Blocos econômicos

  • View
    833

  • Download
    2

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Organização da economia.

Text of Blocos econômicos

  • 1. ORGANIZAO ECONMICA NA NOVA ORDEM MUNDIAL CLEDIONORA

2. GLOBALIZAOINTEGRAO DE MERCADOS VINCULADAS INOVAES TECNOLGICAS (TRANSPORTES E TELECOMUNICAOES); INTERNACIONALIZAO DA PRODUO E DO CONSUMO. IMPACTO SOCIAL NEGATIVO:DESEMPREGO ESTRUTURAL E TECNOLGICO. 3. Com economia mundial globalizada, h tendncia comercial de formao de blocos econmicos; Adotam reduo ou iseno de impostos ou de tarifas alfandegrias e buscam solues em comum para problemas comerciais; Muitos economistas afirmam que ficar fora de um Bloco Econmico viver isolado do mundo comercial. 4. Um mundo fragmentado Os blocos econmicos A grande contradio do ps-guerra fria Unio Europeia Nafta Mercosul APEC Asean SadcAps o fim do bloco socialista que bipolarizava o mundo, juntamente com os EUA, acreditava-se que o lder capitalista passasse a ser hegemnico no planeta, no entanto, na prtica, o planeta tornou-se multipolar 5. Blocos econmicos Acordos regionais que buscam facilitar o fluxo de capitais e servios e sobre tudo de mercadorias Visam prioritariamente 1. Aumentar os mercados para as empresas, por meio de integrao dos pases membros. Visam secundariamente 1. A livre circulao de pessoas; 2. Criao de tarifas e acordos mtuos . 6. Tipos de blocos econmicos 1. Zona de livre comrcio 2. Unio aduaneira 3. Mercado Comum 4. Unio econmica e monetria 7. Zona de livre comrcio Bloco econmico voltado para criao de acordos tarifrios, ou seja, conjunto de pases que se renem para priorizar mercados com tarifas prdeterminadas, a fim de evitar concorrncia desleal. A mdio ou longo prazo essa tarifas tendem a zerar.NaftaAcordo de livre comrcio da Am. do NorteEUA Canad Mxico 8. Nafta 9. Apec Associao de cooperao econmica da sia e do pacficoEUA Japo China Canad Tailndia Taiwan Hong Kong Cingapura Brunei Malsia Indonsia Filipinas Austrlia Nova Zelndia Coria do SulMxico Papua-Nova Guin 10. SADCComunidade de desenvolvimento da frica austral Graas aos srios problemas sociais e econmicos vividos no continente africano, a criao de um bloco econmico efetivo ainda muito difcil; no entanto, em 1992, foi criada a Comunidade de desenvolvimento da frica austral, com sede em Botswana - esse bloco pretende transformar-se em uma zona de livre comrcio. 11. Unio aduaneira Os blocos aduaneiros acrescentam a questo das tarifas pr-estabelecida entre ao pases membros- a questo da TEC. Tarifa Externa Comum Uma tarifa nica para produtos importados de outros pases que no faam parte da unio aduaneira. Brasil UruguaiMERCOSULParaguaiMercado Comum do SulArgentina Venezuela 12. Verdadeiras intenes do MERCOSUL Integrar toda a Amrica Latina, numa zona de livre comrcio Criar a ALCAML (rea de Livre Comrcio da Amrica Latina) Tornar a economia dos pases latinoamericanos mais forte e competitiva no mercado internacional, quebrando a hegemonia norte americana sobre esse continente. 13. Mercado Comum Nesse tipo de bloco econmico, acrescentam-se s questes de tarifas internas e externas, as seguintes situaes: Circulao de capitais, servios e pessoas Padroniza-se tambm: Cobrana de impostos Leis civis, trabalhistas, sociais e ambientaisCriam-se rgos supranacionais como: Parlamento 14. UE Unio EuropiaPortugal Espanha Frana Blgica Holanda Luxemburgo Alemanha Dinamarca ustria Itlia Sucia Grcia Reino Unido Irlanda FinlndiaR E C E N T E M E N T ELitunia, Letnia, Estnia, Polnia, Repblica Tcheca, Eslovquia, Hungria, Eslovnia, Malta Chipre 15. Unio econmica e monetria Mais amplo que o mercado comum, pois alm das questes tarifrias (internas e externas), da livre circulao de pessoas, capitais e servios, esse bloco tambm utiliza: Moeda nica mesmas taxas de cmbio Mesmos juros Poltica pblicas comuns Criao de um banco central Estruturao de representatividade poltica 16. Observaes importantes sobre a UE: Apesar de se denominar Mercado Comum, a questo da livre circulao de pessoas ainda sofre restries no Reino Unido e na Irlanda. Sua sede fica em Bruxelas, na Blgica. Hoje, utilizam o Euro como moeda nica, exceto Reino Unido, Sucia e Dinamarca. Seu banco central fica em Frankfurt, na Alemanha 17. UNIO EUROPEIA Fundao: 1957 por seis pases (CEE) - sede em Bruxelas Tratado de Maastricht, assinado por representantes dos pases da Comunidade Europia, em fevereiro de 1992. Objetivo unificar a ao econmica, poltica e social dos pases da Europa. O GRANDE DESAFIO: convencer os interessados de que conveniente abrir mo de certas vantagens particulares em benefcio do conjunto. 18. Organizar, de forma coerente e solidria, as relaes entre os Estados membros e seus povos. 19. 1. 2. 3. 4.A Unio Europeia tem muitas facetas, sendo as mais importantes o mercado nico europeu (uma unio aduaneira), uma moeda nica (o euro, adoptado por 16 dos 27 estados membros) e polticas agrcola, de pescas, comercial e de transportes comuns. desenvolve tambm vrias iniciativas para a coordenao das actividades judiciais e de defesa dos Estados Membros. 20. Questes transversais So eles: direitos humanos, a igualdade entre homens e mulheres, os direitos da infncia e a dimenso ambiental. Prioridades para o Brasil 2007-2013Com base nas necessidades do pas: 1. A intensificao das relaes UEBrasil; e a 2. Promoo do ambiente no quadro de umdesenvolvimento sustentvel. 21. 1.2.Incentivarosintercmbios,oscontactosea transfernciadeconhecimentos especializadosentreaUEeoBrasilafimde melhorarainclusosocial,atenuaras desigualdadeseintensificaroconhecimento mtuo. Asegunda,apoiarosprojetosafavordo ambientenoquadrododesenvolvimento sustentvel 22. PRINCIPAIS PROBLEMAS: - dificuldade de unio, sobrepor s tradies de cada pas; - eliminao de dispositivos protetores das indstrias nacionais, a unificao monetria; - a permisso do acesso de contigentes de desempregados provenientes de pases menos desenvolvidos da CEE; - elaborao de dispositivo constitucional nico rejeio da Frana e da Holanda 23. PONTOS POSITIVOS: Fortalecimento poltico e econmico dos pases membros; - Supresso de tarifas aduaneiras; - Livre circulao de mercadorias, servios capitais e pessoas; - Criao de moeda nica 24. SUA RELAO COM O BRASIL:Em 1995, assina tratado com o MERCOSUL, prev a criao de uma rea de livre-comrcio entre os dois blocos at 2005; - Juntos, estes dois blocos tm quase 600 milhes de habitantes e a soma de seus PIBs superam US$ 7 trilhes. 25. Periferia da Europa *Endividaram-se em uma moeda que, efetivamente, no a deles (euro) Contas externas: *Desequilbrios de estoque e fluxos 26. Grcia Causa fundamental da crise excesso de endividamento Generalizado Famlias Empresas Governo falta de controle do governo sobre sistema financeiro local ingressos internacionais de capitais 27. INSTABILIDADE E CRISE NA GRCIA Liberalizao e desregulamentao Vulnerabilidade externa Passivo externo financeiro lquido Crises cambial Problemas econmicos e sociais Deteriorao poltica Perda de legitimidade do Estado Instabilidade Crise institucional 28. MACRO-SADAS PARA A CRISE Gastos sociais e infraestrutura (Keynesiana) 2. Distribuio de riqueza e renda (poltica) 3. Progresso tcnico (Schumpeteriana) 4. Gastos blicos (defesa e conflito) 5. Demanda externa (exportao e investimento externo)(globalizao 29. A UE dispe de cinco instituies cada uma com funes especficas: PARLAMENTO EUROPEU (eleito pela populao dos Estados Membros); CONSELHO DA UNIO EUROPEIA (representao dos Estados Membros); COMISSO EUROPEIA (fora motriz e rgo executivo); TRIBUNAL DE JUSTIA (garante a observncia da legislao); Tribunal de Contas (controlo rigoroso e gesto do oramento da UE). 30. Estas instituies so coadjuvadas por cinco outros rgos importantes: Comit Econmico e Social Europeu (emite pareceres da sociedade civil organizada sobre questes econmicas e sociais); Comit das Regies (emite pareceres das autoridades regionais e locais); Banco Central Europeu (responsvel pela poltica econmica e a gesto do Euro). 31. Procurador Europeu (ocupa-se das queixas doscidados sobre deficincias na administrao de qualquer instituio ou rgo da UE); Banco Europeu de Investimento (contribui para a realizao dos objectivos da UE, financiando projectos de investimento); O sistema completado por diversas outras agncias e rgos. 32. INSTITUIES EUROPEIAS PARLAMENTO EUROPEU: Os Deputados so eleitos para o mandato de cinco anos. As reunies ocorrem atualmente em Luxemburgo e Bruxelas CONSELHO DA UNIO EUROPEIA: Coordenao poltica os tem direito rotativo pelos pases 33. COMISSO EUROPEIA Defende os interesses do bloco. Elabora a legislao e assegura a aplicao das leis para os pases menbro A legislao est dividida em: Primria= refere aos tratados correo e acompanhamento Derivada=regulamentam os principais objetivos.