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Ccj0053 wl-b-rev-teoria geral do processo - revisão av1-02

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  1. 1. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 1 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP REVISO AV1 (WALDECK LEMOS) Fonte: Aula Mais Estcio. AULA-01 Teoria Geral do Processo Professor Rodolfo Kronemberg Hartmann Aula 01 Aula 1 NOCES PRELIMINARES DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL, PENAL E DO TRABALHO Contedo Programtico desta aula Noes preliminares sobre jurisdio, ao e processo; Relaes do direito processual com outros ramos do direito; Finalidade do direito processual civil, penal e do trabalho; Leis processuais: sua natureza e aplicao no tempo e no espao. Direito processual civil, penal e do trabalho. Noes preliminares de jurisdio, ao e processo A jurisdio, seja ela penal ou no penal, prestada aps a provocao (exerccio do direito de ao) no instrumento denominado processo. As trs compem a trilogia estrutural do direito processual civil. Relaes do Direito Processual com outros ramos do Direito Embora o direito processual tenha autonomia prpria, no processo instaurado ser analisada tambm a pretenso de direito material, que decorre da existncia (ou no) de uma relao jurdica material, regida por normas materiais (exemplo Cdigo Civil ou Cdigo Penal).
  2. 2. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 2 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP Finalidade do direito processual Para o Desembargador Alexandre Freitas Cmara, a finalidade ou objeto do processo a pretenso. A pretenso processual seria a exigncia do demandante no sentido de obter um atuar ou um fazer, ou, com mais preciso, a inteno manifestada pelo demandante de obteno de um provimento capaz de lhe assegurar tutela jurisdicional. Interpretao das normas jurdicas de direito processual civil Interpretar significa revelar o real alcance e sentido da norma jurdica, tarefa esta que realizada por todos aqueles que se debruam no estudo do Direito, bem como para aqueles que o aplicam na prtica. Porm, a interpretao das normas jurdicas processuais no difere de nada em relao s demais, tambm sendo certo que no existe um mtodo interpretativo que seja melhor do que outro, pois tudo depender de uma instncia essencialmente subjetiva daquele que realiza o ato de interpretar. Deste modo, comumente so apresentados como mtodos interpretativos: interpretao literal; interpretao autntica; interpretao lgico-sistemtica; interpretao histrica; interpretao teleolgica. Lei processual no tempo e no espao A lei processual deve ser aplicada imediatamente to logo entre em vigor, nos termos do art. 1 da LINDB, muito embora deva respeitar os atos processuais j praticados, em respeito ao brocardo tempus regit actum. Ocorre, todavia, que a relao processual pode se desdobrar em etapas ou atos que se renovam diariamente, de modo que haja dvidas quanto ao ato normativo que efetivamente deve ser empregado. Pra elucidar questes quanto a aplicao da lei processual no tempo, basicamente so visualizados trs sistemas diferenciados: o da unidade processual; o das fases processuais; o do isolamento dos atos processuais. E chegamos ao fim da aula...
  3. 3. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 3 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP Sntese do texto extrado de: HARTMANN, Rodolfo Kronemberg. Teoria Geral do Processo. 1 Ed. Niteri: Impetus, 2012. S.A.C: www.rodolfohartmann.com.br AULA-02 Teoria Geral do Processo Professor Rodolfo Kronemberg Hartmann Aula 02 Aula 2 A ESTRUTURA DO PODER JUDICIRIO BRASILEIRO Contedo Programtico desta aula O Poder Judicirio Brasileiro. Estrutura. Justia comum e especializada. Tribunais superiores e inferiores. rgos jurisdicionais de primeira instncia: juzos, juizados especiais cveis, federais e fazendrios. O Poder Judicirio Brasileiro - Estrutura Supremo Tribunal Federal - mantido pela Unio; Conselho Nacional de Justia mantido pela Unio; Superior Tribunal de Justia mantido pela Unio; Os Tribunais Regionais Federais e Juzes Federais -mantidos pela Unio; Os Tribunais e Juzes do Trabalho - mantidos pela Unio; Os Tribunais e Juzes Eleitorais - mantidos pela Unio; Os Tribunais e Juzes Militares parte mantido pela Unio; Os Tribunais e Juzes dos Estados, do Distrito Federal e Territrios. Organograma do Poder Judicirio A ESTRUTURA DO PODER JUDICIRIO BRASILEIRO AULA1 TEORIA GERAL DO PROCESSO ORGANOGRAMA DO PODER JUDICIRIO S.T.F. S.T.J. Justias Especiais Justia Federal Justias EstaduaisT.S.T. T.S.E. S.T.M. T.R.T. T.R.E. Justia Militar Just.Trab Justia Eleitoral T.R.F.s J.Federal T. Justia J.Estaduais Turmas Recursais Juizados Especiais Turmas Recursais Juizados Especiais CNJ Justia Comum Organizao Judiciria
  4. 4. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 4 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP Justia comum e especializada Quanto ao critrio especializao da Justia, a jurisdio pode ser classificada em comum ou especial. Embora no se trate de uma classificao inteiramente pacfica, observava-se um maior grau de especializao nos trabalhos desenvolvidos pela Justia do Trabalho, Justia Militar e pela Justia Eleitoral, tanto que as mesmas at possuem Tribunal Superior especfico (que seria, respectivamente, o TST, STM e TSE para a anlise da lei respectiva), malgrados estas decises possam ser questionadas quanto ao aspecto constitucional perante o STF. Por este motivo, tais Justias comumente so consideradas como especiais. Quanto a Justia Federal e Estadual, a interpretao dos atos infraconstitucionais realizada pelo mesmo Tribunal Superior (STJ), o que justificaria a afirmativa de que as mesmas prestam jurisdio comum. Tribunais superiores e inferiores rgos jurisdicionais de primeira instncia: juzos, juizados especiais cveis, federais e fazendrios Quanto ao critrio rgo que aplica a jurisdio, a jurisdio pode ser classificada em superior ou inferior. A distino singela, posto que a jurisdio inferior aquela prestada por rgos integrantes do Poder Judicirio em primeira instncia, ao passo em que a jurisdio superior prestada pelos Tribunais, estejam ele no exerccio de competncia originria ou mesmo recursal. Todas as Justias (Federal, Trabalhista, Militar, Eleitoral e Estadual) possuem rgos de instncia superior e inferior. E chegamos ao fim da aula... Sntese do texto extrado de: HARTMANN, Rodolfo Kronemberg. Teoria Geral do Processo. 1 Ed. Niteri: Impetus, 2012. S.A.C: www.rodolfohartmann.com.br
  5. 5. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 5 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP AULA-03 Teoria Geral do Processo Professor Rodolfo Kronemberg Hartmann Aula 03 Aula 3 JURISDIO E PRINCPIOS NORTEADORES Contedo Programtico desta aula Jurisdio: Conceito. Caractersticas. Distino em relao s demais funes prestadas pelo Estado. Princpios fundamentais. Jurisdio: Conceito - Caractersticas A palavra jurisdio deriva do latim iuris dictio, que significa dizer o Direito, ou seja, a possibilidade de aplicao do Direito ao caso ftico que foi submetido apreciao do magistrado. A jurisdio tanto pode ser compreendida como Poder, como atividade ou funo, dependendo do ponto de vista que for empregado, sendo desempenhada por uma pessoa que assim foi investida para tanto. Jurisdio: Caractersticas Usualmente, esta investidura ocorre por meio da promoo ao cargo de magistrado por meio de aprovao em concurso pblico de provas e ttulos, mas tambm pode ocorrer em outras situaes distintas, como nas nomeaes para Ministros do STF, por meio da cpula do Poder Executivo. Comumente, so apresentadas as seguintes caractersticas da jurisdio: Inrcia; Substitutividade; Definitividade. Por fim, fica a ressalva por muito tempo tambm se considerou a lide, assim considerada como o conflito de interesses qualificado por uma pretenso resistida, como uma das caractersticas da atividade jurisdicional que buscava a aplicao do Direito. No entanto, modernamente se vem considerando que, ao contrrio das demais acima trabalhadas que costumam estar presente, a lide em realidade acaba se caracterizando como um elemento meramente acidental do processo e, consequentemente, da prpria jurisdio. Jurisdio e as demais funes prestadas pelo Estado Embora a jurisdio seja a atividade fim do Poder Judicirio, a mesma no se restringe apenas a esta esfera. que o Poder Legislativo, em carter excepcional, por meio do que j se convencionou denominar de jurisdio anmala, tambm exerce jurisdio no processamento e julgamento dos crimes de responsabilidade, ou seja, naqueles praticados por agentes polticos. O Poder Executivo, ao revs, no exerce jurisdio nem mesmo como atividade secundria na conduo dos denominados procedimentos administrativos, eis que as suas decises neles proferidas so despidas das principais caractersticas dos atos jurisdicionais, tambm podendo ser
  6. 6. Curso de Direito Turma A Manh - 2012.1 Teoria Geral do Processo Aula Mais Estcio Disciplina: CCJ0053 Rev: 002 Assunto: Reviso AV1 Folha: 6 de 21 Data: 01/10/2013 MD/Direito/Estcio/Perodo-04/CCJ0053/Reviso-AV1/WLAJ/DP anuladas perante o Poder Judicirio. , portanto, um claro indicativo de que o Brasil tambm adota o regime da jurisdio una, de modo que mesmo as decises proferidas nestes procedimentos podem ser questionadas judicialmente. Princpios fundamentais Princpio que garante o livre acesso a Justia. Princpio do devido processo legal. Princpio do Juiz natural. Princpio da motivao das decises judiciais. Princpio da isonomia. Princpio do contraditrio e da ampla defesa. Princpio da durao razovel do pro

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