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Remuneração versão 2012.1

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Remuneração - Slide do prof. Juracy Martins Santana

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  • 1. REMUNERAOESCORO HISTRICO; POLTICA SOCIAL DAIGREJA CATLICA E AS ENCCLICAS PAPAIS;POLTICA SALARIAL DA OIT; POLTICASALARIAL DA CRFB/88; NATUREZA JURDICADO SALRIO;

2. REMUNERAO ETIMOLOGIA: SALRIO (DO LATIM) SALARIUM =SALIS (UTILIDADE USADA PELOS ROMANOS PARA PAGAMENTO AOS DOMSTICOS E SOLDADOS ROMANOS ESCORO HISTRICO O TRABALHO GRATUITO (TRABALHO SERVIL) CORPORAES DE OFCIO (O TRABALHOREMUNERADO DOS OFICIAIS OU COMPANHEIROS AS MANUFATURAS MONOPOLISTAS E O TRABALHOREMUNERADO (PREMBULO DO CAPITALISMO) A INFLUNCIA DA REVOLUO FRANCESA E ALIBERDADE CONTRATUAL SOBRE A FIXAO DOSALRIO 3. POLTICA DE JUSTIA SOCIAL DA IGREJA CATLICAENCCLICA RERUM-NOVARUM - 1891 O trabalho a fonte de onde procede a riqueza das naes (portanto, o Estado deve se preocupar com os trabalhadores de modo a garantir que lhes seja dada uma parte razovel de todos os bens que eles proporcionam sociedade) Que os trabalhadores possam viver custa de menos trabalho e privao (e no se encontrem continuamente a braos com os horrores da misria) O trabalho deve ser capaz de prover a sustentao da prpria vida dos operrios; o salrio no deve ser insuficiente para assegurar a subsistncia do operrio sbrio e honrado. 4. POLTICA DE JUSTIA SOCIAL DA IGREJA CATLICAENCCLICA QUADRAGESIMO ANNO 1931A REGULAMENTAO DO SALRIO DEVE ATENDER:Ao sustento do operrio e da famlia (a fim de queningum receba, como paga do seu trabalho, menos do que onecessrio a uma vida digna e honesta); situao da empresa, (porque seria injusto exigirdos empresrios salrios elevados que no pudessem pagarsem se arruinarem, arruinando consigo os operrios);s exigncias do bem comum (possibilitando aformao de modestos peclios por parte dos trabalhadores,sem acarretar o desemprego e a grande desproporo entre osnveis de remunerao das diversas categorias profissionais) 5. POLTICA DE JUSTIA SOCIALDA IGREJA CATLICAENCCLICA MATER ET MAGISTRA - 1961 A fixao dos salrios no pode ser deixada inteiramente livre-concorrncia, nem ao arbtrio dos poderosos; A fixao dos nveis salariais deve ser feita segundo as normas da justia e da eqidade. Os trabalhadores devem receber um salrio suficiente para que possam levar uma vida humanamente digna; O salrio deve atender convenientemente os encargos de famlia do trabalhador. 6. A POLTICA SALARIAL DA OIT PRINCPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E O SALRIO MNIMO O pagamento aos trabalhadores de um salrio que lhes assegure um nvel de vida conveniente, em relao com sua poca e seu pas. PRINCPIO DA ISONOMIA SALARIAL O princpio do salrio igual, sem distino de sexo, para um trabalho de igual valor 7. CONVENES DA OITRATIFICADAS PELO BRASIL CONVENO N 26 (1928)*(MTODOS DE FIXAO DO SALRIO); CONVENO N 95 (1949)*(MEDIDAS DE PROTEO AO SALRIO) CONVENO N 99 (1951)*(DISPE SOBRE SALRIO MNIMO NO CAMPO) CONVENO N 100 (1951)*(ISONOMIA SALARIAL) CONVENO N 131 (1970/1983)(FIXAO DO SALRIO MNIMO)* TODAS ESTAS CONVENES FORAM RATIFICADAS PELO BRASIL EM 25 DE ABRIL DE 1957 8. MTODO DE FIXAO DO SALRIO MNIMO: CONVENO 131 DA OITART. 2. 1. Os salrios mnimos tero fora de lei e no podero ser diminudos;sua no-aplicao acarretar a aplicao de sanes, penais ou outras,apropriadas contra a pessoa ou as pessoas responsveis. 2. sem prejuzo das disposies do pargrafo 1 acima, a liberdade denegociao coletiva dever ser amplamente respeitadaArt. 3 Os elementos tomados em considerao para determinar o nvel do salrio mnimo devero, na medida do que for possvel e apropriado, respeitadas a prtica e as condies nacionais, abranger:a) as necessidades dos trabalhadores e de sua famlia, tendo em vista o nvel geral dos salrios no pas, o custo de vida; as prestaes de previdncia social e os nveis de vida comparados de outros grupos sociais;b) os fatores de ordem econmica, inclusive as exigncias de desenvolvimento econmico, a produtividade e o interesse que existir de atingir e manter um alto nvel de emprego. 9. MTODO DE FIXAO DO SALRIO MNIMO NA CRFB/88ART. 7, IVSalrio mnimo fixado em lei, nacionalmenteunificado, capaz de atender s necessidadesvitais bsicas dos trabalhadores e s de suafamlia, com moradia, alimentao, educao,sade, lazer, vesturio, higiene, transporte eprevidncia social, com reajustes peridicosque lhe preservem o poder aquisitivo. 10. CONCEITO DE SALRIOCONCEITO LEGAL DE SALRIO (ART. 457 DA CLT)IMPORTNCIA DEVIDA E PAGA DIRETAMENTE PELOEMPREGADOR, COMO CONTRAPRESTAO PELOSERVIO PRESTADO, EM VIRTUDE DA RELAO DEEMPREGO.SALRIO MNIMO (CLT, ART. 76)CONTRAPRESTAO MNIMA DEVIDA E PAGA DIRETAMENTE PELO EMPREGADOR A TODO TRBALHADOR 11. CONCEITO DOUTRINRIORETRIBUIO DEVIDA E PAGA DIRETAMENTE PELOEMPREGADOR AO EMPREGADO, DE FORMAHABITUAL, NO S PELOS SERVIOS PRESTADOS,MAS PELO FATO DE SE ENCONTRAR DISPOSIODAQUELE, POR FORA DO CONTRATO DETRABALHO (BARROS, 2005, p. 704-705)CONJUNTO DE PARCELAS CONTRAPRESATATIVASPAGAS PELO EMPREGADOR AO EMPREGADO EMFUNO DO CONTRATO DE TRABALHO (DELGADO,2003, p. 676)RETRIBUIO Vs. CONTRAPRESTAO:EFEITOS DA INTERRUPO DO CONTRATO 12. CONCEITO DOUTRINRIOPrincipal obrigao do empregador,derivada da celebrao de um contrato detrabalho, representando a contraprestaodireta pelo trabalho prestado ou pelosimples fato de o empregado encontrar-seaguardando ordens do empregador(CAIROJR. 2011, p. 356) 13. CONCEITO DE SALRIOCONVENO DA OIT N 95Art. 1 Para os fins da presente Conveno, otermo salrio significa, qualquer que seja adenominao ou o modo de clculo, aremunerao ou os ganhos suscetveis de seremavaliados em espcie ou fixados por acordo oupela legislao nacional, que so devidos emvirtude de um contrato de aluguel de servios,escrito ou verbal, por um empregador a umtrabalhador, seja por trabalho efetuado, ou peloque dever ser efetuado, seja por serviosprestados ou que devam ser prestados. 14. A POLTICA SALARIAL DACF/88 GARANTIA DE SALRIO MNIMO NACIONALMENTE UNIFICADOPRESERVAO DO PODER AQUISITIVO DO SALRIO MNIMO(REAJUSTE PERIDICO) IRREDUTIBILIDADE SALARIAL GARANTIA DE SALRIO MNIMO PARA QUEM TEMREMUNERAO VARIVEL PISO SALARIAL MNIMO E PROFISSIONAL NO-RETENO DOLOSA SOBRERREMUNERAO EM CASOS ESPECIAIS (ADICIONAIS DEHORAS-EXTRAS, FRIAS, TRABALHO NOTURNO, INSALUBRE,PERIGOSO E PENOSO) DCIMO TERCEIRO SALRIO; PARTICIPAO NOS LUCROS E RESULTADOS DA EMPRESA NO DISCRIMINAO SALARIAL POR MOTIVO DE RAA, COR ... 15. LINEAMENTOS GERAIS: NATUREZA JURDICA DO SALRIOA) O SALRIO COMO PREO DO TRABALHO (HERANA DOLIBERALISMO ECONMICO. A MO-DE-OBRA COMO MERCADORIA);B) O CARTER INDENIZATRIO DO SALRIO (COMPENSAODAS ENERGIAS DESPENDIDAS PELO EMPREGADO. A IDIA DEINDENIZAO EST LIGADA A PERDA OU LESO);C) NATUREZA ALIMENTAR DO SALRIO (O SALRIO TEMOUTRAS FINALIDADES: HABITAO, LAZER, ETC);D) O SALRIO COMO CONTRAPRESTAO PELO SERVIOPRESTADO (O DEVER DE PAGAR SALRIO SUBSISTE EM CASODE INTERRUPO DO CONTRATO: FRIAS, DSR, FERIADOS ...);E) UM DEVER DE RETRIBUIO (O SINALAGMA CINGE OCONTRATO COMO UM TODO E NO PRESTAO PORPRESTAO). 16. PISOS SALARIAIS:CONTRAPRESTAES MNIMASSALRIO MNIMO LEGAL (definido por leifederal, valor mais baixo que se pode pagar aoempregado);a SALRIO PROFISSIONAL (definido por leifederal, valor mais baixo que se pode pagar a umempregado no contexto de determinada profissoregulamentada);t SALRIO NORMATIVO OU CONVENCIONAL(definido em norma coletiva ou sentenanormativa, valor mais baixo que se pode pagar aum empregado pertencente a uma determinadacategoria profissional); 17. SALRIO: CARACTERSTICASA) ESSENCIALIDADE (RATIO ESSENDI DO CONTRATO DE TRABALHO);B) RECIPROCIDADE (DECORRE DA PRESTAO DOTRABALHO IMANENTE RELAO DE EMPREGO);C) CONTINUIDADE OU SUCESSIVIDDE ( PAGO EMFUNO DA CONTINUIDADE DA RELAO JURDICA);D) PERIODICIDADE (SEU PAGAMENTO OBEDECE AINTERVALOS CURTOS E PERIDICOS - PRAZO MXIMO DE UMMS CONTRATO DE ATRABALHO DE TRATO SUCESSIVO);E) CARTER FORFETRIO (MERC DA ALTERIDDE, DEVIDO INDEPENDENTE DO SUCESSO DO NEGCIO);F) INDISPONIBILIDADEG) IRREDUTIBILIDADE 18. DENOMINAES CORRENTES VENCIMENTOS (remunerao dos servidorespblicos e professores CF art. 37, XII); SUBSDIOS (Remunerao dos magistrados emembros do M.P - CF art. 95, III e 128, 5, I, a); HONORRIOS (remunerao dos profissionaisliberais); SOLDO (refere-se contraprestao dos militares); PROVENTOS OU NUMERRIOS (para aposentados); ORDENADO (utilizada quando a atividade requeresforo intelectual); SALRIO (utilizada quando a atividade obreiraconsiste em esforo fsico); 19. OUTRAS DENOMINAES SALRIO-BASE OU NOMINAL (contraprestao fixa, paga peloempregador, despojada de outras parcelas salariais, como,gratificaes, adicionais, etc.); SALRIO ISONMICO (aquele devido aos empregados da mesmafuno art. 461 da CLT); SALRIO SUBSTITUIO (devido ao empregado que realizesubstituio de carter no eventual art. 450 da CLT); SALRIO SUPLETIVO (salrio fixado judicialmente quando noh prova de estipulao de salrio art. 460 da CLT); SALRIO EQITATIVO (devido ao empregado temporrio quesubstitui empregado permanente do tomador de servio - lei6.019/74); SALRIO COMPLESSIVO (expresso cunhada pelajurisprudncia para designar a cumulao, em um mesmomontante, de distintas parcelas salariais, sem, contudo,individualiz-las; 20. DENOMINAES IMPRPRIASa) SALRIO-FAMLIA (benefcio pago pela previdncia, ao trabalhador de baixa renda. A cota por filho, at 14 anos ou invlido, a ambos os pais):SALRIO-DE-CONTRIBUIO SALRIO-FAMLIAat R$ 608,80 R$ 31,22Acima de R$ 608,80 at 915,05 R$ 22,00b) SALRIO-EDUCAO (contribuio social devida pelas empresas,correspondente a 2,5% da folha de pagamento);c) SALRIO-MATERNIDADE (benefcio pago pela previdncia gestante, durante a licena maternidade benefcio cumulativo);d) SALRIO-DE-CONTRIBUIO (base de clculo para contribuioprevidenciria, limitada a um determinado teto. (tabela vigente, a partirde 1 de maro de 2008: SALRIO-DE-CONTRIBUIO ALQUOTA At R$ 1.174,86 8,00 De R$ 1.174,87 a R$ 1.958,109,00 De R$ 1.958,11 at R$ 3.916,20 11,00 21. Tabela progressiva do IRPF At 1.637,11 De 1.637,12 at 2.453,50 alquota 7,5 (deduo: 122,78) De 2.53,51 at 3.271,38alquota 15,0 (deduo: 306,80) De 3.271,39 at 4.087,65 alquota 22,5 (deduo: 552,15) Acima de 4.087,65alquota 27,5 (deduo: 756,53) 22. REMUNERAO: ACEPES1) SALRIO E REMUNERAO SO DENOMINAES EQUIVALENTES (OS TERMOS SO UTILIZADOSINDISTINTAMENTE, PELA DOUTRINA E JURISPRUDNCIA);2) REMUNERAO GNERO E SALRIO SUA PARCELA MAIS IMPORTANTE, (QUE FIGURA AO LADO DE OUTRASPARCELAS CONTRPRESTATIVAS, DEVIDAS E PAGAS EMFUNO DA RELAO DE EMPREGO, PELO EMPREGADOROU POR TERCEIROS);3) REMUNERAO CORRESPONDE AO CONJUNTO DO SALRIO CONTRATUAL, PAGO DIRETAMENTE PELO EMPREGADOR (ART. 76 E 457 DA CLT), BEM COMO, AS GORJETAS RECEBIDAS HABITUALMENTE. A SOMA DO VENCIMENTO DO CARGO EFETIVO COM ASVANTAGENS PECUNIRIAS PERMANENTES ESTABELECIDASEM LEI ( LEI 8.112/90, ART. 41) 23. A TEORIA ADOTADA PELA CLTVERTENTES INTERPRETATIVAS:ANTES DO ADVENTO DO EN. 354 DO TST:O TERMO REMUNERAO TERIA SIDO ADOTADO PARAINCORPORAR AS GORJETAS AO SALRIO CONTRTUAL,INTEGRANDO SUA BASE DE CLCULO.APS A EDIO DO EN. 354 DO TST:SALRIO E REMUNERAO SO PARCELAS DISTINTAS.ESTA, PAGA POR TERCEIROS. E AQUELA, PARCELACONTRAPRESTATIVA PAGA DIRETAMENTE PELOEMPREGADORAS GORJETAS TERIAM NATUREZA ESTRITAMENTEREMUNERATRIA E NO PRODUZIRIAM OS EFEITOSIMANENTES S PARCELAS SALARIAIS 24. REMUNERAO: EM QUE CONSISTE?ABRANGE O SALRIO (COM TODAS ASPARCELAS INTEGRANTES) E AS GORJETAS.SALRIO:IMPORTNCIA PAGA DIRETAMENTE PELO EMPREGADORGORJETAS:IMPORTNCIA ESPONTANEAMENTE DADA PELO CLIENTE AOEMPREGADO;ADICIONAL NAS CONTAS, COBRADO PELA EMPRESA AOCLIENTE, A QUALQUER TTULO.PARA ADQUIRIR NATUREZA REMUNERATRIA, ASGORJETAS DEVEM DESTINAR-SE DISTRIBUIO AOSEMPREGADOS. 25. COMPOSIO DO SALRIOPARCELAS QUE INTEGRAM O SALRIOIMPORTNCIA FIXA (SALRIO NOMINAL);COMISSES;PERCENTAGENS;GRATIFICAES AJUSTADAS;DIRIAS PARA VIAGEM;ABONOS PAGOS PELO EMPREGADOR;ADICIONAIS DIVERSOS (TEMPO DE SERVIO, SERVIO EXTRAORDINRIO, TRABALHO NOTURNO, PERIGOSO, INSALUBRE E PENOSO) 26. SALRIO UTILIDADEADMITE-SE O PAGAMENTO DE PARTE DO SALRIOEM PRESTAES IN NATURA. (ART. 458 DA CLT)CRITRIOS DE ADMISSIBILIDADE:PREVISO CONTRATUAL OU COSTUME;HABITUALIDADE;TIPO DE UTILIDADE: ALIMENTAO, HABITAO,VESTURIO, ETC;LIMITES ESTABELECIDOS:PELO MENOS, 30% DEVE SER PAGO EM DINHEIROHABITAO URBANA 25%, RURAL 20%ALIMENTAO URBANA 20%, RURAL 25% 27. UTILIDADES QUE NO TEM NATUREZA SALARIAL (CLT, ART. 458, 2)R vesturios, equipamentos e outros acessrios fornecidos aosempregados e utilizados no local de trabalho, para a prestao doservio (veculos, celulares, etc);s educao, em estabelecimento de ensino prprio ou de terceiros,compreendendo os valores relativos a matrcula, mensalidade,livros e material didtico;l transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno,em percurso servido ou no por transporte pblico;i assistncia mdica, hospitalar e odontolgica, prestadadiretamente ou mediante seguro sade;e seguros de vida e de acidentes pessoais;e previdncia privada;a vale-transporte (Lei n 7.418/85);( Vale-alimentao (lei n 6.321/76, art. 3 - PAT e En. 241) 28. CRITRIOS DE FIXAO DO SALRIOa) UNIDADE DE TEMPO (HORA, DIA, SEMANA,QUINZENA, MS)b) UNIDADE DE OBRA OU PEAc) TAREFA (MISTA UNIDADE DE TEMPO E PEA)d) REMUNERAO FIXAe) REMUNERAO VARIVELf) REMUNERAO MISTA (PARTE FIXA E PARTEVARIVEL) GARANTIA DE SALRIO MNIMO PARA QUEMTEM REMUNERAO VARIVEL 29. EFEITO EXPANSIONISTA DOSALRIOAS PARCELAS SALARIAIS, DIVERSAS DAIMPORTNCIA FIXA (ADICIONAIS DIVERSOS,COMISSES, GRATIFICAES, ETC.), INTEGRAM OSALRIO PARA TODOS OS EFEITOS LEGAIS,REPERCUTINDO SOBRE:FRIAS E ADICIONAL DE FRIAS;DCIMO TERCEIRO SALRIO;AVISO PRVIO;RECOLHIMENTO DE INSS;RECOLHIMENTO DE FGTS;RECOLHIMENTO DE IMPOSTO DE RENDA 30. EFEITO EXPANSIONISTA DO SALRIO: AS PECULIARIDADES DO DSRBASE DE CLCULO DO DSRA) MENSALISTA E QUINZENALISTA: A PARCELASALARIAL CORESPONDENTE AO DSR J EST INCLUDA NOVALOR MENSAL OU QUINZENAL PAGOB) HORISTA, DIARISTA E SEMANALISTA: O VALORDEVIDO NO DSR CORRESPONDE AO O VALOR PAGO POR UMDIA DE TRABALHO;C) AS PARCELAS ADICIONAIS HABITUAIS DEVEMSOMAR-SE AO SALRIO BASE PARA DEFINIR ASOBRE-REMUNERAO DO DSR (EN. 225 DO TST);D) AS FALTAS DURANTE A SEMANA IMPLICAM EMPERDA (DESCONTO) DO DSR CORRESPONDENTE. 31. CLCULO DO DSR (LEI N 605/49)Art. 7 A remunerao do repouso semanal corresponder:a) para os que trabalham por dia, semana, quinzena ou ms, de um dia de servio, computadas as horas extraordinrias habitualmente prestadas; (Redao dada pela Lei n 7.415, de 09/12/1985)b) para os que trabalham por hora, sua jornada norma de trabalho, computadas as horasextraordinrias habitualmente prestadas; (Redao dada pela Lei n 7.415, de09/12/1985)c) para os que trabalham por tarefa ou pea, o equivalente ao salrio correspondente starefas ou peas feitas durante a semana, no horrio normal de trabalho, dividido pelosdias de servio efetivamente prestados ao empregador;d) para o empregado em domiclio, o equivalente ao quociente da diviso por 6 (seis) daimportncia total da sua produo na semana. 1 Os empregados cujos salrios no sofram descontos por motivo de feriados civis ou religiosos so considerados j remunerados nesses mesmos dias de repouso, conquanto tenham direito remunerao dominical. 2 Consideram-se j remunerados os dias de repouso semanal do empregado mensalista ou quinzenalista cujo clculo de salrio mensal ou quinzenal, ou cujos descontos por falta sejam efetuados na base do nmero de dias do ms ou de 30 (trinta) e 15 (quinze) dirias, respectivamente. 32. RESTRIES AO EFEITOEXPANSIONISTAGORJETA (EN. 354 DO TST)NO TEM REFLEXO SOBRE:AVISO PRVIO;DESCANSO SEMANAL REMUNERADO;HORAS-EXTRAS;ADICIONAL NOTURNO.DIRIAS DE VIAGEM E AJUDA DE CUSTOSOMENTE INTEGRAM O SALRIO SE EXCEDEREM DE 50% DO SALRIO PERCEBIDO PELO EMPREGADO, NO MS. 33. MEDIDAS DE PROTEO AOSALRIO SLARIO MNIMO FIXADO EM LEI; PERCENTUAIS DE SOBRE-REMUNERAO MNIMOSGARANTIDOS LEGALMENTE; IRREDUTIBILIDADE SALARIAL ISONOMIA SALARIAL PRAZO MXIMO DE PAGAMENTO; VEDAO DE DESCONTOS; PROIBIO DE SALRIO COMPLESSIVO PREFERNCIA NA COBRANA DE DVIDAS; IMPENHORABILIDADE DO SALRIO; RESPONSABILIDADE SOLIDRIA E SUBSIDIRIA EMRELAO AOS CRDITOS TRABALHISTAS. 34. ADICIONAIS:ASPECTOSRELEVANTES IMPLICA EM PARCELA SALARIAL SUPLEMENTAR.SEU PAGAMENTO PRESSUPE A PRESTAO DOSERVIO EM CIRCUNSTNCIAS MAIS GRAVOSAS CONSISTE NUM PERCENTUAL INCIDENTE SOBRE OSALRIO-BASE OU NOMINAL. NO DEVE HAVER INCIDNCIA DE ADICIONALSOBRE ADICIONAL, SOB PENA DE BIS IN IDEM. DERIVAM DE SITUAES TIPIFICADAS EM LEI OUDE ACORDO ENTRE AS PARTES (CONTRATO,REGULAMENTO INTERNO DE EMPRESA CONVENES EACORDO COLETIVO) 35. BASE DE CLCULO:PERCENTUAIS MNIMOS ADICIONAL NOTURNO: 20% URBANO E 25% RURAL EJORNADA DO ADVOGADO; HORAS-EXTRAS:50% EM DIAS TEIS E 100% DURANTEO DSR E FERIADOS E JORNADA DO ADVOGADO. PERICULOSIDADE (INFLAMVEIS, EXPLOSIVOS EALTA-TENSO): 30% INSALUBRIDADE: LEVA EM CONTA O GRAU DE RISCO):10%, 20% E 40% DO SALRIO MNIMO CONFORME O GRAUMNIMO, MDIO E MXIMO, RESPECTIVAMENTE.* ADICIONAL DE TRANSFERNCIA :25%,ENQUANTO DURAR A TRANSFERNCIA 36. INCIDNCIA DE UM ADICIONAL SOBRE OUTRO ADICIONAL: EXCEES ADICIONAL NOTURNO: O ADICIONAL DE PERICULOSIDADE INTEGRA SUA BASE DE CLCULO (OJ 259 DA SDI-1); HORAS-EXTRAS: O ADICIONAL DE PERICULOSIDADE INTEGRA SUA BASE DE CLCULO (EN. 132, I, DO TST); OUTRAS INCIDNCIAS (EN. 60 E 264 DO TST) PERICULOSIDADE: PARA OS ELETRICITRIOS, O VALOR INCIDE SOBRE O CONJUNTO DE PARCELAS SLARIAIS (LEI 7.369/85 E OJ 279 DA SDI-1) INSALUBRIDADE: CALCULADO SOBRE SALRIO PROFISSIONAL, PARA QUEM PERCEBE ESSE TIPO DE SALRIO ((EN. 17 DO TST) 37. IRREDUTIBILIDADE DO SALRIOPRINCPIOS QUE JUSTIFICAM: IRRENUNCIABILIDADE DE DIREITOS; INTANGIBILIDADE DO SALRIO; PRINCPIO DA ALTERIDADEMITIGAO CONSTITUCIONAL (CF/88, ART. 7, VI: NUMERUS CLAUSUS - DEVE SER INTERPRETADO RESTRITIVAMENTE);INAPLICABILIDADE DA FORA MAIOR (REVOGAO DO ART. 503 DA CLT)MANOBRAS FRAUDULENTAS (ART. 9 DA CLT) 38. EXCEPCIONALIDADES QUE CERCAM A QUESTOESTABILIDADE FINANCEIRA X SALRIO CONDIO:ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE(CLT, ART. 194)ADICIONAL NOTURNO (EN. 265 DO TST)HORAS-EXTRAS (EN. 291 DO TST);ADICIONAL DE TRANSFERNCIA (CLT, ART. 468, 2)GRATIFICAO DE FUNO (EN. 372 DO TST)RESCISO INDIRETA POR REDUO DO TRABALHOQUANDO IMPLICA EM REDUO DRSTICA DESALRIO (CLT, ART. 483, G) 39. PRINCPIO DA ISONOMIASALARIAL CONVENO N 100 DA OIT (IGUALDADE DESALRIO ENTRE MO-DE-OBRA MASCULINA E MO-DE-OBRA FEMININA)O princpio do salrio igual, sem distinode sexo, para um trabalho de igual valor PREVISO LEGAL (CLT, ART. 461)SENDO IDNTICA A FUNO, A TODOTRABALHO DE IGUAL VALOR, PRESTAO AOMESMO EMPOREGADOR, NA MESMALOCALIDADE, CORRESPONDER IGUALSALRIO, SEM DISTINO DE SEXO,NACIONALIDADE OU IDADE 40. ISONOMIA SALARIAL: REQUISITOSLEGAIS (Art. 461 da CLT e En. N 6 do TSTA) IDENTIDADE DE FUNO (EN. N 6, III, DO TST)EMPREGADO DEVE DESEMPENHAR AS MESMAS TAREFASQUE O PARADIGMA, NO IMPORTANDO A DENOMINAODO CARGO.B) MESMO EMPREGADOREMPREGADOR DEVE SER A MESMA PESSOA FSICA OUJURDICA. ASSIM, O MESMO GRUPO ECONMICO NOCONSISTE, NECESSARIAMENTE, NO MESMO EMPREGADOR.C) MESMA LOCALIDADE (EN. N 6, X, DO TST)OS ESTABELECIMENTOS EM QUE O RECLAMANTE E OPARADIGMA TRABALHAM DEVEM ESTAR LOCALIZADOS NOMESMO MUNICPIO OU NA MESMA REA METROPOLITANA 41. OUTROS REQUISITOSD) TRABALHO DE IGUAL VALOR: MESMA PRODUTIVIDADE; MESMA PEFEIO TCNICA DIFERENA DE TEMPO DE SERVIO NO SUPERIOR A DOISANOS EM RELAO AO PARADIGMA.EN. 6, II E IV, DO TST:QUANTO DIFERENA DE TEMPO , CONTA-SE O TEMPO DESERVIO NA FUNO E NO NO EMPREGO.AO TEMPO DA RECLAMAO, NO NECESSRIO QUE OPARADIGMA AINDA SE ENCONTRE TRABALHANDO NOMESMO ESTABELECIMENTO. SUFICIENTE QUE TENHAMTRABALHADO JUNTOS NA POCA PRETRITARELACIONADA AO PEDIDO. 42. CIRCUNSTNCIAS QUE ELIDEM AEQUIPARAO SALARIALEXISTNCIA DE PCCS (PESSOAL ORGANIZADOEM QUADRO DE CARREIRA), DEVIDAMENTEHOMOLOGADO NO MINISTRIO DO TRABALHO;REQUER A EFETIVIDADE DE PROMOES,ALTERNADAS, POR ANTIGUIDADE E PORMERECIMENTOA ISONOMIA SALARIAL E O PARADIGMA Vs.DESVIO DE FUNO E REENQUADRAMENTO 43. DESCONTOS (ART. 462 DA CLT)CARTER FORFETRIO DO SALRIO E OPRINCPIO DA ALTERIDADE. REGRA GERAL:PROIBIO DE QUALQUER DESCONTO.EXCEES:ADIANTAMENTO DE SALRIOPREVISO LEGAL (CONRIBUIO PREVIDENCIRIA, IRPF,CONTRIBUO SINDICAL, VALE-TRANSPORTE VALE-ALIMENTAO, PENSO ALIMENTCIA, ETC);PREVISO CONTRATUAL (SEGURO SADE, CONVNIOSCONTRIBUIO ASSOCIATIVA SINDICAL, ETC. EN. 342 DO TST)PREJUIZOS OU DANOS (SOMENTE EM CASO DE DOLO OU,HAVENDO PREVISO CONTRATUAL, EM CASO DE CULPA). 44. PRAZOS PARA PAGAMENTO DESALRIOSALRIO MENSAL: AT O 5 DIA TIL DO MSSUBSEQENTE; (ATRASO NO PAGAMENTO ENSEJA CORREOMONETRIA EN. 381 DO TST)DCIMO TERCEIRO: PRIMEIRA PARCELA, AT 30/11;SEGUNDA PARCELA, AT 20/12; (LEI N 4.090/62, ARTS. 1 E 2);REMUNERAO DAS FRIAS: AT DOIS DIAS ANTESDO INCIO DO RESPECTIVO PERODO DE CONCESSO; (ART. 145DA CLT);PERIODICIDADE MXIMA: MENSAL. (ART. 459 E SS. DACLT)O SALRIO DEVE SER PAGO CONTRA RECIBO 45. PRAZOS PARA PAGAMENTO DAS VERBAS RESCISRIAS EM CASO DE AVISO PRVIO TRABALHADO: ATO PRIMEIRO DIA TIL IMEDIATO AO TRMINO DOCONTRATO ( ART. 477, 6, I); EM CASO DE AVISO PRVIO INDENIZADO OUDISPENSADO: AT O DCIMO DIA CONTADO DADATA DE NOTIFICAO DA DEMSSO (ART. 477, 6,II); VERBAS INCONTROVERSAS: NA PRIMEIRAAUDINCIA. (ART. 467)AS VERBAS RESCISRIAS DEVEM SER DISCRIMINADAS 46. ANEXOSFIM 47. POLTICA DE JUSTIA SOCIAL DAIGREJA CATLICA: ENCCLICAS PAPAIS ENCCLICA RERUM-NOVARUMO trabalho tem uma tal fecundidade e uma tal eficcia que sepode afirmar, sem receio de engano, que ele a fonte de ondeprocede a riqueza das naes. Portanto, o Estado deve sepreocupar com os trabalhadores, garantindo que possamusufruir de parte dos bens que eles proporcionam sociedade, para que possam viver com menos trabalho eprivao (...), e no se encontrem continuamente a braoscom os horrores da misria . Pois o trabalho deve ser capazde prover a sustentao da prpria vida (...). Faam, pois, opatro e o operrio todas as convenes que lhes aprouver echeguem inclusivamente a acordar na cifra do salrio; acima dasua livre vontade est uma lei de justia, a saber, que o salriono deve ser insuficiente para assegurar a subsistncia dooperrio sbrio e honrado. 48. POLTICA DE JUSTIA SOCIALDA IGREJA CATLICAENCCLICA MATER ET MAGISTRAA fixao dos nveis salariais no pode ser deixadainteiramente livre-concorrncia, nem ao arbtriodos poderosos, mas deve ser feita segundo asnormas da justia e da eqidade.Estas exigem que os trabalhadores recebam umsalrio suficiente para que possam levar umavida humanamente digna e atenderconvenientemente os seus encargos de famlia.