Dialogos criticos

  • View
    1.015

  • Download
    1

Embed Size (px)

DESCRIPTION

nrfacil

Text of Dialogos criticos

  • 1. ACONTECE EM SST MAS NINGUEM GOSTA DE COMENTAR ACONTECE EM SST MAS NINGUEM GOSTA DE COMENTAR DILOGOS CRTICOS EM SSTDILOGOS CRTICOS EM SST

2. DILOGO CRTICO No. 1DILOGO CRTICO No. 1 3. PRATICAS INSEGURAS JUSTIFICADAS PELA FALTA DE TEMPO Por exemplo: no repor estoque de epi, no verificar a data de vencimento de um extintor, esquecer de repor uma proteo de mquina durante uma manuteno, etc., alegando-se excesso de tarefas e falta de tempo Por exemplo: no repor estoque de epi, no verificar a data de vencimento de um extintor, esquecer de repor uma proteo de mquina durante uma manuteno, etc., alegando-se excesso de tarefas e falta de tempo 4. DILOGO CRTICO No. 2DILOGO CRTICO No. 2 5. Por exemplo, o cara admitido em uma funo mas no tem qualificao ou treinamento. Mesmo assim acha que sabe e ganha no grito a funo ou por que foi indicado por um colega mais antigo. Todo mundo comea a ver que o cara no sabe fazer o trabalho, mas ningum diz nada, at acontecer um acidente. 65% dos trabalhadores entrevistados informou que seus companheiros criam condies inseguras devido incompetncia e 18% refere uma leso ou acidente causado por este problema. Quando a discusso incompetncia, somente 26% fala e compartilha suas preocupaes com a pessoa que colocou a equipe em risco. Por exemplo, o cara admitido em uma funo mas no tem qualificao ou treinamento. Mesmo assim acha que sabe e ganha no grito a funo ou por que foi indicado por um colega mais antigo. Todo mundo comea a ver que o cara no sabe fazer o trabalho, mas ningum diz nada, at acontecer um acidente. 65% dos trabalhadores entrevistados informou que seus companheiros criam condies inseguras devido incompetncia e 18% refere uma leso ou acidente causado por este problema. Quando a discusso incompetncia, somente 26% fala e compartilha suas preocupaes com a pessoa que colocou a equipe em risco. 6. DILOGO CRTICO No. 3DILOGO CRTICO No. 3 7. De acordo com o estudo, 78% dos entrevistados j havia observado seus companheiros utilizando dispositivos improvisados (gambiarras) e 19% constatara a ocorrncia de uma leso ou morte causada por um desses procedimentos. Mesmo sabendo das graves consequncias, 75% acredita que esses problemas no deveriam ser discutidos com os companheiros, supervisores ou gerentes. Mais da metade dos trabalhadores do estudo (55%) j observou companheiros agindo de forma insegura numa tentativa de corrigir erros ou realizar um resgate. Quando a questo adotar excees s regras e diretrizes, somente um em 4 pessoas est disposta a falar e compartilhar suas preocupaes com aqueles que expuseram o grupo de trabalho a um risco. De acordo com o estudo, 78% dos entrevistados j havia observado seus companheiros utilizando dispositivos improvisados (gambiarras) e 19% constatara a ocorrncia de uma leso ou morte causada por um desses procedimentos. Mesmo sabendo das graves consequncias, 75% acredita que esses problemas no deveriam ser discutidos com os companheiros, supervisores ou gerentes. Mais da metade dos trabalhadores do estudo (55%) j observou companheiros agindo de forma insegura numa tentativa de corrigir erros ou realizar um resgate. Quando a questo adotar excees s regras e diretrizes, somente um em 4 pessoas est disposta a falar e compartilhar suas preocupaes com aqueles que expuseram o grupo de trabalho a um risco. 8. DILOGO CRTICO No. 4DILOGO CRTICO No. 4 9. Por exemplo, termina-se uma tarefa a se percebe que faltou um detalhe sendo necessrio voltar area de risco; achando que vai ser rpido e pra no ter trabalho, o operador negligencia procedimentos de segurana ou no usa o EPI Por exemplo, termina-se uma tarefa a se percebe que faltou um detalhe sendo necessrio voltar area de risco; achando que vai ser rpido e pra no ter trabalho, o operador negligencia procedimentos de segurana ou no usa o EPI 10. DILOGO CRTICO No. 5DILOGO CRTICO No. 5 11. De acordo com o estudo, 66% dos entrevistados informa que do um desconto quando vem seus colegas violando novas medidas de segurana mas 22% sabe de uma leso ou morte causada por essas violaes. Quando as pessoas descumprem novas medidas de segurana cerca de 3 em 4 ou no dizem nada ou no compartilham suas preocupaes com os outros. De acordo com o estudo, 66% dos entrevistados informa que do um desconto quando vem seus colegas violando novas medidas de segurana mas 22% sabe de uma leso ou morte causada por essas violaes. Quando as pessoas descumprem novas medidas de segurana cerca de 3 em 4 ou no dizem nada ou no compartilham suas preocupaes com os outros. 12. DILOGO CRTICO No. 6DILOGO CRTICO No. 6 13. Por exemplo, preciso desligar sistemas eltricos durante uma sobrecarga, mas o operador sabe que isso pode deixar colegas ou usurios em situao de desconforto (sem refrigerao) e para agradar o pessoal, deixa pr l. 63% dos trabalhadores via seus companheiros violando medidas de segurana para o bem da equipe, da companhia ou do usurio. Como resultado, 17% podia citar uma leso ou morte causado por essas prticas. Pra salvar a prpria pele, manter os usurios satisfeitos ou satisfazer expectativas, somente 2% diz que fala sobre o assunto ou compartilha suas preocupaes com a pessoa que colocou a equipe sob risco. Por exemplo, preciso desligar sistemas eltricos durante uma sobrecarga, mas o operador sabe que isso pode deixar colegas ou usurios em situao de desconforto (sem refrigerao) e para agradar o pessoal, deixa pr l. 63% dos trabalhadores via seus companheiros violando medidas de segurana para o bem da equipe, da companhia ou do usurio. Como resultado, 17% podia citar uma leso ou morte causado por essas prticas. Pra salvar a prpria pele, manter os usurios satisfeitos ou satisfazer expectativas, somente 2% diz que fala sobre o assunto ou compartilha suas preocupaes com a pessoa que colocou a equipe sob risco. 14. PROPOSTAS PARA ENFRENTAR O PROBLEMA PROPOSTAS PARA ENFRENTAR O PROBLEMA A seguir, algumas das melhores prticas que o SESMT pode seguir para abordar esses dilogos quando eles acontecem assim como construir um sistema organizacional sistemico e competente para resolve-los. A seguir, algumas das melhores prticas que o SESMT pode seguir para abordar esses dilogos quando eles acontecem assim como construir um sistema organizacional sistemico e competente para resolve-los. 15. TRANSPARNCIA E RESPONSABILIDADE Como sair desse risco silencioso para uma cultura de Sinceridade e Responsabilidade? Devido a essa persistencia de silncio nesses dilogos crticos devemos prestar ateno especial para aqueles poucos que de forma competente registram e falam dessas situaes. Assim como temos estudado boas prticas em 500 organizaes nas ultimas 3 dcadas, ns temos encontrado meios de ajudar lderes que efetivamente discutam e resolvam esses problemas antes que causem danos. Como sair desse risco silencioso para uma cultura de Sinceridade e Responsabilidade? Devido a essa persistencia de silncio nesses dilogos crticos devemos prestar ateno especial para aqueles poucos que de forma competente registram e falam dessas situaes. Assim como temos estudado boas prticas em 500 organizaes nas ultimas 3 dcadas, ns temos encontrado meios de ajudar lderes que efetivamente discutam e resolvam esses problemas antes que causem danos. 16. CAPACITAO PARA UM DILOGO ABERTO Muitos gerentes de segurana no tem confiana para discutir essas questes politicamente sensveis porque eles no sabem como liderar essas discusses arriscadas. Nossa pesquisa mostra que organizaes com normas culturais fortes de transparncia investem recursos substanciais em treinar seus empregados para de maneira competente falar durante esses momentos cruciais. Esses achados foram bem enfatizados em um estudo previo conduzido sobre riscos de segurana em servios de sade. Veja a seguir. Muitos gerentes de segurana no tem confiana para discutir essas questes politicamente sensveis porque eles no sabem como liderar essas discusses arriscadas. Nossa pesquisa mostra que organizaes com normas culturais fortes de transparncia investem recursos substanciais em treinar seus empregados para de maneira competente falar durante esses momentos cruciais. Esses achados foram bem enfatizados em um estudo previo conduzido sobre riscos de segurana em servios de sade. Veja a seguir. 17. Foram perguntados a mdicos e enfermeiras que falharam em falar que viam seus colegas colocando a sade e as vidas de pacientes sob risco, quando eles no disseram nada e deixaram correr. As duas razes mais comuns eram: 1- isso no o meu trabalho; e 2-eu no sabia como falar de uma forma que eu pudesse ser ouvido. Esses mesmos motivos foram ouvidos em nossas entrevistas em ambientes de trabalho. Um coisa que a nossa pesquisa deixou claro que um real progresso na criao de uma cultura de responsabilidade comea em abordar essa falta de habilidade. Indivduos precisam ser treinados em como falar acerca desses assuntos politica e emocionalmente incmodos de uma forma que funcione. Investir em competencia dos empregados necessrio mas insuficiente. Manter os acionistas, gerentes e executivos responsveis para responder e considerar bem vindos esses dilogos crticos a outra metade da frmula. Foram perguntados a mdicos e enfermeiras que falharam em falar que viam seus colegas colocando a sade e as vidas de pacientes sob risco, quando eles no disseram nada e deixaram correr. As duas razes mais comuns eram: 1- isso no o meu trabalho; e 2-eu no sabia como falar de uma forma que eu pudesse ser ouvido. Esses mesmos motivos foram ouvidos em nossas entrevistas em ambientes de trabalho. Um coisa que a nossa pesquisa deixou claro que um real progresso na criao de uma cultura de responsabilidade comea em abordar essa falta de habilidade. Indivduos precisam ser treinados em como falar acerca desses assuntos politica e emocionalmente incmodos de uma forma que funcione. Investir em competencia dos empregados necessrio mas insuficiente. Manter os acionistas, gerentes e executivos res