea eltrica pelo sistema oficial deensino.

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2. RECOMENDAES INICIAISMotores eltricos possuem circuitos energizados, componentes girantes e superfcies quentes durante sua operao normal que podem causar danos s pessoas. Dessa forma, todas as atividades relacionadas ao seu transporte, armazenagem, instalao, operao e manuteno devem ser realizadas por pessoal capacitado. Devem ser observadas as normas e procedimentos vigentes no pas de instalao. A no observao das instrues indicadas neste manual e demais referenciadas no site pode resultar em srios danos pessoais e materiais e anular a garantia do produto. Neste manual no so apresentadas todas as informaes detalhadas sobre possveis variantes construtivas e nem considerados todos os casos de montagem, operao ou manuteno. Este documento contm informaes necessrias para que pessoas capacitadas possam executar o servio. As imagens apresentadas so meramente ilustrativas. Para motores utilizados para extrao de fumaa (Smoke Extraction Motors), consultar adicionalmente as instrues do manual 50026367 (ingls) disponvel no website www.weg.net. Para operao de motores com freio, consultar as informaes do manual do motofreio WEG 50000701 (portugus) / 50006742 (ingls) ou motofreio Intorq 50021505 (portugus) / 50021973 (ingls) disponveis no website www.weg.net. Para informaes sobre cargas radias e axiais admissveis no eixo consultar o catlogo tcnico do produto. A correta definio das caractersticas do ambiente e da aplicao de responsabilidade do usurio.

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Durante o perodo de garantia do motor, os servios de reparo, reviso e recuperao devem ser realizados por Assistentes Tcnicos autorizados WEG para continuidade do termo de garantia.

2.1. SINAL DE ADVERTENCIA

Advertncia sobre segurana e garantia.

2.2. VERIFICAO NO RECEBIMENTO Todos os motores so testados durante o processo de fabricao. No recebimento do motor, verificar se ocorreram danos durante o transporte. Na ocorrncia de qualquer dano, registrar por escrito junto ao agente transportador, e comunicar imediatamente a companhia seguradora e a WEG. A no comunicao pode resultar no cancelamento da garantia. Deve-se realizar uma inspeo completa no produto: g Verificar se os dados contidos na placa de identificao esto de acordo com o pedido de compra; g Remover os dispositivos de travamento de eixo (caso existam) e girar manualmente o eixo para verificar se o mesmo gira livremente. g Assegurar que o motor no tenha sido exposto poeira e umidade excessiva durante o transporte. No remover graxa de proteo da ponta do eixo, nem os tampes que fecham os furos da caixa de ligao, caso existam. Estes itens de proteo devem ser mantidos at que a instalao completa seja concluda.

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2.3. PLACAS DE IDENTIFICAOA placa de identificao contm as informaes que descrevem as caractersticas construtivas e o desempenho do motor. Nas Figura 2.1 e Figura 2.2 so apresentados exemplos dos leiautes das placas de identificao.

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Figura 2.1 - Placa de identificao de motores IEC.

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Figura 2.1 - Placa de identificao de motores IEC.

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Figura 2.2 - Placa de identificao de motores NEMA.

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3. SEGURANADurante a instalao e manuteno, os motores devem estar desconectados da rede, estar completamente parados e cuidados adicionais devem ser tomados para evitar partidas acidentais. Os profissionais que trabalham em instalaes eltricas, seja na montagem, na operao ou na manuteno, devem utilizar ferramentas apropriadas e serem instrudos sobre a aplicao das normas e prescries de segurana, inclusive sobre o uso de Equipamentos de Proteo Individual (EPI), que devem ser cuidadosamente observados.

Motores eltricos possuem circuitos energizados, componentes girantes e superfcies quentes durante sua operao normal que podem causar danos s pessoas. Dessa forma, todas as atividades relacionadas ao seu transporte, armazenagem, instalao, operao e manuteno devem ser realizadas apenas por pessoal capacitado.

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4. MANUSEIO E TRANSPORTEMotores embalados individualmente no devem ser iados pelo eixo ou embalagem, mas sim pelo(s) olhal(is) de iamento (quando existentes) e com dispositivos adequados. Os olhais de iamento so dimensionados para suportar apenas a massa do motor indicada na placa de identificao. Motores fornecidos em pallets devem ser iados pela base do pallet. Em nenhuma circunstncia, a embalagem deve ser tombada. No utilizar os olhais de iamento para suspender o motor em conjunto com outros equipamentos, como por exemplo: bases, polias, ventiladores, bombas, redutores, etc. Olhais danificados, por exemplo, com trincas, deformaes, etc, no devem ser utilizados. Verificar suas condies antes de utiliz-los. Os olhais de iamento em componentes como tampas, kit de ventilao forada, entre outros, devem ser utilizados somente para o iamento destes componentes de maneira isolada e nunca do motor completo. Toda a movimentao deve ser realizada de forma suave, sem impactos, caso contrrio os rolamentos podem ser danificados bem como os olhais serem expostos a esforos excessivos, podendo provocar o rompimento dos olhais. Os dispositivos de travamento do eixo (utilizados para proteo durante o transporte), em motores com rolamentos de rolos ou contato angular, devem ser utilizados para todo e qualquer transporte do motor, mesmo que isso requeira o desacoplamento da mquina acionada. Todos os motores HGF, independentemente do tipo de mancal, devem ter seu rotor travado para transporte.

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4.1. IAMENTO Antes de iniciar qualquer processo de iamento, certificar-se que os olhais estejam adequadamente fixos, totalmente parafusados e com sua base em contato com a superfcie a ser iada, conforme Figura 4.1. A Figura 4.2 exemplifica o uso incorreto. Certificar-se de que o equipamento utilizado no iamento e suas dimenses sejam adequados ao tamanho do olhal e da massa do motor.

Figura 4.1 Maneira correta de fixao do olhal de iamento.

Figura 4.2 Maneira incorreta de fixao do olhal de iamento

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4.1.1. Motores horizontais com um olhal de iamento Para motores com um olhal de iamento, o ngulo mximo resultante durante o processo de iamento no poder exceder 30 em relao ao eixo vertical, conforme Figura 4.3.30 Max.

Figura 4.3 ngulo mximo resultante para motores com um olhal de iamento.

4.1.2. Motores horizontais com dois ou mais olhais de iamento Para motores que possuem dois ou mais olhais para o iamento, todos os ollhais fornecidos devem ser utilizados simultaneamente para o iamento. Existem duas disposies de olhais possveis (verticais e inclinados), conforme apresentadas a seguir:g

Motores com olhais verticais, conforme Figura 4.4, o ngulo mximo resultante deve ser de 45 em relao ao eixo vertical. Recomenda-se a utilizao de uma barra separadora (spreader bar), para manter o elemento de iamento (corrente ou cabo) no eixo vertical e evitando danos superfcie do motor.

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45 Mx.

Figura 4.4 ngulo mximo resultante para motores com dois ou mais olhais de iamento.

Para motores HGF, conforme Figura 4.5, o ngulo mximo resultante deve ser de 30 em relao ao eixo vertical.

30 Mx.

Figura 4.5 ngulo mximo resultante para motores HGF horizontais.

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Motores com olhais inclinados, conforme Figura 4.6, necessria a utilizao de uma barra separadora (spreader bar), para manter o elemento de iamento (corrente, cabo, etc.) no eixo vertical e assim tambm evitar danos superfcie do motor.

Figura 4.6 Uso de barra separadora no iamento.

4.1.3. Motores verticais Para motores verticais, conforme Figura 4.7, necessria a utilizao de uma barra separadora (spreader bar), para manter o elemento de iamento (corrente, cabo) no eixo vertical e assim tambm evitar danos superfcie do motor.

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Figura 4.7 Iamento de motores verticais.

Utilizar sempre os olhais que esto dispostos na parte superior do motor em relao posio de montagem e diametralmente opostos. Ver Figura 4.8.

Figura 4.8 Iamento de motores HGF.

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4.1.3.1. Procedimento para colocao de motores W22 na posio vertical De forma geral, por questes de segurana durante o transporte, os motores verticais so embalados e fornecidos na posio horizontal. Para a colocao de motores W22 com olhais inclinados (ver Figura 4.6) na vertical, devem ser seguidos os passos abaixo: 1. Certificar-se que os olhais esto adequadamente fixos, conforme Figura 4.1; 2. Remover o motor da embalagem, utilizando os olhais superiores, conforme Figura 4.9;

Figura 4.9 Remoo do motor da embalagem.

3. Instalar o segundo par de olhais, conforme Figura 4.10;

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Figura 4.10 Instalao do segundo par de olhais.

4. Reduzir a carga sobre o primeiro par de olhais para iniciar a rotao do motor, conforme Figura 4.11. Esse procedimento deve ser realizado de forma lenta e cautelosa.

Figura 4.11 Resultado final: motor posicionado na vertical.

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4.1.3.2. Procedimento para colocao de motores HGF na posio vertical Os motores verticais HGF so fornecidos com oito pontos de iamento, sendo quatro na parte dianteira e quatro na parte traseira e geralmente so transportados na posio horizontal, mas para a instalao precisam ser colocados na posio vertical. Para a colocao de motores HGF na posio vertical, devem ser seguidos os passos abaixo: 1. Levantar o motor atravs dos quatro olhais laterais, utilizando duas talhas, ver Figura 4.12;

Figura 4.12 Iamento do motor HGF utilizando duas talhas.

2. Baixar a talha que est presa parte dianteira do motor e ao mesmo tempo levantar a talha que est presa no lado traseiro do motor at que o motor atinja o equilbrio, ver Figura 4.13.

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Figura 4.13 - Colocao de motor HGF na vertical.

3. Soltar a talha presa na parte dianteira do motor e girar o motor 180 para possibilitar a fixao da talha solta nos outros dois olhais da parte traseira do motor, ver Figura 4.14.

Figura 4.14 Suspenso de motor HGF pelos olhais traseiros.

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4. Fixar a talha solta nos outros dois olhais da parte traseira do motor e levant-la at que o motor fique na posio vertical, ver Figura 4.15.

Figura 4.15 - Motor HGF na posio vertical.

Estes procedimentos servem para movimentao de motores construdos para a montagem na posio vertical. Estes mesmos procedimentos podem ser utilizados para a colocao do motor da posio horizontal para a posio vertical e vice-versa. 4.2. PROCEDIMENTO PARA TOMBAMENTO DE MOTORES W22 VERTICAIS Para realizar o tombamento de motores W22 originalmente na vertical, siga os passos mostrados abaixo: 1. Certificar-se que os olhais esto adequadamente fixos, conforme item 4.1;

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2. Instalar o primeiro par de olhais e suspender o motor, ver Figura 4.16;

Figura 4.16 Instalao do primeiro par de olhais

3. Instalar o segundo par de olhais, ver Figura 4.17

Figura 4.17 Instalao do segundo par de olhais.

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4. Reduzir a carga sobre o primeiro par de olhais para iniciar a rotao do motor, conforme Figura 4.18. Esse procedimento deve ser realizado de forma lenta e cautelosa.

Figura 4.18 Motor est sendo girado para a posio horizontal.

5. Remover o primeiro par de olhais, ver Figura 4.19.

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Figura 4.19 Resultado final: motor posicionado na posio horizontal.

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5. ARMAZENAMENTOSe os motores no forem instalados imediatamente, recomenda-se armazen-los em local seco com umidade relativa do ar de at 60%, com temperatura ambiente acima de 5C e abaixo de 40C, isento de poeira, vibraes, gases, agentes corrosivos, com temperatura uniforme, em posio normal e sem apoiar sobre eles outros objetos. Remova polias, caso existam, da ponta de eixo, que deve ser mantida livre e com graxa protetiva para evitar corroso. Caso o motor possua resistncia de aquecimento, esta dever ser energizada sempre que o motor no estiver em operao. Isto se aplica tambm para os casos em que o motor estiver instalado, porm fora de uso por um longo perodo. Nestas situaes, dependendo das condies do ambiente, poder ocorrer condensao de gua no interior do motor, provocando queda na resistncia de isolamento. Os motores devem ser armazenados de tal modo que a drenagem seja facilitada (informaes adicionais esto disponveis no item 6).

As resistncias de aquecimento nunca devem estar energizadas enquanto o motor estiver operando. 5.1. SUPERFCIES USINADAS EXPOSTAS Todas as superfcies usinadas expostas (por exemplo, ponta de eixo e flange) so protegidas na fbrica por um inibidor de oxidao temporrio. Esta pelcula protetora deve ser reaplicada periodicamente durante o perodo de armazenagem (pelo menos a cada seis meses) ou quando for removida ou estiver deteriorada. 5.2. EMPILHAMENTO O empilhamento de embalagens durante o armazenamento no deve ultrapassar a 5 metros de altura, obedecendo-se aos critrios da Tabela 5.1:Tabela 5.1 - Empilhamento mximo recomendado Tipo de Embalagem Caixa de Papelo Carcaas IEC 63 a 132 NEMA 143 a 215 IEC 63 a 315 NEMA 48 a 504/5 IEC 355 NEMA 586/7 e 588/9 HGF IEC 315 a 630 HGF NEMA 5000 a 9600 Notas: 1) No empilhar embalagens maiores sobre menores. 2) Posicionar corretamente uma embalagem sobre a outra (ver Figura 5.1 e Figura 5.2). Quantidade mxima de empilhamento indicada na aba superior da caixa de papelo 06 03 Indicado na prpria embalagem

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Engradado de madeira

Figura 5.1 - Montagem adequada.

Figura 5.2 - Montagem inadequada.

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3) Os ps das embalagens superiores devem estar apoiados sobre calos de madeiras (Figura 5.3) e no sobre as fitas de ao e nem tampouco ficar sem apoio (Figura 5.4).

Figura 5.3 - Empilhamento adequado.

Figura 5.4 - Empilhamento inadequado.

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4) Para o empilhamento de um volume menor sobre um volume maior, acrescentar sarrafos transversais entre os mesmos quando o maior no oferecer resistncia ao peso do menor (ver Figura 5.5). Esta situao normalmente ocorre com os volumes dos motores de carcaa acima da IEC 225S/M (NEMA 364/5T).

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Figura 5.5 - Utilizao de sarrafos adicionais para empilhamento.

5.3. MANCAIS 5.3.1 Mancais de rolamento lubrificados a graxa Recomenda-se girar o eixo do motor pelo menos uma vez ao ms (manualmente, no mnimo cinco voltas, deixando o eixo em posio diferente da original). Obs.: caso o motor possua dispositivo de travamento do eixo, este deve ser retirado antes de girar o eixo e ser recolocado novamente antes de transportar o motor. Motores verticais podem ser armazenados na posio vertical ou na posio horizontal. Para motores com rolamento aberto armazenados por mais de seis meses, os rolamentos devem ser relubrificados, conforme item 8.2, antes da entrada em operao. Caso o motor permanea armazenado por um perodo superior a dois anos, recomenda-se substituir os rolamentos ou ento estes devem ser removidos, lavados, inspecionados e relubrificados conforme item 8.2. 5.3.2 Mancais de rolamento com lubrificao a leo O motor deve ser armazenado na sua posio original de funcionamento, e com leo nos mancais. O nvel do leo deve ser respeitado, permanecendo na metade do visor de nvel. Durante o perodo de armazenagem, deve-se, retirar o dispositivo de travamento do eixo e, mensalmente, rotacionar o eixo manualmente cinco voltas, para recircular o leo e conservar o mancal em boas condies. Sendo necessrio movimentar o motor, o dispositivo de travamento do eixo deve ser reinstalado. Para motores armazenados por mais de seis meses, os rolamentos devem ser relubrificados, conforme item 8.2, antes da entrada em operao. Caso o motor permanea armazenado por um perodo maior do que dois anos, recomenda-se substituir os rolamentos ou ento estes devem ser removidos, lavados, inspecionados e relubrificados conforme item 8.2. O leo dos mancais dos motores verticais, que so transportados na posio horizontal, retirado para evitar vazamento durante o transporte. Aps o recebimento, esses motores devem ser colocados na posio vertical e seus mancais devem ser lubrificados.20 Motores Eltricos

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5.3.3 Mancais de rolamento com lubrificao do tipo Oil Mist O motor deve ser armazenado na posio horizontal. Preencher os mancais com leo mineral ISO VG 68 com a quantidade de leo indicada na Tabela 5.2 (tambm vlida para rolamentos com dimenses equivalentes). Aps a colocao de leo nos mancais, gire o eixo (mnimo de cinco voltas). Durante o perodo de armazenagem, deve-se retirar o dispositivo de travamento do eixo (quando fornecido) e, semanalmente, rotacionar o eixo manualmente 5 voltas, deixando o eixo em posio diferente da original. Sendo necessrio movimentar o motor, o dispositivo de travamento do eixo deve ser reinstalado. Caso o motor permanea armazenado por um perodo maior do que dois anos, recomenda-se substituir os rolamentos ou ento estes devem ser removidos, lavados, inspecionados e relubrificados conforme item 8.2.Tabela 5.2 - Quantidade de leo por rolamento Tamanho de Rolamento 6201 6202 6203 6204 6205 6206 6207 6208 6209 6211 6212 6307 6308 Quantidade de leo (ml) 15 15 15 25 25 35 35 40 40 45 50 45 55 Tamanho de Rolamento 6309 6311 6312 6314 6315 6316 6317 6319 6320 6322 6324 6326 6328 Quantidade de leo (ml) 65 90 105 150 200 250 300 350 400 550 600 650 700

Durante qualquer manuseio do motor, os mancais devem estar sem leo. Dessa forma, antes da entrada em operao, todo o leo dos mancais deve ser drenado. Aps a instalao, caso o sistema de nvoa no esteja em operao, o leo deve ser recolocado para garantir a conservao do mancal. Neste caso, deve-se tambm proceder com o giro semanal do eixo. 5.3.4 Mancais de deslizamento O motor deve ser armazenado na sua posio original de funcionamento, e com leo nos mancais. O nvel do leo deve ser respeitado, permanecendo na metade do visor de nvel. Durante o perodo de armazenagem, deve-se retirar o dispositivo de travamento do eixo e, mensalmente, rotacionar o eixo manualmente 5 voltas (e a 30 rpm, no mnimo) para recircular o leo e conservar o mancal em boas condies de operao. Caso seja necessrio movimentar o motor, o dispositivo de travamento do eixo deve ser reinstalado. Para motores armazenados por mais de seis meses, os mancais devem ser relubrificados, conforme item 8.2, antes da entrada em operao. Caso o motor fique armazenado por perodo maior que o intervalo de troca de leo, ou no seja possvel rotacionar o eixo do motor, o leo deve ser drenado e aplicada uma proteo anticorrosiva e desumidificadores. 5.4. RESISTNCIA DE ISOLAMENTO Recomenda-se medir periodicamente a resistncia de isolamento dos motores, para assim avaliar as condies de armazenamento sob o ponto de vista eltrico. Se forem observadas quedas nos valores de Resistncia de Isolamento, as condies do armazenamento devem ser analisadas, avaliadas e corrigidas, quando necessrio. 5.4.1. Procedimento para medio da resistncia de isolamento A medio da resistncia de isolamento deve ser realizada em rea segura. A resistncia de isolamento deve ser medida com um megmetro e com o motor parado, frio e completamente desconectado da rede eltrica. Para evitar o risco de choque eltrico, descarregue os terminais imediatamente antes e depois de cada medio. Caso o motor possua capacitores, estes devem ser descarregados.

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recomendvel que cada fase seja isolada e testada separadamente, permitindo que seja feita uma comparao entre a resistncia de isolamento entre cada fase. Para testar uma das fases, as demais fases devem estar aterradas. O teste de todas as fases simultaneamente avalia apenas a resistncia de isolamento contra o terra. Neste caso no avaliada a resistncia de isolamento entre as fases. Os cabos de alimentao, chaves, capacitores, e outros equipamentos externos ligados ao motor podem influenciar consideravelmente a medio da resistncia de isolamento. Ao realizar estas medies, todos os equipamentos externos devem estar desconectados e aterrados. A leitura da resistncia de isolamento deve ser realizada aps a tenso ser aplicada pelo perodo de um minuto (1 min). A tenso a ser aplicada deve obedecer Tabela 5.3.Tabela 5.3 Tenso para medio da resistncia de isolamentoTenso nominal do motor (V) < 1000V 1000 - 2500 2501 - 5000 5001 - 12000 > 12000 Tenso aplicada para a medio da resistncia de isolamento (V) 500 500 - 1000 1000 - 2500 2500 - 5000 5000 - 10000

A medio da resistncia de isolamento deve ser corrigida para a temperatura de 40C conforme Tabela 5.4Tabela 5.4 - Fator de Correo da Resistncia de Isolamento para 40C Temperatura de Medio da Resistncia de Isolamento (C) 10 11 Fator de correo da Resistncia de Isolamento para 40C 0,125 0,134 0,144 0,154 0,165 0,177 0,189 0,203 0,218 0,233 0,250 0,268 0,287 0,308 0,330 0,354 0,379 0,406 0,435 0,467 0,500 Temperatura de Medio da Resistncia de Isolamento (C) 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 Fator de correo da Resistncia de Isolamento para 40C 0,500 0,536 0,574 0,616 0,660 0,707 0,758 0,812 0,871 0,933 1,000 1,072 1,149 1,231 1,320 1,414 1,516 1,625 1,741 1,866 2,000

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A condio do isolamento do motor dever ser avaliada comparando-se o valor medido com os valores da Tabela 5.5 (referenciados a 40C):Tabela 5.5 Avaliao do sistema de isolamento Valor Limite para tenso nominal at 1,1 kV (M) At 5 Entre 5 e 100 Entre 100 e 500 Acima de 500 Valor Limite para tenso nominal acima de 1,1 kV (M) At 100 Entre 100 e 500 Acima de 500 Acima de 1000 Situao Perigoso, o motor no deve operar nessa condio. Regular Bom Excelente

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Os dados indicados na tabela servem apenas como valores de referncias. Sugere-se manter o histrico da resistncia de isolamento do motor durante toda a sua vida. Se a resistncia de isolamento estiver baixa, o estator do motor pode estar mido. Nesse caso, recomenda-se lev-lo at um Assistente Tcnico Autorizado WEG para que sejam realizados a avaliao e o reparo adequado. Este servio no coberto pelo Termo de Garantia. Para procedimento de adequao da resistncia de isolamento, ver item 8.4.

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6. INSTALAOA instalao de motores deve ser feita por profissionais capacitados com conhecimentos sobre as normas e as prescries de segurana Antes de continuar com o procedimento de instalao alguns pontos devem ser avaliados: 1. Resistncia de isolamento: deve estar dentro dos valores aceitveis. Ver item 5.4. 2. Mancais: a. Rolamentos: se apresentarem sinais de oxidao, devem ser substitudos. Caso no apresentem oxidao, realize o procedimento de relubrificao conforme descrito no item 8.2. Motores armazenados por um perodo superior a dois anos devem ter seus rolamentos substitudos antes de colocados em operao. b. Mancais de deslizamento: para motores armazenados por perodo igual ou maior que o intervalo de troca de leo, devem ter seu leo substitudo. Caso o leo tenha sido retirado, necessrio retirar o desumificador e recolocar o leo no mancal. Maiores informao esto descritas no item 8.2. 3. Condio dos capacitores de partida: para motores monofsicos armazenados por um perodo maior que dois anos, recomendado que seus capacitores de partida sejam substitudos. 4. Caixa de ligao: a. Devem estar limpas e secas no seu interior. b. Os elementos de contato devem estar isentos de oxidao e corretamente conectados. Ver itens 6.9 e 6.10. c. As entradas de cabos no utilizadas devem estar corretamente seladas, a tampa da caixa de ligao deve ser fechada e as vedaes devem estar em condies apropriadas para atender o grau de proteo do motor. 5. Ventilao: as aletas, a entrada e a sada de ar devem estar limpas e desobstrudas. A distncia de instalao recomendada entre as entradas de ar do motor e a parede no deve ser inferior a (um quarto) do dimetro da entrada de ar. Deve-se assegurar espao suficiente para realizao de servios de limpeza. Ver item 7. 6. Acoplamento: remover o dispositivo de travamento do eixo (caso exista) e a graxa de proteo contra corroso da ponta do eixo e do flange somente pouco antes de instalar o motor. Ver item 6.4. 7. Dreno: devem sempre estar posicionados de forma que a drenagem seja facilitada (no ponto mais baixo do motor. Caso exista uma seta indicativa no corpo do dreno, o dreno deve ser montado para que a seta aponte para baixo). Motores com bujes de dreno de borracha saem de fbrica na posio fechada e devem ser abertos periodicamente para permitir a sada da gua condensada. Para ambientes com elevada condensao de gua e motores com grau de proteo IP55, os drenos podem ser montados na posio aberta (ver Figura 6.1). Para motores com grau de proteo IP56, IP65 ou IP66, os drenos devem permanecer na posio fechada (ver Figura 6.1), sendo abertos apenas durante a manuteno do motor. Motores com lubrificao do tipo Oil Mist devem ter seus drenos conectados a um sistema de coleta especfico (ver Figura 6.12).

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Dreno fechado

Dreno aberto

Figura 6.1 - Detalhe do dreno de borracha montado na posio fechado e aberto.

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8. Recomendaes adicionais: a. Confira o sentido de rotao do motor, ligando-o a vazio antes de acopl-lo carga. b. Para motores montados na vertical com a ponta de eixo para baixo, recomenda-se o uso de chapu para evitar a penetrao de corpos estranhos no interior do motor. c. Para motores montados na vertical com a ponta de eixo para cima, recomenda-se o uso de um defletor de gua (water slinger ring) para evitar a penetrao de gua pelo eixo.

Remova ou fixe completamente a chaveta antes de ligar o motor.

6.1. FUNDAES PARA O MOTOR Fundao o elemento estrutural, base natural ou preparada, destinada a suportar os esforos produzidos pelos equipamentos instalados, permitindo a operao destes com estabilidade, desempenho e segurana. O projeto das fundaes deve considerar as estruturas adjacentes para evitar influncia de um equipamento sobre o outro, a fim de que no ocorra a propagao de vibraes. A fundao deve ser plana e a sua escolha, detalhamento e execuo exige as caractersticas: a) Da construo do prprio equipamento, envolvendo no somente os valores e forma de atuao das cargas, como ainda sua finalidade e limites mximos das deformaes e vibraes compatveis em cada caso (exemplo, motores com valores reduzidos de: nvel de vibrao, planicidade dos ps, concentricidade do flange, batimento do flange, etc); b) Das construes vizinhas, compreendendo o estado de conservao, estimativa das cargas mximas aplicadas, tipo da fundao e fixao empregadas e nveis de vibrao transmitidos por estas construes. Quando o motor for fornecido com parafuso de alinhamento/nivelamento, dever ser previsto na base uma superfcie que permita o alinhamento/nivelamento. Esforos gerados durante a operao pela carga acionada devem ser considerados como parte do dimensionamento das fundaes. O usurio totalmente responsvel pelo projeto, preparao e execuo da fundao.

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Os esforos do motor sobre a fundao podem ser calculados pelas equaes (ver Figura 6.2): F1 = 0,5 * g * m (4 * Cmx. / A) F2 = 0,5 * g * m + (4 * Cmx. / A) Onde: F1 e F2 = esforos em cada lado do motor (N); g = acelerao da gravidade (9,8 m/s2); m = massa do motor (kg); Cmx. = torque mximo do motor (Nm); A = distncia entre furos de fixao nos ps do motor (vista frontal) (m).

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Os motores podem ser montados sobre: g Bases de concreto: mais recomendadas e usuais para os motores de grande porte (ver Figura 6.2); g Bases metlicas: mais comuns para motores de pequeno porte (ver Figura 6.3).

F1 F2 A

F1 F2

Figura 6.2 Motor instalado sobre base de concreto.

Figura 6.3 Motor instalado sobre base metlica.

Nas bases metlicas e de concreto pode existir um sistema de deslizamento. Normalmente so utilizados em aplicaes em que o acionamento ocorre por polias e correias. So mais flexveis permitindo montagens e desmontagens mais rpidas, alm de permitir ajustes na tenso da correia. Outro aspecto importante a posio dos parafusos de travamento da base, que devem ser opostos e na diagonal. O trilho mais prximo da polia motora colocado de forma que o parafuso de posicionamento fique entre o motor e a mquina acionada. O outro trilho deve ser colocado com o parafuso na posio oposta (diagonal), como apresentado na Figura 6.4.

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Para facilitar a montagem, as bases podem possuir caractersticas como: g Ressaltos e/ou reentrncias; g Parafusos de ancoragem com placas soltas; g Parafusos fundidos no concreto; g Parafusos de nivelamento; g Parafusos de posicionamento; g Blocos de ferro ou de ao, placas com superfcies planas.

Figura 6.4 Motor instalado sobre base deslizante.

Tambm se recomenda que aps a instalao do motor, as partes metlicas expostas sejam protegidas contra oxidao.

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6.2. FIXAO DO MOTORMotores sem ps fornecidos com dispositivos de transporte, de acordo com a Figura 6.5, devem ter seus dispositivos retirados antes de iniciar a instalao do motor.

Figura 6.5 - Detalhe do dispositivo de transporte para motores sem ps.

6.2.1. Fixao pelos ps

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O dimensional da furao dos ps, baseado nas normas IEC ou NEMA, informado no catlogo tcnico do produto. O motor deve ser apoiado sobre a base, alinhado e nivelado a fim de que no provoque vibraes e esforos excessivos no eixo e nos mancais. Para mais detalhes, consultar item 6.3 e 6.6. Recomenda-se que o parafuso de fixao tenha comprimento roscado livre de 1,5 vezes o dimetro do parafuso. Em aplicaes severas, pode ser necessria a utilizao de um comprimento roscado livre maior. A Figura 6.6 representa a fixao do motor com ps indicando o comprimento livre mnimo do parafuso.

L = 1.5 x D D Figura 6.6 Representao da fixao do motor por ps

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6.2.2. Fixao por flange O dimensional do flange, baseado nas normas IEC ou NEMA, informado no catlogo eletrnico ou no catlogo tcnico do produto. O flange do motor deve ser apoiado na base, que deve possuir dimensional de encaixe adequado para o tamanho do flange do motor a assim assegurar a concentricidade do conjunto. Dependendo do tipo do flange, a fixao pode ser realizada do motor para a base (flange FF(IEC) ou D (NEMA)) ou da base para o motor (flange C (DIN ou NEMA)). Para fixao da base para o motor, a determinao do comprimento do parafuso deve levar em considerao a espessura da base do usurio e a profundidade da rosca do flange do motor. Nos casos que a furao do flange passante, o comprimento do parafuso de fixao do motor no deve exceder o comprimento roscado do flange e assim evitar contato com a bobina do motor. Para fixao do motor base, recomenda-se que o parafuso de fixao tenha comprimento roscado livre de 1,5 vezes o dimetro do parafuso. Em aplicaes severas, pode ser necessria a utilizao de um comprimento roscado livre maior. Para fixao de motores de grande porte e/ou em aplicaes severas, recomenda-se que, alm da fixao por flange, o motor seja apoiado (por ps ou pad). O motor nunca pode ser apoiado sobre suas aletas. Ver Figura 6.7.

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Figura 6.7 Representao da fixao do motor com flange e apoio na base da carcaa.

Para aplicao de motores com a presena de lquidos no interior do flange (ex.: leo), a vedao do motor deve ser adequada para impedir a penetrao de lquidos para o interior do motor. 6.2.3. Fixao por pad Esse tipo de fixao normalmente utilizado em dutos de ventilao. A fixao do motor feita atravs de furos roscados na estrutura do motor, cujo dimensional informado no catlogo eletrnico ou no catlogo tcnico do produto. O dimensionamento da haste de fixao/parafuso do motor deve levar em considerao o dimensional do duto de ventilao ou base de instalao e a profundidade da rosca no motor. As hastes de fixao e a parede do duto devem ter rigidez suficiente para evitar a vibrao excessiva do conjunto (motor e ventilador). A Figura 6.8 representa a fixao por pads.

Figura 6.8 Representao da fixao do motor no interior de um duto de ventilao.

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6.3. BALANCEAMENTO Equipamentos desbalanceados geram vibraes que podem causar danos ao motor. Os motores WEG so balanceados dinamicamente com meia chaveta em vazio (desacoplados). Balanceamentos especiais devem ser solicitados no ato da compra. Os elementos de transmisso tais como polias, acoplamentos, etc., devem ser balanceados antes de serem instalados nos eixos dos motores. O grau de qualidade de balanceamento do motor segue as normas vigentes para cada linha de produto. Recomenda-se que os desvios mximos de balanceamento sejam registrados no relatrio de instalao. 6.4. ACOPLAMENTOS Os acoplamentos so utilizados para a transmisso do torque do motor para a mquina acionada. Ao utilizar um acoplamento, devem ser observados os tpicos abaixo: g Utilizar ferramentas apropriadas para a montagem e desmontagem dos acoplamentos e assim evitar danos ao motor. g Recomenda-se a utilizao de acoplamentos flexveis, capazes de absorver pequenos desalinhamentos durante a operao do equipamento. g As cargas mximas e limites de velocidade informados nos catlogos dos fabricantes dos acoplamentos e do motor no devem ser excedidos. g Realizar o nivelamento e alinhamento do motor conforme itens 6.5 e 6.6, respectivamente. Motores acionados sem elementos de transmisso acoplados devem ter sua chaveta firmemente fixa ou removida, para prevenir acidentes. 6.4.1. Acoplamento direto O acoplamento direto caracterizado quando o eixo do motor est acoplado diretamente ao eixo da carga acionada, sem o uso de elementos de transmisso. O acoplamento direto apresenta menor custo, maior segurana contra acidentes e ocupa menos espao.

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Em aplicaes com acoplamento direto, recomenda-se o uso de rolamentos de esferas.

6.4.2. Acoplamento por engrenagem O acoplamento por engrenagens utilizado quando h a necessidade de uma reduo de velocidade. imprescindvel que os eixos estejam perfeitamente alinhados, rigorosamente paralelos (no caso de engrenagens retas) e no ngulo de engrenamento (no caso de engrenagens cnicas ou helicoidais). 6.4.3. Acoplamento por polias e correias um tipo de transmisso utilizado quando h a necessidade de uma relao de velocidades entre o motor e a carga acionada. Uma tenso excessiva nas correias danifica os rolamentos e pode provocar a ruptura do eixo do motor. 6.4.4. Acoplamento de motores equipados com mancais de deslizamento Motores equipados com mancais de deslizamento devem estar acoplados diretamente mquina acionada ou por meio de um redutor. Mancais de deslizamento no permitem o acoplamento atravs de polias e correias Os motores equipados com mancais de deslizamento possuem 3 (trs) marcas na ponta do eixo, sendo que a marca central a indicao do centro magntico e as outras 2 (duas) marcas externas indicam os limites de movimento axial permitidos para o rotor, conforme Figura 6.9. O motor deve ser acoplado de maneira que a seta fixada na carcaa do mancal fique posicionada sobre aMotores Eltricos 29

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marca central, quando o motor est em operao. Durante a partida, ou mesmo em operao, o rotor pode mover-se livremente entre as duas ranhuras externas, caso a mquina acionada exera algum esforo axial sobre o eixo do motor. No entanto, em hiptese alguma o motor pode operar de maneira constante com esforo axial sobre o mancal.Folga axial

Figura 6.9 - Folga axial em motor equipado com mancal de deslizamento.

Ao avaliar o acoplamento, deve-se considerar a folga axial mxima do mancal conforme Tabela 6.1. As folgas axiais da mquina acionada e do acoplamento influenciam na folga mxima do mancal.Tabela 6.1 Folgas utilizadas em mancais de deslizamento Tamanho do mancal 9* 11* 14* 18 * para motores conforme a norma API 541, a folga axial total 12,7 mm Folga axial total (mm) 3+3=6 4+4=8 5 + 5 =10 7,5 + 7,5 = 15

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Os mancais de deslizamento utilizados pela WEG no foram projetados para suportar esforo axial contnuo. No recomendada a operao contnua da mquina nos seus limites da folga axial. 6.5. NIVELAMENTO O nivelamento do motor deve ser realizado para corrigir eventuais desvios de planicidade, que possam existir provenientes de outros processos e acomodaes dos materiais. O nivelamento pode ser feito por meio de um parafuso de nivelamento fixo no p ou flange do motor ou por meio de finas chapas de compensao. Aps o nivelamento, a diferena de altura entre a base de fixao do motor e o motor no deve exceder 0,1 mm. Caso uma base metlica seja utilizada para ajustar a altura da ponta de eixo do motor com a ponta de eixo da mquina acionada, esta deve ser nivelada na base de concreto. Recomenda-se que os desvios mximos de nivelamento sejam registrados e armazenados no relatrio de instalao. 6.6. ALINHAMENTO O alinhamento entre a mquina motora e a acionada uma das variveis que mais contribuem para prolongar a vida do motor. O desalinhamento entre os acoplamentos geram elevadas cargas que reduzem a vida til dos mancais, provocam vibraes e, em casos extremos, podem causar a ruptura do eixo. A Figura 6.10 ilustra o desalinhamento entre o motor e o equipamento acionado.

Figura 6.10 Condio tpica de desalinhamento.

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Para se efetuar um bom alinhamento do motor, devem-se utilizar ferramentas e dispositivos adequados, como relgio comparador, instrumento de alinhamento a laser, entre outros. O eixo deve ser alinhado axialmente e radialmente com o eixo da mquina acionada O valor lido em relgios comparadores para o alinhamento, de acordo com a Figura 6.11, no deve exceder 0,03 mm, considerando um giro completo do eixo. Deve existir uma folga entre os acoplamentos, para compensar a dilatao trmica dos eixos, conforme especificao do fabricante do acoplamento.

Alinhamento paralelo

Alinhamento angular

Figura 6.11 Alinhamento com relgio comparador.

Caso o alinhamento seja realizado atravs de um instrumento a laser, devem ser seguidas as instrues e recomendaes fornecidas pelo fabricante do instrumento. A verificao do alinhamento deve ser realizada na temperatura ambiente e na temperatura de trabalho dos equipamentos.

recomendado que o alinhamento dos acoplamentos seja verificado periodicamente. Para acoplamento por polias e correias, o alinhamento deve ser realizado de tal modo que o centro da polia motora esteja no mesmo plano do centro da polia movida e os eixos do motor e da mquina estejam perfeitamente paralelos. Aps a realizao dos procedimentos descritos anteriormente, deve-se certificar de que os dispositivos de montagem do motor no permitam alteraes no alinhamento e no nivelamento e no causem danos ao equipamento. Recomenda-se que os desvios mximos de alinhamento sejam registrados e armazenados no relatrio de instalao. 6.7. CONEXO DE MOTORES LUBRIFICADOS A LEO OU DO TIPO OIL MIST Nos motores com lubrificao a leo ou do tipo oil mist, deve-se conectar os tubos de lubrificao existentes (entrada, sada do mancal e dreno do motor), conforme indicado na Figura 6.12. O sistema de lubrificao deve garantir lubrificao contnua do mancal de acordo com as especificaes do fabricante deste sistema.Entrada

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Dreno

Sada Figura 6.12 Sistema de alimentao e drenagem para motores lubrificados por leo ou do tipo Oil Mist.

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6.8. CONEXO DO SISTEMA DE REFRIGERAO GUA Nos motores com refrigerao gua, deve ser prevista a instalao de dutos na entrada e sada de gua do motor para garantir a sua refrigerao. Deve-se observar, conforme item 7.2, a vazo mnima e temperatura da gua na instalao 6.9. CONEXO ELTRICA Para o dimensionamento dos cabos de alimentao e dispositivos de manobra e proteo devem ser considerados: corrente nominal do motor, fator de servio, corrente de partida, condies do ambiente e da instalao, a mxima queda de tenso, etc. conforme as normas vigentes. Todos os motores devem ser instalados com sistemas de proteo contra sobrecarga. Para motores trifsicos recomenda-se tambm a instalao de sistemas de proteo contra falta de fase. Antes de conectar o motor, verificar se a tenso e a frequencia da rede so as mesmas marcadas na placa de identificao do motor. Seguir o diagrama de ligao indicado na placa de identificao do motor. Para evitar acidentes, verificar se o aterramento foi realizado conforme as normas vigentes. Assegurar que o motor esteja conectado corretamente rede de alimentao eltrica atravs de contatos seguros e permanentes. Para motores sem placa de bornes, isolar os cabos terminais do motor, utilizando materiais isolantes compatveis com a tenso de alimentao e classe de isolamento informadas na placa de identificao.

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Para a conexo do cabo de alimentao e do sistema de aterramento devem ser respeitados os torques de aperto indicados na Tabela 8.7. A distncia de isolao (ver Figura 6.13) entre partes vivas no isoladas entre si e entre partes vivas e partes aterradas deve respeitar a os valores indicados na Tabela 6.2.

Distncia de isolao

Distncia de isolao

Distncia de isolao

Distncia de isolao

Figura 6.13 - Representao da distncia de isolao.

Tabela 6.2 - Distncia mnima de isolao (mm) x tenso de alimentao. Tenso U 440 V 440 < U 690V 690 < U 1000V 1000 < U 6900V 6900 < U 11000V 11000 280 Severidade de vibrao em base elstica [mm/s RMS] 1,6 2,2 2,8 0,7 1,1 1,8

Notas: 1 - Os valores da Tabela 7.5 so vlidos para medies realizadas com a mquina desacoplada e sem carga, operando na frequncia e tenso nominais. 2 - Os valores da Tabela 7.5 so vlidos independentemente do sentido de rotao da mquina. 3 - A Tabela 7.5 no se aplica para motores trifsicos com comutador, motores monofsicos, motores trifsicos com alimentao monofsica ou para mquinas fixadas no local de instalao, acopladas em suas cargas de acionamento ou cargas acionadas.

Para motor padro, de acordo com a norma NEMA MG 1, o limite de vibrao de 0.15 in/s (polegadas/ segundo pico), na mesma condio de suspenso livre e desacoplado.Nota: Para condio de operao em carga recomenda-se o uso da norma ISO 10816-3 para avaliao dos limites de vibrao do motor. Na condio em carga, a vibrao do motor ser influenciada por vrios fatores, entre eles, tipo de carga acoplada, condio de fixao do motor, condio de alinhamento com a carga, vibrao da estrutura ou base devido a outros equipamentos, etc.

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8. MANUTENOA finalidade da manuteno prolongar ao mximo possvel a vida til do equipamento. A no observncia de um dos itens relacionados a seguir pode levar a paradas no desejadas do equipamento. Caso, durante a manuteno, houver necessidade de transporte dos motores com rolamentos de rolos ou contato angular, devem ser utilizados os dispositivos de travamento do eixo fornecidos com o motor. Todos os motores HGF, independente do tipo de mancal, devem ter seu eixo travado durante o transporte. Qualquer servio em mquinas eltricas deve ser realizado apenas por pessoal capacitado, utilizando somente ferramentas e mtodos adequados. Antes de iniciar qualquer servio, as mquinas devem estar completamente paradas e desconectadas da rede de alimentao, inclusive os acessrios (resistncia de aquecimento, freio, etc.). Assistentes tcnicos ou pessoal no capacitado e sem autorizao para fazer manuteno e/ou reparar motores so totalmente responsveis pelo trabalho executado e pelos eventuais danos que possam ocorrer durante o seu funcionamento. 8.1. INSPEO GERAL A frequncia com que devem ser realizadas as inspees depende do tipo do motor, da aplicao e das condies do local da instalao. Durante a inspeo, recomenda-se: Fazer uma inspeo visual do motor e do acoplamento, observando os nveis de rudo, da vibrao, alinhamento, sinais de desgastes, oxidao e peas danificadas. Substituir as peas, quando for necessrio. gMedir a resistncia de isolamento conforme descrito no item 5.4. g Manter a carcaa limpa, eliminando todo acmulo de leo ou de p na parte externa do motor para assim facilitar a troca de calor com o meio ambiente. gVerificar a condio do ventilador e das entradas e sadas de ar, assegurando um livre fluxo do ar; gVerificar o estado das vedaes e efetuar a troca, se necessrio. g Drenar o motor. Aps a drenagem, recolocar os drenos para novamente garantir o grau de proteo do motor. Os drenos devem estar sempre posicionados de tal forma que a drenagem seja facilitada (ver item 6). g Verificar a conexo dos cabos de alimentao, respeitando as distncias de isolao entre partes vivas no isoladas entre si e entre partes vivas e partes aterradas de acordo com a Tabela 6.2. g Verificar se o aperto dos parafusos de conexo, sustentao e fixao est de acordo com o indicado na Tabela 8.7. g Verificar o estado da passagem dos cabos na caixa de ligao, as vedaes dos prensa-cabos e as vedaes nas caixas de ligao e efetuar a troca, se necessrio. g Verificar o estado dos mancais, observando o aparecimento de rudos e nveis de vibrao no habituais,verificando a temperatura dos mancais, o nvel do leo, a condio do lubrificante e o monitoramento das horas de operao versus a vida til informada. gRegistrar e arquivar todas as modificaes realizadas no motor.g

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No reutilizar peas danificadas ou desgastadas. Substitua-as por novas, originais de fbrica.

8.2. LUBRIFICAO A correta lubrificao de vital importncia para o bom funcionamento do motor. Utilizar o tipo e quantidade de graxa ou leo especificados e seguir os intervalos de relubrificao recomendados para os mancais. Estas informaes podem ser encontradas na placa de identificao e este procedimento deve ser realizado conforme o tipo de lubrificante (leo ou graxa). Quando o motor utilizar proteo trmica no mancal, devem ser respeitados os limites de temperatura de operao indicados na Tabela 6.3. Motores para aplicaes especiais podem apresentar temperaturas mximas de operao diferentes das indicadas na tabela. O descarte da graxa e/ou leo deve seguir as recomendaes vigentes de cada pas. A utilizao de motor em ambientes e/ou aplicaes especiais sempre requer uma consulta prvia WEG.

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8.2.1. Mancais de rolamento lubrificados a graxa

Graxa em excesso provoca aquecimento do mancal e sua consequente falha. Os intervalos de lubrificao especificados nas Tabela 8.1, Tabela 8.2, Tabela 8.3 e Tabela 8.4 consideram uma temperatura absoluta do mancal de 70 C (at a carcaa IEC 200 / NEMA 324/6) e 85 C (a partir da carcaa IEC 225 / NEMA 364/5), rotao nominal do motor, instalao horizontal e graxa Mobil Polyrex EM. Qualquer variao dos parmetros indicados acima devem ser avaliados pontualmente.Tabela 8.1- Intervalo de lubrificao para rolamentos de esferas. Carcaa IEC NEMA Polos 2 4 6 8 2 4 6 8 2 4 6 8 2 4 6 8 2 4 6 8 2 4 6 8 4 6 8 6319 45 20000 20000 6316 34 20000 9600 20000 *Mediante consulta Rolamento Quantidade de graxa (g) INTERVALOS DE RELUBRIFICAO (horas) ODP W21 W22 (Invlucro aberto) (Invlucro Fechado) (Invlucro Fechado) 50Hz 60Hz 50Hz 60Hz 50Hz 60Hz 18100 15700 22000 20000 20000 20000 20000 13700 6311 18 20000 20000 20000 11900 6312 21 20000 18000 6314 27 20000 14000 20000 14400 20000 *Mediante consulta 20000 4500 11600 16400 19700 3500 10400 14900 18700 2400 9000 13000 17400 7200 10800 15100 20000 11500 20000 9800 20000 3600 9700 14200 17300 *Mediante consulta 8500 12800 15900 *Mediante consulta 7000 11000 14000 5100 9200 11800 25000 17000 25000 15000 25000 5000 14000 20000 24000 4000 13000 18000 20000 3000 11000 16000 20000 9000 13000 19000 25000 14000 25000 12000 25000

160

254/6

6309

13

180

284/6

200

324/6

PORTUGUS

225 250 280 315 355

364/5 404/5 444/5 445/7 447/9 L447/9 504/5 5008 5010/11 586/7 588/9

6322

60

20000

20000

4000 12000 17000 20000 *Mediante consulta 10000 16000 20000 *Mediante consulta 8000 13000 17000 6000 11000 14000

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www.weg.netTabela 8.2- Intervalo de lubrificao para rolamentos de rolos Intervalos de relubrificao (horas) Carcaa Polos Rolamento Quantidade de graxa (g) ODP (Invlucro aberto) 50Hz 2 4 6 8 2 4 6 8 2 4 6 8 4 6 8 4 6 8 4 6 8 4 6 8 NU319 45 NU309 13 20000 18400 NU311 18 20000 15200 NU312 21 20000 17800 NU314 27 20000 15200 NU316 34 20000 12000 19600 20000 8800 15600 20000 60Hz 19600 20000 12800 20000 10200 20000 14200 20000 12000 19000 20000 9400 15200 20000 6600 11800 20000 W21 W22 (Invlucro Fechado) (Invlucro Fechado) 50Hz 13300 20000 9200 20000 7600 20000 8900 13100 16900 7600 11600 15500 6000 9800 13700 4400 7800 11500 60Hz 9800 20000 6400 19100 20000 5100 17200 20000 7100 11000 15100 6000 9500 13800 4700 7600 12200 3300 5900 10700 25000 11000 16000 20000 9000 14000 19000 7000 12000 17000 5000 9000 14000 50Hz 16000 25000 11000 25000 9000 60Hz 12000 25000 8000 25000 6000 21000 25000 9000 13000 19000 7000 12000 17000 5000 9000 15000 4000 7000 13000

IEC 160

NEMA 254/6

180

284/6

200

324/6

225 250 280 315 355

PORTUGUS

364/5 404/5 444/5 445/7 447/9 L447/9 504/5 5008 5010/11 586/7 588/9

NU322

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Tabela 8.3 - Intervalo de lubrificao para rolamento de esferas - linha HGF. Carcaa IEC 315L/A/B e 315C/D/E 355L/A/B e 355C/D/E 400L/A/B e 400 C/D/E NEMA 5006/7/8T e 5009/10/11T 5807/8/9T e 5810/11/12T 6806/7/8T e 6809/10/11T Polos 2 48 2 48 2 48 2 450 7006/10 4 68 4 500 8006/10 68 4 500 560 630 8006/10 68 8806/10 9606/10 4-8 4-8 Rolamento 6314 6320 6316 6314 6322 6319 6315 6324 6319 6220 6328 6322 6328 6322 6330 6324 6330 6324 6330 6324 6330 6324 Quantidade de graxa (g) 27 50 34 27 60 45 30 72 45 31 93 60 93 60 104 72 104 72 104 72 104 72 Intervalos de Lubrificao (horas) 50Hz 3100 4500 4500 3100 4500 4500 2700 4500 4500 2500 4500 4500 4500 4500 4200 4500 4500 4500 4200 4500 4500 4500 60Hz 2100 4500 4500 2100 4500 4500 1800 4500 4500 1400 3300 4500 4500 4500 2800 4500 4500 4500 2800 4500 4500 4500

*Mediante consulta

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www.weg.netTabela 8.4 - Intervalo de lubrificao para rolamento de rolos - linha HGF Carcaa IEC NEMA 315L/A/B e 5006/7/8 e 315C/D/E 5009/10/11 355L/A/B e 5807/8/9 e 355C/D/E 5810/11/12 400L/A/B e 6806/7/8 e 400C/D/E 6809/10/11 450 7006/10 Polos 4 6-8 4 6-8 4 6-8 4 6 8 4 6 8 4 6-8 4 6 8 Rolamento NU320 NU322 NU324 NU328 Quantidade de graxa (g) 50 60 72 93 Intervalos de Lubrificao (horas) 50Hz 60Hz 4300 2900 4500 4500 3500 2200 4500 4500 2900 1800 4500 4500 2000 1400 4500 3200 4500 4500 1700 1000 4100 2900 4500 4500 2600 1600 4500 4500 1800 1000 4300 3100 4500 4500

500 560 630

8006/10 8806/10 9606/10

NU330 NU228 + 6228 NU232 + 6232

104 75 106 92 120 140

Para cada incremento de 15 C na temperatura do mancal, o intervalo de relubrificao dever ser reduzido pela metade. Motores originais de fbrica para posio horizontal, porm instalados na posio vertical (com autorizao da WEG) devem ter seu intervalo de relubrificao reduzido pela metade. Para aplicaes especiais, tais como: altas e baixas temperaturas, ambientes agressivos, variao de velocidade (acionamento por inversor de frequncia), etc., entre em contato com a WEG para obter informaes referentes ao tipo de graxa e intervalos de lubrificao a serem utilizados. 8.2.1.1. Motores sem graxeira Nos motores sem graxeira, a lubrificao deve ser efetuada conforme plano de manuteno preventiva existente. A desmontagem e montagem do motor deve ser feita conforme item 8.3. Motores com rolamentos blindados (por exemplo, ZZ, DDU, 2RS, VV), os rolamentos devem ser substitudos ao final da vida til da graxa. 8.2.1.2. Motores com graxeira Para relubrificao dos rolamentos com o motor parado, deve-se proceder da seguinte maneira: gLimpar as proximidades do orifcio de entrada de graxa; g Colocar aproximadamente metade da graxa total recomendada na placa de identificao do motor e girar o motor durante aproximadamente 1 (um) minuto na rotao nominal; gDesligar o motor e colocar o restante da graxa; gRecolocar a proteo de entrada de graxa. Para relubrificao dos rolamentos com o motor em operao, deve-se proceder da seguinte maneira: Limpar as proximidades do orifcio de entrada de graxa; gColocar a quantidade total de graxa recomendada na placa de identificao do motor; gRecolocar a proteo de entrada de graxa.g

PORTUGUS

Para lubrificao, indicado o uso de lubrificador manual. Nos motores fornecidos com dispositivo de mola, o excesso de graxa deve ser removido, puxando a vareta da mola e limpando a mola, at que a mesma no contenha mais graxa. 8.2.1.3. Compatibilidade da graxa Mobil Polyrex EM com outras graxas A graxa Mobil Polyrex EM possui espessante de poliuria e leo mineral, e compatvel com outras graxas que contenham: g Espessante de ltio ou complexo de ltio ou poliuria e leo mineral altamente refinado; g A graxa aplicada deve possuir em sua formulao aditivos inibidores de corroso e oxidao. Apesar da graxa Mobil Polyrex EM ser compatvel com os tipos de graxa indicados acima, no recomendada a mistura de graxas. Caso necessite de outro tipo de graxa, contate a WEG.Motores Eltricos 47

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8.2.2. Mancais de rolamento lubrificados a leo Nos motores com rolamento lubrificados a leo, a troca de leo deve ser feita com o motor parado, seguindo os procedimento abaixo: g Abrir o respiro da entrada de leo; g Retirar o tampo de sada de leo; g Abrir a vlvula e drenar todo o leo; g Fechar a vlvula; g Recolocar o tampo; g Preencher com a quantidade e especificao do leo indicados na placa de identificao; g Verificar se o nvel do leo est na metade do visor; g Fechar o respiro da entrada de leo; g Certificar-se que no h vazamento e que todos os furos roscados no utilizados estejam fechados. A troca de leo dos mancais deve ser realizada no intervalo indicado na placa de identificao ou sempre que o lubrificante apresentar alteraes em suas caractersticas (viscosidade, pH, etc.). O nvel de leo deve ser mantido na metade do visor de leo e acompanhado diariamente. O uso de lubrificantes com outras viscosidades requer contato prvio com a WEG. Obs: motores HGF verticais para alto empuxo so fornecidos com mancais dianteiros lubrificados a graxa e com mancais traseiros, a leo. Os mancais dianteiros devem seguir as recomendaes do item 8.2.1. A Tabela 8.5 apresenta a quantidade e especificao de leo para essa configurao.Tabela 8.5 - Caractersticas de lubrificao para motores HGF vertical de alto empuxo. Montagem Alto Empuxo Carcaa IEC 315L/A/B e 315C/D/E 355L/A/B e 355C/D/E 400L/A/B e 400C/D/E 450 NEMA 5006/7/8T e 5009/10/11T 5807/8/9T e 5810/11/12T 6806/7/8T e 6809/10/11T 7006/10 Polos 4-8 4-8 4-8 4-8 Rolamento 29320 29320 29320 29320 leo (L) 20 26 37 45 8000 Renolin DTA 40 / SHC 629 Intervalo (h) Lubrificante Especificao Lubrificante leo mineral ISO VG150 com aditivos antiespuma e antioxidantes

PORTUGUS

8.2.3. Mancais de rolamento com lubrificao do tipo Oil Mist Verificar o estado das vedaes e, sempre que for necessria alguma troca, usar apenas peas originais. Realizar a limpeza dos componentes antes da montagem (anis de fixao, tampas, etc.). Aplicar veda juntas resistente ao leo lubrificante utilizado, entre os anis de fixao e as tampas. A conexo dos sistemas de entrada, sada e dreno de leo devem ser realizados conforme Figura 6.12. 8.2.4. Mancais de deslizamento Para os mancais de deslizamento, a troca de leo deve ser feita nos intervalos indicados na Tabela 8.6 e deve ser realizada, adotando os seguintes procedimentos: gPara o mancal traseiro, retirar a tampa de inspeo da defletora. gDrenar o leo atravs do dreno localizado na parte inferior da carcaa do mancal (ver Figura 8.1). gFechar a sada de leo. gRetirar o bujo da entrada de leo. g Preencher com o leo especificado e com a quantidade indicada na Tabela 8.6. g Verificar se o nvel do leo est na metade do visor. gFechar a entrada de leo. g Certificar-se que no h vazamento.

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www.weg.netEntrada de leo

Visor do nvel de leo

Sada de leo Figura 8.1 - Mancal de deslizamento. Tabela 8.6 Carcaa IEC 315L/A/B e 315C/D/E 355L/A/B e 355C/D/E 400L/A/B e 400C/D/E 450 315L/A/B e 315C/D/E 355L/A/B e 355C/D/E 400L/A/B e 400C/D/E 450 500 NEMA 5006/7/8T e 5009/10/11T 5807/8/9T e 5810/11/12T 6806/7/8T e 6809/10/11T 7006/10 5006/7/8T e 5009/10/11T 5807/8/9T e 5810/11/12T 6806/7/8T e 6809/10/11T 7006/10 8006/10 9-90 2.8 9-100 4-8 11-110 4.7 11-125 8000 Renolin DTA 15 leo mineral ISO VG46 com aditivos antiespuma e antioxidantes 2 9-80 2.8 8000 Renolin DTA 10

Caractersticas de lubrificao para mancais de deslizamentoPolos Mancal leo (L) Intervalo (h) Lubrificante Especificao Lubrificante

leo mineral ISO VG32 com aditivos antiespuma e antioxidantes

PORTUGUS

A troca de leo dos mancais deve ser realizada no intervalo indicado na placa de identificao ou sempre que o lubrificante apresentar alteraes em suas caractersticas (viscosidade, pH, etc). O nvel de leo deve ser mantido na metade do visor e acompanhado diariamente. No podero ser usados lubrificantes com outras viscosidades sem antes consultar a WEG. 8.3. DESMONTAGEM E MONTAGEM Servios de reparo em motores devem ser efetuados apenas por pessoal capacitado seguindo as normas vigentes no pas. Devem ser utilizados somente ferramentas e mtodos adequados. Qualquer servio de desmontagem e montagem deve ser realizado com o motor totalmente desenergizado e completamente parado. Mesmo o motor desligado pode apresentar energia eltrica no interior da caixa de ligao:,nas resistncias de aquecimento, no enrolamento e nos capacitores. Motores acionados por inversor de frequncia podem estar energizados mesmo com o motor parado. Antes de iniciar o procedimento de desmontagem, registrar as condies atuais da instalao, tais como conexes dos terminais de alimentao do motor e alinhamento / nivelamento que devem ser considerados durante a posterior montagem. Realizar a desmontagem de maneira cuidadosa, sem causar impactos contra as superfcies usinadas e / ou nas roscas.Motores Eltricos 49

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Montar o motor em uma superfcie plana para garantir uma boa base de apoio. Motores sem ps devem ser calados/travados para evitar acidentes. Cuidados adicionais devem ser tomados para no danificar as partes isoladas que operam sob tenso eltrica, como por exemplo, enrolamentos, mancais isolados, cabos de alimentao, etc. Elementos de vedao, por exemplo, juntas e vedaes dos mancais devem ser trocados sempre que apresentarem desgaste ou estiverem danificados. Motores com grau de proteo superior ao IP55 so fornecidos com produto vedante Loctite 5923 (Henkel) nas juntas e parafusos. Antes de montar os componentes, limpar as superfcies e aplicar uma nova camada deste produto. 8.3.1. Caixa de ligao Ao retirar a tampa da caixa de ligao para a conexo/desconexo dos cabos de alimentao e acessrios, devem ser adotados os seguintes cuidados: g Assegurar que durante a remoo dos parafusos, a tampa da caixa no danifique os componentes instalados em seu interior. g Caso a caixa de ligao seja fornecida com olhal de suspenso, este deve ser utilizado para movimentar a tampa da caixa de ligao. g Para motores fornecidos com placa de bornes, devem ser assegurados os torques de aperto especificados na Tabela 8.7. g Assegurar que os cabos no entrem em contato com superfcies com cantos vivos. g Adotar os devidos cuidados para garantir que o grau de proteo inicial, indicado na placa de identificao do motor no seja alterado. As entradas de cabos para a alimentao e controle devem utilizar sempre componentes (como, por exemplo, prensa-cabos e eletrodutos) que atendam as normas e regulamentaes vigentes de cada pas. g Assegurar que a janela de alvio de presso, quando houver, no esteja danificada. As juntas de vedao da caixa de ligao devem estar em perfeito estado para reutilizao e devem ser posicionadas corretamente para garantir o grau de proteo. gAssegurar os torques de aperto dos parafusos de fixao da tampa da caixa conforme Tabela 8.7.Tabela 8.7 Tipo de parafuso e Junta Parafuso sextavado externo/interno (s/ junta) Parafuso fenda combinada (s/ junta) Parafuso sextavado externo/interno (c/ junta com batente metlico/cordo) Parafuso fenda combinada (c/ junta plana e/ou batente metlico/cordo) Parafuso sextavado externo/interno (c/ junta plana) Placa de bornes Aterramento

PORTUGUS

Torques de aperto para elementos de fixao [Nm]M4 1 a 1,5 M5 4a7 3a5 3a5 1,5 a 4 3a5 M6 7 a 12 5 a 10 4a8 3 a 6,5 5 a 10 M8 16 a 30 10 a 18 13 a 20 8 a 15 8 a 15 6a9 10 a 18 M10 30 a 50 25 a 37 18 a 30 10 a 18 30 a 50 M12 55 a 85 40 a 55 25 a 40 15,5 a 30 55 a 85 M16 120 a 180 50 a 65 35 a 50 30 a 50 120 a 180 M20 230 a 360 -

8.4. PROCEDIMENTO PARA ADEQUAO DA RESISTNCIA DE ISOLAMENTO O motor deve ser desmontado e suas tampas, rotor completo (com eixo), ventilador, defletora e caixa de ligao devem ser separados, de modo que apenas a carcaa com o estator passe por um processo de secagem em uma estufa apropriada, por um perodo de duas horas, a uma temperatura no superior a 120C. Para motores maiores, pode ser necessrio aumentar o tempo de secagem. Aps esse perodo de secagem, deixar o estator resfriar at a temperatura ambiente e repetir a medio da resistncia de isolamento, conforme item 5.4. Caso necessrio, deve-se repetir o processo de secagem do estator. Se, mesmo aps repetidos processos de secagem do estator, a resistncia de isolamento no voltar aos nveis aceitveis, recomenda-se fazer uma anlise criteriosa das causas que levaram queda do isolamento do enrolamento e, eventualmente poder culminar com o rebobinamento do motor.

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Para evitar o risco de choque eltrico, descarregue os terminais imediatamente antes e depois de cada medio. Caso o motor possua capacitores, estes devem ser descarregados. 8.5. PARTES E PEAS Ao solicitar peas para reposio, informar a designao completa do motor, bem como seu cdigo e nmero de srie, que podem ser encontrados na placa de identificao do motor. Partes e peas devem ser adquiridas da rede de Assistncia Tcnica Autorizada WEG. O uso de peas no originais pode resultar na queda do desempenho e causar a falha no motor. As peas sobressalentes devem ser armazenadas em local seco com uma umidade relativa do ar de at 60%, com temperatura ambiente maior que 5C e menor que 40C, isento de poeira, vibraes, gases, agentes corrosivos, sem variaes bruscas da temperatura, em sua posio normal e sem apoiar sobre as mesmas outros objetos.

PORTUGUS

Figura 8.2 - Vista explodida dos componentes de um motor W22.

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9. INFORMAES AMBIENTAIS9.1. EMBALAGEM Os motores eltricos so fornecidos em embalagens de papelo, plstico ou de madeira. Estes materiais so reciclveis ou reutilizveis e devem receber o destino certo conforme as normas vigentes de cada pas. Toda a madeira utilizada nas embalagens dos motores WEG provm de reflorestamento e no submetida a nenhum tratamento qumico para a sua conservao. 9.2. PRODUTO Os motores eltricos, sob o aspecto construtivo, so fabricados essencialmente com metais ferrosos (ao, ferro fundido), metais no ferrosos (cobre, alumnio) e plstico. O motor eltrico, de maneira geral, um produto que possui vida til longa, porm quando do seu descarte, a WEG recomenda que os materiais da embalagem e do produto sejam devidamente separados e encaminhados para reciclagem. Os materiais no reciclveis devem, como determina a legislao ambiental, ser dispostos de forma adequada, ou seja, em aterros industriais, co-processados em fornos de cimento ou incinerados. Os prestadores de servios de reciclagem, disposio em aterro industrial, co-processamento ou incinerao de resduos devem estar devidamente licenciados pelo rgo ambiental de cada estado para realizar estas atividades.

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10. PROBLEMAS X SOLUESAs instrues a seguir apresentam uma relao de problemas comuns com possveis solues. Em caso de dvida, contatar o Assistente Tcnico Autorizado ou a WEG.Problema Possveis Causas Interrupo na alimentao do motor Motor no parte, nem acoplado e nem desacoplado Fusveis queimados Erro na conexo do motor Mancal travado Carga com torque muito elevado durante a partida. Queda de tenso muito alta nos cabos de alimentao. Defeito nos componentes de transmisso ou na mquina acionada. Base desalinhada/desnivelada. Desbalanceamento dos componentes ou da mquina acionada Tipos diferentes de balanceamento entre motor e acoplamento (meia chaveta, chaveta inteira) Sentido de rotao do motor errado Parafusos de fixao soltos Ressonncia da fundao Rolamentos danificados Soluo Verificar o circuito de comando e os cabos de alimentao do motor Substituir os fusveis Corrigir as conexes do motor conforme diagrama de conexo Verificar se o mancal gira livremente. No aplicar carga na mquina acionada durante a partida. Verificar o dimensionamento da instalao (transformador, seo dos cabos, rels, disjuntores, etc.) Verificar a transmisso de fora, o acoplamento e o alinhamento. Realinhar/nivelar o motor e a mquina acionada Refazer balanceamento Refazer balanceamento Inverter o sentido de rotao do motor Reapertar os parafusos Verificar o projeto da fundao Substituir o rolamento Limpar as entradas e sadas de ar da defletora, e da carcaa Verificar as distncias mnimas entre a entrada da defletora de ar e paredes prximas. Ver item 7 Verificar temperatura do ar na entrada Medir a corrente do motor, analisando sua aplicao e, se necessrio, diminuir a carga.

Quando acoplado com carga, o motor no parte ou parte muito lentamente e no atinge rotao nominal

Rudo elevado / anormal

PORTUGUS

Refrigerao insuficiente

Sobrecarga

Aquecimento excessivo no motor

Aquecimento do mancal

Excessivo nmero de partidas ou momento Reduzir o nmero de partidas de inrcia da carga muito elevado Verificar a tenso de alimentao do motor. Tenso muito alta No ultrapassar a tolerncia conforme item 7.2 Verificar a tenso de alimentao e a queda Tenso muito baixa de tenso no motor. No ultrapassar a tolerncia conforme item 7.2 Verificar a conexo de todos os cabos de Interrupo de um cabo de alimentao alimentao Verificar se h fusveis queimados, comandos errados, desequilbrio nas Desequilbrio de tenso nos terminais de tenses da rede de alimentao, falta de alimentao do motor fase ou nos cabos de ligao Sentido de rotao no compatvel com o Verificar sentido de rotao conforme ventilador unidirecional marcao do motor Graxa / leo em demasia Fazer limpeza do mancal e lubrificar Envelhecimento da graxa / leo segundo as recomendaes Utilizao de graxa / leo no especificados Falta de graxa / leo Lubrificar segundo as recomendaes Reduzir tenso nas correias Excessivo esforo axial ou radial Redimensionar a carga aplicada ao motor

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11. TERMO DE GARANTIAA WEG Equipamentos Eltricos S/A, Unidade Motores, oferece garantia contra defeitos de fabricao e de materiais para seus produtos por um perodo de 18 meses, contados a partir da data de emisso da nota fiscal da fbrica ou do distribuidor/revendedor, limitado a 24 meses da data de fabricao. Para motores da linha HGF a garantia oferecida por um perodo de 12 meses, contados a partir da data de emisso da nota fiscal da fbrica ou do distribuidor/revendedor, limitado a 18 meses da data de fabricao. No pargrafo acima esto contidos os prazos de garantia legal. Caso um prazo de garantia diferenciado estiver definido na proposta tcnica comercial para um determinado fornecimento, este se sobrepor aos prazos acima definidos. Os prazos estabelecidos acima independem da data de instalao e desde que satisfeitos os seguintes requisitos: transporte, manuseio, e armazenamento adequado; instalao correta e em condies ambientais especificadas e sem presena de agentes agressivos; operao dentro dos limites de suas capacidades; realizao peridica das devidas manutenes preventivas; realizao de reparos e/ou modificaes somente por pessoas autorizadas por escrito pela WEG; que o produto, na ocorrncia de uma anomalia, esteja disponvel para o fornecedor por um perodo mnimo necessrio a identificao da causa da anomalia e seus devidos reparos; aviso imediato por parte do comprador dos defeitos ocorridos e que os mesmos sejam posteriormente comprovados pela WEG como defeitos de fabricao. A garantia no inclui servios de desmontagem nas instalaes do comprador, custos de transporte do produto e despesas de locomoo, hospedagem e alimentao do pessoal de Assistncia Tcnica quando solicitado pelo cliente. Os servios em garantia sero prestados exclusivamente em oficinas de Assistncia Tcnica autorizados pela WEG ou na prpria fbrica. Tambm ficam excludos das garantias os equipamentos, componentes, partes e materiais, cuja vida til seja usualmente inferior a 12 (doze) meses. Em nenhuma hiptese o atendimento em garantia prorrogar os prazos de garantia do equipamento, contudo, novo prazo de garantia equivalente ao original ser devido somente para os componentes substitudos ou reparados pela WEG. A presente garantia se limita ao produto fornecido, no se responsabilizando a WEG por danos a pessoas, a terceiros, a outros equipamentos ou instalaes, lucros cessantes ou quaisquer outros danos emergentes ou consequentes.

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12. DECLARAO DE CONFORMIDADE CEWEG Equipamentos Eltricos S/A Av. Prefeito Waldemar Grubba, 3000 89256-900 - Jaragu do Sul SC Brasil, e seu representante autorizado estabelecido na Comunidade Europia, WEGeuro Industria Electrica SA Rua Eng Frederico Ulrich, Apartado 6074 4476-908 Maia Porto Portugal declaram por meio desta, que os produtos: Motores de induo WEG e componentes para uso nestes motores: Trifsicos Carcaas IEC 63 a 630 Carcaas NEMA 42, 48, 56 e 143 a 9610 ............... Monofsicos Carcaas IEC 63 a 132 Carcaas NEMA 42, 48, 56 e 143 a 215 ...............

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quando instalados, mantidos e utilizados em aplicaes para os quais foram projetados e quando consideradas as normas de instalao e instrues do fabricante pertinentes, eles atendem os requisitos das seguintes Diretivas Europias e normas onde aplicveis: Diretivas: Diretiva de Baixa Tenso 2006/95/CE Regulamento (CE) No 640/2009 Diretiva 2009/125/CE Diretiva de Compatibilidade Eletromagntica 2004/108/CE (motores de induo so considerados intrinsecamente benignos em termos de compatibilidade eletromagntica) Normas: EN 60034-1/2-1/5/6/7/8/9/11/12/14/30 e EN 60204-1 A partir de 29/12/2009, motores eltricos de baixa tenso no so mais considerados sob o escopo da atual Diretiva de Mquinas 2006/42/CE. Marca CE em: 1996

Milton Oscar CastellaDiretor de Engenharia

Jaragu do Sul, 31 de Maio de 2011

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Installation, Operation and Maintenance Manual of Electric MotorsThis manual provides information about WEG induction motors fitted with squirrel cage, permanent magnet or hybrid rotors, low, medium and high voltage, in frame size IEC 56 to 630 and NEMA 42 to 9606/10. The motor lines indicated below have additional information that can be checked in their respective manuals: g Smoke Extraction Motors; g Electromagnetic Brake Motors; g Hazardous Area Motors. These motors meet the following standards, if applicable: g NBR 17094-1: Mquinas Eltricas Girantes - Motores de Induo - Parte 1: Trifsicos g NBR 17094-2: Mquinas Eltricas Girantes - Motores de Induo - Parte 2: Monofsicos g IEC 60034-1: Rotating Electrical Machines - Part 1: Rating and Performance g NEMA MG 1: Motors and Generators g CSA C 22.2 N100: Motors and Generators g UL 1004-1: Rotating Electrical Machines General Requirements If you have any questions regarding this manual please contact your local WEG branch, contact details can be found at www.weg.net.

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TABLE OF CONTENTS1. TERMINOLOGy .............................................................................................................................. 602. INITIAL RECOMMENDATIONS .......................................................................................................... 61 2.1. WARNING SyMBOL ......................................................................................................................... 61 2.2. RECEIVING INSPECTION................................................................................................................ 61 2.3. NAMEPLATES .................................................................................................................................. 62

3. SAFETy INSTRUCTIONS ........................................................................................................... 65 4. HANDLING AND TRANSPORT ................................................................................................ 66 4.1. LIFTING.............................................................................................................................................. 66 4.1.1. Horizontal motors with one eyebolt ......................................................................................66 4.1.2. Horizontal motor with two eyebolts .......................................................................................... 67 4.1.3. Vertical Motors ............................................................................................................................ 68 4.1.3.1. Procedures to place W22 motors in the vertical position ............................................... 68 4.1.3.2. Procedures to place HGF motors in the vertical position .............................................. 69 4.2 PROCEDURES TO PLACE W22 VERTICAL MOUNT MOTORS IN HORIZONTAL POSITION .... 70 5. STORAGE ......................................................................................................................................... 725.1. EXPOSED MACHINED SURFACES ................................................................................................. 72 5.2. STORAGE.......................................................................................................................................... 72 5.3 BEARINGS ......................................................................................................................................... 73 5.3.1 Grease lubricated bearings .................................................................................................... 73 5.3.2 Oil Lubricated bearings .......................................................................................................... 73 5.3.3 Oil Mist lubricated bearings ................................................................................................... 74 5.3.4 Sleeve Bearing ......................................................................................................................... 74 5.4. INSULATION RESISTANCE ............................................................................................................ 74 5.4.1. Insulation resistance measurement ..................................................................................... 74

ENGLISH

6. INSTALLATION ............................................................................................................................... 77 6.1. FOUNDATIONS ................................................................................................................................. 78 6.2. MOTOR MOUNTING ........................................................................................................................ 80 6.2.1. Foot mounted motors...............................................................