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Xara Janeiro/Fevereiro 2014

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A Xara é uma publicação bimensal do Núcleo regional da Quercus de Castelo Branco! Grátis 100% digital. A Xara Também é conhecida como Esteva (Cistus Ladanifer)

Text of Xara Janeiro/Fevereiro 2014

  • Editorial

    O boletim informativo do Ncleo de Castelo Branco da Quercus renasce. Uma das maneiras que h muitos anos atrs tnhamos de divulgar actividades e sensibilizar as pessoas era a edio de pequenas publicaes regionais. Foi assim que nasceu a Xara, h mais de 20 anos atrs. Na nossa sede esto arquivadas todas as edies, mas agora temos uma NOVA GERAO que se prope fazer uma Xara renovada.

    NOVA

    Bom mesmo seria que passados tantos anos de trabalho na sensibilizao (e tantos anos de descobertas cientficas) tivessem ajudado na resoluo dos problemas ambientais de outrora e a nova Xara divulgasse apenas o nosso patrimnio natural. Mas no assim, a maior parte dos problemas de outrora persiste e temos outros problemas ambientais que preocupam toda uma nova gerao.

    GERAO

    1991 manifestao barragem de Santa gueda

  • 1991 manifestao barragem de Santa gueda

    SAlVA A TERRA GANhA

    pREmiO

    .

    Esta Xara renovada vai ter uma seco histrica com acontecimentos, notcias, curiosidades do passado recente regional.

    Neste ano que agora comea, e apesar das dificuldades que sentimos, devemos mudar para a nova sede do ncleo regional.

    Finalmente, e ao fim de 20 anos, vamos ter um espao condigno para continuar a desenvolver o trabalho da Quercus na cidade e na regio.

    Vamos continuar com os projectos mais importantes como o CERAS, as Linhas eltricas e Aves, o Programa Antidoto, e lanar sementes para novos projectos e iniciativas. As zacrises so oportunidades, de mudar paradigmas e de passar aco. Leiam, divulguem, voluntariem-se, participem

    Bem hajam

    JPP e SI

    Problemas que pem em causa a quali-dade e patrimnio ambientais de hoje e do futuro. A Xara que temos agora pre-tende ser um guia, mas que seja algo que permita uma explorao dos assuntos abordados, de forma dinmica e chama-tiva. Queremos mais gente preocupada e interventiva, mas queremos tambm mais gente a participar nas actividades que se organizam

    As civilizaes, as organizaes, ns prprios, devemos olhar para o passado, reconhecer o caminho percorrido e per-spectivar o futuro.

  • NO

    Coorganizado pela Quercus - ncleo de Castelo Branco, pelo projecto musical Velha

    Gaiteira e pelo Municpio de Idanha-a-Nova. O Eco

    Festival um festival bienal que vai na III edio, que

    decorreu de 7 a 10 de Junho 2013, em Salvaterra do

    Extremo, aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, dentro do Parque Natural do Tejo

    Internacional.

    pORTuGAl FESTiVAl AwARdS

    FESTiVAl mAiS SuSTENTVEl

    A edio de 2013 do Salva a Terra, ganhou o premio de

    festival mais sustentvel no Portugal Festival Awards,

    um premio que reconhece o nosso esforo e que nos

    motiva a tentar ir mais longe nas prximas edies. Este

    reconhecimento pelo jri foi entregue na cerimnia que

    decorreu na aula magna em Lisboa no passado ms de

    NO pORTuGAl FESTiVAl AwARdS

    O quE NOS diFERENciA dOS RESTANTES FESTiVAiS ?O Salva a Terra Eco Festival, que tem como principal objectivo a angariao de fundos para o CERAS-Centro de Estudos e Recuperao de Animais Selvagens. As receitas obtidas revertem a 100% para o CERAS.

    O Salva a Terra um Eco Festival 100% Pro-Bono, no qual toda a organizao, artistas, formadores, guias, e restante equipa trabalham de forma voluntria em prol da preservao de algo que de todos ns: a biodiversidade.

    Divulgar a msica desenvolvida em Portugal e no mundo ao nvel de fuses, descobertas, confluncias e reunies de vrios gneros musicais como: jazz, folk, blues, fuso, tradicional e fanfarra. Implicar os participantes (msicos e pblico) de forma activa na conservao da Natureza, fomentando o esprito participativo como nica forma de verdadeiramente conhecer e compreender o meio natural, am-lo e defend-lo;

    Dar a conhecer o patrimnio natural desta regio assim como as suas tradies e costumes, reavivar Salvaterra do Extremo envolvendo os participantes no quotidiano da aldeia, alertando para as problemticas do despovoamento associadas desertificao e perda da biodiversidade. Promover a partilha de ideias e experincias. Fomentar o trabalho de grupo, favorecendo a cooperao e integrao dentro da comunidade onde se vai desenvolver o festival.

    SAlVA A TERRA GANhA pRmiO

  • O quE NOS diFERENciA dOS RESTANTES FESTiVAiS ?O Salva a Terra Eco Festival, que tem como principal objectivo a angariao de fundos para o CERAS-Centro de Estudos e Recuperao de Animais Selvagens. As receitas obtidas revertem a 100% para o CERAS.

    O Salva a Terra um Eco Festival 100% Pro-Bono, no qual toda a organizao, artistas, formadores, guias, e restante equipa trabalham de forma voluntria em prol da preservao de algo que de todos ns: a biodiversidade.

    Divulgar a msica desenvolvida em Portugal e no mundo ao nvel de fuses, descobertas, confluncias e reunies de vrios gneros musicais como: jazz, folk, blues, fuso, tradicional e fanfarra. Implicar os participantes (msicos e pblico) de forma activa na conservao da Natureza, fomentando o esprito participativo como nica forma de verdadeiramente conhecer e compreender o meio natural, am-lo e defend-lo;

    Dar a conhecer o patrimnio natural desta regio assim como as suas tradies e costumes, reavivar Salvaterra do Extremo envolvendo os participantes no quotidiano da aldeia, alertando para as problemticas do despovoamento associadas desertificao e perda da biodiversidade. Promover a partilha de ideias e experincias. Fomentar o trabalho de grupo, favorecendo a cooperao e integrao dentro da comunidade onde se vai desenvolver o festival.

  • Entre outros exemplos das boas prticas ambientais que aplicamos no festival destacamos o cariz ambiental e pedaggico das actividades desenvolvidas e o envolvimento real da populao da aldeia nas actividades do festival, nomeadamente atravs de workshops por si desenvolvidos e tambm a realizao de concertos intimistas nos quintais das casas de Salvaterra do Extremo.

    BOAS pRTicAS dESuSTENTABilidAdE

  • Outra das componentes diz respeito ao consumo de produtos locais na cantina do festival, dando naturalmente prioridade aos de produo em modo biolgico. Nesta edio todos os legumes e hortcolas eram de origem biolgica e a ementa na cantina do festival foi vegetariana. No que diz respeito aos resduos e energia destacamos a promoo da reduo do consumo de embalagens e a reciclagem de todos os resduos da cantina (embalagens e resduos orgnicos) a reutilizao de materiais de outros festivais para decorao e infraestruturas, a utilizao de iluminao eficiente nos parques de campismos (leds), a no utilizao de plsticos, promovendo o uso de uma caneca do festival e pratos reutilizveis na cantina. A utilizao de casas de banho secas (compostveis) nos campismos.

    Na componente da Mobilidade promovemos a partilha de boleia e uso de bicicleta para chegar ao Salva a Terra. Realizamos tambm um sorteio de uma bicicleta de 2 lugares (tandem-Orbita) edio especial Salva a Terra para que adquiriu bilhete geral. Promovemos a utilizao de bicicletas pela organizao durante o evento. Fizemos a compensao das emisses e da pegada ecolgica da organizao, artistas, formadores, guias e restante equipa, atravs da plantao de rvores autctones pelo projecto "Criar Bosques" da Quercus ANCN no Tejo Internacional.

  • Plantao de

    RVORES

    comPensao da Pegada ecolgica do eco Festival salva a terra no monte Barata

  • Plantao de o passado dia 23 de Novembro, foi compensada a pegada ecolgica do N Eco Festival Salva a Terra no Monte Barata, uma reserva da Quercus em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, com a plantao de rvores autctones. Com a ajuda de cerca de 20 voluntrios plantamos 400 rvores e arbustos de vrias espcies como o carvalho portugus (Quercus faginea) azinheiras (Quercus rotundiflia), sobreiros (Quercus suber), freixos (Fraxinus angustiflia) e pilriteiros (Crataegus monogina). No decorrer desta actividade tivemos oportunidade de realizar vrios passeios para observao da fauna e flora e foi libertado um falco peregrino (Falco peregrinus) recuperado no CERAS.

  • ANimAiS pARA ApAdRiNhAR

    3 GRiFOS (GypS FulVuS)3 ABuTRES-pRETOS (AEGypiuS mONAchuS)4 AGuiAS-dE-ASA-REdONdA (BuTEO BuTEO)1 GAViO (AccipiTER NiSuS)1 pENEREiRO (FAlcO TiNNuNculuS)cORujA-dO-mATO (STRix AlucO)BuFO-REAl (BuBO BuBO)

    NO cERASjAN/FEV 2014

    mAiS iNFORmAES Em hTTp://www.quERcuS.pT/ApAdRiNhAmENTO

  • 10 ANOS dE EStUdOS IMPACtE dAS

    LINhAS dE MdIA E ALtA

    tENSO NA AVIFAUNA

  • 10 ANOS dE EStUdOS IMPACtE dAS

    LINhAS dE MdIA E ALtA

    tENSO NA AVIFAUNA

    O EStUdO dENOMINAdO IMPACtE dAS LINhAS dE MdIA E ALtA tENSO NA AVIFAUNA FOI O PRIMEIRO

    EStUdO dE GRANdE ESCALA, REALIzAdO SOBRE EStA

    PROBLEMtICA EM PORtUGAL.

    A sua concretizao tornou-se possvel graas a um protocolo de colaborao entre a EDP, o ICNF, a SPEA e a Quercus.

    As quatro entidades definiram como objectivos identificar e quantificar fenmenos de mortalidade de aves selvagens associadas a linhas elctricas de mdia e alta tenso, propor normas de construo e medidas de minimizao com vista a proteger a avifauna e melhorar a qualidade de servio da distribuio de energia elctrica.

  • GUIAS IMPERIAIS ELEtROCUtAdAS EM MRtOLA

    Desde 2003 tm sido assinados vrios protocolos de colaborao onde a Quercus responsvel por monitorizar e avaliar, em conjunto com a SPEA, a eficcia das medidas de minimizao realizadas e identificar pontos negros na rede. Estes protocolos tm promovido a experimentao de novas tecnologias de minimizao dos impactos das linhas elctricas na avifauna.

    A electrocusso e coliso com linhas elctricas uma das principais causas de mortalidade no natural em algumas espcies em perigo de extino em Portugal.

  • GUIAS IMPERIAIS ELEtROCUtAdAS EM MRtOLA

    Nos ltimos 10 anos foi possvel identificar as tipologias de linhas mais perigosas para as aves, corrigir e aplicar medidas de minimizao da mortalidade, como sistemas anti electrocusso e anti coliso. No final de 2013 a Quercus identificou em Mrtola no Parque Natural do Vale do Guadiana umas das linhas mais perigosas para as aves identificadas at a data em Portugal. Esta linha atravessa varios territrios de duas espcies prioritrias de conservao segundo o livro vermelho dos vertebrados, a guia Imperial Ibrica (Aquila adalberti ), uma das aves em perigo crtico com apenas 11 casais em Portugal, e a guia de Bonelli (Hieratus fasciatus), tambm em perigo com cerca de 120 casais reprodutores. Nesta linha foram prospectados 63 postes de mdia tenso na qual foram encontradas 34 aves mortas por electrocusso de espcies to singulares como Bufo real, guia cobreira, Aor, guia de Bonelli e guia Imperial Ibrica. Esta linha encabea as prioridades de correco de linhas para 2014, na qual a EDP dever promover obras de correo com aplicao de dispositivos anti electrocusso.

    FOTO GONALO ROSA - GuIA IMPERIAL

  • foto- Gonalo Rosa

  • ENTREGA DE CO PASTOR A CRIADOR DE GADO MEMBRO DA REDE ENSAIP

    life- inovao contra Envenenamentos

    No mbito do projecto internacional- LIFE- NAT533ES Inovao contra envenenamentos esto a ser implementadas um conjunto de aes no Tejo Internacional. O Projecto est a decorrer como o previsto e as aces no terreno esto a avanar com bons resultados.

    Avanos de dois anos de projecto na luta contra os envenamentos.

  • life- inovao contra Envenenamentos

    No mbito do projecto internacional- LIFE- NAT533ES Inovao contra envenenamentos esto a ser implementadas um conjunto de aes no Tejo Internacional. O Projecto est a decorrer como o previsto e as aces no terreno esto a avanar com bons resultados.

    Avanos de dois anos de projecto na luta contra os envenamentos.

  • divulgao e comunicao

    A componente de comunicao fundamental neste projecto, pelo que as aces de comunicao representam uma ferramenta chave para atingir os objetivos programados. Foram realizadas aces para o pblico em geral e para os sectores alvo deste projecto (criadores de gado, caadores e municpios).Foram publicados 4 comunicados de imprensa e 8 artigos. Marcou-se presena em seminrios, jornadas e reunies tcnicas nacionais e internacionais. Foram tambm distribudos materiais de merchandising pelo pblico-alvo tais como T-shirts , canecas, pins e ainda um folheto com a informao e contactos para apoio, dvidas e denncias .

    AcES diRiGidAS pARA A REdE dE cRiAdORES dE GAdO cONTRA O

    VENENO -ENSAip

  • Foi detectada a presena de ces assilvestrados em sete membros da ENSAIP, 5 em Idanha e 3 em Castelo Branco.Registmos tambm 21 queixas de agricultores fora da rea piloto.

    Realizmos 17 assistncias tcnicas que implicaram visitas de campo dos tcnicos do projecto a criadores de gado e uma assistncia a associao de criadores de gado.

    At ao momento esto assinados acordos de colaborao com 22 criadores de gado, pelo que faltam 8 para atnigir 100% dos objectivos do projecto.

    No mbito do trabalho com as redes (ENSAIP e ENHAIP) foram detectados 28 casos de envenenamento, destes apenas um est associado a criadores de gado. Muitos destes casos ainda esto sob investigao das autoridades locais.

    AcO c1AcES diRiGidAS pARA A REdE dE

    cRiAdORES dE GAdO cONTRA O VENENO -ENSAip

  • AcO c1 AcO c2AcES diRiGidAS pARA A REdE dE muNcipiOS cONTRA O VENENO ENmAip

  • AcES diRiGidAS pARA A REdE dE muNcipiOS cONTRA O VENENO ENmAip

    A colaborao com os dois municpios e com os parceiros e outras organizaes relacionadas com a luta contra o veneno melhorou significativamente com o arranque deste projecto.

    O nvel de colaborao entre as diversas actividades intensificou-se, colaborando com as inspeces da Equipa Canina Europeia, disponibilizando meios e infraestuturas para as aces pblicas e garantindo a presena em actos pblicos promovidos no mbito do projecto.

    Promovemos 84 campanhas de informao e sensibilizao em escolas sobre as conseqncias do uso de veneno ilegal. O programa de educao ambiental com palestras, teatro e oficinas, dirigidas aos alunos uma parceria com a P de Pano Associao cultural, foi realizado em todas as escolas do Municpio de Idanha-a-Nova e Castelo Branco.

  • AcES diRiGidAS pARA A REdE dE

    AcO c3

    Foram assinados acordos de adeso ao projecto com 16 zonas de caa que aderiaram a Rede Europeia de Zonas de Caa contra o Veneno- ENHAIP, cumprindo assim 100% dos objectivos previstos no projecto.Com estes acordos o nvel de colaborao das zonas de caa , com os parceiros e outras organizaes relacionadas com a luta contra o veneno melhorou significativamente. Promovemos 4 de aces de coordenao de parceiros com as autoridades para resolver os problemas dos ces assilvestrados nas zonas de caa. Realizmos 27 visitas tcnicas a membros da ENHAIP sobre a gesto sustentvel da caa. Promovemos 23 reunies e participmos em dois seminrios sobre a gesto da caa com a participao de tcnicos de campo.

    cAAdORES cONTRA O VENNENO ENhAip

  • AcO c3 cAAdORES cONTRA O VENNENO ENhAip

    CAPTuRA DE uM CO ASSILVESTRADO

  • Equipa canina EuropeiaAco c4

    CO DA EQuIPA CANINA DETECTA uMA RAPOSA ENVENENADA NuMA ZONA DE CAA PERTO DO ROSMANINHAL, MAIO 2012.

  • CO DA EQuIPA CANINA DETECTA uMA RAPOSA ENVENENADA NuMA ZONA DE CAA PERTO DO ROSMANINHAL, MAIO 2012.

    Foram realizadas trs inspeces da equipa canina europeia- ECT na rea piloto. Foram pro-movidas duas aces judiciais fruto dos re-sultados das aces de busca com a ECT. A ECT uma excelente ferra-menta na luta contra o envenenamento ilegal. Em 2012, quase todos os dias de trabalho no campo a ECT detectou iscos e animais enven-enados, num total de 21 episdios. Quanto aos resultados dos iscos e anlises das carcaas desses episdios os resultados do ECN uma eficcia de 86%.

  • AcO A8

    No mbito da Aco A8 (captura e marcao de espcies bioindicadoras) decorreu na rea piloto PT1 -Tejo Internacional uma sesso de captura e marcao de Abutres. Foram capturados 37 Grifos (Gyps fulvus). Foram anilhados, colocadas marcas alares patagiais e recolhidas amostras biolgicas a 35 aves, sendo tambm colocados emissores GSM-GPS. Os emissores utilizados so prottipos desenvolvidos pela empresa Microsensory e que esto a ser testados no mbito deste projecto. Esta tecnologia envia as posies GPS das aves atravs de um SMS para um servidor, permitindo acompanhar os movimentos das aves com preciso e baixos custos. Esta tecnologia permite ainda recolher um conjunto de parmetros como actividade da ave, temperatura, etc. Esta aco est direccionada para monitorizar os movimentos dos abutres, um dos grupos mais afectados em Portugal pelo uso de veneno. O objetivo principal desta aco a utilizao de espcies bioindicadoras como uma ferramenta na conservao das aves e no combate ao uso ilegal de venenos, aumentando a eficcia na deteco de eventuais episdios de envenenamento

    cApTuRA mARcAO E mONiTORizAO dE ESpciES BiOiNdicAdORAS

  • cApTuRA mARcAO E mONiTORizAO dE ESpciES BiOiNdicAdORAS

    COLOCAO DE uMA MARCA ALAR PATAGIAL NuM GRIFO

  • FICHA TCNICA

    EDIO GFICA JORGE INFANTE

    OUTROS CRDIDOS FOTOGRFICOS ADRIA PONGA , ROCO PEuELA, JORGE INFANTE, SAMuEL INFANTE, ALICE GELIN

    TEXTOS SAMuEL INFANTE,JOO PAuLO PEDROSA, Z QuEZADA , IRENE BARAJAS, FTIMA RODRIGuES,E MIGuEL SAMPAIO

    EDIO QuERCuS NCLEO DE CASTELO BRANCO JAN/FEV 2014