Eletroterapia resumão

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Text of Eletroterapia resumão

  • 1. Histria Bases Biofsicas Indicaes e contra-indicaes gerais Vagner S Ft

2. Tratamento ou avaliao usando uma das vrias modalidades, incluindo estmulo eltrico, ultrassom, mtodos de aquecimento e resfriamento, diatermia por ondas curtas e radiao eletromagntica como infravermelho e terapias de luz incluindo LASER e ultravioleta (Robertson, 2009). Avaliao ou tratamento usando estmulos eltricos (Robertson, 2009).Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 3. 2750 a.C: Egito 130 a.C: GalenoCerca de 5080 Volts 200 HzPeixe Torpedo Usado para Analgesia Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 4. 43 a.C, Scribonius Largus, Mdico doimperador Romano Claudio, descreveu com detalhes o uso do peixe eltrico para tratar GOTA e dores de cabea.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 5. Luigi Galvani, 1781 - investigao do efeito daeletricidade sobre a contrao muscular.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 6. Experimentos de "ressuscitao"(espetculos pblicos) de Aldini - sobrinho de Luigi Galvani - em que corpos mortos se movimentavam sob efeito dos impulsos eltricos.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 7. Em 1797, tendo ele prprio recebidoacidentalmente uma descarga de peixe eltrico, Alexander von Humboldt publicou os seus estudos sobre a eletricidade animal. Concluiu que toda contrao muscular precedida por uma descarga dos nervos para os msculos. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 8. A era das correntes fardicas naeletromedicina.Michael Faraday (1791 - 1867)A bobina de induo inventada por Faraday em 1831, permitindo a gerao continuada de corrente eltrica.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 9. Aparelho de eletroestimulao utilizado em 1849.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 10. Mquina de eletroestimulao - Guillaume Duchenne du Boulogne "De lelectrisation localise", 1861.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.brDuchenne de Boulogne aplicando faradizao. 11. Cardioverso Paris, 1888."Um defunto galvanizado". Charge ironizando a pretensa ressuscitao por meio de correntes galvnicas. Mais tarde, essa propriedade das correntes eltricas seria uma realidade, quando se considera os mtodos atuais de cardioverso. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 12. nnppe-e-+-Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 13. Na+Na+Cl-Cl-Na+Cl-Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 14. Um fluxo de eltrons entre os extremos de umcondutor, de forma ordenada, quando submetidos a uma diferena de potencial.+BATERIA---Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 15. Quanto mais gua tem o tecido, melhor a sua propriedade de conduzir a corrente eltrica. Pouco condutoresCondutores mdiosBons condutoresOssoPele midaSangueGorduraTendesLinfaPele secaFscias grossasLquidos corporaisPlosCartilagensMsculosUnhas--Vsceras----Tecido nervosoProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 16. Retire o excesso de pelo local; Melhore o aporte sanguneo anteriormente utilizando modalidades como massoterapia ou recursos da hipertermoterapia; Umedea a pele; Faa passar pelo local outra corrente eltrica. A mais usada a Difsica Fixa (DF); D preferncia para os eletroestimuladores com mdia frequncia (RUSSA ou INTERFERENCIAL). Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 17. Ao Vasodilatadora A corrente eltrica impede a secreo de noradrenalina produzindo vasodilatao passiva. A vasodilatao passiva produzida pela histamina.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 18. Ao Ionizante Predominante nas correntes unidirecionais que produzem aumento da permeabilidade da membrana celular alm do fenmeno da eletrlise, em que os ons so atrados pelo plo oposto da sua cargaProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 19. Efeito Excitomotor resulta do msculo ser um tecido excitvel, cuja resposta ao estmulo eltrico a contrao.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 20. Efeito Analgsico a teoria das comportas ou porto o mecanismo mais relevante, alm da ativao/produo de substncias endgenas como as endorfinas.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 21. Efeito Cicatrizante a corrente eltrica pode favorecer o reparo tecidual estimulando diretamente as clulas a produzirem mais ATP, aumento a sntese de protenas, revitalizando a rea lesionada.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 22. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 23. DIRETA CONTNUA UNIPOLAR MONOFSICA UNIDIRECIONALProf. Vagner S - savagner@ig.com.brALTERNADA BIPOLARES BIFSICAS BIDIRECIONAL 24. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 25. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 26. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 27. FREQUENCIA DE 2.500 Hz. FREQUENCIA DE REPETIO DE 100 HzFREQUENCIA DE 2.500. FREQUENCIA DE REPETIO DE 80 HzProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 28. AT 1000 HzTENSGALVNICAFESDIADINMICASProf. Vagner S - savagner@ig.com.brFARDICAMICROCORRENTE 29. DE 1000 Hz a 100 KHzINTERFERENCIAL 2000-4000 HzProf. Vagner S - savagner@ig.com.brRUSSA 2500 Hz 30. MAIORES QUE 300 KHZONDAS CURTAS 27 MHzProf. Vagner S - savagner@ig.com.brMICROONDAS 2450 MHz 31. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 32. QUANTO MENOR O TAMANHO DO ELETRODO, MAIOR SER A RESISTNCIA DA PELE PASSAGEM DA CORRENTE ELTRICA E VICE -VERSA. QUANTO MENOR O TAMANHO DO ELETRODO, MAIOR SER A DENSIDADE DE ENERGIA ELTRICA PASSANDO PELA REA DO ELETRODO. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 33. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 34. Controle de dores agudas e crnicas; Reduo de edema; Reduo de contraturas articulares; Inibio de espasmos musculares; Minimizao de atrofia por desuso; Reeducao muscular; Consolidao de fraturas; Fortalecimento muscular; Cicatrizao de leses abertas e fechadas. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 35. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 36. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 37. Incapacidades cardacas graves; Marcapasso; Gravidez; Implantes metlicos expostos; Seio carotdeo; Ao redor dos olhos; Obesidade mrbida.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 38. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 39. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 40. Prof. Vagner SProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 41. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 42. Produo de calor: 1 a 3 C. Vasomotores: vasoconstrico evasodilatao, aumento de 300 a 500 % do fluxo. Eletrlise: dissociao eletroltica Aumento do metabolismo Aumento do aporte de O2. Obs.: os efeitos acontecem estritamente na rea de acoplamento dos eletrodos. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 43. nodo = plo positivo (+)Ctodo = plo negativo (-)SedanteEstimulante - IrritanteVasoconstrictorVasodilatadorSolidificao de ProtenasLiquefao de ProtenasDesidratanteHidratanteProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 44. Eletrlise nodoctodo+-Na+Cl-nodo vai acontecer uma reao cida: 2 Cl + 2 H2O = 2 HCl + O Ctodo vai acontecer uma reao alcalina 2 Na + 2 H2O = 2 NaOH + H2 Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 45. Longitudinal: eletrodos na mesma faceanatmica. Transversal: eletrodos em faces anatmicas diferentes. Banho de galvanizao: utilizao de gua para aumentar o campo de atuao.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 46. 0,01 a 0,05 mA por cm2 de rea do eletrodo. Sensao agradvel pelo paciente. No banho de galvanizao utiliza-se de 20 a40 mA. Tempo de aplicao de 20 a 50 minutos.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 47. Intensidade em mA Tempo e minutosProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 48. Diminuio de edemas Afeces da esttica Eletrlise depilatria: agulha especial sendo octodo para reao alcalina. Algias IontoforeseProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 49. Extremos cronolgicos Regio precordial Neoplasias Pacientes com distrbios de sensibilidade Ferida aberta Gnadas Olhos tero grvido Pacientes mentalmente confusos Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 50. Prof. Vagner S UCB - UFRJ 51. Aiontoforese uma tcnica no invasiva que usa potencial (< 5V) ou corrente eltrica (0,1 a 1 mA/cm2) para prover uma maneira controlada de aumentar a transferncia transdermal de uma variedade de drogas.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 52. O pioneiro na descrio do mtodo foi Pivati,em 1747, porm Le Duc introduziu o termo iontoterapia e formulou hipteses sobre esse processo.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 53. ctodonod o-+-- - -+ + + + + + + + + + eletrodo que receber o on a ser transferido chamado de eletrodo ativo. O outro eletrodo, que completa o circuito eltrico, chamado de dispersivo. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 54. Amigrao de um on positivo, como o sdio (Na+), requer que um on de carga oposta esteja na regio prxima rea de transferncia, o qual denominado contraon. Um on no-medicamentoso presente na soluo doadora com carga semelhante quele que se pretende transferir denominado co-on. Por fim, a regio da pele do paciente a ser tratada denominada regio alvo. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 55. As principais vias de acesso dos ons transferidos por iontoforese so os poros de glndulas sudorparas, enquanto o estrato crneo, os plos foliculares e as glndulas sebceas pouco contribuem para a penetrao inica, uma vez que apresentam elevada impedncia eltrica relativa.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 56. Aps a penetraoinicial, os ons transferidos passam para a circulao capilar atravs das arterolas que irrigam a base da glndula.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 57. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 58. Corrente galvnica ou contnuaProf. Vagner S - savagner@ig.com.br 59. De acordo com a Lei de Faraday , aestimativa da quantidade do on introduzido por iontoforese atravs da pele proporcional amplitude e durao da aplicao da corrente. Quanto maior o tempo de aplicao e a amplitude da corrente, maior ser a quantidade transferida do on. Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 60. Sugere-se que inicialmente o clculo da doseseja feito pela densidade de corrente, considerando uma proporo de 0,5 mA/cm2. No entanto, a dose de segurana no deve ultrapassar 5 mA e o tempo de aplicao total deve ser aumentado proporcionalmente considerando o limite de 100 mA/min.Prof. Vagner S - savagner@ig.com.br 61. Utilizando eletrodos de 15 cm2, uma dose de 7,5mA seria compatvel com a densidade anteriormente proposta, contudo, est acima da dose de segurana de 5mA. uma dose mxima de at 5