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Flautista de Hamelin

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História

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2. Sou pequeninoGosto muito de queijoEntro em todo o buraquinho E os gatos! Nem os vejo. O que ? 3. 4. Foiaqui nesta cidadeBem tranquila e to vistosaQue uma vez aconteceuEstahistria curiosa 5. Certo dia, um facto estranhoAssustou os seus moradoresA cidade foi invadidaPor milhes de roedores 6. Ratos pretos, ratos brancosVermelhinhos e malhados. Espalham-se pelas ruas, Pelas casas e telhados 7. Roem roupa, roem a mesaA comida e at o sapato.E o que todos mais queriam, Era teremum belo gato. 8. Preocupados resolveramEnfrentar a situao. Mas tentaram quase tudo,E no encontraram soluo 9. E deste modo a cidadeFoi vivendo at que um diaChegou um viajanteQue se admirou com o que via 10. Mas quegrande buraqueira! Ai meu Deus; mas o que isto ! Nem parece uma cidadeFaz-me lembrar um queijo suo 11. Eu tenho uma ideiaPara pr fim a este drama eloquente E entrando na cidade foi baterNo gabinete do presidente Eu tenho uma ideiaPara pr fim a este drama eloquente E entrando na cidade foi baterNo gabinete do presidente 12. O presidente entendeu logoO estranho viajanteE ouviu-o muito curiosoO seu plano interessante 13. Tenho aqui senhor presidenteUma flauta encantadaE se eu a tocar na cidadeMando logo embora a bicharada Tenho aqui senhor presidenteUma flauta encantadaE se eu a tocar na cidadeMando logo embora a bicharada 14. Mas para isso cem moedasExijo que me pagueE ainda que mande a arranjarOs buracos da cidade 15. Dou-te cem moedas de ouroSe nos livrares de tanta bichoE ao mesmo tempo acabaresCom tamanho rebolio. Mesmo sem acreditarNa estratgia do artistaO presidente aceitouA proposta do flautista 16. Foi ento no outro diaQue na cidade se ouviuUma estranha melodia Que os ratos atraiu. 17. Era o som da flautaQue tocava sem pararE os ratos fugiam Sem nunca mais voltar 18. E as pessoas da cidadeFestejaram a conquistaFoi to grande a alegriaQue esqueceram o flautista O presidente que era espertalhoFoi ainda mais mesquinhoNo pagou e no tapouNem sequer um buraquinho 19. O flautista at chorouVendo tanta ingratidoFoi ento que as crianasResolveram a situaoSenhor flautista No precisas de chorar, noPois ns vamos ajudar-teE dar-lhes uma lioVai tocando a tua flautaFingiremos estar encantados Logo o povo pensarQue estamos a ser roubados 20. E atrs do som da FlautaAs crianas caminharamVendo aquela grande filaTodos se assustaramPare!Gritaram todosIsso no- Gritou o presidente desfeito Percebendo o que fez . E que no tinha sido nadade bem feito. 21. E ento arrependidoEle cumpriu o tratoPois cidades sem crianas pior do com ratos por isso que hoje em diaNo se v nesta cidadeMais nenhum rato, ou buracoS se v felicidade. 22. Com tanta felicidade,L partiram encantados,Subindo ao som da flauta Pr montanha dos rebuadosCumpre sempre o prometido,No faltes ao combinado, Para que recebas a recompensa E nunca sejas castigado. 23. Numa cidade limpinhaDe ratos e com muita gente honesta Tudo bom quando termina bemE termina bem, quando termina emFestaAdaptao da histria retirado do blog:http://bibcolmeias.blogs.sapo.pt/2009/01 Adaptao feito por: Maria e Natlia Os ltimos versos foram feitos por: Gina LopesNarrador: Natlia Flautista: Maria Presidente: GinaTcnico de som e ajudante: Slvia