Fluidos e Perisp­rito

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Apresentação realizada no ESDE dos Garimpeiros da Luz em Natal/RN, nos dias 09 e 16/01/13.

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  • 1. FLUIDOS, PERISPRITO E CENTROS DEFORA http://estudosespiritas.tk igor.mateus@oi.com.br

2. 27. H ento dois elementos gerais do Universo: amatria e o Esprito? Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas ascoisas. Deus, esprito e matria constituem o princpio detudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material se tem que juntar o fluidouniversal, que desempenha o papel de intermedirio entre oEsprito e a matria propriamente dita, por demais grosseirapara que o Esprito possa exercer ao sobre ela. Est colocado entre o Esprito e a matria; fluido, como amatria, e suscetvel, pelas suas inumerveis combinaescom esta e sob a ao do Esprito, de produzir a infinitavariedade das coisas de que apenas conheceis uma partemnima. 3. ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSOEsquema GrficoDEUS FluidoUniversalPrincpio PrincpioEspiritualMaterial MatriaEsprito Corpo Fsico Perisprito 4. Fluido Csmico Universal1. H um fluido etreo que enche o espaoe penetra os corpos. Esse fluido o terou matria csmica primitiva, geradora domundo e dos seres. So-lhes inerentes asforas que presidiram s metamorfoses damatria, as leis imutveis e necessriasque regem o mundo.Allan Kardec: A gnese, cap. 6, item 10. 5. Fluido Csmico Universal2. A matria csmica primitiva continha oselementos materiais, fludicos e vitais detodos os universos que estadeiam suasmagnificncias diante da eternidade. Ela a me fecunda de todas as coisas, aprimeira av e, sobretudo, a eterna geratriz.Allan Kardec: A gnese, cap. 6, item 17. 6. NO TO DIFCIL ASSIM DE ENTENDER... 7. O fluido csmico universal , como j foi demonstrado, amatria elementar primitiva, cujas modificaes etransformaes constituem a inumervel variedade doscorpos da Natureza. Como princpio elementar do Universo, ele assume doisestados distintos: o de eterizao ou imponderabilidade, que se pode consideraro primitivo estado normal e o de materializao ou de ponderabilidade, que , de certamaneira, consecutivo quele (mundo visvel). O ponto intermdio o da transformao do fluido emmatria tangvel. Mas, ainda a, no h transio brusca,porquanto podem considerar-se os nossos fluidosimponderveis como termo mdio entre os dois estados. [A Gnese - captulo XIV pgina 273 item 2 ] 8. FLUIDOS PRINCIPAIS CONCEITOSA pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idia, oponto de partida do fluido universal; o ponto oposto o emque ele se transforma em matria tangvel.Entre esses dois extremos, do-se inmerastransformaes, mais ou menos aproximadas de um e deoutro. Os fluidos mais prximos da materialidade, os menospuros, conseguintemente, compem o que se pode chamar aatmosfera espiritual da Terra.Por muito sutis e impalpveis que nos sejam essesfluidos, no deixam por isso de ser de naturezagrosseira, em comparao com os fluidos etreos dasregies superiores. 9. O Fluido Csmicosegundo Andr Luiz [..] O fluido csmico ou plasma divino fora em que todos vivemos [...]. Corroborando com a afirmao de Paulo (Atos, 17:28), que em Deus nos movemos e existimos.Andr Luiz. Evoluo em dois mundos. Final do captulo 1. 10. Fluidos - qualificaoNo rigorosamente exata a qualificao de fluidos espirituais,pois que, em definitivo, eles so sempre matria mais ou menosquintessenciada. De realmente espiritual, s a alma ou princpiointeligente. D-se-lhes essa denominao por comparao apenase, sobretudo, pela afinidade que eles guardam com os Espritos.Pode dizer-se que so a matria do mundo espiritual, razo porque so chamados fluidos espirituais. 11. Qualidades dos fluidosSendo esses fluidos o veculo do pensamento e podendo estemodificar-lhes as propriedades, evidente que eles devem achar-se impregnados das qualidades boas ou ms dos pensamentos queos fazem vibrar, modificando-se pela pureza ou impureza dossentimentos.Fora impossvel fazer-se uma enumerao ou classificao dosbons e dos maus fluidos, ou especificar-lhes as respectivasqualidades, por ser to grande quanto a dos pensamentos adiversidade deles.Os fluidos no possuem qualidades sui generis, mas as queadquirem no meio onde se elaboram; modificam-se pelos eflviosdesse meio, como o ar pelas exalaes, a gua pelos sais dascamadas que atravessa. 12. Qualidades dos fluidosSob o ponto de vista moral, Sob o aspecto fsico, so:trazemo cunhodossentimentos: excitantes,calmantes, de dio, penetrantes, de inveja, adstringentes, de cime,irritantes, de orgulho, dulcificantes, de egosmo, soporficos, de violncia,narcticos, de hipocrisia, txicos, de bondade, de reparadores, benevolncia,expulsivos; de amor, etc. de caridade, de doura etc. 13. Matria csmica (Augusto dos Anjos)Glria matria csmica, a energiaPotencial que d vida aos elementos,Base de portentosos movimentosOnde a Forma se acaba e principia.Sistematizao dos argumentosQue elucidam a Teologia:Dentro da fora csmica se criaA fonte-mter dos conhecimentos. do mundo o Od ignoto, o ter divino,Onde Deus grava a histria do destinoDos seus feitos de Amor no Amor imersos.Livro onde o Criador InimitvelGrava, com o pensamento almo e insondvel,Seus poemas de seres e universos. 14. As respostas seguintes nos foram dadas pelo Esprito So Lus.Muitos outros, depois, as confirmaram.I. Ser o fluido universal uma emanao da divindade?"No."II. Ser uma criao da divindade?"Tudo criado, exceto Deus."III. O fluido universal ser ao mesmo tempo o elementouniversal?"Sim, o princpio elementar de todas as coisas."IV. Alguma relao tem ele com o fluido eltrico, cujosefeitos conhecemos?" o seu elemento. [O LIVRO DOS MDIUNS - pgina 92 item 74] 15. V. Em que estado o fluido universal se nos apresenta, na sua maiorsimplicidade?"Para o encontrarmos na sua simplicidade absoluta, precisamosascender aos Espritos puros. No vosso mundo, ele sempre se achamais ou menos modificado, para formar a matria compacta que voscerca. Entretanto, podeis dizer que o estado em que se encontra maisprximo daquela simplicidade o do fluido a que chamais fluidomagntico animal."VI. J disseram que o fluido universal a fonte da vida. Ser aomesmo tempo a fonte da inteligncia?"No, esse fluido apenas anima a matria."VII. Pois que desse fluido que se compe o perisprito, parece que,neste, ele se acha num estado de condensao, que o aproxima, atcerto ponto, da matria propriamente dita?"At certo ponto, como dizes, porquanto no tem todas aspropriedades da matria. mais ou menos condensado, conforme osmundos. [O LIVRO DOS MDIUNS - pgina 92 item 74] 16. PERISPRITOPRINCIPAIS CONCEITOS 17. O PERISPRITOo O perisprito, ou corpo fludico dos Espritos, um dosmais importantes produtos do fluido csmico; umacondensao desse fluido em torno de um foco deinteligncia ou alma. (A Gnese, Cap. XIV it.7 )o Envolvendo o grmen de um fruto, h o perisperma; domesmo modo, uma substncia que, por comparao, sepode chamar perisprito, serve de envoltrio ao Espritopropriamente dito. (O Livro dos Espritos, q93)o Esse invlucro semimaterial, que tem a forma humana,constitui para o Esprito um corpo fludico, vaporoso, masque, pelo fato de nos ser invisvel no seu estado normal,no deixa de ter algumas das propriedades da matria.(O Livro dos Mdiuns, 1 parte, Cap. 1, It. 3) 18. O PERISPRITOo O perisprito o intermedirio entre o Esprito e o corpo; o rgo de transmisso de todas as sensaes. Paraaquelas que vm do exterior, pode-se dizer que o corporecebe a impresso; o perisprito a transmite, e oEsprito, o ser sensvel e inteligente, a recebe; quando oato parte da iniciativa do Esprito, pode-se dizer que oEsprito quer, que o perisprito transmite, e o corpoexecuta. (Obras Pstumas)o Sendo o perisprito dos encarnados de natureza idntica dos fluidos espirituais, ele os assimila comfacilidade, como uma esponja se embebe de umlquido. Esses fluidos exercem sobre o perisprito umaao tanto mais direta, quanto, por sua expanso e suairradiao, o perisprito com eles se confunde. (AGnese, Cap.XIV, it.18) 19. FUNES DO PERISPRITOo INSTRUMENTAL Est relacionada com a ligao entreo Esprito e a Matria, intermediada ou instrumentalizadaa partir do perisprito.o INDIVIDUALIZADORA O perisprito o princpio deidentidade fsica e moral que mantm indefectvel, nomeio das vicissitudes do ser mvel e mutvel, o princpiodo "eu" consciente. A memria que nos d a certezantima de nossa identidade pessoal a irradiao reflexadesse perisprito. (Leon Denis, In: O Grande Enigma)o ORGANIZADORA O perisprito constitui-se no moldeque determina as linhas morfolgicas e hereditrias docorpo fsico. A funo organizadora preserva osmecanismos de manifestao da Lei de Causa e Efeito. 20. FUNES DO PERISPRITOo SUSTENTADORA Sob o impulso do Ser espiritual, operisprito transfere paulatinamente a energia vital para ocorpo fsico, sustentando-o desde a formao at ocompleto desenvolvimento. A funo conservadoragarante vitalidade ao corpo fsico durante o tempo previstoda reencarnao.o O perisprito a idia diretora, o plano impondervel daestrutura orgnica. ele que armazena, registra, conservatodas as percepes, todas as volies e idias da alma.E no somente incrusta na substncia todos os estadosanmicos determinados pelo mundo exterior, como seconstitui a testemunha imutvel, o detentor indefectveldos mais fugidios pensamentos, dos sonhos apenasentrevistos e formulados. (Gabriel Delanne, In: AEvoluo Anmica) 21. PROPRIEDADES DO PERISPRITOo PLASTICIDADE;o DENSIDADE;o PENETRABILIDADE;o VISIBILIDADE;o UNICIDADE;o MUTABILIDADE;o SENSIBILIDADE.o O perisprito o rgo sensitivo do Esprito, por meio doqual este percebe coisas espirituais que escapam aossentidos corpreos. Pelos rgos do corpo, a viso, aaudio e as diversas sensaes so localizadas elimitadas percepo das coisas materiais; pelo sentidoespiritual, ou psquico, elas se generalizam o Esprito v,ouve e sente, por todo o seu ser, tudo o que se encontrana esfera de irradiao do seu fluido perispirtico. (AllanKardec, In: A Gnese, Cap. 14) 22. FLUIDOS X PERISPRITO X PASSEo Atuando esses fluidos sobre o perisprito, este, a seu turno,reage sobre o organismo material com que se acha emcontacto molecular. Se os eflvios so de boa natureza, ocorpo res