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Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 1 UNIASSELVI FAMEG Sistema de Gestão da Qualidade - EPR 1.7 e 1.8 UNIASSELVI FAMEG Prof. Claudio Bernardi Stringari Guaramirim, 16 de Agosto de 2016. Sistema de Gestão da Qualidade Módulo 02 Sistema de Gestão da Qualidade de uma Organização http://naturlink.pt/ResourcesUser/Interessante/Sistemas% 20de%20Gest%C3%A3o%20da%20Qualidade4.jpg

Aula 02 SGQ ISO 9001:2015 – Introdução à ISO 9001:2015

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    UNIASSELVI FAMEG

    Prof. Claudio Bernardi Stringari

    Guaramirim, 16 de Agosto de 2016.

    Sistema de Gesto da Qualidade

    Mdulo 02 Sistema de Gesto da Qualidade de

    uma Organizao

    http://naturlink.pt/ResourcesUser/Interessante/Sistemas%

    20de%20Gest%C3%A3o%20da%20Qualidade4.jpg

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    Calendrio Proposto 2 Semestre 2016

    INFORMAES

    IMPORTANTES

    NOTA 1 BIMESTRE:

    CORRESPONDE A 40% DA

    NOTA TOTAL;

    NOTA 2 BIMESTRE:

    CORRESPONDE A 60% DA

    NOTA TOTAL;

    FORMAO DA NOTA

    BIMESTRAL:

    0,4 X (OFn*0,7 + PARn*0,3)

    FORMAO DA NOTA FINAL:

    0,4XBIMESTRAL 1 +

    0,6XBIMESTRAL 2

    MS SEMANA DATA CALENDRIOCarga

    horriaAgosto 1 09/08 Aula 01 Introduo Matria 3

    2 16/08 Aula 02 TBD 33 17/08 Aula 03 TBD 34 23/08 Aula 04 TBD 35 30/08 Aula 05 TBD 3

    06/09 Aula 06 TBDSetembro 6 13/09 Aula 07 TBD 3

    7 20/09 Aula 08 1 Avaliao Oficial 3

    8 27/09 Aula 09 TBD 3Outubro 9 04/10 Aula 10 TBD 3

    10 11/10 Aula 11 TBD 311 18/10 Aula 12 TBD 3

    12 25/10 Aula 13 TBD 3Novembro 13 01/11 Aula 14 TBD 3

    14 08/11 Aula 15 TBD 315 15/11 Aula 16 TBD 316 22/11 Aula 16 TBD 3

    17 29/11 Aula 17 2 Avaliao Oficial 3Dezembro 18 06/12 -Segunda Chamada 3

    19 13/12 Exame Final 116/12 Fechamento das mdias 1

    - - Boas Frias !!!!!!!! -TOTAL 60 Horas

    CALENDRIO SUJEITO A ALTERAES.

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    Sistema de Gesto de Qualidade

    Unidades de Ensino

    1. Introduo Gesto da Qualidade

    2.Sistema de Gesto da Qualidade de uma Organizao

    3.Componentes, funes e propriedades dos sistemas da

    qualidade

    4.Requisitos da ISO 9001:2015

    5.Elementos do sistema e processos de certificao;

    6.Qualidade e o Lean Manufacturing

    Baseado em material do Prof. Leandro Azanha

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    Mdulo 2 O Modelo de Processos da

    ISO 9001:2015

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    Sntese Histrica da Srie ISO 9001

    Lus Fonseca, 2015.11.16

    ISO 9001:1987(9001, 9002 e 9003)

    GARANTIA DA

    QUALIDADE

    ISO 9001:1994(9001, 9002 e 9003)

    MUDANAS

    INCREMENTAIS

    ISO 9001:2000(9001, FIM: 9002 e 9003)

    PROCESSOS, NFASE

    NO CLIENTE E

    MELHORIA CONTNUA

    ISO 9001:2008MUDANAS

    INCREMENTAIS

    ISO 9001:2015EVOLUO, NOVOS

    CONCEITOS E

    INTEGRAO DOS SG

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    Impacto da ISO 9001 no Mundo

    ISO 9001 com 1 milho e 200 mil organizaes com

    sistema de gesto da qualidade certificado.

    Benfica para as organizaes quando h motivao

    interna (em relao melhoria).

    Foco vem mudando do stakeholder Cliente para multi

    stakeholders.

    Adaptado de Fonseca (2016).

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    Stakeholder (Parte Interessada)

    Uma dimenso relevante do processo de compreenso

    do contexto da organizao a identificao das suas

    partes interessadas.

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    Stakeholder (Parte Interessada)

    As partes interessadas relevantes so as que

    proporcionam risco significativo para a sustentabilidade

    da organizao se as suas necessidades e expectativas

    no forem satisfeitos.

    Fonte: Adaptado de Chiavenatto (2000)

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    Stakeholder (Parte Interessada)

    As organizaes definem quais os resultados que so

    necessrios para:

    proporcionar valor a essas partes interessadas

    relevantes

    reduzir o risco para a sustentabilidade, visando atrair,

    captar e reter o apoio das partes interessadas

    relevantes de quem depende o seu sucesso.

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    Risco

    Risco significa Efeito da Incerteza.

    Um efeito um resultado, seja esperado ou inesperado.

    A incerteza o estado, ainda que parcial, de deficincia

    de informao, relacionado com a compreenso ou

    conhecimento de um evento, sua consequncia ou

    probabilidade.

    Adaptado de Fonseca (2016).

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    Risco

    O risco frequentemente caracterizado por referncia a

    potenciais eventos e consequncias ou a uma

    combinao destes

    O risco frequentemente expresso em termos de uma

    combinao das consequncias de um evento (incluindo

    alteraes nas circunstncias) com a probabilidade de

    ocorrncia associada.

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    Caractersticas da ISO 9001:2015

    Integrao com a gesto do negcio

    Considerao do contexto da organizao

    Pensamento baseado no risco

    Gesto do conhecimento e da inovao

    Aplicabilidade crescente a todos os tipos de organizaes

    Facilidade de integrao dos vrios sistemas de gesto

    Foco em gerar mais valor para a organizao e para os seus

    clientes.

    Maior nfase na abordagem por processos e menos na

    documentao

    Adaptado de Fonseca (2016).

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    Decises quanto Implantao da ISO 9001

    Introduo da ISO 9001

    A adoo de um sistema de gesto da qualidade uma

    deciso estratgica para uma organizao;

    Esta deciso pode ajudar a melhorar seu desempenho

    global e a fornecer uma base slida para iniciativas de

    desenvolvimento sustentvel.

    A ISO 9001 pode ser usada por partes (interessadas)

    internas e externas.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    Benefcios Potenciais para a Organizao

    Aumentar a capacidade de prover consistentemente produtos e

    servios que atendam aos requisitos do cliente e aos requisitos

    estatutrios e regulamentares aplicveis;

    Facilitar oportunidades para aumentar a satisfao do cliente;

    Abordar riscos e oportunidades associados com seu contexto (da

    organizao) e objetivos;

    A capacidade de demonstrar conformidade com requisitos

    especificados de sistemas de gesto da qualidade.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    O que a ISO 9001 no pretende?

    No inteno da ISO 9001:2015 induzir a necessidade

    de:

    Obter a uniformidade na estrutura de diferentes

    sistemas de gesto da qualidade;

    Alinhamento de documentao estrutura de sees

    da ISO 9001;

    Uso de terminologia especfica da ISO 9001 nas

    organizaes.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    Produtos e Servios

    Os requisitos de sistema de gesto da qualidade

    especificados da ISO 9001 so complementares aos

    requisitos para produtos e servios.

    At a verso 2008, no havia diferenciao entre

    Produtos e Servios.

    A diferenciao da verso 2015 serve para aumentar o

    alcance da ISO 9001 no mercado, pois aumenta sua

    abrangncia para todo o tipo e tamanho de organizao.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    Como a ISO 9001 foi estruturada?

    A ISO 9001 usa a abordagem de processo, que incorpora

    o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA) e a mentalidade de

    risco.

    A abordagem de processo habilita uma organizao a

    planejar seus processos e suas interaes.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    EFICCIA DO

    PROCESSO

    Capacidade de atingir

    resultados desejados

    Modelo de Processos Genrico

    Relembrando: Conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que

    transforma entradas em sadas. ISO 9001:2015

    Entrada

    Requisitos Especificados

    (inclui recursos)

    PROCESSO + MTODO

    DE CONTROLE

    Sada

    Requisitos Atendidos

    (Resultado de um Processo)

    EFICINCIA DO

    PROCESSO

    Resultados atingidos vs.

    Recursos utilizados

    Adaptado de QSP.

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    Vantagem de usar a abordagem de

    processos

    A principal vantagem desta abordagem est na gesto e

    controle das interaes entre esses processos e as

    interfaces entre a hierarquia funcional da organizao.

    isso que habilita o melhor planejamento de processos e

    interaes.

    Adaptado de QSP.

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    Entradas e Sadas de Um processo

    Podem ser tangveis ou intangveis desejadas ou no

    esperadas.

    Tangveis: equipamentos, materiais, componentes, etc.

    Intangveis: energia, informaes.

    Adaptado de QSP.

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    Tipos de Processos em um Sistema de

    Gesto da Qualidade Podem ser identificados os seguintes tipos de processos:

    Processos para a gesto de uma organizao;

    Processos para a gesto de recursos;

    Processos de realizao;

    Processos de medio, anlise e melhoria.

    Adaptado de QSP.

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    Tipos de Processos em um Sistema de

    Gesto da Qualidade Processos para a gesto de uma organizao;

    processos referentes ao planejamento estratgico,

    estabelecimento de polticas, definio de objetivos, promoo

    da comunicao, garantia da disponibilidade dos recursos

    necessrios e anlises crticas pela direo.

    Adaptado de QSP.

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    Tipos de Processos em um Sistema de

    Gesto da Qualidade Processos para a gesto de recursos;

    todos os processos referentes proviso dos recursos que so

    necessrios para os processos para a gesto de uma

    organizao, para a realizao e para a medio.

    Adaptado de QSP.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Tipos de Processos em um Sistema de

    Gesto da Qualidade Processos de realizao/operao;

    todos os processos que fornecem as sadas desejadas da

    organizao, relacionados com o fornecimento de produtos e

    servios.

    Adaptado de QSP.

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    Tipos de Processos em um Sistema de

    Gesto da Qualidade Processos de medio, anlise e melhoria.

    processos necessrios para mensurar e coletar dados para a

    anlise do desempenho e para a melhoria da eficcia e

    eficincia.

    So alguns deles: processos de medio, monitoramento e

    auditoria, aes corretivas e de gesto de risco, sendo parte

    integrante dos processos de gesto, de gesto de recursos e

    de operao.

    Adaptado de QSP.

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    A abordagem de processo uma maneira poderosa de

    organizar e gerenciar como as atividades de trabalho

    geram valor para o cliente e para outras partes

    interessadas.

    Adaptado de QSP.

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    Geralmente as organizaes so estruturadas dentro de

    uma hierarquia de unidades funcionais.

    As organizaes normalmente so gerenciadas

    verticalmente, sendo a responsabilidade pelas sadas

    desejadas dividida entre as unidades funcionais.

    Adaptado de QSP.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    O cliente final ou outra parte interessada nem sempre

    visvel a todos os envolvidos.

    Conseqentemente, d-se menor prioridade aos

    problemas que ocorrem nas fronteiras das interfaces do

    que aos objetivos de curto prazo das unidades funcionais.

    Isso leva a pouca ou nenhuma melhoria para a parte

    interessada, uma vez que as aes so em geral focadas

    nas funes, e no no benefcio global para a

    organizao.Adaptado de QSP.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    A abordagem de processo introduz a gesto horizontal,

    cruzando as fronteiras entre as diferentes unidades

    funcionais e unificando seu enfoque nos principais

    objetivos da organizao.

    Adaptado de QSP.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    Adaptado de QSP.

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    Adaptado de QSP.

    O desempenho de uma organizao pode ser aprimorado

    com o uso da abordagem de processo.

    Os processos podem ser gerenciados como um sistema,

    atravs da criao e compreenso de uma rede de

    processos e de suas interaes.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    Adaptado de QSP.

    As sadas de um processo podem ser as entradas de

    outros processos e estar interligadas rede ou sistema

    global

    SEQUENCIA GENRICA DE PROCESSOS

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Entendimento da Abordagem de Processo

    Fonte QSP, 2007.

    EXEMPLO DE UMA SEQNCIA DE PROCESSOS E SUAS INTERAES.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Benefcios da Abordagem de Processo

    A aplicao da abordagem de processo em um sistema

    de gesto da qualidade proporciona:

    1. Entendimento e consistncia no atendimento a requisitos

    2. A considerao de processos em termos de valor agregado;

    3. O atingimento de desempenho eficaz de processo

    4. Melhoria de processos baseada na avaliao de dados e

    informao.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.3, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Como a ISO 9001 foi estruturada?

    Recapitulando:

    A ISO 9001 usa a abordagem de processo, que

    incorpora o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA) e a

    mentalidade de risco.

    O ciclo PDCA habilita uma organizao a assegurar que

    seus processos tenham recursos suficientes e sejam

    gerenciados adequadamente, e que as oportunidades

    para melhoria sejam identificadas e as aes sejam

    tomadas.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    A ISO 9001 e o Ciclo PDCA

    O ciclo PDC foi desenvolvido na dcada de 20 por Walter

    Shewhart, com base no pensamento cientfico original e

    nas obras de Frederick Taylor, como ciclo PDC.

    Posteriormente foi popularizado por W. Edwards Deming,

    durante suas consultorias para reconstruo do Japo,

    onde os japoneses acrescentaram o A, criando o PDCA.

    Por esse motivo, costuma ser chamado de "Ciclo de

    Deming".

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    A ISO 9001 e o Ciclo PDCA

    O conceito PDCA algo que se encontra presente em

    todas as reas de nossa vida profissional e pessoal.

    O mesmo vm sendo usado continuamente, tanto formal

    quanto informalmente, consciente ou inconscientemente,

    em tudo o que fazemos.

    Toda atividade, no importa quo simples ou complexa,

    pertence a esse padro contnuo.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    A ISO 9001 e o Ciclo PDCA

    Adaptado de QSP.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    A ISO 9001 e o Ciclo PDCA

    Adaptado de QSP.

    No contexto do sistema de gesto da qualidade, o PDCA

    um ciclo dinmico que pode ser empregado nos

    processos de cada empresa e no sistema de processos

    no geral.

    Est intimamente associado com o planejamento, a

    implementao, o controle e a melhoria contnua da

    realizao do produto e de outros processos do sistema

    de gesto da qualidade.

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    A ISO 9001 e o Ciclo PDCA No Item 0.2 da ISO 9001:2015, uma nota explica que o ciclo PDCA aplica-se

    aos processos da seguinte forma:

    No Item 0.2 da ISO 9001:2015, uma nota explica que o ciclo PDCA

    aplica-se aos processos da seguinte forma:

    Plan (planejar): estabelecer os objetivos do sistema e seus

    processos e os recursos necessrios para entregar resultados de

    acordo com os requisitos dos clientes e com as polticas da

    organizao;

    Do (fazer): implementar o que foi planejado;

    Check (checar): monitorar e (onde aplicvel) medir os processos e

    os produtos e servios resultantes em relao a polticas, objetivos e

    requisitos, e reportar os resultados;

    Act (agir): executar aes para melhorar desempenho, conforme

    necessrio.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.2, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Como a ISO 9001 foi estruturada?

    Recapitulando:

    A ISO 9001 usa a abordagem de processo, que

    incorpora o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA) e a

    mentalidade de risco.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Como a ISO 9001 foi estruturada?

    A mentalidade de risco habilita uma organizao a

    determinar os fatores que poderiam causar desvios nos

    seus processos e no seu sistema de gesto da qualidade

    em relao aos resultados planejados

    Auxilia tambm a colocar em prtica controles

    preventivos para minimizar efeitos negativos e a

    maximizar o aproveitamento das oportunidades que

    surjam.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    A mentalidade de risco habilita uma organizao a

    determinar os fatores que poderiam causar desvios nos

    seus processos e no seu sistema de gesto da qualidade

    em relao aos resultados planejados

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

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    Mentalidade de Risco

    Auxilia tambm a colocar em prtica controles

    preventivos para minimizar efeitos negativos e a

    maximizar o aproveitamento das oportunidades que

    surjam.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    O conceito de mentalidade de risco tem estado implcito

    nas edies anteriores da ISO 9001 (1987, 1994, 2000 e

    2008), por exemplo, por meio de requisitos para

    planejamento, anlise crtica e melhoria.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    A verso 2015 apresenta requisitos especficos para a

    organizao:

    entender seu contexto;

    determinar riscos como uma base para o planejamento;

    Isto representa a aplicao da mentalidade de risco ao

    planejamento e implementao dos processos do sistema

    de gesto da qualidade e auxiliar na determinao da

    extenso da informao documentada necessria.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    Um dos propsitos-chave de um sistema de gesto da

    qualidade atuar como uma ferramenta preventiva.

    Por isso, a ISO 9001 no tem mais uma seo ou

    subseo separada sobre ao preventiva.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    O conceito de ao preventiva expresso por meio do

    uso de mentalidade de risco na formulao de requisitos

    de sistema de gesto da qualidade.

    Isso significa uma maior flexibilidade de aplicao em

    relao verso de 2008 da ISO 9001.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    Nem todos os processos de um sistema de gesto da

    qualidade representam o mesmo nvel de risco em

    termos da capacidade da organizao atingir seus

    objetivos e os efeitos da incerteza no so os mesmos

    para todas organizaes.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Mentalidade de Risco

    Para a ISO 9001, a organizao responsvel pela

    aplicao de mentalidade de risco e pelas aes que ela

    toma para abordar riscos, incluindo reter ou no

    informao documentada como evidncia de sua

    determinao de riscos.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item A.4, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Como a ISO 9001 foi estruturada?

    Recapitulando:

    A ISO 9001 usa a abordagem de processo, que

    incorpora o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA) e a

    mentalidade de risco.

    Adaptado da NBR ISO 9001:2015 item 0.1, 2015.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

  • Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp.

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    Modelo Original de Abordagem de Processo

    Modelo de um sistema de gesto de qualidade baseado em processos (ISO 9000:2000)

    Fonte QSP, 2003.

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

  • Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp.

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    A Abordagem de Processos da NBR ISO 9001:2015

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

  • Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp.

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    At a prxima aula!Prof. Claudio Bernardi Stringari

    http://processoenxuto.blogspot.com.br/

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.php

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    Referncias

    NBR ISO 9000:2015;

    NBR ISO 9001:2015;

    http://www.qsp.org.br/biblioteca/pdf/abordagem_processo

    .pdf, acessado em 13/08/2016

    http://apolo.dps.uminho.pt/eventos/sem_qual2015/sem_q

    ualidade_luis_fonseca.pdf, acessado em 13/08/2016

    http://www.qsp.org.br/biblioteca/orientacao_abordagem.s

    html, acessado em 14/08/2016

    http://www.grupouniasselvi.com.br/pt_br/index.phphttp://www.qsp.org.br/biblioteca/pdf/abordagem_processo.pdfhttp://apolo.dps.uminho.pt/eventos/sem_qual2015/sem_qualidade_luis_fonseca.pdfhttp://www.qsp.org.br/biblioteca/orientacao_abordagem.shtml