PPT7 sintaxe-frases

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PPT sobre tipos de frase, coordenação, subordinação, concordância e elipse

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  • 1. Os subdomnios :da Morfologia (B.2.), das Classe de Palavras (B.3.) e da(B.4.).1

2. Ainda na SintaxeNo so referidas FORMAS2 3. 3Dicionrio terminolgico principais alteraes, Texto 4. 4 5. Frase em que existe um nico verbo principal ou copulativo.Exemplos(i) O Joo foi a casa.(ii) O Joo est doente.(iii) O Joo pode ficar em casa.(iv) O Joo vai ficar doente.5 6. Frase em que existe mais do que um verbo principal ou copulativo.As frases complexas so frases que contm mais do que umaorao.Exemplos(i) O Joo disse que vai ao cinema.(ii) O Joo quer ir ao cinema.(iii) O Joo fica feliz, se for ao cinema.(iv) Chegando a casa, falo contigo.(v) O Joo caiu e a Maria tropeou.Designao tradicional para os constituintes frsicoscoordenados e subordinados contidos em frases complexas.ExemplosA frase "Eu disse que vai chover" inclui a orao [que vaichover].6 7. 7 8. Construo de coordenao cujos membros no iniciaisso introduzidos por uma conjuno.Exemplos:-frase complexa formada por coordenao em que pelo menosuma das oraes coordenadas introduzida por conjuno:(i) O Joo foi escola e a Teresa ficou em casa.- construo de coordenao no envolvendo frases em quepelo menos um dos elementos coordenados introduzido poruma conjuno:(ii) A Eva partiu um copo e um prato.8 9. Construo de coordenao cujos membros no iniciaisno so introduzidos por uma conjuno.Exemplos:-frase complexa formada por coordenao em que nenhuma dasoraes coordenadas introduzida por conjuno:[O Joo foi escola], [a Teresa ficou em casa].- construo de coordenao no frsica em que os elementoscoordenados no so introduzidos por uma conjuno:A Eva partiu [um copo], [um prato]...9 10. Orao contida numa frase complexa, que no mantm umarelao de subordinao sinttica com a(s) frase(s) ouorao(es) com que se combina, distinguindo-se, tipicamente,das oraes subordinadas por no poder ser anteposta.A orao coordenada adversativa em (i) distingue-se da oraosubordinada adverbial concessiva em (ii) por, apesar de terem omesmo significado, apenas a subordinada permitir anteposio:Exemplos(i) a. Os pinguins no voam, mas tm asas.b. *Mas tm asas, os pinguins no voam.(ii) a. Os pinguins no voam, embora tenham asas. b. Embora tenham asas, os pinguins no voam.10 11. 11Gramtica da Lngua Portuguesa, Areal 12. 12 13. Orao coordenada atravs de conjuno coordenativaque transmite um valor bsico de adio de informao orao com que se combina.ExemplosNa frase "O Joo foi praia e a Maria ficou em casa", acrescentada a informao de que "a Maria ficou em casa" orao o Joo foi praia. 13 14. Orao coordenada atravs de conjuno coordenativaque exprime um valor de alternativa face ao que expresso pela orao com que se combina.ExemplosA frase "Ou o Joo foi praia ou a Maria ficou em casa" s verdadeira se, no caso de o Joo ter ido praia, no for verdadeque a Maria ficou em casa, ou vice-versa.14 15. Orao coordenada que transmite uma ideia de contrasteface a um pressuposto expresso ou implcito na frase ouorao com que se combina.ExemplosNa frase "Estou constipado, mas vou trabalhar", a oraocoordenada adversativa contribui para contrariar o pressupostosegundo o qual, quando se est constipado, no se vai trabalhar. 15 16. Orao coordenada que transmite uma ideia de conclusodecorrente de uma premissa expressa ou implcita nafrase ou orao com que se combina.ExemplosNa frase "Estou constipado, logo no vou trabalhar", a oraocoordenada conclusiva expressa a concluso decorrente do factoexplicitado de estar constipado e da premissa implcita segundoa qual quem est constipado no vai trabalhar16 17. Orao coordenada em que se apresenta uma justificao ouexplicao para que se torne legtimo o ato de fala expresso pelafrase ou orao com que se combina.ExemplosNa frase "O Joo est com medo, que estou a v-lo a tremer", ofacto de o falante ver o Joo a tremer apresentado como o fatorque justifica a afirmao de que o Joo tem medo.17 18. :Deixa de se chamaroraosubordinante!18 19. Palavra, constituinte ou frase de que depende uma oraosubordinada.ExemplosNa frase (i) o verbo "prometeu" o elemento subordinante da oraosubordinada "que me ia comprar um carro".(i) O meu pai prometeu que me ia comprar o carro.Na frase (ii), o nome "hiptese" o elemento subordinante da oraosubordinada "de te ires embora".(ii) A hiptese de te ires embora agrada-me.Na frase (iii), a frase "Eu compro um carro" o elementosubordinante de que depende a orao subordinada "quando tu medeixares".(iii) Eu compro um carro, quando tu me deixares. 19 20. Note-se que a subordinao recursiva, podendo encontrar-se umasubordinada dentro de outra subordinada, desde que haja vrioselementos subordinantes.Veja-se o seguinte caso:O Joo disse [ que a Maria contou [que o Miguel mentiu ao Pedro]].Neste caso, "disse" ser o verbo subordinante da subordinada [que aMaria contou que o Miguel mentiu ao Pedro]. Acontece que asubordinada, neste caso, tambm contm um verbo subordinante.Assim, "contou" ser o verbo subordinante da subordinada [que oMiguel mentiu ao Pedro].Conforme se explicita nos exemplos, nem sempre uma oraosubordinada depende de uma frase completa. Em o Joo disse quevai chover, a orao subordinada depende da existncia do verbodisse. O fragmento o Joo disse no constitui um domnio depredicao completo, pelo que no faz sentido falar-se de oraosubordinante neste contexto. J no caso de Quando chegares,telefono-te, a frase telefono-te uma frase completa, pelo que, neste 20caso, toda a frase subordinante em relao orao subordinadaadverbial quando chegares. 21. 21Gramtica da Lngua Portuguesa, Areal 22. 22 23. Orao subordinada que sujeito ou complemento deum verbo (i), nome (ii) ou adjetivo (iii).Exemplos(i) (a) O Manuel quer [comer bolo]. - a orao substantiva complemento direto do verbo querer(b) Surpreende-me [que esteja a chover]. - a oraosubstantiva sujeito de surpreender(ii) A deciso [de invadir aquele pas] foi absurda. - a oraosubstantiva complemento do nome "deciso"(iii) Esta porta fcil [de abrir] - a orao substantiva complemento do adjectivo "fcil". 23 24. Orao subordinada substantiva que sujeito oucomplemento de um verbo, nome ou adjetivo, podendo serintroduzida pelas conjunes subordinativas completivas"que" (i), "se" (ii) e "para" (iii).As subordinadas substantivas completivas podem ser finitasou no finitas (iv), consoante o verbo se encontre numaforma verbal finita ou no finita.Exemplos(i) O Lus disse [que desejava cantar].(ii) A me perguntou [se queremos jantar j].(iii) A professora pediu [para sair mais tarde].(iv) O Manuel afirmou [adorar msica chilena]. 24 25. Orao subordinada substantiva que introduzida porpronomes relativos como os listados em (i) e que podeocorrer no mesmo contexto em que ocorrem constituintesque desempenham as funes sintticas de sujeito (ii), decomplemento direto (iii), de complemento indireto (iv), decomplemento oblquo (v) e de modificador do grupo verbal(vi). As subordinadas substantivas relativas podem serfinitas ou no finitas, consoante o verbo se encontre numaforma verbal finita ou no finita.Exemplos(i) quem, o que, onde, quanto. (ii) [Quem vai ao mar] perde o lugar. (iii) O Lus procura [quem o ajude na escola]. (iv) O Pedro pede dinheiro a [quem tiver].25 (v) O av precisa de [quem cuide dele]. (vi) Ela compra roupa [onde calha]. 26. Orao subordinada que desempenha uma funo sinttica prpria deum adjetivo, conforme (i) e (ii).Exemplos(i) Os alunos [que estudam] tm bons resultados.(ii) Os alunos [estudiosos] tm bons resultados.Nas frases (i) e (ii), a relativa "que estudam" e o adjetivo "estudiosos"esto a modificar o nome "alunos.26 27. As oraes subordinadas adjetivas apresentadas nosexemplos exercem a funo sinttica de modificadoresrestritivos (iii) e apositivos (iv).As subordinadas adjetivas podem ser relativas ou gerundivas.Exemplos(iii) Os homens [que assaltaram a minha casa] eram assustadores.(iv) Os homens, que so mamferos, tm semelhanas com oschimpanzs.Algumas oraes gerundivas so subordinadas adjetivas, uma vezque desempenham a funo de modificadores do nome (v).(v) Os livros [contendo erratas] devem ser postos fora do mercado.A gerundiva destacada em (v) est a modificar o nome "livros". 27 28. Orao subordinada adjetiva relativa, introduzida pelaspalavras relativas em (i), que tem a funo de restringir ainformao dada sobre o antecedente, ou seja, de identificara parte ou a entidade precisa do domnio denotado peloantecedente (ii).As relativas restritivas desempenham a funo sinttica demodificador restritivo (iii).Exemplos(i) "que", "quem", "o qual" ("os quais", "a qual", "as quais"), "cujo"("cujos", "cuja", "cujas"), "quanto" ("quantos", "quantas") e"onde".(ii) Os poemas [que foram escritos por Neruda] so patrimnioda humanidade (= do conjunto de todos os poemas, osubconjunto constitudo pelos da autoria de Neruda patrimnio28da humanidade)(iii) Os meus alunos [que estudam] tm boas notas. (= doconjunto de todos os meus alunos, tm boa nota os que 29. Orao subordinada adjetiva relativa, introduzida pelas palavrasrelativas em (i), que contribui com informao adicional sobre oantecedente. Nas frases com relativas explicativas, adenotao do antecedente do pronome relativo a mesma,independentemente da presena da relativa, como acomparao entre (ii) e (iii) mostra.Exemplos(i) "que", "quem", "o qual" ("os quais", "a qual", "as quais"), "cujo"("cujos", "cuja", "cujas"), "quanto" e "onde".(ii) A literatura, [que imortal], encanta os estudantes. (= oconjunto de todas as entidades denotadas como literatura imortale encanta os estudantes) (iii) A literatura encanta os estudantes. (= o conjunto de todas asentidades denotadas como literatura encanta os estudantes) 29 30. As relativas explicativas desempenham a funo sintticade modificadores apositivos (iv).Algumas relativas explicativas so introduzidas por umpronome relativo que retoma semanticamente o contedode uma frase, desempenhando, nesses casos, a funo demodificadores da frase (v).Exemplos(iv) O escritor, [que nasceu no Brasil], ganhou o prmio Nobel.(a relativa est a modificar