Fisiologia neuromuscular 02

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  • 1. FISIOLOGIA NEUROMUSCULAR II Prof. Ms Guilherme Gularte de Agostini [email_address]

2. FORA NeuralMuscular Mecnico 3. Neural 4. Fora Neural REFLEXO RECRUTAMENTO AO UNI / BILATERAL SINCRONIA INIBIOANTAGONISTA FREQNCIA 5. RECRUTAMENTO SINCRONIA FREQNCIA 6. Unidades Motoras Fisiologia Humana e do Exerccio 7. Estrutura

  • Contraes musculares so produzidas por estimulaes demotoneurniosda medula espinhal (Sherrington Apud Noth, 1992).
  • ConceituaoConjunto de fibras muscularesinervadaspelo mesmo motoneurnio.

8. Estrutura

  • O nmero de fibras musculares pode variar de 5 at mais de 1000, dependendo dotipo de tarefarealizada pelo msculo.
  • Poucas fibrasAlta preciso;
  • Muitas fibrasAlta fora.

9. Estrutura da UM 10. Tipos de UMs

  • Por existirem diferentes tipos de fibras musculares, deve-se tambmexistir diferentes comandos para estas fibras , e desta forma, formam-se diferentes tipos de unidades motoras.
  • Os tipos de UMs sodiferenciados pelas fibras musculares que inervam , formando assim UMs do tipo I (SO) e tipos IIa (FR) e IIb (FF)

11. Caractersticas funcionais dos diferentes tipos de UMs Baixa Alta FF MdiaMdia FR Grande Baixa SO Resistncia Fora Tipo de UM 12. Ativao das UMs

  • O acionamento central das UMs promove em muitas tarefas orecrutamento seletivode um ou outro tipo e, em algumas vezes, ativandotodos os tipos ao mesmo tempo.
  • Isso realizado variando a intensidade do estmulo nervoso.
  • Para que isso seja realizado, as diferentes UMs devem terdiferentes limiares de recrutamento .

13. Relao fora de contrao com limiar de recrutamento 14. Resposta dos diferentes tipos de UMs para Fora e Resistncia 15. Funcionamento da UM

  • A relao da intensidade do estmulo e a capacidade de gerar fora das UMs respondem a uma ordem hierrquica de ativao, denominada deprincpio do tamanhodas UMs.

16.

  • Baseado nos diferentes limiares de ativao das UMs, as que possuembaixo limiar sero recrutadas primeiro . Isso acontece em tarefas que exigem pouca fora.
  • A medida queaumenta a exigncia de forada tarefa, aumenta-se aintensidade do impulsonervoso,ultrapassando o limiarde ativao das UMs de grande limiar.

Ordem de Recrutamento das UMs 17.

  • A ordem de recrutamento tambm seletiva dentro damesma UM , recrutando primeiro as UMs com menor capacidade de produzir fora.
  • A capacidade de gerar fora da UMs respondem aonmero e tamanho das fibras muscularesque o nervo motor inerva.

Ordem de Recrutamento das UMs 18. Recrutamento neuro muscular Leve Moderado Intenso Mximo % R E C R U T A M E N T O 19. Aplicao Prtica Hipert. Trad. Pique 100m 1RM Corrida Limiar Caminhada Ginast. Local. Tipo IIb Tipo IIa Tipo I Exerc/Fibras 20. Excees ao Princpio do Tamanho Ao Excntrica e Movimentos Explosivos 21. Ordem de Recrutamento

  • Nardone et al., (1995) encontraram que as UMs FF do gastrocnmio medial foramseletivamente ativadasquando foi realizado flexo plantar excntrica.
  • Alem disso, poucos potenciais do sleus existiram durante a ao excntrica, indicandomenor atividade EMGdestes na ao Excntrica

22. Ordem de Recrutamento 23. Movimento Rpido

  • Em alguns movimentos, o importante produzirgrande foranum curto espao de tempo, independente de a mesma ser menor que aEsttica mxima .
  • Ex. Corrida com aumento brusco na velocidade (tempo de contato e forae xercida ).

24. Taxa de Codificao das UMs

  • A ativao da UM responde alei do tudo ou nada .
  • O aumento da taxa de disparo SNC pode aumentar a fora de contrao das UMs ?

25. Resposta de fora da UM e freqncia de estmulo 26. Resposta de fora da UM e freqncia de estmulo 27. Resposta de fora da UM e freqncia de estmulo 28. Resposta de fora da UM e freqncia de estmulo 29. Resposta

  • Sim, este processo chamado desomao de abalos
  • Como isso ocorre ?
  • Aumentando o nmero depontes cruzadas ligadasna mesma unidade de tempo.

30. Freqncia de disparo acima da mxima

  • Se em seres humanos, a freqncia tima de disparo das UMs em torno de 50Hz, do que adiantaria aumentar essa freqncia para 100Hz ?

31. Freqncia de disparo acima da mxima 32. Maior desenvolvimentode potncia muscular 33. REFLEXO 34. 35. 36. 37. 38. 39. UNI / BILATERAL 40. Reduced Neural Drive in Bilateral Exertions: A Performance-Limiting Factor ? DIEN et al., MSSE Jan. 2003 41. Introduo

  • Estudos tem demonstrado que aatividade do crtex motor em um hemisfrioreduz ofluxo motor mximo para o hemisfrio oposto .
  • A conseqncia dessa inibio pode ser uma fator limitante da performance emesforos bi-laterais .

42. Introduo

  • Essa inibio ocorre quando msculoshomlogosem membroscontra-lateraisso ativadosjuntamente.
  • Essa reduo chamada deDficit Bi-lateral .
  • Isso tem sido proposto para explicarlimitaes na performancede saltos com as duas pernas.

43. Introduo

  • De onde vem oDficit Bi-lateral(DBL)?
  • Herbert & Gandevia (1996) sugerem q o DBL em grandes msculos, ocorre devido a problemas demanuteno da posturae conseqentementemenor eficincianatransmisso de fora .

44. Objetivo Geral

  • Testar a hiptese de que ainibio inter-hemisfriopode resultar numareduo do drive neural em esforos bilateraisquando comparado esforos uni-laterias .

45. Objetivos Especficos

  • 1 )DBL em pequenos msculos;
  • 2 )DBL em msculos grandes;
  • 3 )DBL na fora rpida.

46. Metodologia 47. Experimento 01

  • Protocolo 1a
  • Flexo dedo
  • 3 x C.U-L c/ 5 durao / cada lado.
  • 3 x C.B-L(mesmo modo).
  • Protocolo 1b
  • Realizao C.B-L c/ 1 lado iniciando 1 aps o outro.

48. Experimento 01

  • Foram utilizados Dinammetros e EMG.
  • Protocolo 1a
  • DBL(F) = 100 x (F.U-L F.B-L) / F.U-L
  • DEMG(E) = 100 x (E.U-L E.B-L) / E.U-L

49. Experimento 01

  • Protocolo 1b
  • DBL(F) = 100 x (F.pr F.ps) / F.pr
  • DBL(E) = 100 x (E.pr E.ps / E.pr

50. Resultados do Experimento 01 51. Resultados do Experimento 01 52. Resultados do Experimento 01 53. Resultados Experimento 01 54. Experimento 02

  • Protocolo 2a
  • Extenso mxima esttica do joelho durante 3;
  • Contrao mxima bi-lateral (CMB-L)
  • Eletro-EstimulaoSuper-imposio de abalos 300hz (avaliar o comando neural).
  • Protocolo 2b
  • Realizao da Contrao mxima iniciando com a perna esquerda 1 antes da direita.

55. Experimento 02

  • Protocolo 2c
  • Realizao da CMB-L dos extensores do joelho, relaxando a perna direita 1 aps a incio da CMB-L.

56. Experimento 02

  • DBL(F)c = 100 x (F.ps F.pr) / F.ps;
  • DBL(E)c = 100 x (E.ps E.pr) / E.ps
  • DN = 100 x (1 F.s.i. / F.cont)
  • DN = Ao voluntria

57. Resultados do Experimento 02 58. Resultados do Experimento 02 59. Resultados do Experimento 02

  • DN = 94 9% na CMU-L e 89% 9% na CMB-L.

60. Experimento 03

  • Protocolo 3
  • Semelhante ao 2a, entretanto os voluntrios foram instrudos para realizarem fora mxima o mais rpido possvel.

61. Resultados do Experimento 03 62. Resultados do Experimento 03 63. Discusso

  • Em todos os casos, o Dficit EMG foi semelhante ao Dficit de Fora, sugerindo que o uma reduo do drive neural seja a causa do DB-L.
  • No protocolo 2, o DN (Eletro-Est) foi maior na ao U-L indicando diferenas entre as contraes.

64. Discusso

  • A hiptese alternativa de Herbert e Gandevia (1996) no foram sustentadas devido a existncia do DB-L em msculos pequenos (protocolo 1).
  • Diversas causas tem sido sugeridas ao DB-L

65. Discusso

  • Diversas causas tem sido sugeridas ao DB-L :
  • 1) Diviso da atenoNo sustentada devido a no existncia do DB-L em msculos no homlogos.
  • 2) Inibio inter hemisfrioEm aes sub-mximas ocorre facilitao inter-hemisfrio.

66. Discusso

  • Treinamento especfico atenua o DB-L, indicando um mecanismo plstico da inibio do DN mximo.

67. Concluso

  • Reduo do DN a causa do DB-L, limitando a performance em contraes mximas.

68. INIBIO ANTAG. 69. 70. 71. 72. 73. Muscular