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SEMINÁRIO DE ITA SEMINÁRIO DE ITA Tema: Surdez profunda Tema: Surdez profunda Tutor: Tito Ricardo de Almeida Tortori Tutor: Tito Ricardo de Almeida Tortori Integrantes do grupo: Integrantes do grupo: 1. Maria Salete da Silva Cardozo 1. Maria Salete da Silva Cardozo 2. Vilma Aparecida Parente 2. Vilma Aparecida Parente 3. Rosângela Maria Farias Fonseca 3. Rosângela Maria Farias Fonseca 4. Edilene Silva de Almeida 4. Edilene Silva de Almeida RIO BRANCO-ACRE RIO BRANCO-ACRE Novembro/2009 Novembro/2009

Seminário ITA

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  • 1. SEMINRIO DE ITA Tema: Surdez profunda Tutor: Tito Ricardo de Almeida Tortori Integrantes do grupo: 1. Maria Salete da Silva Cardozo 2. Vilma Aparecida Parente 3. Rosngela Maria Farias Fonseca 4. Edilene Silva de Almeida RIO BRANCO-ACRE Novembro/2009

2. AGRADECIMENTOS

  • Mediador Tito Tortori
  • Colegas do grupo
  • Colgio Estadual Baro do Rio Branco
  • CAS(Centro de Atendimento a pessoa surda) de Rio Branco-Ac
  • Danieli Silva de Souza, funcionria do CAS
  • Israel Queiroz, intrprete de Libras (CAS)
  • Gleysson Jos Pinheiro, aluno do Colgio Estadual Baro do Rio Branco
  • Professora da sala de recursos da Escola Padre Antonio Diogo Feij, Fernanda Albuquerque Figueiredo
  • Izabele, aluna do curso de pedagogia da UFAC
  • Nina, professora e intrprete de libras.
  • Professora da sala de recursos do Colgio Estadual Baro do Rio Branco, Maria Silva
  • Professor da sala de recursos do Colgio Estadual Baro do Rio Branco, Luzanildo Lima

3. TRAJETO DE UM ALUNO COM DEFICINCIANUMA CLASSE INCLUSIVA 4. ESCOLA INCLUSIVA

  • aquela que d a oportunidades para que todos se desenvolvam, respeitando as particularidades de cada indivduo e promovendo aes para o sucesso pedaggico.

5. O QUE ELA PRECISA PARA SER INCLUSIVA

  • Precisa de toda uma estrutura adaptada para atender os portadores de necessidades especiais,precisa de professores capacitados, requer profissionais para apoio pedaggico, mdico, psiclogo, estrutura fsica e pedaggica diferenciados.
  • Adaptaes de currculos e complementaes curriculares;
  • Ter conhecimento da sua forma de comunicao;
  • Sala de recursos com professores itinerantes ou intrpretes de libras;
  • Organizar a classe comum para que no tenha mais de 25 alunos, incluindo o integrado.

6. PERFIL DO ALUNO

  • Gleysson Jos Pinheiro Rgo, 21 anos de idade e estudante do 3 ano do ensino mdio, portador deficincia auditiva (surdez profunda), adquirida aos 6 anos de idade.

7. PREPARAO DO PROFESSOR

  • Formao e capacitao ,visando aperfeioamento da prtica pedaggica em sala de aula, atravsde cursos, debates, seminrios, reflexes tericas e prticas sobre a proposta de uma educao inclusiva.

8. IMPORTNCIA DO DIAGNSTICO DAS CONDIES DO ALUNO.

  • Verificar se o aluno no se comunica com outros alunos;
  • Observar se o aluno olha para os lbios e no para os olhos;
  • Conhecer o quadro clnico do aluno;

9. ADAPTAO DO ALUNO SALA

  • Colocar o aluno nas primeiras carteiras da fila central ou colocar a turma, ou o grupo em crculo ou semicrculo, para que ele possa ver todos os colegas, e para que seus colegas laterais possam servir-lhe de apoio.

10. POSTURA DO PROFESSOR

  • Falar sempre voltado para o aluno ;
  • Evitar voltar de costaspara o aluno enquanto fala.
  • Gesticular e falar com bastante clareza;
  • Manter os lbios sempre expostos;
  • Explicar uma coisa de cada vez.
  • No utilizar frase muito complexa;
  • Falar com naturalidade e clareza,no exagerando no tom de voz.
  • Evitar estar em frente janela ou outras fontes de luz, pois o reflexo pode obstruir a viso.
  • Chamar ateno do aluno, atravs de um gesto convencional ou de um sinal.

11. INSTALAO DE ARTEFATOS TECNOLGICOS NECESSRIOS

  • Trabalhar com recursos tecnolgicos,pois facilitam a compreenso dos conceitos.
  • Utilizarrecursos de informtica para auxilio da aprendizagem (CD com jogos educativos e especficos para deficientes auditivos).

12.

  • Elaborar um plano de ensino especfico;
  • Estar atento ao processo de ensino e aprendizagem para identificar as necessidades do aluno.
  • Dar ateno especial comunicao visual como a lngua de sinais,gestos naturais, dramatizaes, mmica, desenho, escrita, etc;
  • Evitar a poluio visual ao ambiente escolar;
  • Lembrar que a Lngua Portuguesa apresenta-se para ele como uma lngua estrangeira;

SOLUES PARA ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO DIDTICO 13. AES DE ACOLHIMENTO COLETIVAS

  • Preparar os colegas para receb-lo naturalmente, estimulando-os para que sempre falem com ele procurando incentiv-los a auxiliar sempre que necessrio o colega surdo;
  • Sensibilizar a classe para uma boaconvivncia;
  • Muitas vezes a discriminao acontece pela falta de conhecimento, ou por no saber lidar com uma situao nova, que no comum;
  • Dar-lhes oportunidades para ler, escrever no quadro, levar recado para outros professores, como os demais colegas.

14. DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES VISANDO INTEGRAO COM OUTROS ALUNOS

  • Procurar incentivar atividades em grupo.
  • Preparar os outros alunos para auxili-lo nas tarefas.

15. EXECUO DE EXERCCIOS E PROVAS

  • Realizar atividades de dramatizaes (filmes, histrias)
  • Repelir as questes ou comentrios durante as discusses ou conversas e indicar (por gestos) quem est a falar, para uma melhor compreenso por parte do aluno.
  • Procurar elaborar atividades com ilustraes (quanto mais concreto e ilustrado, melhor ser a compreenso).
  • Fornecer uma cpia dos textos com antecedncia
  • Quando utilizar o quadro ou outros materiais de apoio audiovisual, primeiro exponha os materiais e s depois explique ou vice-versa.
  • O estudante poder necessitar de tempo extra para responder as provas;
  • utilizar vocabulrio e comandos simples e claros;

16. TRABALHOS COOPERATIVOS COM OUTROS ALUNOS

  • Incentivar sempre a participao em grupo;
  • Orient-lo para no fazer os trabalhos sempre com os mesmos colegas.

17. AVALIAO DO ALUNO

  • Ao avaliar, veja esse aluno por inteiro, pela mensagem que passa ao se comunicar e no somente pela linguagem que utiliza ou pela estrutural de suas frases;
  • Entregue com antecedncia ao professor da sala de recursos o material a ser trabalhado com o aluno .

18. INTERAO COM A FAMLIA

  • Incluir a famlia em todos os projetos que vir a desenvolver;
  • A parceria com a famlia particularmente significativa no transcorrer de todo o processo educativo;
  • O importante envolv-la no processo de aprendizagem do aluno ou, pelo menos, evitar que interfira negativamente .

19. CONSIDERAES FINAIS

  • Integrar um aluno surdo ainda um desafio que consegue ser superado com muita fora, determinao, coragem e acima de tudo muita segurana.
  • A incluso muito mais do que um conceito a ser posto em prtica, algo que deve ser introduzido numa conscientizao social para que se obtenha xito.(disponvel emhttp://maos-q-falam.blogspot.com/ )

20. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

  • http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/AnaClaudiaTenor.pdf
  • http://www.ines.gov.br/ines_livros/32/32_006.HTM
  • http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT15-3014--Int.pdf
  • http://www.anped.org.br/reunioes/23/textos/1518t.PDF
  • http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/falar-maos-432193 . shtml ? comments = yes #mostrar
  • http://maos-q-falam.blogspot.com/
  • http://eproinfo.mec.gov.br/upload/ReposProf/Tur0000114119/img_upload/ITA_UNID4libras.pdf
  • http://eproinfo.mec.gov.br/upload/ReposProf/Tur0000114119/img_upload/ITA_UNID4tecnologias_deficientes_auditivos.pdf
  • http://images.google.com.br

21. PRODUO

  • Maria Salete da Silva Cardozo
  • Rio Branco-AC
  • Novembro/2009