Despacho normativo

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  • 1. Dirio da Repblica, 2. srie N. 71 10 de abril de 2012 12729c) Autorizar despesas eventuais de representao dos servios at aof) Conceder subsdios para deslocaes ao estrangeiro de cientistas emontante de 10 000;tcnicos, no mbito dos programas anuais a cargo da Fundao para ad) Autorizar a concesso de transferncias correntes pelas rubricasCincia e a Tecnologia, I. P., aprovados por despacho da tutela;04.07.01 e 04.08.02 at ao montante de 25 000 por transferncia.g) Conceder subsdios para a realizao de misses ou estadas em Portugal, de curta durao, de cientistas e tcnicos residentes no es-2 Subdelego, ainda, no rgo supraindicado, com a possibilidadetrangeiro;de subdelegar, a competncia para a prtica dos seguintes atos, no mbito h) Conceder subsdios tendo em vista a organizao de reuniesda respetiva entidade: cientficas em Portugal; a) Conceder licenas sem remunerao para o acompanhamento i) Conceder subsdios para a edio de publicaes cientficas, es- tudos de carter cientfico, tcnico e didtico e publicao de teses, dede cnjuge colocado no estrangeiro e para o exerccio de funes em acordo com os respetivos plano anual e regulamento, aprovados pororganismos internacionais, e respetivo regresso, previstas no n. 5 do despacho da tutela;artigo 234. da Lei n. 59/2008, de 11 de setembro, na sua atual redao;j) Conceder outros subsdios, no quadro de programas da Fundao b) Autorizar, em casos excecionais de representao, que os encargos para a Cincia e a Tecnologia, I. P., devidamente aprovados;com o alojamento e alimentao inerentes a deslocaes em serviol) Autorizar a participao de Portugal nas aes COST e a procederpblico possam ser satisfeitos contra documento comprovativo das nomeao dos delegados nacionais aos respetivos comits de gestodespesas efetuadas, no havendo, nesse caso, lugar ao abono de ajudas e grupos de trabalho, devendo ser dado conhecimento ao meu Gabinetede custo, nos termos do artigo 33. do Decreto-Lei n. 106/98, de 24 das nomeaes efetuadas e das aes COST cuja participao portuguesade abril, alterado pelo Decreto-Lei n. 137/2010, de 28 de dezembro, e autorizada.pela Lei n. 64-B/2011, de 30 de dezembro, conjugado com o dispostono decreto-lei de execuo oramental e na Resoluo do Conselho de4 Com vista a uma adequada coordenao da representao inter-Ministros n. 51/2006, de 5 de maio; nacional do Ministrio da Educao e Cincia, dos atos de autorizao c) Autorizar, em casos excecionais de representao e relativamente de deslocaes ao estrangeiro, ao abrigo da alnea c) do n. 2 do presentes deslocaes ao estrangeiro e no estrangeiro de todos quantos exercemdespacho, que se refiram a membros do conselho diretivo deve ser dadofunes no servio respetivo, incluindo o prprio, e sempre que o ttulo conhecimento ao meu Gabinete.jurdico que os vincule o permita, que os encargos com alojamento5 Consideram-se ratificados todos os atos que, no mbito dose alimentao sejam satisfeitos contra documento comprovativo daspoderes ora subdelegados, tenham sido praticados pelo referido rgodespesas efetuadas, no podendo, em qualquer caso, o abono de ajudadesde 4 de janeiro de 2012.de custo ser inferior a 20 % do valor fixado na tabela em vigor, nos ter-mos do disposto no artigo 5. do decreto-lei n. 192/95, de 28 de julho,30 de maro de 2012. A Secretria de Estado da Cincia, por de-alterado pelo Decreto-Lei n. 137/2010, de 28 de dezembro, bem comolegao de competncias do Ministro da Educao e Cincia (despachoo alojamento em estabelecimento hoteleiro superior a 3 estrelas, sem n. 1874/2012, de 1 de fevereiro, publicado no Dirio da Repblica,prejuzo da atribuio de 70 % de ajudas de custo dirias, nos termos2. srie, n. 29, de 9 de fevereiro de 2012), Maria Leonor de S Bar-do n. 2 do artigo 2. do decreto-lei n. 192/95, de 28 de julho, alterado reiros da Silva Parreira.pelo Decreto-Lei n. 137/2010, de 28 de dezembro, conjugado com o205942114previsto no respetivo decreto-lei de execuo oramental e na Resoluodo Conselho de Ministros n. 51/2006, de 5 de maio; d) Autorizar, para os trabalhadores com contrato de trabalho emfunes pblicas, que a prestao de trabalho extraordinrio ultrapasseGabinete da Secretria de Estado do Ensinoos limites legalmente estabelecidos, em circunstncias excecionais eBsico e Secundriodelimitadas no tempo, nos termos da alnea b) do n. 2 do artigo 161.da Lei n. 59/2008, de 11 de setembro, na sua atual redao; Despacho normativo n. 6/2012 e) Autorizar, para os trabalhadores nomeados, que a prestao de A Direo-Geral da Educao (DGE), do Ministrio da Educao etrabalho extraordinrio ultrapasse os limites legalmente estabelecidos Cincia, cuja orgnica foi aprovada pelo Decreto-Lei n. 14/2012, de 20 deem circunstncias excecionais e delimitadas no tempo, nos termos da al- janeiro, integra o Jri Nacional de Exames (JNE), o qual tem por missonea d) do n. 3 do artigo 27. do Decreto-Lei n. 259/98, de 18 de agosto; f) Autorizar o aluguer de veculos por prazo no superior a 60 dias,coordenar e planificar o processo de avaliao externa da aprendizagem.seguidos ou interpolados, nos termos do n. 1 do artigo 7. do Decreto- A avaliao externa da aprendizagem reconhecidamente, em qual--Lei n. 170/2008, de 26 de agosto;quer sistema de ensino, uma componente fundamental e indissocivel g) Conceder a equiparao a bolseiro dentro e fora do Pas, desde que do processo de ensino e aprendizagem dos alunos e ser assegurada, emno implique a necessidade de novo recrutamento; 2012, pelas provas de aferio do 1. ciclo do ensino bsico, pelas provas h) Conceder bolsas no mbito de programas de formao aprova- finais dos 2. e 3. ciclos do ensino bsico, pelos exames finais nacionaisdos por despacho da tutela, no domnio das atribuies das respetivasdo ensino secundrio, pelos exames a nvel de escola equivalentes aosentidades; nacionais e pelos exames/provas de equivalncia frequncia dos 2. e i) Autorizar a cedncia de trabalhadores a organizaes internacionais3. ciclos do ensino bsico e do ensino secundrio.e como cooperantes; As medidas implementadas no sistema educativo portugus, bem j) Formalizar os pedidos de libertao de crditos (PLC) junto dascomo a simplificao de processos e a necessria racionalizao dedelegaes competentes da Direo-Geral do Oramento, bem como dos recursos humanos e financeiros, obrigaram a algumas alteraes legis-documentos e expediente relacionados com as mesmas;lativas, as quais justificam uma remodelao no processo de realizao l) Aprovar as alteraes oramentais necessrias correta execuo das provas de exame, com reflexos muito significativos na estruturados programas, medidas e projetos, dentro dos limites da competncia do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Bsico e doque me conferida pela alnea d) do n. 5 do Despacho n. 1874/2012,Ensino Secundrio.de 1 de fevereiro, do Ministro da Educao e Cincia. O presente documento reflete as principais alteraes ao sistema de avaliao externa, nomeadamente: a introduo de provas finais 3 Subdelego, ainda, no conselho diretivo da Fundao para a no 2. ciclo do ensino bsico nas disciplinas de Lngua PortuguesaCincia e a Tecnologia, I. P., com a possibilidade de subdelegar, as e de Matemtica; a alterao do modelo de calendrio dos examescompetncias especficas para a prtica dos seguintes atos, no mbito dasfinais nacionais do ensino secundrio, tendo como regra geral aatribuies daquela Fundao, sem prejuzo de sujeio a homologao obrigatoriedade de inscrio na 1. fase destes exames para todosda tutela, nos casos em que tal seja previsto nos respetivos programas:os examinandos; a introduo do exame final nacional optativo na a) Autorizar a abertura de concursos de bolsas de estudo e de projetosdisciplina de Filosofia e os ajustamentos na concesso de condi-de investigao para o Pas e para o estrangeiro, de acordo com o planoes especiais de exame para alunos com necessidades educativasanual respetivo, aprovado por despacho da tutela;especiais. b) Conceder bolsas de estudo no Pas e no estrangeiro, de acordo com Assim:o plano anual respetivo, aprovado por despacho da tutela; Considerando o disposto no Decreto-Lei n. 6/2001, de 18 de janeiro, c) Conceder a prorrogao de bolsas de estudo no Pas e no estran-com as alteraes introduzidas pelos Decretos-Leis n.os 209/2002, degeiro; 17 de outubro, 396/2007, de 31 de dezembro, 3/2008, de 7 de janeiro, d) Autorizar a alterao das datas de incio e termo das bolsas dee 94/2011, de 3 de agosto, e demais legislao que regula a educaoestudo, bem como a alterao do local de estgio, de acordo com os bsica;regulamentos aprovados; Considerando ainda o disposto no Decreto-Lei n. 74/2004, de 26 de e) Celebrar contratos de investigao e desenvolvimento, de acordomaro, com as alteraes introduzidas pelos Decretos-Leis n.os 24/2006,com o plano respetivo, aprovado por despacho da tutela;de 6 de fevereiro, 272/2007, de 26 de julho, 4/2008, de 7 de janeiro,

2. 12730 Dirio da Repblica, 2. srie N. 71 10 de abril de 201250/2011, de 8 de abril, e 42/2012, de 22 de fevereiro, e demais legislao 3.3 Os membros do JNE e os professores coadjuvantes, bem comoque regula o nvel secundrio de educao:o pessoal no docente designado para apoio nas delegaes regionais e Ao abrigo do disposto no artigo 12. do Decreto-Lei n. 125/2011, de nos agrupamentos de exames, ficam prioritariamente afetos execuo29 de dezembro, e no artigo 2. do Decreto-Lei n. 14/2012, de 20 dedos trabalhos a cargo do JNE, sendo dispensados de outros servios nasjaneiro, determino o seguinte:escolas, com exceo das atividades letivas e de avaliao escolar. 1 So aprovados:3.4 Os servios prestados pelos docentes e tcnicos das estruturasa) O Regulamento de Funcionamento do Jri Nacional de Exames; regionais do JNE so remunerados conforme o estabelecido no ora-b) O Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Bsico e domento dos exames.Ensino Secundrio. 4 mbito de interveno do JNE: 4.1 As provas de exame cuja classificao, reapreciao e recla- 2 Os Regulamentos mencionados no nmero anterior, constan- mao competem ao JNE so as seguintes:tes, respet