10 criminologia a v­tima e a criminologia - ftc - itabuna

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  • 1. CriminologiaA vtima e acriminologia

2. Nomes importantes: 2 3. Vtima:Do latim vincire: Corda queamarra a corda dos animaissacrificadosTambm do latim vincere(vencer)3 4. Caractersticas dasvtimas:Vulnerabilidades vrias:1) Social (dinheiro,guerras, localidade demoradia);2) Biolgicos (idade, sexo);3) Personalidade; e4) Psicolgico. 4 5. Vtimas da sociedade e de simesmas 5 6. O que se estuda? Vtimo-Vitimologia DogmticaEstudo da vtimaEstudo da vtima na dogmtica-em seus diversos penalaspectos 6 7. Histrico:Idade de ouro: poca em quea vtima poderia agirlivremente;Neutralizao: Perodo noqual a vtima perdeuimportncia; eRedescoberta: A vtimacomea a ter voz novamente.7 8. Autores de referncia:Hans von Hentig (Thecriminal ans his victim) 1948Benjamin Mendelsohn (Umhorizonte novo na cinciabiopsicossocial: avitimologia) 1956Jimnez de Asa (Lallamada Victimologia) 1961 8 9. Taxonomia deMendelsohn:1) Vtimainocente (vtima ideal);2) Vtima menos culpada que o delinquente;3) Vtima to culpada quanto o delinquente;4) Vtima mais culpada que o delinquente; e5) Vtima como nica culpada.9 10. Vitimizao:Primria: Quando h ocontato com o ato criminoso;Secundria: Quandoasinstncias formais tocam navtima; eTerciria: Quandoasociedadeestigmatiza avtima. 10 11. O que quer a vtima?Vingana?Reparao?Indenizao?Restituio? 11 12. Normas internacionais:DECLARAO DOS PRINCPIOSBSICOS DE JUSTIA RELATIVOSS VTIMAS DA CRIMINALIDADE EDE ABUSO DE PODER Adotada pelaAssemblia Geral das Naes Unidas nasua resoluo 40/34, de 29 de Novembro de1985. Consciente de que milhes de pessoasem todo o mundo sofreram prejuzos emconseqncia de crimes e de outros atosrepresentando um abuso de poder e que osdireitos destas vtimas no foramdevidamente reconhecidos. 12 13. Normas internacionais:Consciente de que as vtimas da criminalidade e asvtimas de abuso de poder e, frequentemente,tambm as respectivas famlias, testemunhas eoutras pessoas que acorrem em seu auxlio sofreminjustamente perdas, danos ou prejuzos e quepodem, alm disso, ser submetidas a provaessuplementares quando colaboram na perseguiodos delinqentes:1. Afirma a necessidade de adoo, a nvel nacionale internacional, de medidas que visem garantir oreconhecimento universal e eficaz dos direitos dasvtimas da criminalidade e de abuso de poder.2. Sublinha a necessidade de encorajar todos osEstados a desenvolverem os esforos feitos comesse objetivo, sem prejuzo dos direitos dos13suspeitos ou dos delinquentes. 14. Normas referentes (CR):Art. 245. A lei dispor sobreas hipteses e condies emque o Poder Pblico darassistncia aos herdeiros edependentes carentes depessoas vitimadas por crimedoloso, sem prejuzo daresponsabilidade civil doautor do ilcito. 14 15. Direito Penal:Art. 59 - O juiz, atendendo culpabilidade, aos antecedentes, conduta social, personalidadedo agente, aos motivos, scircunstncias e conseqnciasdo crime, bem como aocomportamento davtima,estabelecer, conformesejanecessrio e suficiente parareprovao e preveno do15crime: 16. Direito ProcessualPenal:Art. 387. O juiz, ao proferirsentena condenatria:IV - fixar valor mnimopara reparao dos danoscausados pelainfrao,considerando os prejuzossofridos pelo ofendido. 16 17. Legislao especial:LEI N 9.807, DE 13 DE JULHO DE 1999.Estabelece normas para a organizao e amanuteno de programas especiais deproteo a vtimas e a testemunhasameaadas, institui o Programa Federalde Assistncia a Vtimas e a TestemunhasAmeaadas e dispe sobre a proteo deacusados ou condenados que tenhamvoluntariamente prestado efetivacolaborao investigao policial e aoprocesso criminal. 17 18. Legislao especial:LEI N 9.099, DE 26 DE SETEMBRO DE1995.Art. 72. Na audincia preliminar,presente o representante do MinistrioPblico, o autor do fato e a vtima e, sepossvel, o responsvel civil, acompanhadospor seus advogados, o Juiz esclarecer sobrea possibilidade da composio dos danos eda aceitao da proposta de aplicaoimediata de pena no privativa de liberdade. 18 19. Legislao especial:LEI N 9.099, DE 26 DE SETEMBRO DE1995. Art. 73. A conciliao ser conduzidapelo Juiz ou por conciliador sob suaorientao. Pargrafo nico.Osconciliadores so auxiliares da Justia,recrutados, na forma da lei local,preferentemente entre bacharis em Direito,excludos os que exeram funes naadministrao da Justia Criminal.19 20. Legislao especial:LEI N 9.099, DE 26 DE SETEMBRO DE1995. Art. 74. A composio dos danoscivis ser reduzida a escrito e, homologadapelo Juiz mediante sentena irrecorrvel, tereficcia de ttulo a ser executado no juzocivilcompetente. Pargrafo nico.Tratando-se de ao penal de iniciativaprivada ou de ao penal pblicacondicionada representao, o acordohomologado acarreta a renncia ao direitode queixa ou representao. 20 21. Tcnicas deneutralizao:Sykes e Matza (1988).1. "Eu no sou responsvel" Refere-sea uma situao em que a pessoa queviola as normas afirma que outrapessoa responsvel por essa violao,ou quefoi umacidente.Frequentemente essa pessoa v-se a eleou a ela como uma vtima e no comoo transgressor.21 22. Tcnicas deneutralizao:2. Ningum se magoou Embora otransgressor possa admitir que a acofoi ilegal, afirma que no houve vtimas,ou que apenas se estava a divertir umpouco.3. Ele ou ela merecia-o Neste caso otransgressor v-se a ele ou ela como umvingador, corrigindo os males queafirmam que a vtima tinha cometidoanteriormente.Estoapenasa"equilibrar as coisas." 22 23. Tcnicas deneutralizao:4. "Tu no tens o direito de mejulgar Neste caso afirmam que osseus acusadores so hipcritas, eque eles prprios fizeram o mesmoou ainda pior.5. Sou leal a um princpio maisnobre Aqui o transgressor pode terestado "apenas a ajudar umamigo," ou a ser leal para com o seugrupo. 23 24. Quando as vtimas soimportantes:Quando:a)So vulnerveis; eb)Incrementam o risco(proibido).24