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CÉLULAS-TRONCO CÉLULAS-TRONCO

CéLulas Tronco (Power Point)

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  • 1. CLULAS-TRONCO

2. O QUE SO CLULAS-TRONCO ? Clulas indiferenciadas que tm a capacidade de se multiplicar e se diferenciar em clulas especializadas.So clulas capazes de gerar outras clulas diferentes de si mesmas.Ex. Enquanto uma clula da pele, por exemplo, capaz de reproduzir apenas mais pele, as clulas-tronco so clulas mestres com capacidade de diferenciar-se em qualquer clula. 3. TIPOS DE CLULAS-TRONCO ADULTAS

  • Cordo umbilical
  • Tecido adiposo
  • Polpa dentria
  • Sangue Menstrual
  • Liqudo amnitico
  • Problema:no so capazes de
  • sediferenciarem
  • todosostiposde
  • clulas humanas
  • Soluo:utilizar clulas-tronco embrionrias

http://www.objetivo.br/portal/img/roteiro_celulas_tronco3.jpg 4. 5. CLULAS-TRONCO EMBRIONRIAS

  • Aps fecundao dos gameta feminino e masculino,in vitro,coloca-se em meio de cultura nutritivo, que desenvolve-se em: 2 blastmeros, 4, 8, 16, mrula, blstula, gstrula, nurula, (embrio e feto).
  • Na fase blstula so extradas clulas que recebem estmulos para se diferenciar em diversos tipos de tecidos do corpo humano, que podero ser usados para substituir rgos humanos danificados (pncreas, fgado, msculos, corao, etc).

6. 7. CLASSIFICAO DASCLULAS-TRONCO EMBRIONRIAS

  • Totipotentes : capazes de formar um ser humano completo (at 4. dia aps fecundao)
  • Pluripotentes : podem criar os 216 tipos de tecidos humanos (5. ao 14. dia)
  • Multipotentes : geram os tecidos dos quais se originaram. (15. dia em diante) Ex. Clulas-tronco adultas de medula ssea geram as clulas do sangue.

8. 9. CLONAGEM REPRODUTIVA e TERAPUTICA

  • Retira-se o ncleo de um vulo doado
  • Coleta-se uma clula adulta de outro doador e retira-se o ncleo (Ex. Clula da Pele)
  • Implanta-se o ncleo da clula adulta (pele) no vulo sem ncleo
  • NaClonagem reprodutiva(1996): o vulo com o novo ncleo implantado em um tero que gestar o ser vivo, CLONE. Ex. Ovelha Dolly.
  • PROIBIDA EM SERES HUMANOS.

10.

  • NaClonagem teraputica(2004): o vulo no implantado em tero, mas mantido em substncia nutritiva em laboratrio, se atingir o estado de blstula (blastocisto) torna-se capaz de produzir linhagens de clulas-tronco embrionrias totipotentes, que podem ser utilizadas em pesquisas para a cura de doenas. (transferncia nuclear ou transplante celular).

11. APLICAODASCLULAS-TRONCO EMBRIONRIAS

  • Substituir tecidos doentes ou lesionados, como nos distrbios neuromusculares ou em casos que o organismo deixou de produzir alguma substncia como nas doenas de Parkinson e diabetes, ou outras mais graves como cncer, etc. (+ ou 10 anos)
  • - Desenvolver novos medicamentos para doenas genticas.

12. Supremo Tribunal Federale a Lei de Biossegurana

  • Maro/2005Aprovada e contestada por ADIN (Ao direta de Inconstitucionalidade).
  • Maio/2008 Votao final: 6 votos a favor e 5 contra a Lei.

Obs .:Uso de camundongos em laboratrio - equivalncia de 99 % dos genes humanos e desenvolvimento rpido (9 semanas). 13. CLULAS-TRONCO NO BRASIL

  • No dia 02/03/2005 22 horas, no Congresso Nacional, em Braslia, os deputados brasileirosaprovaram a Lei de Biossegurana , que no seu artigo 5.autoriza o uso de pesquisas com clulas-tronco embrionrias .
  • Neste caso, os embries encaminhados a pesquisa devem ser gerados em clnicas de fertilizaoin vitroecongelados h mais de 3 anos e/ou serem considerados sem qualidade para serem implantados em teropara gerar um novo ser humano. Seu uso deve ser autorizado pelos genitores e pelo conselho de tica e pesquisa da instituio do cientista pesquisador (pessoa jurdica pblica ou privada: universidades, laboratrios e servios de sade).
  • ALei de Biossegurana probea clonagem teraputica e reprodutiva.
  • ALei dos Transplantes de rgos probea comercializao de material biolgico .

14.

  • No dia30/05/2005 , o Procurador-geral da Repblica Cludio Fonteles entrou com uma Ao Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra o artigo 5. da Lei da Biossegurana.
  • Em20.04.2007 , o STF realizou de forma indita uma audincia pblica sobre o uso de clulas-tronco embrionrias 20 especialistas debateram o tema durante 1 ano.
  • Em05.03.2008 , o STF comeou o julgamento, que terminou em maio, com 6 x 5 votos.
  • Na pesquisa doIBOPE/2008 , com a populao em geral, 75 % favorvel as pesquisas; 25 % concorda, mas impe restries e 5 % discorda totalmente.

15. CINCIA E RELIGIO

  • Toda vez que um ramo da cincia desafia um dogma da igreja catlica, o debate recrudesce. o que ocorre atualmente com a fertilizaoin vitroe o uso de clulas-tronco embrionrias para pesquisas cientficas.
  • O novo pecado : Gula, luxria, avareza, ira, soberba, vaidade, preguia emanipulao gentica.

16.

  • OVaticanodefende que esto destruindo uma vida ao usar embries congelados. OsCientistasrebatem dizendo que o argumento tirar uma vida incoerente com a posio da prpria igreja em relao morte.
  • Como a cincia, o catolicismo entende que a vida de uma pessoa termina e, por isso, aceitvel fazer o transplante de rgos no momento em que o crebro para de funcionar, embora outros rgos vitais, como o corao, continuem ativos. Por analogia, segundo os cientistas, o mesmo deveria valer para o embrio. (pg.62)

17.

  • Para grande parte dos cientistas, a vida comea quando aparecem nele as primeiras terminaes nervosas, o que acontece entre 12. e 14. dias aps a fertilizao.