Caridade para com os criminosos

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Grupo Espírita Cristão Conceição de Jacarei

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  • 1. CARIDADE PARA COM OS CRIMINOSOS

2.

  • Esto prximos os tempos, repito-o, em que nesse planeta reinar a grande fraternidade, em que os homens obedecero lei do Cristo, lei que ser freio e esperana e conduzir as almas s moradas ditosas. Amai-vos, pois, como filhos do mesmo Pai; no estabeleais diferenas entre os outros infelizes, porquanto quer Deus que todos sejam iguais; a ningum desprezeis.

3. 4.

  • Permite Deus que entre vs se achem grandes criminosos, para que vos sirvam de ensinamentos.
  • Em breve, quando os homens se encontrarem submetidos s verdadeiras leis de Deus, j no haver necessidade desses ensinos.
  • Todos os Espritos impuros e revoltados sero relegados para mundos inferiores, de acordo com as suas inclinaes.

5. 6.

  • Robin Casarjian, psicoterapeuta americana, em seu livro "O Livro do Perdo", nos faz ver que na grande maioria das vezes o agressor est, por trs de toda a violncia, pedindo socorro!
  • Fica difcil entender e compreender como uma criatura que comete atrocidades com outra pessoa pode estar pedindo socorro.

7.

  • Sempre que a sociedade se abala diante de um crime brbaro, clama-se por revises na lei, inclusive com a instituio da pena de morte para tais casos.
  • Cabe refletir, luz da Doutrina Esprita, sobre os crimes e sobre a lei. O mandamento maior da lei divina inclui a caridade para com os criminosos, por mais difcil que possa parecer ter este sentimento diante da barbrie.
  • Perante a Lei de Deus somos todos irmos, por mais que repugne a alguns tal idia.

8. 9.

  • O criminoso algum que ainda no se conscientizou dessa Lei, que no reconhece a paternidade divina e, portanto, no v no outro um irmo.
  • Ns, que j temos estes valores, sabemos que ele , tambm, um filho de Deus, por enquanto transviado do bem, que precisa do nosso apoio, do nosso amor.
  • Mas como amar um criminoso?

10.

  • Amar os inimigos no lhes guardar dio, nem rancor, nem desejos de vingana;
  • perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condies , o mal que nos causem;
  • no opor nenhum obstculo a reconciliao com eles;
  • desejar-lhes o bem e no o mal;
  • experimentar jbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha;

11. 12.

  • socorr-los , em se apresentando ocasio;
  • abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar ;
  • , finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a inteno de os humilhar. Quem assim procede preenche as condies do mandamento: Amai os vossos inimigos?

13.

  • O amor, aqui, o sentimento de piedade, o pensamento sem dio, o desejo que desperte para o bem e que lhe sejam oferecidas oportunidades de mudana.
  • A lei humana deve cumprir-se, embora reconheamos que, muitas vezes, ela no atende aos objetivos de ressocializao do indivduo. Que essas mesmas leis sejam revistas, se necessrio, no perdendo de vista que os seus objetivos devem acompanhar as mudanas sociais e visar, sempre, a recuperao da criatura que buscou a permanncia no mal.
  • E, que a pena de morte no seja desejada, pois um atraso social e no resolve o problema da criminalidade.
  • Teremos, apenas, mais um esprito revoltado, livre do corpo, desejoso de vingana e mais tempo demorado no erro.

14.

  • Diante de um crime, como deve reagir um esprita verdadeiro?
  • Para a vtima, realizar uma prece que balsamize o esprito, auxiliando-o no despertar tranqilo, na vida verdadeira;
  • Para seus entes queridos, realizar uma prece que os encoraje a prosseguir e a vencer os possveis sentimentos de dio.
  • Para o criminoso, realizar vibraes de paz para que ele se defronte com o arrependimento, o mais cedo possvel, iniciando seu crescimento espiritual.

15.

  • Vamos assim, como nos alerta ao longo de sua mensagem, seguir o conselho de Elisabeth de Frana:
  • Ajudar, da forma que me for possvel, estas almas que sofrem e acumulam mais sofrimento, a sair do "lamaal" que se encontram.

16.