Laudo belo jardim

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<ul><li> 1. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 2 LAUDO TCNICO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE CAMPUS BELO JARDIM ZELMA CAVALCANTI CABRAL Engenheiro de Segurana do Trabalho CREA PE 043531 SIAPE 1785127 Recife, maio de 2012 </li></ul><p> 2. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 3 LAUDO TCNICO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE CAMPUS BELO JARDIM COLABORAO: SRGIO VILA NOVA DURANT Professor Mestre do Campus Caruaru FERNANDO LDO PONTES Estagirio do Curso Tcnico em Segurana do Trabalho 3. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 4 NDICE Pgina Abreviaturas e siglas ........................................................................................... 5 Laudo tcnico de periculosidade e insalubridade ............................................... 6 Introduo ........................................................................................................... 6 Objetivo .............................................................................................................. 6 Conceitos ........................................................................................................... 6 Consideraes gerais ......................................................................................... 7 Legislao base da pericia Insalubridade ........................................................ 7 Legislao base da percia Periculosidade ...................................................... 13 Campus Belo Jardim .......................................................................................... 17 Avaliao pericial .............................................................................................. 17 Mdulo I CGPP .............................................................................................. 19 MI.01 - GHE-CBJ-CGPP 01 .......................................................................... 19 MI.02 - GHE-CBJ-CGPP 02 .......................................................................... 26 MI.03 - GHE-CBJ-CGPP 03 .......................................................................... 29 MI.04 - GHE-CBJ-CGPP 04 .......................................................................... 32 MI.05 - GHE-CBJ-CGPP 05 .......................................................................... 35 MI.06 - GHE-CBJ-CGPP 06 .......................................................................... 37 MI.07 - GHE-CBJ-CGPP 07 .......................................................................... 40 Mdulo II CGAE ............................................................................................. 43 MII.01 GHE-CBJ-CGAE 01 ....................................................................... 43 Mdulo III DDE .............................................................................................. 48 MIII.01 - GHE-CBJ-DDE 01 ......................................................................... 48 MIII.02 - GHE-CBJ-DDE 02 ......................................................................... 51 MIII.03 - GHE-CBJ-DDE 03 ......................................................................... 54 MIII.04 - GHE-CBJ-DDE 04 ......................................................................... 57 MIII.05 - GHE-CBJ-DDE 05 ......................................................................... 60 Mdulo IV CGTI ............................................................................................. 63 MIV.01 - GHE-CBJ-CGTI 01 ......................................................................... 63 Mdulo V DAP .............................................................................................. 66 MV.01 - GHE-CBJ-DAP 01 ........................................................................... 66 MV.02 - GHE-CBJ-DAP 02 ........................................................................... 69 MV.03 - GHE-CBJ-DAP 03 ........................................................................... 72 MV.04 - GHE-CBJ-DAP 04 ........................................................................... 75 MV.05 - GHE-CBJ-DAP 05 ........................................................................... 78 MV.06 - GHE-CBJ-DAP 06 ........................................................................... 81 MV.07 - GHE-CBJ-DAP 07 ........................................................................... 84 Medidas gerais que devero ser adotadas .......................................................... 88 Quadro resumo dos adicionais concedidos ........................................................ 89 Anexos ................................................................................................................ 90 Referncias bibliogrficas .................................................................................. 109 4. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 5 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienistst CA Certificado de Aprovao CGAE Coordenao Geral de Assistncia ao Educando CGPP Coordenao Geral de Pesquisa e Produo CGTI Coordenao Geral de Tecnologia da Informao DAP Diretoria de Administrao e Planejamento dB(A) Nvel de presso sonora DDE Departamento de Desenvolvimento Educacional DGPE Diretoria de Gesto de Pessoas EPC Equipamento de Proteo Coletiva EPI Equipamento de Proteo Individual FDD Fator de Duplicidade da Dose FISPQ Ficha de Segurana de Produto Qumico GHE Grupo Homogneo de Exposio GHE - CBJ Grupo Homogneo de Exposio do Campus Belo Jardim GLP Gs liquefeito de petrleo IFPE Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de Pernambuco Kcal/h Quilo calorias por hora Leq (Level Equivalent) - Nvel equivalente do rudo M Mdulo NR Norma Regulamentadora NRRsf Nvel de reduo de rudo subject fit OSHA Occupational Safety &amp; Health Administration PCMSO Programa de Controle Mdico de Sade ocupacional PPA Programa de Proteo Auditiva PPRA Programa de Preveno de Riscos Ambientais SAN Seo de Alimentao e Nutrio SB Setor de Biblioteca SEP Sistemas Eltricos de Potncia TI Tecnologia da informao 5. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 6 LAUDO TCNICO DE PERICULOSIDADE E INSALUBRIDADE 1.0 INTRODUO Cumprindo determinao do Ministrio do Planejamento apresentamos os Laudos Tcnicos Periciais de Insalubridade e/ou Periculosidade do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), onde todos os originais sero arquivados, na Diretoria de Gesto de Pessoas (DGPE) e disponveis para consulta dos servidores, situado na Avenida Professor Luiz Freire, 500, no bairro de Cidade Universitria, em Recife, Pernambuco. O signatrio deste documento, no perodo de julho de 2011 a maro de 2012, realizou percia tcnica nos locais onde os requerentes exercem suas atividades laborais nos diferentes Campi do IFPE, com a finalidade de verificar se os trabalhos realizados pelos servidores se desenvolviam em condies insalubres e/ou periculosas que possibilitem ou no a caracterizao do pagamento do adicional em conformidade com a legislao vigente. 2.0 - OBJETIVO Apresentar o levantamento tcnico pericial do paradigma do cargo e identificar ou no condies de trabalhos insalubres no mbito do IFPE, que possibilitem ou no a caracterizao do pagamento do adicional de insalubridade ou periculosidade, conforme estabelece a legislao vigente: NR 15 Atividades e operaes insalubres e seus anexos e a NR 16 Atividades e operaes perigosas e seus anexos, constantes da Lei 6.514, de 22 de dezembro de 1977 e da Portaria n. 3.214, de 08 de junho de 1978, do Ministrio do Trabalho e Emprego; Decreto n 97.458 de 15 de janeiro de 1989; Lei N 8.112, de 11 de dezembro de 1990, artigos 68 a 70; Lei N 8.270, de 17 de dezembro de 1991, artigo 12; Decreto n 877, de 20 de julho de 1993 e a Orientao Normativa n 02, de 19 de fevereiro de 2010. 3.0 CONCEITOS Os conceitos de insalubridade, periculosidade, grupo homogneo de exposio, exposio habitual ou permanente, agentes fsicos (rudo, calor, radiaes ionizantes e no ionizantes, frio e umidade), agentes qumicos e agentes biolgicos esto de acordo com as legislaes vigentes e com os contidos na Orientao Normativa n 2, de 19 de fevereiro de 2010: Sero consideradas atividades insalubres aquelas que por sua natureza, condies ou mtodos de trabalho, exponham os servidores a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncia fixados em razo da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposio e seus efeitos; 6. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 7 Periculosidade so atividades ou operaes que por natureza ou mtodo de trabalho exige contato permanente com eletricidade, substncias inflamveis ou com explosivos em condio de risco acentuado; Grupo Homogneo de Exposio - GHE: Corresponde a um grupo de servidores que experimentam exposio semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliao da exposio de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da exposio do restante do mesmo grupo. Considera-se exposio habitual aquela em que o servidor submete-se a circunstncias ou condies insalubres e perigosas como atribuio legal do seu cargo por tempo superior metade da jornada de trabalho semanal. Orientao Normativa n 02, Art. 5, 3, de 19/02/2010. Considera-se exposio permanente aquela que constante, durante toda a jornada laboral e prescrita como principal atividade do servidor. Orientao Normativa n 02, Art. 5, 4, de 19/02/2010. 4.0 CONSIDERAES GERAIS A Orientao Normativa n 2, no Art. 5, estabelece que: 2 Os adicionais e a gratificao sero calculados sobre o vencimento do cargo efetivo dos servidores civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais, com base nos seguintes percentuais: I - cinco, dez ou vinte por cento, no caso de insalubridade nos graus mnimo, mdio e mximo, respectivamente; II - dez por cento, no caso do adicional de periculosidade; III - cinco, dez ou vinte por cento, no caso do adicional de irradiao ionizante; O direito do empregado ao adicional de insalubridade cessar com a eliminao do risco sua sade ou integridade fsica, nos termos da legislao vigente. 4.1 LEGISLAO BASE DA PERICIA - INSALUBRIDADE A Legislao Brasileira atravs da Portaria n 3.214, de 08 de junho de1978, do Ministrio do Trabalho, em sua Norma Regulamentadora NR 15, ANEXO 01, estabelece limites de tolerncia para exposio ao rudo contnuo e intermitente, correlacionando os nveis de rudo em Nvel de presso sonora dB(A) e os respectivos tempos de exposio mximos dirios permissveis, conforme o quadro: 4.1.1 Anexo n 1 - Limites de tolerncia para o Agente Fsico Rudo Os tempos de exposio aos nveis de rudo no devem exceder os limites de tolerncia fixados no Quadro acima. 7. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 8 No permitida exposio a nveis de rudo acima de 115 dB(A), para indivduos que no estejam adequadamente protegidos. Quadro I Nvel de rudo dB (A) Mxima exposio diria permissvel 85 8 horas 86 7 horas 87 6 horas 88 5 horas 89 4 horas e 30 minutos 90 4 horas 91 3 horas e 30 minutos 92 3 horas 93 2 horas e 40 minutos 94 2 horas e 15 minutos 95 2 horas 96 1 hora e 45 minutos 98 1 hora e 15 minutos 100 1 hora 102 45 minutos 104 35 minutos 105 30 minutos 106 25 minutos 108 20 minutos 110 15 minutos 112 10 minutos 114 8 minutos 115 7 minutos Ocorrem situaes em que o empregado se expe a diferentes nveis de rudo numa mesma jornada de trabalho. A Legislao Brasileira no item 6.0 do Anexo 1 da NR 15 diz: Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais perodos de exposio a rudo de diferentes nveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das seguintes fraes: C1/T1 + C2/T2 + C3/T3 + ... + Cn/Tn Exceder a unidade, a exposio estar acima do limite de tolerncia. Na equao acima Cn indica o tempo total em que o trabalhador fica exposto a um nvel de rudo especfico e Tn indica a mxima exposio diria permissvel a este nvel. 4.1.2 O Equipamento utilizado para aferies: Medidor de nvel de presso sonora marca INSTRUTHERM MODELO DOS 500, com resposta lenta (SLOW) ou rpida (FAST) de acordo com cada caso de rudo contnuo ou intermitente. 8. Diretoria de Gesto de Pessoas Engenharia de Segurana do Trabalho Laudo Tcnico de insalubridade e periculosidade - Campus Belo Jardim 004/2012 Av. Prof. Luiz Freire, 500 Cidade Universitria CEP: 50740-540 Recife PE - Telefone: (81) 2125-1635 IFPE - CBJ 9 4.1.2.1 Metodologia de avaliao: Utilizamos a legislao vigente e a portaria 3214/78 do Ministrio do Trabalho, considerando- se todas posteriores alteraes at o presente, para caracterizao das condies ambientais. Realizadas doses para uma jornada de trabalho de 8 h para cada grupo homogneo seus respectivos valores apresentados em forma de histograma, sendo calculado o nvel de rudo mdio pela dose. 4.2 Anexo n 3 - Limite de tolerncia para exposio ao Agente Fsico calor 4.2.1 Legislao Para o estudo da sobrecarga trmica o Anexo 03 da NR15 estabelece os Limites de Tolerncia para exposio ao Calor. A exposio ao calor deve ser avaliada atravs do "ndice de Bulbo mido - Termmetro de Globo" (IBUTG) definido pelas equaes que seguem: Ambientes internos ou externos sem carga solar: BUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg Ambientes externos com carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg Onde: Tbn = temperatura de bulbo mido natural Tg = temperatura de globo Tbs = temperatura de bulbo seco. Quando as medies so em nico ponto, para regime de trabalho intermitente com descanso no prprio local de trabalho (por hora), os limites tolerncia sero definidos conforme expressa o quadro II. Quad...</p>