Seminário tópicos integradores

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Sarampo, rubola e coquelucheFaculdade Maurcio de NassauEnfermagem 7 PerodoDisciplina: Tpicos Integradores IProf: Glaubert Teresina Pi

Componentes:

Aline NayraAna CarlaCamila BeatriceElanny SantosFernanda SviaFlaviana MutranJoana CarolinaKamyla SviaLaz AlvesLdia Viana

1.IntroduoSarampo,rubolaecoquelucheso viroses de transmisso respiratria, contra as quais existemvacinas eficazes. Estas viroses comumente so includas entre asdoenas comuns da infncia(ocorrem geralmente nessa faixa etria), mas tambm podem ocorrer em adultos no vacinados ou que no foram infectados quando crianas.Essas doenas eram consideradas eliminadas, j que o ltimo caso havia sido documentado no ano 2000. Algumas incidncias pontuais, principalmente de sarampo, eram resultado de doentes que vinham de outros pases onde as doenas ainda existem, como Estados Unidos, sia, frica e Europa.

O que ? O sarampo uma doena infectocontagiosa causada por um vrus chamado Morbillivirus.Transmisso?A transmisso diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secrees do nariz e da boca expelidas pelo doente ao tossir, respirar ou falar.

Sarampo

SintomasDor local:msculos

Tosse:forte ou seca

No corpo:fadiga, febre, mal-estar ou perda de apetite

No nariz:nariz escorrendo, vermelhido ou espirros

Na pele:erupes ou manchas vermelhas

Tambm comum:conjuntivite, dor de cabea, dor de garganta, irritao dos olhos, linfonodos aumentados ou olhos sensveis luz

Perodo de InfecoDura cerca de sete dias, iniciando com perodo prodrmico, onde surge a febre, acompanhada de tosse produtiva, coriza, conjuntivite e fotofobia. Do 2 ao 4 dia desse perodo, surge o exantema, quando se acentuam os sintomas iniciais. O paciente apresenta prostrao e leses caractersticas de Sarampo: exantema cutneo maculopapular de colorao vermelha, iniciando na regio retroauricular.

RemissoCaracteriza-se pela diminuio dos sintomas, com declnio da febre. O exantema torna-se escurecido e, em alguns casos, surge descamao fina, lembrando farinha, da o nome de furfurcea.

Perodo ToxmicoO Sarampo uma doena que compromete a resistncia do hospedeiro, facilitando a ocorrncia de superinfeco viral ou bacteriana. Por isso, so frequentes as complicaes, principalmente nas crianas at os dois anos de idade, em especial as desnutridas e adultos jovens.A ocorrncia de febre, por mais de trs dias, aps o aparecimento do exantema, um sinal de alerta, podendo indicar o aparecimento de complicaes. As complicaes mais comuns so: infeces respiratrias; otites; doenas diarreicas e neurolgicas. durante o perodo exantemtico que, geralmente, se instalam as complicaes sistmicas, embora a encefalite possa aparecer aps o 20dia.

Diagnstico Laboratorial realizado mediante deteco de anticorpos IgM no sangue na fase aguda da doena, desde os primeiros dias at quatro semanas aps o aparecimento do exantema. Os anticorpos especficos da classe IgG podem eventualmente aparecer na fase aguda da doena e, geralmente, so detectados muitos anos aps a infeco.Para deteco de anticorpos podem ser utilizadas as seguintes tcnicas:Ensaio imunoenzimtico (EIE/ELISA) para dosagem de IgM e IgG.Inibio de hemoaglutinao (HI) para dosagem de anticorpos totais.Imunofluorescncia para dosagem de IgM e IgG; e Neutralizao em placas.Todos os testes tm sensibilidade e especificidade entre 85 a 98

No Brasil, a rede laboratorial de sade pblica de referncia para o sarampo utiliza a tcnica de ELISA para deteco de IgM e IgG.

TratamentoNo existe tratamento especfico para o sarampo, apenas para os sintomas.

Preveno

A doena torna-se mais grave quando atinge mes em perodo de amamentao, crianas desnutridas e adultos. Vacinar o meio mais eficaz de preveno contra o sarampo. Avacina tetraviral indicada para preveno do sarampo e est disponvel nos postos de sade para crianas a partir de 12 meses de idade. Outra opo a vacina trplice viral.

A rubola transmitida pelo vrus do gneroRubivrus, da famliaTogaviridae.No campo das doenas infecto-contagiosas, a importncia epidemiolgica da rubola est representada pela ocorrncia da Sndrome da Rubola Congnita (SRC) que atinge o feto ou o recm-nascido cujas mes se infectaram durante a gestao, principalmente no primeiro trimestre da gestao. A infeco na gravidez acarreta inmeras complicaes para a me (aborto e natimorto) e para os recm-nascidos, como malformaes congnitas (surdez, malformaes cardacas, leses oculares e outras).Rubola

Sinais e sintomasFebre, exantema mculo-papular, acompanhado de linfoadenopatia retro auricular, occipital e cervical, independente da idade ou situao vacinal.Perodo de incubaoO perodo de incubao mdio de 17 dias, variando de 14 a 21 dias.Modo de transmissoO perodo de transmissibilidade de cinco a sete dias antes e depois do incio do exantema. A maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e depois do incio do exantema..

Diagnstico

Exames laboratoriais para ter certeza de que se trata de uma infeco por rubola.Um esfregao nasal ou da garganta pode ser enviado para cultura. Tambm pode ser feito um exame de sangue para verificar se a pessoa est protegida contra a rubola. Todas as mulheres com possibilidade de engravidar devem fazer esse exame. Se o exame der negativo, elas recebero a vacina.

TratamentoNo h tratamento especfico para a rubola. Os sinais e sintomas apresentados devem ser tratados de acordo com a sintomatologia e teraputica adequada.

PrevenoVacinao o meio mais seguro e eficaz de se prevenir rubola. A vacina da rubola recomendada para todas as crianas. Normalmente, aplicada em bebs de 12 a 15 meses, mas algumas vezes administrada antes e durante epidemias. Uma segunda vacinao (reforo) aplicada rotineiramente em crianas entre quatro e seis anos. A trplice viral uma vacina combinada que protege contra sarampo, caxumba e rubola. J avacina tetra viralprotege tambm contracatapora.

Doena infecciosa aguda, transmissvel, de distribuio universal. Compromete especificamente o aparelho respiratrio (traqueia e brnquios) e se caracteriza por paroxismos de tosse seca. Ocorre sob as formas endmica e epidmica. Em lactentes, pode resultar em nmero elevado de complicaes e at a morte.Agente etiolgicoBordetella pertussisCoqueluche

Modo de transmissoA transmisso ocorre, principalmente, pelo contato direto de pessoa doente com pessoa suscetvel, atravs de gotculas de secreo da orofaringe eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Em casos raros, pode ocorrer a transmisso por objetos recentemente contaminados com secrees do doente, porm pouco frequente, pela dificuldade do agente sobreviver fora do hospedeiro.Perodo de incubaoEm mdia, de 5 a 10 dias, podendo variar de 1 a 3 semanas e, raramente, at 42 dias.

Perodo de transmissibilidadePara efeito de controle, considera-se que o perodo de transmisso se estende de 5 dias aps o contato com um doente (perodo de incubao) at 3 semanas aps o incio dos acessos de tosse tpicos da doena (fase paroxstica). Em lactentes menores de 6 meses, o perodo de transmissibilidade pode prolongar-se por at 4 ou 6 semanas aps o incio da tosse. A maior transmissibilidade da doena ocorre na fase catarral.Suscetibilidade e imunidadeA suscetibilidade geral. O indivduo torna-se imune nas seguintes situaes: Aps adquirir a doena: imunidade duradoura, mas no permanente;Aps receber vacinao bsica, mnimo de 3 doses com a Pentavalente (DTP+Hib+Hepatite B) e mais 2 reforos com a Trplice Bacteriana (DTP). Essa imunidade no permanente. Em mdia de 5 a 10 anos aps a ltima dose da vacina a proteo pode ser pouca ou inexistente.

Manifestaes ClnicasA coqueluche evolui em trs fases sucessivas:

Fase catarral com durao de 1 ou 2 semanas; inicia com manifestaes respiratrias e sintomas leves (febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca), seguidos pela instalao gradual de surtos de tosse, cada vez mais intensos e frequentes, at que passam a ocorrer as crises de tosses paroxsticas.

Fase paroxstica geralmente afebril ou com febre baixa. Em alguns casos, ocorrem vrios picos de febre no decorrer do dia. Apresenta como manifestao tpica os paroxismos de tosse seca, que se caracterizam por crise de tosse sbita incontrolvel, rpida e curta (cerca de 5 a 10 tossidas, em uma nica expirao). Durante esses acessos, o paciente no consegue inspirar, apresenta protuso da lngua, congesto facial e, eventualmente, cianose que pode ser seguida de apneia e vmitos. A seguir, ocorre uma inspirao profunda atravs da glote estreitada, que pode dar origem ao som denominado de guincho. O nmero de episdios de tosse paroxstica pode chegar a 30 em 24 horas, manifestando-se mais frequentemente noite. A frequncia e a intensidade dos episdios de tosse paroxstica aumentam nas 2 primeiras semanas; depois, diminuem paulatinamente. Esta fase dura de 2 a 6 semanas.

Fase de convalescena os paroxismos de tosse desaparecem e do lugar a episdios de tosse comum. Esta fase persiste por 2 a 6 semanas e, em alguns casos, pode se prolongar por at 3 meses. Infeces respiratrias de outra natureza, que se instalam durante a convalescena da coqueluche, podem provocar o reaparecimento transitrio dos paroxismos.

ComplicaesRespiratrias pneumonia por B. pertussis, pneumonias por outras etiologias, ativao de tuberculose latente, atelectasia, bronquiectasia, enfisema, pneumotrax, ruptura de diafragma.

Neurolgicas encefalopatia aguda, convulses, coma, hemorragias intra-cerebrais, hemorragia subdural, estrabismo e surdez.

Outras hemorragias subconjuntivais, otite mdia por B. pertussis, epistaxe, edema de face, lcera do frnulo lingual, hrnias (umbilicais, inguinais e diafragmticas), conjuntivite, desidratao e/ou desnutrio.

Diagnsticos vezes, mdicos podem diagnosticar coqueluche simplesmente perguntando sobre os sintomas ou ouvindo o som da tosse. Em outros casos, o mdico po