Influências Espirituais e Suas Consequências

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  1. 1. No Captulo 9 do Livro dos Espritos, questo 459 temos o seguinte: Os Espritos influem sobre nossos pensamentos e aes? R A esse respeito, sua influncia maior do que podeis imaginar. Muitas vezes so eles que vos dirigem. ...Comenta......
  2. 2. Kardec define obsesso como o domnio que alguns Espritos podem exercer sobre certas pessoas LM 23 Complementa informando que a Obsesso pode ser Simples, Fascinao ou Subjugao. Que trataremos mais adiante.
  3. 3. Todavia, o que nos faz sofrer a influncia dos espritos? Devemos ter em mente que as influncias espirituais tm diversos motivos, no apenas no mbito da obsesso. Temos que considerar a necessidade, fator essencial para o homem, da proteo dqueles que retornaram ptria espiritual e assumiram diante do Pai o papel de amigo e conselheiro espiritual, com o nossos Anjos da Guarda, Mentores Espirituais e at mesmo os nossos familiares que j entenderam os mecanismos de sublimao e esto alm de ns na escala de evoluo moral.
  4. 4. So nossas aes que vo definir que tipos de companhias espirituais podero se associar a ns: E justamente pelo fato de no analisarmos adequadamente nossas decises, que muitos espritos encontram sintonia conosco e sentem-se em condio, de vrias formas, nos conduzirem aos caminhos tortuosos do desequilbrio, configurando assim o que classificado obsesso.
  5. 5. Manoel Philomeno de Miranda no Livro Nos bastidores da obsesso, no captulo Examinando a Obsesso, afirma o seguinte: A obsesso, sob qualquer modalidade que se apresente, enfermidade de longo curso, exigindo terapia especializada de segura aplicao e de resultados que no se fazem sentir apressadamente.
  6. 6. O amigo espiritual, atravs da mediunidade de Divaldo Franco, nos traz um alerta sobre o fato que, mesmo estando dispostos a realizar as mudanas indispensveis ao equilbrio, nenhuma ao obter resultados imediatos, tendo em vista que podemos estar compartilhando destes hbitos h muito tempo, e isto somatizou nossa conscincia e certamente, ainda iludidos com os equvocos de nossos julgamentos, no consideramos, portanto, como algo importante para ser modificado.
  7. 7. E o escritor espiritual complementa: Os tratamentos da obsesso, por conseguinte, so complexos, impondo alta dose de renncia e abnegao queles que se oferecem e se dedicam a tal mister.
  8. 8. Suely Caldas Schubert, no Livro Obsesso e Desobsesso, no captulo sobre As influenciaes Espirituais, afirma o seguinte: Assim, vamos encontrar desde a atuao benfica de Benfeitores e amigos Espirituais, que buscam encaminhar-nos para o bem, at os familiares que, vencendo o tmulo, desejam prosseguir gerindo os membros de seu cl familial, seja com bons ou maus intentos, bem como aqueles outros a quem prejudicamos com atos de maior ou menor gravidade, nesta ou em anteriores reencarnaes, e que nos procuram, no tempo e no espao, para cobrar a dvida que contramos.
  9. 9. E este comentrio me faz lembrar do ditado popular: Me diga com quem andas, que te direi quem tu s. Lembra ainda, Suely Caldas, no captulo seguinte, que Uma simples vibrao do nosso ser, a um pensamento emitido, por mais secreto nos parea, evidenciamos de imediato a faixa vibratria em que nos situamos, que ter pronta repercusso naqueles que esto na mesma frequncia vibracional. Assim, atrairemos aqueles que comungam conosco e que se identificam com a qualidade de nossa emisso mental.
  10. 10. Mesmo sendo um tanto conclusivo, sobre o texto que remete a uma sria avaliao, mesmo que precipitado, sobre nossas companhias, no se exterioriza aos olhos da carne a verdadeira ndole, carter ou essncia espiritual de nenhuma pessoa. Muitos de ns somos questionados por nossas amizades e que, por sua vez, as pessoas passam a nos perceber como do bem ou do mal. Concluindo muitas vezes que pelas companhias que ns temos no somos dignos de sua amizade.
  11. 11. Dentro desta analogia, entendo que os espritos se associam a ns pela nossa vibrao, pelo nosso pensamento, pelas escolhas, consequentemente, entendemos que tipo de influncia sofremos do plano espiritual. E neste contexto, cabe elucidar como a obsesso ou influencia espiritual pode se configurar na vida comum. Lembramos ento, as classificaes das obsesses, descritas no Livro dos Mdiuns, por Allan Kardec, a saber:
  12. 12. Obsesso Simples acontece quando um esprito malfazejo se impe a um mdium, intromete-se, a seu mau grado, nas comunicaes que recebe, impedindo-o de se comunicar com outros espritos e se fazendo passar pelos que so evocados; Fascinao Tem consequncias muito mais srias. uma iluso produzida pela ao direta do esprito sobre o pensamento do mdium que paralisa de algum modo sua capacidade de julgar as comunicaes. O mdium fascinado no acredita ser engando: o esprito tem a arte de lhe inspirar uma confiana cega, que o impede de ver a fraude e de compreender o absurdo do que escreve, mesmo quando salta aos olhos de todos.
  13. 13. Subjugao uma atormentao que paralisa a vontade daquele que sofre e faz agir fora da sua normalidade. Est, numa palavra, sob um verdadeiro jugo. A subjugao pode ser moral ou corporal. No primeiro caso, o subjugado induzido a tomar decises muitas vezes absurdas e comprometedoras, que, por uma espcie de iluso, acredita serem sensatas; uma espcie de fascinao. No segundo caso, o esprito age sobre os rgos materiais e provoca movimentos involuntrios. A subjugao corporal vai algumas vezes mais longe; ela pode levar aos atos mais ridculos.
  14. 14. Evidentemente que em todos os casos temos a cura. Em se falando na companhia dos amigos espirituais, que querem nosso bem e nos guiar pelos caminhos do amor e da paz esta companhia ser sempre bem vinda. Mas para os casos obsessivos precisamos procurar ajuda e a casa esprita o local adequado para encontrar lenitivo para esta aflio.
  15. 15. Manoel Prilomeno, ainda no Livro Nos Bastidores da Obsesso, nos d uma simples receita: Iniciando o programa de recuperao, deve este esforar-se de imediato para a modificao radical do comportamento, exercitando-se na prtica das virtudes Crists, e principalmente, moralizando-se. A moralizao do enfermo deve ter carter prioritrio, considerando-se que atravs de uma renovao ntima bem encetada, ele demonstra para o seu desafeto a eficincia das diretrizes que lhe oferecem como normativa de felicidade.
  16. 16. Uma vez consciente da urgente necessidade de realizar a Reforma ntima devemos, dentro da casa esprita, nos envolver com as suas atividades e procurar aumentar sempre o nosso conhecimento das causas e efeitos das nossas mltiplas existncias, atravs das obras do nobre codificador e as muitas outras enviadas pelos mensageiros da luz, a fim de nos elucidar e ajudar-nos no processo do autoconhecimento e do embasamento de como deveremos fazer nossa transformao moral.
  17. 17. Devemos ento mudar nossa vibrao, nossos pensamentos e nossas atitudes. Mas tudo isso s surtir efeito se for plenamente verdade, pois como vimos os espritos conseguem ver esta verdade que flui naturalmente do nosso esprito e, portanto, no os convenceremos se continuarmos alimentando iluses a nosso respeito.
  18. 18. E assim cabe cada vez mais as orientaes do Mestre Jesus que nos implica a valorizarmos a ao generosa que o amor pode trazer a nossa vida, lembrando o mandamento maior: Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso corao, de toda vossa alma e de todo vosso esprito. E complementa: Amareis o vosso prximo como a vs mesmos.
  19. 19. Esta uma lio de caridade, para consigo, para com o prximo. E tendo conscincia da importncia que o AMOR tem para nossas vidas e da mudanas que ele pode nos provocar, favorecendo-nos e nos aproximando sempre mais de DEUS, posso afirmar que as influencias danosas de espritos malfeitores sumiro e apenas os servidores do bem, da paz e do amor estaro ao nosso lado, os que so espritos de luz, anjos e conselheiros espirituais e por consequncia a nica coisa que ir nos acontecer, a principal proposta que o Pai lana sobre ns, o encontro com a plena FELICIDADE.
  20. 20. Muita paz! Fernando Oliveira.