Photon platina , a energia do século xxi

Embed Size (px)

DESCRIPTION

FOTON PLATINA KENKO PATTO

Text of Photon platina , a energia do século xxi

  • 1.PHOTON PLATINA , A ENERGIA DO SCULO PAGINA PRINCIPAL / HOMEPAGE : www.photonportugal.com FOTON TERAPIA (O Foton ao servio da sade) A ENERGIA DO SCULO XXI ESTUDO DA CLINICA MATHEUS - S. PAULO - BRASIL http://www.conhecimento.com.br/ter_foton.html INDICE : Introduo Radiaes Eletromagnticas A energia da sade A gua Teraputica ideal Para saber mais Introduo A Platina Foton 50 uma liga metlica constituda de platina, alumnio e titnio, fundidos a altssima temperatura, que emite radiaes infravermelhas com comprimento de onda de 4m a 14m, liberando energia de 0,004W/cm, suficiente para ativar as molculas da gua e incrementar o funcionamento vital das clulas, promovendo a sade do organismo. Transformada em fibra, a Platina Foton entra na composio de diversos produtos que vm sendo cada vez mais utilizados no

2. tratamento de doenas crnicas e agudas, na conservao de alimentos, na purificao da gua e tambm na indstria automobilstica como agente ionizante do oxignio da combusto. o resultado de uma feliz simbiose entre o Velho e o Novo. A idia partiu do conceito fundamental de que qualquer alterao bioqumica do organismo humano provm de um estmulo energtico. Para chegar sua configurao atual, no entanto, foi necessrio desenvolver novas tecnologias utilizando todo o conhecimento atualmente disponvel, fornecido pelos mais diversos campos da Cincia: da Engenharia Metalografia, da Medicina Meteorologia. Antes de falarmos sobre a Platina Foton 50 e sua importncia para a sade, vamos conhecer um pouco das caractersticas da platina, o mais nobre dos metais. A platina foi descoberta em 1738, pelo cientista espanhol Antonio de Ullos em uma jazida de ouro da Colmbia. Ullos constatou que o novo metal tinha propriedades semelhantes s do ouro. Por causa da sua cor prateada, , chamou-o platina (do espanhol plata). A platina rarssima e sua extrao exige tcnicas avanadas e caras. As extraordinrias propriedades de catalisao da platina so conhecidas h bastante tempo. Combinada com a alumina empregada, por exemplo, nos processos de obteno da gasolina atravs do craqueamento do petrleo. Catalisadores so substncias capazes de acelerar as reaes qumicas. Qualquer processo qumico desencadeado pelos choques entre as molculas. Para que tais choques surtam o efeito desejado, necessrio que as molculas, no instante da coliso, estejam carregadas com algum excesso de energia. Os catalisadores so os responsveis pelo fornecimento desse excesso controlado de energia. A Platina Foton 50 a combinao da platina (com grau de pureza de 100%) com o alumnio (99,9% de pureza) e o titnio (99,9% de pureza) em partes iguais. A platina apresenta-se em forma coloidal como partculas minsculas. Quanto menor for o tamanho das partculas e maior o grau de pureza, melhor seu desempenho, pois se o gro for muito grande ou contiver impurezas, emitir menos energia. A tecnologia convencional conseguiu reduzir a platina a partculas de 120 de comprimento. (O smbolo significa ngstron, uma medida que serve para manusear tamanhos ainda menores que 1m. 120 eqivalem a 0,012m.) Utilizando nova tecnologia, cientistas 3. japoneses conseguiram reduzir ainda mais o colide de platina, obtendo gros de apenas 40 (ou 0,004m). Chegou-se, assim, Platina Foton 50, uma substncia capaz de irradiar ondas eletromagnticas infravermelhas de 4m a 14m, emitindo energia de 0,004W. Logo foi observado sua efetiva ao no ativamento das funes celulares e na desintegrao purificadora dos cachos de gua. Constatou-se, ainda, sua influncia benfica sobre os leuccitos, os quais so responsveis pela autodefesa do organismo, e sua eficcia no retardamento do desenvolvimento de certos tipos de cncer. Os cientistas japoneses tambm constataram que seus efeitos benficos comeam a ser notados logo aps os cinco primeiro minutos de exposio. Por isso, a Platina Foton 50 est sendo utilizada em diversos produtos: esterelizadores, aparelhos mdicos e cosmticos. Transformando os gros em fibras, ela entra na fabricao de tecidos em geral (vestimentas, toalhas, lenis etc.) e equipamento esportivo. Por suas propriedades, a Platina Foton est sendo chamada de A Energia do Sculo XXI. Para melhor entender as possibilidades que este novo produto oferece vamos ao que segue Radiaes eletromagnticas A todo momento, somos atingidos por radiaes eletromagnticas de vrios tipos. A radiao mais fcil de perceber a luz visvel, captada pelos nossos olhos. Mas h radiaes que, embora influam o tempo todo na nossa vida, s so detectadas atravs de aparelhos. As radiaes invisveis ao olho so as ondas de rdio, as microondas, os raios ultravioleta, os raios X e gama, e os raios infravermelhos. Todas as radiaes, visveis e no visveis, possuem a mesma natureza. Todas elas se propagam em forma de onda e com a mesma velocidade de 300.000 quilmetros por segundo (a velocidade da luz). Mas cada radiao tem um comprimento de onda 4. diferente. Comprimento de onda Certas ondas eletromagnticas podem medir at centenas de quilmetros, como as ondas de rdio. Mas h radiaes que se propagam em ondas to pequenas que so medidas em micrmetros (m). Para entender o que significa 1 m, imagine a distncia de 1 metro. Um milmetro (1mm) a milsima parte de um metro. Se dividirmos 1 milmetro por mil (tamanho incapaz de ser percebido pelo olho), teremos o valor de 1m, ou seja, 0,000 001 metro. Espectro Para classificar os diversos tipos de radiao existentes na natureza, os cientistas criaram uma espcie de mapa chamado Espectro Eletromagntico, onde as radiaes so divididas de acordo com o comprimento de onda. As ondas de rdio, que podem medir desde centenas de quilmetros at cerca de 10 centmetros, como o prprio nome diz, so utilizadas nas radiotransmisses (as famosas "ondas curtas, mdias e longas") e em transmisses de TV. Microondas: medem de 10cm at 1mm. Utilizamos essas ondas em telecomunicaes, UHF e radares. Tambm esto presentes nos fornos de microondas e nos computadores. O infravermelho compreende as radiaes com comprimento de onda de 1mm a 0,76 m. Vem sendo utilizado pelo homem h bastante tempo, principalmente na Medicina, como coadjuvante no tratamento de diversas doenas e em fisioterapia. As ondas da luz visvel podem medir de 0,76 m a 0,4m. Quando medem 0,76m, produzem no olho a sensao da cor vermelha. A medida que o comprimento da onda diminui, vo sendo refletidas as outras cores do espectro solar: laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta. Os raios ultravioleta so importantssimos para o meio ambiente, 5. pois matam as bactrias. Em excesso, porm, so prejudiciais para animais e plantas. Devido sua alta energia, os raios X so capazes de atravessar os corpos materiais. So teis Medicina e Indstria, pois permitem, atravs de radiografias, a visualizao do interior do corpo humano e de objetos. Mas a exposio prolongada a tal radiao nociva para a sade. Raios gama: emitidos por reaes nucleares, destroem as clulas vivas. Energia As radiaes eletromagnticas possuem energia. Vamos ver como isso acontece. tomo Toda e qualquer espcie de matria constituda por tomos. Se pegarmos uma substncia qualquer e a dividirmos sucessivamente em pedaos cada vez menores, chegaremos a seu pedao fundamental, o tomo. Os tomos so to pequenos que no podem ser vistos nem mesmo atravs do mais poderoso microscpio. Tudo o que os cientistas podem fazer, portanto, imaginar, baseados no estudo das suas propriedades, como deve ser um tomo. Segundo a teoria moderna, o tomo possui trs partculas essenciais: prtons, que tm carga eltrica positiva (+); eltrons, com carga eltrica negativa (-); e nutrons, que so eletricamente neutros. (S existe uma exceo, o tomo de hidrognio, que no possui a partcula chamada nutron.) Podemos comparar o tomo ao sistema solar. Os prtons e nutrons ficam no centro, como o Sol. Ao seu redor, giram incessantemente os eltrons, como se fossem planetas. No sistema solar, o Sol atrai os planetas devido fora da gravidade. Nos tomos, em vez da gravidade, agem foras eletromagnticas. 6. Em condies normais, como as foras contrrias so equivalentes, a estrutura se mantm em equilbrio. No entanto, se o eltron for excitado por alguma fora externa, adquire maior energia e se desestabiliza. Mas o eltron tende sempre a voltar ao estado anterior. Para isso, precisa "descarregar" a energia em forma de radiao. De acordo com a quantidade de energia descarregada, a radiao ter um comprimento de onda especfico. Molcula Na natureza, raro encontrar tomos isolados, pois estes tendem a agir entre si, formando grupos aos quais se do o nome de molculas. A molcula da gua, por exemplo, constituda por um tomo de oxignio(O) e dois de hidrognio (H2). As molculas tambm emitem e absorvem radiaes, consumindo e liberando energia. Foton J conhecemos a caracterstica ondulatria da luz. Mas ela tambm tem um aspecto material, a que os cientistas deram o nome de foton. Podemos imaginar o foton como um gro de luz carregado de energia. A quantidade de energia que ele carrega varia de acordo com o tipo de radiao. Foi descoberto que o foton atua ativamente sobre os corpos materiais. A essa ao deu-se o nome de Efeito Fotoeltrico. Efeito fotoeltrico Imaginemos o foton como um minsculo gro de luz, uma partcula carregada de energia negativa (on negativo). Ao atingir um corpo, penetra nas molculas e atinge os tomos que constituem tal corpo. Ao entrar em contato com o primeiro tomo que encontra, o foton carrega-o de energia negativa, provocando uma espcie de desequilbrio. O tomo, ento, fica excitado e comea a oscilar. Isso 7. faz com que um ou mais eltrons pulem para fora de sua rbita normal e interfiram na rbita do tomo mais prximo, que, como o anterior, tambm fica excitado e comea a oscilar. O fenmeno continua se repetindo, tomo aps tomo, passando energia de um para o outro, como se fossem bolas de bilhar que se chocam, at que todos os tomos constituintes do corpo material seja estimulados. O efeito fotoeltrico de vital importncia para as plantas e os animais. Ele permite o uso da energia proveniente das radiaes solares,