Web Semântica Apresentação de Slides

  • Published on
    18-Dec-2014

  • View
    8.417

  • Download
    4

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Transcript

<ul><li> 1. WEB SEMNTICA Recuperao da Informao Prof. Fbio Assis Pinho . UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO </li> <li> 2. Recuperao da Informao: Prof. Fbio Assis Pinho <ul><li>Apresentao: </li></ul><ul><li>Ailton Pedro </li></ul><ul><li>Aurlio Fernando </li></ul><ul><li>Clodoaldo Santos </li></ul><ul><li>Corina Nascimento </li></ul><ul><li>Jos Aniceto </li></ul><ul><li>Jos Ricardo </li></ul><ul><li>Rafael Rodrigo </li></ul>WEB SEMNTICA Maio / 2009 </li> <li> 3. A Web Semntica uma extenso da Web atual, onde a informao possui um significado claro e bem definido, possibilitando uma melhor interao entre computadores e pessoas. WEB SEMNTICA Berners Lee. </li> <li> 4. A Histria da Web Corina Nascimento </li> <li> 5. A Histria da Internet <ul><li>Fatos histricos </li></ul><ul><li>Biblioteca de Alexandria, criada por Ptolomeu I (289 a.C.); </li></ul><ul><li>Mundaneum, idealizado por Paul Otlet e Henri de La Fontaine, eles comearam a coletar dados de todos os livros, revistas, artigos j publicados, usando cartes de ndice de 7 a 12 cm (o que havia de mais avanado na tecnologia de armazenamento)criando um banco de dados com mais de 12 milhes de entradas individuais ; </li></ul><ul><li>Memex, mquina capaz de estocar grande quantidade de informao de forma fcil que permitisse uma rpida recuperao. Nunca foi construda, embora Vannevar Bush a enxergasse como a extenso natural das tecnologias existentes em 1945; </li></ul><ul><li>Projeto Xanadu, criado por Theodore Nelson imaginando uma imensa rede de informaes acessvel em tempo real, contendo todo o saber literrio e cientfico do mundo. </li></ul></li> <li> 6. A Evoluo da Internet <ul><li>Durante a Guerra Fria, o departamento de defesa dos EUA, pensou em um sistema que interligasse vrios pontos, de modo que no centralizasse o comando,(Anos 60/70); </li></ul><ul><li>1969 surge a ARPAnet (Advanced Research Projects Agency), rede que interligava originalmente vrios centros de pesquisa; </li></ul><ul><li>Incio dos anos 80, foi desenvolvida uma nova utilidade para a ARPnet, interligar laboratrios e universidade nos EUA, surgiu o nome Internet; </li></ul><ul><li>Final dos anos 80, a Internet passa a ser vista como um eficiente veculo de comunicao mundial, onde cientistas e acadmicos passaram a utiliz-la mais intensamente (existia apenas em formato de texto, antigos arquivos Gopher; </li></ul><ul><li>O Protocolo de comutao de pacotes originais usado pela ARPAnet era o NCP (Network Control Protocol), mudado para o TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido pela UNIX. </li></ul><ul><li>Anos 90, Tim Berners-Lee com sua equipe de pesquisadores, teve a idia de desenvolver um sistema de hipertexto que deveria funcionar em redes de computadores; </li></ul></li> <li> 7. A Evoluo da Internet <ul><li>1991, esses pesquisadores tiveram a idia de criar a Word Wide Web (maior parte das informaes em formato de texto, com poucos desenhos) </li></ul><ul><li>1992 foi criado o Mosaic (capaz de interpretar grficos e realizar navegaes atravs de links), primeiro navegador para Internet, para sistema X Windows </li></ul><ul><li>Em seguida apareceram verses do Mosaic para Macintosh e Microsoft Windows; </li></ul><ul><li>Nos dias atuais os padres com o qual as pginas so programadas so definidas pela W3C (World Wide Web Consortium), consrcio liderado por Tim Beeners-Lee, do qual fazem parte empresas como Microsoft, Apple, Sun e Netscape. </li></ul></li> <li> 8. <ul><li>A 1 fase restringiu-se ao mbito acadmico; </li></ul><ul><li>Em 1987 pesquisadores e tcnicos da EMBRATEL se reuniram na USP, para discutir a montagem de uma rede que interligasse universidades brasileiras e internacionais; </li></ul><ul><li>Em 1989 foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), com o objetivo inicial de construir uma infraestrutura de rede nacional de mbito acadmico; </li></ul><ul><li>Em 1991, a FAPESP (Fundao de Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo) estabeleceu a primeira conexo utilizando o padro TCP/IP, permitindo a administrao de domnio .br e a distribuio de endereos IP para todo o pas. </li></ul>A Evoluo da Internet no Brasil </li> <li> 9. A Evoluo da Internet no Brasil <ul><li>Em 1995, teve incio o processo de abertura da Internet no pas, por meio da EMBRATEL e da RNP; </li></ul><ul><li>Em 1996, depois de autorizado pelo ministro das Comunicaes, a Internet brasileira deixou de ser um privilgio de universidades e passou a ser explorada comercialmente. </li></ul></li> <li> 10. Nmeros <ul><li>Tempo que novas tecnologias levaram para atingir 50 milhes de usurios no mundo: </li></ul><ul><li><ul><li>Rdio 38 anos </li></ul></li></ul><ul><li><ul><li>Computador 16 anos </li></ul></li></ul><ul><li><ul><li>Televiso 13 anos </li></ul></li></ul><ul><li><ul><li>TV a cabo 10 anos </li></ul></li></ul><ul><li><ul><li>Internet 4 anos </li></ul></li></ul></li> <li> 11. Estrutura e componentes da WEB <ul><li>O desenvolvimento da WEB, s foi possvel a partir da definio de padres abertos; </li></ul><ul><li>Ao utilizar padres disponveis para todos, tornou-se mais fcil a adaptao das diferentes redes ou diferentes equipamentos utilizados; </li></ul><ul><li>J que sua proposta a interconexo de redes de diversos tipos; </li></ul><ul><li>Entre os padres abertos, pode-se destacar o HTTP (Hypertext Transfer Protocol), que pode ser entendido como um conjunto de regras definidas para a comunicao entre os componentes da WEB. </li></ul></li> <li> 12. <ul><li>Outro componente fundamental na Internet o Identificador nico de Recurso(URI), codifica nomes dos recurso e respectivos endereos na Internet </li></ul><ul><li>Um URI um padro que pode ser representado pelos conceitos de URL (Localizador nico de Recurso) e URN (Nome nico de Recurso) </li></ul>Estrutura e componentes da WEB </li> <li> 13. <ul><li>URI formado por basicamente trs partes: </li></ul>Estrutura e componentes da WEB </li> <li> 14. <ul><li>Para disponibilizao de recursos informacionais no ambiente WEB, so utilizados documentos informacionais chamados pginas WEB; </li></ul><ul><li>Estas pginas so desenvolvidas utilizando linguagens computacionais denominadas linguagens de marcao; </li></ul><ul><li>Ao invs de utilizar comandos e funes para realizao de tarefas, utiliza tags, para marcar o contedo do documento; </li></ul>Estrutura e componentes da WEB </li> <li> 15. <ul><li>A HTML (Hypertext Markup Language) considerada como a linguagem padro para o desenvolvimento de pginas da WEB </li></ul><ul><li>Derivada da linguagem SGML (Standard Generalized Markup Language) </li></ul><ul><li>Utiliza o padro ASCII, considerado como um formato de texto simples, que pode ser identificado de qualquer computador; </li></ul><ul><li>A HTML representa os dados de forma simples, priorizando o modo de apresentao de contedos.No possibilita a descrio de estruturas semnticas; </li></ul><ul><li>Para marcar um trecho de texto informando que um pargrafo, em HTML deve utilizar os tags <p> e </p> no incio e no final do pargrafo. </li></ul><ul><li>Um fator de limitao da HTML que ela impossibilita a atribuio de significados aos contedos das pginas, trazendo assim um grande volume de dados no relevantes, dificultando a recuperao de informaes. Falta de extensibilidade; </li></ul>Estrutura e componentes da WEB </li> <li> 16. WEB SEMNTICA <ul><li>Vem se apresentando como a soluo para ordenar o caos informacional existente na web; </li></ul><ul><li>Possibilitar a compreenso e o gerenciamento dos contedos armazenados na web; </li></ul><ul><li>O fantasma da perda de informao ou mensagens do tipo Error 404: Not Found devero inexistir, ou estar sob controle; </li></ul><ul><li>Para implementao ou reorganizao da WEB SEMNTICA h um contingente de pesquisadores trabalhando no W3C, em pases como EUA, Frana e Japo, com a misso de alavancar a web ao seu potencial mximo. </li></ul></li> <li> 17. Arquitetura da Web Semntica Parte 1 Aurlio Fernando </li> <li> 18. Introduo <ul><li>A internet tornou-se um fenmeno mundial, sendo possvel acessar informaes em diversas partes do mundo instantaneamente. O volume destas informaes alcanaram nmeros impressionantes nos dias atuais.Entretanto o vasto nmero de documentos Web e a falta de padronizao dessas informaes originaram um problema para os usurios na hora de navegar na Internet e assim achar as informaes desejadas. Esse problema chamado de Information Overload . Esse problema caracterizado quando uma pessoa, ao realizar uma consulta, obtm um nmero excessivo de informaes como resposta e no consegue absorv-las ou trat-las, tendo que examinar todos os documentos resultantes para encontrar as informaes desejadas. Como a maior parte das informaes disponveis na Internet, est disposta em linguagem natural, sendo compreensveis apenas por humanos, houve a necessidade de uma semntica que permitisse uma padronizao das informaes sendo possvel o processamento dessas informaes por humanos e mquinas, surgindo assim a idia do desenvolvimento da Web Semntica. </li></ul>O termo "Semntica" definido como sendo o estudo do sentido das palavras. </li> <li> 19. Arquitetura <ul><li>A Web Sem ntica introduz estrutura e significado ao conte do dispon vel na internet, visando transformar uma rede de documentos em uma rede de dados, co m preens vel tanto para humanos quanto para computadores, de maneira a possibilitar que os ltimos cooperem melhor durante a realizac o de tarefas, ou quando da realizao de um servio aos usu rios. </li></ul><ul><li>O principal desa fio da Web Sem ntica criar uma linguagem que consiga expressar o significado e ao mesmo tempo estabelecer regras para processar esse significado de forma a inferir novos dados e regras. As regras para o processamento do significado devem ser exportadas para a web afim de permitir que outros sistemas inteligentes possam interagir. </li></ul><ul><li>Na proposta de desenvolvimento da Web Sem ntica sugerida uma arquitetura de 3 camadas: </li></ul></li> <li> 20. Arquitetura <ul><li>A camada de Estrutura: que estrutura os dados e define seu significado; </li></ul><ul><li>A camada ontologia: que define as relaes entre os dados; </li></ul><ul><li>A camada lgica: que define mecanismos para fazer inferncias sobre os dados. </li></ul></li> <li> 21. Arquitetura <ul><li>Disposio das </li></ul><ul><li>camadas </li></ul></li> <li> 22. Arquitetura Dados Regras de Inferncia Camada de Estrutura Camada Lgica Web Semntica Camada de Ontologia Camada de Estutura </li> <li> 23. Arquitetura <ul><li>A camada de Estrutura: </li></ul><ul><li>A camada de estrutura prov uma forma de definir os dados do documento e o significado associado a esses dados. Trata tambm da estruturao e disposio dos dados de forma que os programas que rodam na web possam fazer infer ncia a partir dos mesmos. </li></ul><ul><li>Para que haja a representac o do conhecimento so necessarias t rs condies : </li></ul><ul><li>Interoperabilidade estrutural: Permite que os dados sejam representados de forma distinta, permitindo especicar tipos e poss veis valores para cada forma de representao ; </li></ul><ul><li>Interoperabilidade sint tica: Constitui - se de regras precisas que permitem o interc mbio de dados na Web; </li></ul><ul><li>Interoperabilidade Sem ntica: Possibilita a compreens o e associao entre os dados. </li></ul><ul><li>Para atender esses requisitos, utiliza-se XML e RDF . </li></ul></li> <li> 24. Arquitetura Dados Regras de Inferncia Camada de Estrutura Camada Lgica Web Semntica Camada de Ontologia Camada de Ontologia </li> <li> 25. Arquitetura <ul><li>A camada Ontologia : </li></ul><ul><li>Duas bases de dados podem utilizar terminologias diferentes para referir-se a mesma informao , resultando em divergncias em um conjunto semntico de dados. Pode ocorrer tambm de uma mesma terminologia estar sendo utilizada com signicados diferentes, por aplicaes distintas. </li></ul><ul><li>Para tratar esses conflitos , existe a camada de ontologia que define mecanismos capazes de estabelecer um padro entre as pginas da web. </li></ul></li> <li> 26. Ontologia <ul><li>A utilizao das triplas garante a definio nicas dos conceitos, no entanto, o mesmo conceito pode ser expresso de forma diferente e em linguagens diferentes. </li></ul><ul><li>Por exemplo, duas bases de dados podem armazenar os mesmos conceitos utilizando terminologias distintas. Para que a informao existente possa ser processada e relacionada necessrio que exista uma definio da relao entre os conceitos contidos em diferentes documentos. Para isso so utilizadas as ontologias. </li></ul><ul><li>Uma ontologia pode ser definida como um conjunto de termos de conhecimento incluindo o vocabulrio , interconexes semnticas e simples regras de inferncia . </li></ul></li> <li> 27. Ontologia <ul><li>Com a introduo de ontologias, passa-se de um domnio de conceitos isolados na web, prprios de cada aplicao especfica , para conceitos universalmente conhecidos entre as aplicaes . As ontologias permitem expressar regras permitindo a um programa deduzir signicados da informao guardados no docume...</li></ul></li></ul>