RESUMO DE DENTÍSTICA

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    20-Jul-2015

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<ul><li><p> APOSTILA DE DENTSTICA II </p><p>Rayssa Mendona Vitorino 8 SEMESTRE </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>1 </p><p>INTERRELAO DENTSTICA-PERIODONTIA-OCLUSO </p><p>o O sistema estomatogntico funciona como um conjunto de estruturas, a perda de funo de </p><p>uma delas causa danos s demais, levando a um desarranjo do sistema. </p><p>o Diagnstico Plano de tratamento: </p><p>- Anamnese </p><p>- Exame fsico </p><p>- Exame clnico </p><p>- Exames complementares </p><p>o Plano de tratamento: </p><p>- A doena e as alteraes manifestam-se de maneira particular em cada indivduo. </p><p>- O diagnstico complexo e individualizado. </p><p>- O tratamento deve objetivar a sade e equilbrio do sistema estomatogntico, </p><p>atuando nos nveis: Preventivo, interceptador e restaurador. </p><p>o Diagnstico periodontal: </p><p>- Tecido periodontal: </p><p> Periodonto de proteo Gengiva marginal e inserida </p><p> Periodonto de sustentao Osso alveolar e ligamento periodontal </p><p>o Interrelao: Periodontia X Dentstica: </p><p>- Localizao das margens cervicais das restauraes (0,5cm aqum da margem). </p><p>- Contornos axiais de coroas. </p><p>- Manuteno do ponto de contato (Evitar que o processo mastigatrio leve injrias ao </p><p>tecido no-queratinizado, entre os dentes, e inicie uma inflamao). </p><p>- Acabamento e polimento (Causa proteo e evita que o material seja oxidado; </p><p>Dificulta proliferao de placa bacteriana). </p><p>- Resposta dos tecidos periodontais como resultado dos preparos realizados. </p><p>o Princpios biolgicos e Localizao da margem cervical: </p><p>- Margem supra-gengival (LOCALIZAO IDEAL): Facilita a execuo do preparo, </p><p>acabamento, polimento e adaptao; Facilidade de higienizao na interface dente-</p><p>restaurao. </p><p>- Margem subgengival: Dificulta a visualizao na adaptao, acabamento do preparo </p><p>e restaurao; Dificulta a higienizao na interface dente-restaurao pelo paciente. </p><p>o Distncias biolgicas: uma entidade </p><p>anatmica que representa unio entre tecidos </p><p>gengivais e as superfcies dentais, ou seja, a </p><p>unio dento-gengival. </p><p>o Procedimentos que invadam as distncias </p><p>biolgicas causaro mudanas no periodonto </p><p>como sangramento e inflamao constante, </p><p>recesses gengivais alm de perdas de </p><p>insero e do nvel sseo. </p><p>o Consequncias da invaso do espao biolgico: </p><p>- Inflamao gengival persistente: </p><p>Aumento da papila e edema localizado </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>2 </p><p>- Dor sob a forma de sensibilidade gengival </p><p>- Recesso gengival </p><p>- Formao de bolsa, reabsoro ssea/mobilidade </p><p>o Agentes irritantes associados s restauraes: </p><p>- Presena de biofilme microbiano </p><p>- Unio dente/restaurao incorreta </p><p>- Produtos txicos liberados pelo material restaurador (Monmeros, metais, etc) </p><p>- Traumas oclusais (Excessos de material) </p><p>o Agentes irritantes associados ao tecido periodontal: </p><p>- Excesso de restauraes </p><p>- Margens subgengivais </p><p>- Perda de espao </p><p>- Invaso do espao biolgico </p><p>- Traumas de ocluso </p><p>o Previamente aos procedimentos restauradores: </p><p>- Remoo dos irritantes locais </p><p>- Instruo sobre higiene oral </p><p>- Ajuste oclusal </p><p>- Procedimentos cirrgicos </p><p>- Pequenos movimentos ortodnticos </p><p>o Alternativas: </p><p>- Cirrgicas: Gengivectomia; Cunha proximal e distal; Cirurgias a retalho com ou sem </p><p>osteotomia. </p><p>- Ortodnticas: Extruso ortodntica induzida por expor as bordas da raiz para uma </p><p>posio mais favorvel. </p><p>- Aumento de Coroa Clnica: Restabelecer o espao biolgico; Permitir o isolamento </p><p>do campo operatrio; Realizado em reas no-estticas. </p><p>- Fraturas de esmalte e dentina: Conduta clnica para uma colagem de fragmento </p><p>Analisar se o dente est bem condicionado, hidratado e limpo, as condies clnicas </p><p>do remanescente, o tempo fator principal e importante para proliferao de </p><p>bactrias causando injrias pulpares e edemasiamento do periodonto. Quando a </p><p>fratura invade o espao biolgico, faz tracionamento ortodntico ou aumento de </p><p>coroa clnica, dependendo do elemento dentrio, devido esttica. </p><p>- Cunha distal: Remoo do tecido com a preservao de quantidade suficiente de </p><p>mucosa ceratinizada no ltimo elemento do arco </p><p>- Extruso dentria: </p><p> Extruso imediata: Em um nico momento, com auxlio do frceps e faz um </p><p>pequeno avulsionamento. </p><p> Extruso mediata: Lenta e rpida; Esse tratamento ortodntico. </p><p> Recuperao do espao biolgico: Violao do espao dento-gengival por </p><p>meio de crie, fratura, reabsores radiculares, perfuraes radiculares </p><p>iatrogncias Eliminao de bolsas periodontais; Recobrimento radicular de </p><p>recesses em dentes portadores de prtese; Correo de mordidas abertas; </p><p>Aumento da espessura do septo sseo interproximal de razes muito prximas. </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>3 </p><p>o Contornos axiais H as papilas gengivais, vestibular e lingual, ligadas entre si por um </p><p>tecido no-queratinizado chamado col. O que protege esse col o ponto de contato entre </p><p>os dentes; Assim, em restauraes indiretas deve estar atento para o contorno axial, pois ou </p><p>vai estar sem contato ou com contato excessivo (Em condies anormais), devendo ficar </p><p>atento quanto a isso: </p><p>- Contorno IDEAL: Deve-se tentar devolver a forma do elemento dentrio dentro dos </p><p>conhecimentos da anatomia. Assim, haver um correto controle da placa e proteo </p><p>dos tecidos gengivais. </p><p>- Subcontorno: A falta de reconstruo da convexidade do tero cervical; menos </p><p>prejudicial do que o sobrecontorno; Os sulcos gengivo-marginais expostos ao </p><p>traumatismo alimentar pode causar gengivite marginal. </p><p>- Sobrecontorno: A constrio excessiva da curvatura do dente; Demasiada </p><p>proteo ao tecido gengival o que impedir o estmulo dos alimentos e a ao de </p><p>auto-limpeza normais; O tecido comea a ficar fino e a inflamar associado ao </p><p>acmulo de placa; Procedimentos de higiene oral so incapazes de controlar a placa </p><p>com consequente instalao de gengivite; Assim favorece o acmulo de placa </p><p>gerando a inflamao, necessitando de um acabamento e polimento deixando as </p><p>superfcies mais lisas. </p><p>o Manuteno do ponto de contato (Retirar a cunha de madeira em uma restaurao de </p><p>amlgama pela vestibular ou lingual, j a resina composta est polimerizada, ento no tem </p><p>que obedecer a uma direo certa): </p><p>- As faces proximais dos dentes devem sempre conservar o seu contorno natural para </p><p>se relacionarem atravs das reas de contato, a fim de manter o espao necessrio </p><p>para o alojamento da papila interdental. </p><p>- A funo da cunha de madeira, e vantagem, compensar a espessura da matriz. </p><p>- Essas superfcies proximais so planas e convexas, onde a papila preenche a base </p><p>das ameias e o espao interdentrio. </p><p>- A falta do ponto de contato leva a um trauma alimentar direto, e j o excesso, causa </p><p>reteno. </p><p>- Em dentes anteriores, os pontos de contato so localizados no tero incisal das </p><p>faces proximais. </p><p>- Em dentes posteriores, os pontos de contato so localizados no 1/3 oclusal das </p><p>paredes proximais (Mesial e distal) e metade vestibular do dente, no sentido </p><p>vestbulo-lingual, abaixo do vrtice das cristas marginais, como forma de proteger a </p><p>papila da impactao do alimento; Isso implica numa direo da cunha de madeira </p><p>que deve ser lnguo-vestibular. </p><p>- Importncia do uso do sistema matriz-cunhas e matrizes bem adaptadas. </p><p>- Matrizes universais: Pr-fabricadas ou sistema porta-matriz. </p><p>- Cunha de madeira: Devolve anatomia do contato. </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>4 </p><p>o Contatos oclusais: </p><p>- Foras oclusais: </p><p> Ligamento periodontal: Foras ao longo eixo do dente; Intensidade normal </p><p>(Situao de trauma de ocluso) </p><p> Osso periodontal: Nenhum dano aos tecidos de suporte (Tecidos de </p><p>suporte dos dentes sofrem danos reversveis ou no) </p><p>o Trauma de ocluso: </p><p>- Contato prematuro e ajuste at ser obtido estabilidade (Ponta de cspide ocluindo </p><p>na fossa do antagonista). </p><p>- Checar contatos oclusais com papel carbono. </p><p>- Gera a abfrao. </p><p>DIMENSO SENSIBILIDADE TRATAMENTO </p><p>Leso de profundidade </p><p>inferior a 1mm </p><p>Sim Remoo do fator etiolgico, </p><p>dessensibilizao e proservao. </p><p>Leso de profundidade </p><p>inferior a 1mm </p><p>No Remoo do fator etiolgico e </p><p>proservao. </p><p>Leso de profundidade </p><p>superior a 1mm </p><p>Sim Remoo do fator etiolgico, </p><p>dessensibilizao, restaurao e </p><p>proservao. </p><p>Leso de profundidade </p><p>superior a 1mm </p><p>No Remoo do fator etiolgico, </p><p>restaurao e proservao. </p><p>o Checa-se a ocluso aps restauraes, procurando que ela seja mutualmente protegida: </p><p>- Em RC e MIH buscando pela ORC (Posio em que o cndilo coincide com a </p><p>mxima intercuspidao), porm isso quase impossvel. </p><p>- Movimentos de lateralidade, verificando os lados de balanceio e trabalho em </p><p>protruso com a guia incisal, desocluindo os anteriores. </p><p>- Caso se verifique algum contato prematuro ou interferncia, deve-se fazer o ajuste </p><p>imediato (Feito com pontas velhas para que no tenha muito desgaste, e tambm </p><p>com discos abrasivos, sendo como primeira escolha este ltimo) </p><p>o Contato clinicamente aceitvel: </p><p>- Que ele seja puntiforme </p><p>- Prximo ao centro do elemento dentrio </p><p>- Mesma intensidade de cor dos dentes vizinhos </p><p>- No deve ser percebido pelo paciente (Esse o critrio que devemos usar, ps-</p><p>restaurao para fazer o ajuste oclusal). </p><p>- Marcar com carbono todo o hemiarco de anterior para posterior (Contatos em todos </p><p>os elementos dentrios) </p><p>- O ponto de contato deve ser estvel, ou seja, no deve defletir a mandbula ou </p><p>dificultar os movimentos (s vezes, para o paciente est aparentemente confortvel </p><p>aps uma restaurao, porm pode ter sido feito um novo contato e ele ser </p><p>prematuro, e estar defletindo no movimento da mandbula e achando uma nova </p><p>posio, por isso importante a checagem do carbono) </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>5 </p><p>- Ter maior nmero e maior distribuio possvel desse contato ao longo do arco </p><p>dentrio. </p><p>o Ajuste oclusal: </p><p>- Pode ser realizado por acrscimo ou desgaste ( muito mais interessante fazer </p><p>acrscimo do que desgaste, pois se desgastou tem como repor lentamente para </p><p>repor o ajuste e se desgastar alm do que deve, pode causar mais problemas). </p><p>- Com pontas diamantadas velhas, douradas ou multilaminadas em baixa rotao. </p><p>o Princpios de ajuste oclusal em dentstica: </p><p>- Dar aos contatos das restauraes as caractersticas clnicas aceitveis, ditas </p><p>acima. </p><p>- Por causa de colapso de ocluso ou grandes desgastes nos dentes anteriores, no </p><p>caso do bruxismo, o paciente fica em contato quando ele protrui, os dentes </p><p>anteriores se tocam e desocluem os posteriores, porm no caso do bruxismo, o </p><p>paciente perde todas as guias incisais anteriores, a quando protrui, continua se </p><p>tocando os posteriores e nesse momento, tem que ter muito cuidado na checagem </p><p>dos movimentos. </p><p>o Acabamento e polimento: </p><p>- Visa dificultar a formao do biofilme. </p><p>- A superfcie das restauraes deve ser o mais lisa possvel para limitar o acmulo </p><p>de placa. </p><p>- Todos os materiais colocados no meio gengival devem ter a mais alta capacidade </p><p>de polimento (O mais polido que seja ainda apresenta rugosidade mnima e </p><p>favorece um pequeno acmulo de placa) </p><p>- Escolha dos materiais: </p><p> Acabamento: Pontas ou brocas multilaminadas </p><p> Polimento mais simples: gua com pedra pomes fazendo uma pasta grossa e </p><p>passa com uma taa de borracha e depois, p de xido de zinco com lcool. </p><p> Polimento mais sofisticado: Sequncia das taas Marrom, verde e azul. </p><p> Superfcies speras na regio subgengival causam aumento do acmulo do </p><p>biofilme e inflamao gengival. </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>6 </p><p>CLAREAMENTO DENTAL </p><p>o o tratamento por meio do qual procura-se clarear dentes com alterao de cor, atravs da </p><p>utilizao de agentes clareadores oxidantes, deixando-os mais claros. </p><p>o Tcnica que visa clareamento dos dentes atravs de reaes qumicas ou mecnicas. </p><p>o Etiologia das alteraes cromticas Tipos de manchas: </p><p>- Fatores extrnsecos: Manchas extrnsecas (Mais fceis) </p><p>- Fatores intrnsecos: Manchas intrnsecas (Mais difceis) </p><p>o Manchas extrnsecas: </p><p>- Pigmentos que aderem superfcie dental ou pelcula adquirida (Ch, caf, fumo, </p><p>bactrias cromognicas, etc) </p><p>- Depsito ou elaborao de substncias atravs de defeitos no esmalte ou dentina, </p><p>quando exposta. </p><p>- Fatores causadores: </p><p> Acmulo de placa e trtaro </p><p> Crie, manchamento na interface dente/restaurao </p><p> Bebidas e alimentos corantes </p><p> Cigarro </p><p> Bactrias cromgenas </p><p>- Respondem bem a profilaxia com jato abrasivo ou ultra-som. </p><p>o Manchas intrnsecas: </p><p>- Quando o pigmento se localiza no ntimo da estrutura dental </p><p>- Tipo: </p><p> Congnita: A alterao ocorre no momento da formao do dente. </p><p> Dentinognese imperfeita: uma alterao de desenvolvimento na </p><p>estrutura de esmalte e dentina. </p><p> Amelognese imperfeita: uma alterao de desenvolvimento na </p><p>estrutura de esmalte e dentina. Os dentes com alterao estrutural e </p><p>mostram-se opalescentes com uma tonalidade que pode variar do cinza, </p><p>marrom ou amarelo-marrom; Tratamento: Restaurador. </p><p> Hipoplasia do esmalte: uma reduo na espessura ou quantidade de </p><p>esmalte formado; Tratamento: Microabraso + restaurao; Acomete </p><p>tero mdio. </p><p> Fluorose: A alta concentrao de flor causa alterao metablica nos </p><p>ameloblastos, que resulta em uma matriz defeituosa e em calcificao </p><p>inadequada; Tratamento: Clareamento dental (Leve) </p><p> Microabraso (Moderada) </p><p> Restaurador (Severa) </p><p> Hepatite neonatal </p><p> Doenas sistmicas </p><p> Tetraciclina ou derivados: Quelao do clcio pela tetraciclina, que se </p><p>incorpora ao hidroxiapatita; </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>7 </p><p> Adquirida: </p><p> Ictercia grave </p><p> Eritroblastose fetal </p><p> Tetraciclinas: Molculas do antibitico so incorporadas na dentina </p><p>durante a calcificao do dente. Ocorre entre o 2 trimestre de gravidez </p><p>at os 8 anos de idade; Tratamento: </p><p> Traumatismos: Eritrcitos que penetram nos tbulos dentinrios sofrem </p><p>hemlise, liberando hemoglobina que degradam-se em ferro que </p><p>combina-se com sulfereto de hidrognio, formando a colorao escura. </p><p>Tratamento: Clareamento dental. </p><p> Impregnaes metlicas </p><p> Tratamento endodntico incorreto: Restos necrticos deixados na </p><p>cmara pulpar e excessos de cimentos obturadores podem levar ao </p><p>escurecimento dental. Tratamento: Clareamento dental. </p><p> Envelhecimento dental </p><p>o Quais os agentes clareadores? </p><p>- Ictercia </p><p>- Hipoplasia </p><p>- Fluorose </p><p>- Eritoblastose </p><p>- Envelhecimento dental </p><p>- Tetraciclina tipo 1 e 2 </p><p>- Traumatismo </p><p>o Indicaes: </p><p>- Dentes que apresentem colorao amarelada ou escurecida </p><p>- Dentes com manchamentos superficiais (Manchas extrnsecas) </p><p>- Dentes que apresentam manchamentos por tetraciclina grau I e II </p><p>- Alteraes cromticas relacionadas ao envelhecimento dentrio, traumatismo dental </p><p>ou necrose pulpar </p><p>- Dentes com alterao intrnseca da cor, provocada por sarampo, febre reumtica, </p><p>porfiria congnita, eritroblastose fetal e escarlatina. </p><p>o Classificao: </p><p>- Quanto condio do dente: </p><p> Vital </p><p> No vital </p><p>- Quanto tcnica: </p><p> Clareamento vital caseiro: Moldeira + Bancada (Over-the-counter) </p><p> Clareamento vital em consultrio </p><p> Associao caseiro/consultrio </p><p>Grau I - Clareamento Grau II Clareamento ou restaurador Grau III - Restaurador </p><p>Pr-eruptiva </p><p>Ps-eruptiva </p></li><li><p>DENTSTICA II </p><p>8 </p><p> Clareamento no vital (Mediato e imediato) </p><p>o Agentes clareadores: </p><p>- Perxido de carbamida: Concentraes de 10 a 22% para tcnica caseira em dentes </p><p>vitais e, 35 a 37% para clareamento em consultrio (Vitais). </p><p>- Perxido de hidrognio: Concentraes de 1,5 a 7,5% para tcnica caseira em </p><p>dentes vitais e, 35 a 37% para consultrio em dentes vitais e no-vitais. </p><p>- Perborato de sdio: Apresentado na forma de p e usado em associao com gua </p><p>ou perxido de hidrognio em clareamento de dentes no-vitais. </p><p>o Mecanismo de ao dos agentes clareadores de den...</p></li></ul>