Aula radio 1

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    19-Jul-2015

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<ul><li><p>Centro Universitrio UNA Instituto de Comunicao e Artes Curso de Cinema e Audiovisual PRODUO E ROTEIRO PARA TV E VIDEO Tatiana Carvalho Costa tatiana.costa@prof.una.br </p></li><li><p>meio mensagem </p><p>o meio a mensagem. [...] as conseqncias sociais e pessoais de qualquer meio ou seja, de qualquer uma das extenses de ns mesmos constituem o resultado do novo estalo introduzido em nossas vidas por uma nova tecnologia ou extenso de ns mesmos. (MCLUHAN, 2002, p. 21) </p><p>meios, como o prprio nome diz, so meios, isto , suportes materiais, canais fsicos nos quais as linguagens se corporificam e atravs das quais transitam. (SANTAELLA, 2001, P. 379) </p><p>meio = mensagem </p><p>RDIO </p></li><li><p>meios RDIO </p><p>Meio e mdia so termos distintos. Mdia o conjunto de meios, faceta institucional dos meios. Media plural de medium. Linguagens so formas de organizao (estruturao) dos cdigos e discursos. Cada meio marca as caractersticas de sua linguagem, porm, h trocas entre as linguagens. Implicao: hibridismos (miscigenao entre as linguagens). </p><p>As linguagens crescem atravs do casamento entre os meios. (SANTAELLA, 2001, P. 21) </p></li><li><p>RDIO </p><p>Embora repetidamente questionado e mesmo refutado, no estava errado McLuhan (1962) quando polemicamente afirmou que o meio a mensagem. Contudo, a ateno ao canal veiculador das linguagens no deveria ser to proeminente ao ponto de nos cegar para as similaridades e as trocas de recursos entre os mais diversos sistemas e processos sgnicos. (SANTAELLA, 2001, P. 27) </p><p>meio / mensagem </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo </p><p>Combinao voz (locuo), msica e efeitos sonoros (sonoplastia), paisagens sonoras. Fluxo contnuo. </p><p> Alcance Diversificao Periodicidade Regularidade Imediatismo / velocidade </p><p> Oralidade Sensorialidade Individualidade Intimidade Seletividade </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo Fluxo Contnuo </p><p>Numa transmisso radiofnica, por exemplo, o ouvinte acessa a programao da emissora no meio de uma entrevista, ou durante a execuo de uma msica, ou durante a transmisso de um outro contedo sonoro qualquer, o que acontece normalmente quando ligamos o rdio em casa ou no carro. Este tipo de fluxo tambm pode ser chamado de sncrono, ou seja, est em sincronia com o tempo corrido, o tempo real. Se pararmos de ouvir ou interrompermos a programao desligando o rdio, ela no responde a esta ao, seguindo contnua numa linha de tempo, apesar de no mais a ouvirmos. (MEDEIROS, 2007, p. 2) </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo Oralidade Linguagem oral como processo interativo. </p><p>Mais do que possibilitar uma transmisso de informaes de um emissor a um receptor, a linguagem vista como um lugar de interao humana: atravs dela o sujeito que fala pratica aes que no conseguiria praticar a no ser falando; com ela o falante age sobre o ouvinte, constituindo compromissos e vnculos que no pre-existiam antes da fala. (MAGALHES, 2009) </p><p> Comunicao oral / forma conhecimento </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo Sensorialidade Necessidade de criao de imagens para compreenso das mensagens. Estmulo a formao imagens mentais nos ouvintes. Compreenso especfica. </p><p>Se sentamos e conversamos no escuro, as palavras de repente adquirem novos significados e texturas diferentes. [...] Todas as qualidades gestuais que a pgina impressa elimina da linguagem retornam linguagem no escuro e no rdio (MCLUHAN, 1998, p. 340). </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo Individualidade Possibilidade de audincia coletiva, mas a experincia de apreenso das mensagens individual; a construo da compreenso realizada num nvel pessoal, subjetivo. </p></li><li><p>RDIO caractersticas do veculo Seletividade Quantidade de informaes pr-selecionada em funo do tempo e do fluxo inerente transmisso. </p><p>Em uma revista, por exemplo, o receptor pode escolher a matria que vai ler, deixando de lado o restante dos artigos, mas tendo a possibilidade de esolher outra matria no momento que quiser. [...] No rdio isso no acontece, pois o tempo e o espao destinados transmisso so escassos e o que pode ser consumido apenas o que est sendo transmitido na hora em que se est ouvindo. (VANASSI, 2010, p. 41) </p></li><li><p>RDIO modelos de difuso Broadcast Difuso pblica ou ampla de informaes. </p><p>O broadcast o modelo que define o carter massivo das mdias como o rdio e a televiso, pois atravs dele que, essencialmente, esses meios difundem suas mensagens, buscando atingir o maior nmero possvel de espectadores, indistintivamente. (VANASSI, 2010, p. 42) </p></li><li><p>RDIO modelos de difuso Narrowcast Difuso para pblicos especficos, direcionado, de programao segmentada. Difuso privada, limitada. Ex.: rdios comunitrias, corporativas ou educacionais. </p></li><li><p>RDIO modelos de difuso Webcast Difuso para pblicos gerais ou especficos via internet. Instaura novas temporalidades diferentes do tempo imediato do Broadcast e Narrowcast. Streamning (fluxo con(nuo) e on demand. </p><p>As mensagens no so apenas segmentadas pelos mercados mediante as estratgias do emissor, mas tambm so cada vez mais diversificadas pelos usurios da mdia de acordo com seus interesses, por intermdio da explorao das vantagens das capacidades interativas. Como dizem alguns especialistas, no novo sistema horrio nobre o meu horrio (CASTELLS, 1999, p. 457). </p></li><li><p>RDIO modelos de difuso </p><p>Principais Proximidade: linguagem verbal adotada busca a aproximao com o ouvinte Enunciao em tempo real: hora certa, linguagem do tempo presente. Modos de fala: </p><p>simultneo para audincia em geral direto para o ouvinte em particular triangular ouvinte chamado a participar </p></li><li><p>RDIO modelos de difuso </p><p>Secundrios Presena do locutor/apresentador: identificao, temporalidade </p><p>Grade de programao / blocos </p><p>Vinheta/assinaturas: identificao </p></li><li><p>Referncias BARBOSA FILHO, Andr. Gneros radiofnicos: os formatos e os programas em udio. So Paulo: Paulinas, 2003. CARVALHO, A. Manual de jornalismo em rdio: Rdio ItaJaia. Belo Horizonte: Armazm de Idias, 1998. HAUSMAN, Carl (et. Al.). Rdio: produo, programao e performance. So Paulo: Cengage Learning, 2010. MACHADO, Arlindo. A televiso levada a srio. So Paulo: Senac, 2002 MCLEISH, Robert. Produo de rdio: um guia abrangente de produo radiofnica. So Paulo: Summus, 2001. PRADO, Magaly. Produo de rdio: um manual prJco. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. PRATA, Nair. Webradio: novos gneros, novas formas de interao. Florianpolis: Insular, 2009. ROSSETI, Regina; VARGAS, Herom. A recriao da realidade na crnica jornals@ca brasileira. In:_UNIrevista Vol. 1, n 3, julho/2006. </p></li></ul>