Tipos de industrias

  • View
    176

  • Download
    12

Embed Size (px)

Text of Tipos de industrias

1. PROFESSORA VALRIA SAMEIRO Tipos de industrias Professora Valria Sameiro 2. A) BENS DE PRODUO (IND. DE BASE) Produtos voltados para outras indstrias: -De Bens intermedirios: Promovem o beneficiamento da matria-prima Ex: Cimento, tintas, siderrgicas. -De bens de Capital: produzem equipamentos para o processo industrial. Ex: autopeas, maquinrio industrial, etc. Professora Valria Sameiro 3. B) BENS DE CONSUMO Produtos voltados para o mercado consumidor final. -Durveis: uso contnuo Ex: carros, eletrodomsticos -No duraveis: uso momentaneo Ex: alimentos, remdios, cosmticos Professora Valria Sameiro 4. C) CLASSIFICAO TECNOLGICA De ponta: produtos ou processos modernizados Tradicionais: produtos ou processos clssicos. Professora Valria Sameiro 5. CLASSIFICAO POR TIPO DE PROCESSO -Clssica: processo gradual (ex: Inglaterra) Tardia: processo acelerado (ex: Brasil) Planificada: pases socialistas (ex: URSS) Professora Valria Sameiro 6. II. REVOLUES INDUSTRIAIS Processos vividos GRADUALMEN TE na industrializao clssica: - Marcos Tecnolgicos: - Produtos - Energias - Transportes - Materiais Obs: mostram evoluo gradativa Professora Valria Sameiro 7. I. PRIMEIRA REVOLUO INDUSTRIAL Sculo XVIII Inglaterra Indstria Txtil Mquina a vapor Carvo mineral Ferrovias Professora Valria Sameiro 8. PRIMEIRA REVOLUO INDUSTRIAL a) Novas Classes Sociais . Burguesia Industrial: detentores dos meios de produo . Proletariado: detentores da fora de trabalho - Relao assalariada - ausncia de leis trabalhistas - Conflitos sociais Obs: Mquina X Trabalhador Professora Valria Sameiro 9. A) NOVAS CLASSES SOCIAIS No processo de desintegrao das relaes sociais de produo feudal, passou a ocupar lugar central a organizao de manufaturas, ampliando com a diviso do trabalho a produtividade dos agentes envolvidos na fabricao das mercadorias. As duas principais classes que surgiram dessa desintegrao foram: a) aristocracia e escravos b) aristocracia e servos c) burguesia e trabalhadores assalariados. d) burguesia e servos. e) aristocracia e trabalhadores assalariados Professora Valria Sameiro 10. MQUINA X TRABALHO (UERJ) Livre-se desta indiferena estpida, sonolenta e preguiosa [...]. Em que caminho da vida pode estar um homem que no se sinta estimulado ao ver a mquina a vapor de Watt?YOUNG, Arthur. Viagens na Inglaterra e no Pas de Gales. Apud Hobsbawm, Eric J. A era das revolues. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1981. Apesar do otimismo do autor do texto acima, o processo da Revoluo Industrial, que se iniciou por volta da dcada de 1760, na Inglaterra, promoveu uma srie de transformaes na sociedade inglesa, tais como: a) mudana no significado da palavra trabalho, passando a expressar dor e desprestgio social. b) ampliao da diviso do trabalho, buscando maior produtividade e controle sobre os operrios.. c) declnio das atividades agrcolas, provocando arrendamento das propriedades rurais e desvalorizao da terra. d) aumento das exigncias tecnolgicas, levando capitalizao industrial e ao abandono das tcnicas artesanais. Professora Valria Sameiro 11. REVOLUO INDUSTRIAL 3. (UFRS) Na sua obra clssica, publicada em 1776, A riqueza das Naes, o escocs Adam Smith descrevia o funcionamento de uma forma de produo de alfinetes: um puxa o arame, o outro o endireita, um terceiro o corta, um quarto o afia, um quinto o esmerilha na outra extremidade para a colocao da cabea; para se fabricar a cabea so necessrias duas ou trs operaes distintas; a colocao da cabea muito interessante, e o polimento final dos alfinetes tambm; at a sua colocao no papel constitui, em si mesma, uma atividade... Smith dizia que 10 homens, dividindo o trabalho, produziam ao fim de um dia 48 mil alfinetes. Se a produo fosse artesanal, um homem produziria apenas 20 alfinetes por dia e os 10 homens juntos somente 200 alfinetes. Com base nas afirmaes acima, assinale a alternativa que responde corretamente s questes a seguir. Que forma histrica do trabalho est sendo descrita por Adam Smith? Quais as principais consequncias econmicas dessa nova forma de produo, defendida por Smith como real avano para a sociedade? a) A diviso manufatureira do trabalho o aumento da produo e a liberdade do comrcio; b) A produo artesanal a industrializao e a liberdade de comrcio. c) A diviso manufatureira do trabalho o aumento da produo e o monoplio do comrcio. d) A produo artesanal o aumento da produo e a liberdade de comrcio. e) A cooperao fabril a industrializao e o monoplio do comrcio. Professora Valria Sameiro 12. MQUINA X TRABALHADOR Mais valia: diferena entre o lucro produzido e o valor pago ao trabalhador Ex: ampliaao da jornada de trabalho: Ampliao da produtividade Desemprego estrutural: aniquilao de um posto de por reestruturao no processo produtivo Novos agentes: mulheres e crianas. Professora Valria Sameiro 13. Professora Valria Sameiro 14. DESEMPREGO ES Professora Valria Sameiro 15. DESEMPREGO ESTRUTURAL Professora Valria Sameiro 16. B) TRANSFORMAES Sindicalismo: luta por melhores condies de trabalho Imperialismo/neocolonialis mo: diviso internacional do trabalho clssica. Concentrao de capital: passagem da livre concorrencia para o capitalismo monopolista Obs: Estratgias de concentrao surgidas na 1 revoluo industrial Dumping: pratica de concorrencia de mercado desleal Cartel: acordo entre empresas para exercer regulaes de produo e/ou de mercado. Truste horizontal: fuso entre empresas do mesmo ramo ou setor Truste vertical : uma empresa controlando todas as etapas de um processo produtivo. A "partilha do mundo" (1870 -1914) resultou do interesse das potncias capitalistas europeias em: a) investir seus capitais excedentes nas colnias, obter mercados fornecedores de matrias-primas e reservar mercados para seus produtos industrializados; b) desenvolver a produo de gneros alimentcios nas colnias, visando suprir as deficincias de gros existentes na Europa na virada do sculo; c) buscar "reas novas" para a emigrao, uma vez que a presso demogrfica na Europa exigia uma soluo para o problema; d) promover o desenvolvimento das colnias atravs da aplicao de capitais excedentes em programas sociais e educacionais; e) favorecer a atuao dos missionrios catlicos junto aos pagos e assegurar a livre concorrncia comercial. Professora Valria Sameiro