Novos horizontes - Março 2014

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    07-Nov-2014

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Jornal Novos Horizontes de maro 2014

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<ul><li> 1. Fundado em Janeiro de 1972 - Ano XLII N 504 Maro de 2014 Tempo de voltar-se para Deus. Tempo de Purificao. Tempo de reflexo. Quaresma! </li> <li> 2. DEZEMBRO DE2013 NOVOSHORIZONTESPGINA02 Ao Social OCentro Comunitrio Nossa Senhora do Sagrado Corao contou, mais uma vez, com a solida- riedade de nosso bairro, que atendeu o nosso clamor na 12 Cruzada do Natal sem Fome. Arrecadamos 1395 Kg de alimentos e 106 Panetones. Tudo que recebemos foi distribu- do para dois abrigos de pessoas ido- sas e para os Vicentinos. Os abrigos contemplados foram: Abrigo Santa Luzia e o Lar Pedro Richard. Os Vi- centinos assistem famlias na Matriz, distribuindo 40 cestas/ms, na co- munidade So Paulo Apstolo, 30 cestas/ ms, e na comunida- de Imaculada Con- ceio, 20 cestas/ms. Mensalmente so entregues 90 cestas, beneficiando cerca de 360 pessoas, por isso, precisamos mensal- mente de, no mnimo, 1350 Kg de alimentos, para compor as cestas. Lembrando que a m- dia mensal recebida de aproximadamente 650 Kg. Editorial Pe. Valentim, mSC Sero quarenta dias para o povo de Deus realizar um Grande Retiro; uma oportunidade que a igreja oferece, para todos os seus membros, de fazer a experincia e se aprofundar na relao com o mistrio de Amor-Deus. Somos convidados, com a quarta-feira de cinzas, a tomar conscincia que somos p e ao p vamos voltar. Por isso, necessitamos deixar que Deus aja em ns, para que a sua obra (homem e Mulher) sejam a Imagem viva do Criador. Nessas seis semanas com Jesus faremos um caminho em que Ele vai nos mostrando sua fidelidade ao projeto do Pai, e nos convidando a assumir tambm a proposta da construo do Reino. Na primeira semana, com Jesus, somos convidados a vencer as ten- taes, para que o amor reine em todas as situaes. Ficar sempre com Deus e dizer no ao mal. Na segunda semana, a transfigurao nos mostra que o caminho vale a pena, ver alm da dor e do sofri- mento. Temos uma promessa que no amor tudo ser transformado, transfigurado. Seguindo a tercei- ra semana com a Samaritana que nos apresenta o Dom de Deus, a gua Viva que nos faz viver, de- safiando a nossa sede de Deus. Com o cego de nascena, chega- mos a 4 semana, Ver para Crer e seguir a Jesus. Vencendo todas as dificuldades familiares, religiosas e sociais, somos convidados a ver com Jesus. Na 5 semana, Jesus se apresenta como Senhor da Vida, na ressurreio de Lzaro, somos desafiados a Crer na Ressurreio e fazer dela a meta da nossa vida aqui e agora. Viver como homens e mulheres que caminham em Deus para a Ressurreio, apesar da Cruz no caminho. No Domin- go de Ramos, com a narrao da Paixo, tomamos conscincia de que Ele entrega a vida por cada um de ns, para que a Salvao acontea. Nossa parquia ter uma inten- sa programao nessa quaresma. As Vias-sacras, todas as Sextas- feiras, nas ruas de nosso bairro. Nas Quartas-feiras, as missas de rua. E os grandes encontros do- minicais na Eucaristia. Deus nos concede mais um ano, para apro- fundar a nossa CONVERSO, e saborear o Verdadeiro Amor. De Cor, Pe.Valentim,msc Quaresma, tempo de buscar o Amor de Deus e deixar se envolver por ele. Missas: Domingos: s 7h, 9h, 18h15 e 20h. Segunda-feira: Missa da Esperana, s 19h15 Quarta-feira: Missa s 19h15 e aps, Tero dos Homens Quinta e sexta-feira na Matriz, s 19h15 1 sexta-feira do ms: s 6h45 e s 19h15 Todos os sbados, s18h, Missa no Repouso Santa Maria, Rua Japur, 555. Secretaria Paroquial:Atendimento de segunda a sexta-feira, de 8h s 20h. Sbados, das 8h s 12h. Inscrio para o Batismo: Atendimento no 1 domingo, s 8h. Confisses e Aconselhamentos: Quinta e sexta-feira, marcando antes na secretaria paroquial. EXPEDIENTEPAROQUIALOrientador: Pe. Valentim Menezes, mSC Redatores: Aurenei Walterfang, Carlos Silveira, Carolina Belisrio, Cerqueira Lima, Marli Jordo, Dicono Jatob, Dicono Joo Walterfang, Ir. Gislene fdz, Sergio de Queiroz, Virgnia Lopes e Luiz Antnio. Fotografia: Anderson Lucena e Pascom Reviso: Maria Clara Fonseca Editorao e Diagramao: Bruno Tortorella Site: http://paroquianssc.wordpress. com E-mail: paroquianssc@gmail.com Anncio: Secretaria Paroquial Administrao: Rua Baro, 807 Praa Seca - Jacarepagu- RJ Tel.: (21) 2452-5188 e 2464-1947 Impresso Grfica: Newstec Tel: (21) 3552-0580 expediente Agradecemos a todos os que participaram da nossa Cruzada, em suas vilas, condomnios, casas, no comrcio e, tambm, entregando diretamente na Matriz. Agradecimento especial s empresas: Interconti- nental Comrcio de Ali- mentos, Supermercados Mundial, Supermer- cados Premium, Fran- gos Rica, Indstria de produtos alimentcios Piraqu S/A e Arautos do Evangelho. A nossa Parquia celeiro de cari- dade, onde h dcadas promove movi- mentos e alimenta o seu Centro Co- munitrio, com intuito de assistir os mais necessitados. No ano da Caridade Social em nossa Arquidiocese, faamos parte dessa iniciativa da nossa Igreja: Tornar melhor a vida de cada um de ns. Melhor a vida dos que recebem, bem melhor a vida dos que do com alegria. DiconoJooAnanias MARO DE2014 NOVOSHORIZONTESPGINA02 </li> <li> 3. MARO DE2014 NOVOSHORIZONTESPGINA03 Marcos nos conduziu nestes textos do (Cap.8, 34-38) para aprendermos a prtica de Jesus a fim de provocar nossa adeso pessoa de Jesus e a Boa Notcia. Agora somos convidados explicitamente a nos empenharmos na sua causa. Vimos que o caminho de Jesus no s triunfalista, pois ele ter de enfrentar as foras que no aceitam o projeto do Pai, que ele veio anunciar a liberdade e vida para todos. Um dos sinais da vitria de Deus sobre to- dos os projetos de morte a transfigurao. Ela acontece sobre uma alta montanha (9, 2-10) recordando o Monte Sinai, lugar das grandes revelaes de Deus no Antigo Tes- tamento. A transfigurao foi um sinal para os discpulos: eles experimentaram o sinal da vitria da vida sobre a morte, OEvangelho de Marcos contudo, Jesus os trouxe para a realidade conflitiva, onde eles precisam aprender que esse sinal no pode ser concebido de ma- neira triunfalista. O seguimento de Jesus pressupe um caminho de luta, vigilncia e perseverana. Esse caminho exige uma f profunda. Jesus continua a instru-los e a corrigir suas expectativas distorcidas. Je- sus vai orientar os discpulos no sentido de que toda prtica que tem como objetivo ser superior aos outros, dominar as pessoas, numa palavra, a ambio do poder, est em caminho errado, fora do projeto do Pai e, portanto, do Reino de Deus. A grandeza da nova sociedade que Deus quer e que pode trazer felicidade para todos se reali- za atravs de um caminho que, tanto para os discpulos quanto para ns hoje, sem valor e at considerado ingnuo: o servio em prol do bem de todas as pessoas mar- ginalizadas. um dinamismo novo que faz a vida virar ao contrrio (9, 13-37). Assim em Jesus, a causa do Pai se identifica com a causa dos marginalizados. (Continua) Marli Jordo Esta trilogia aparece no Evangelho da Quar- ta-feira de Cinzas (Mt 6,1-6.16-18): ...quando deres esmola, no toques trombeta diante de ti [...] Quando orardes, no sejais como os hipcritas [...] Quando jejuardes, no fiqueis com o rosto triste... Tambm nos relatos da tentao de Jesus, do I Domingo da Qua- resma (Mt 4 1-11) encontramos a referncia ao jejum, bem como a referncia ao deserto como lugar de encontro intenso e ntimo com Deus e, por isso, como lugar de orao; no aparece a o terceiro elemento, a caridade. Mas encontramos ele nas leituras da missa ao longo de todo o tempo quaresmal. A Quaresma um tempo de orao mais intensa, mas tambm de reviso da vida. Em 1983, o ento Cardeal J. Ratzinger, hoje Papa Emrito Bento XVI, quando orientou os exerc- cios espirituais ao Papa Joo Paulo II e Cria Romana, afirmou: os 40 dias da Quaresma so j, em si mesmos, os grandes exerccios espiri- tuais que a Igreja nos oferece ano aps ano. A Quaresma o tempo favorvel para esse mais intenso encontro com Deus. So propostos como itinerrio intenso de encontro com Deus, de converso, de confronto da nossa vida com a Palavra de Deus. A escuta e meditao da Palavra o elemen- to fundamental da vivncia deste tempo, ela apresenta-nos Jesus Cristo como protagonista da caminhada quaresmal que iniciamos. Jesus, alm de protagonista, aparece-nos, como o mes- tre, que nos guia neste caminhada quaresmal. O jejum est relacionado com a penitncia. sinal de arrependimento, de desejo de converso. Jejuar privar-se do que necessrio, reconhecer a dependncia daquele que d a bebida e a comida, isto , de Deus. O deserto, os 40 dias e o jejum remetem, assim, antes de mais, para a atitude de arrependimento, converso e penitncia. O mais antigo elemento guaresmal o jejum. O Papa Joo Paulo II afirmou: Pode-se dizer que Cristo introduziu a tradio do Jejum de quarenta dias no ano litrgico da Igreja, porque Ele prprio jejuou quarenta dias e quarenta noites antes de comear a ensinar. Com este jejum de quarenta dias a Igreja , em certo sentido, chamada, cada ano, a seguir o Mestre e Senhor, se quiser pregar eficazmente o seu Evangelho (Audincia Geral de 28/2/1979). Por fim o terceiro meio para a converso o amor fraterno, a caridade. No h orao verdadeira, expresso de amor a Deus, sem sincera ateno aos outros. O amor a Deus e ao prximo so inseparveis. Faamos, portanto, destas trs virtudes orao, jejum misericrdia uma nica fora mediadora junto de Deus em nosso favor, sejam para ns uma nica operao sob trs formas distintas. Dicono Jatob Tempo Quaresmal O jejum, a orao e o amor fraterno. Os trs grandes meios para vivermos este tempo favorvel "Jesus, alm de protagonista, a p a r e c e - n o s , como o mestre, que nos guia neste caminhada quaresmal." </li> <li> 4. JaneiroDE2014 NOVOSHORIZONTESPGINA04 CATEQUESE: UM EVANGELIZANDO O OUTRO Domingo dia 9 de fevereiro na missa das 9h da manh, iniciamos a nossa catequese. com muita alegria que acolhemos nossos catequizandos e catequistas juntamente com seus familiares. Queremos neste ano estar sempre mais juntos e unidos nesta misso. bom que toda a nossa comunidade se sinta responsvel por esta importante etapa da evangelizao da nossa Igreja possibilitando, assim, o crescimento de todos rumo maturidade da f em Jesus. Verbo feito carne, enviado como homem aos homens, que profere as palavras de Deus e consuma a obra salvfica que o Pai lhe confiou (Dei Verbum 164). Na caminhada do povo de Deus preciso perceber a necessidade da participao de todos e que todos somos chamados a Evangelizar (Mc 6,12) Assim irmos, que ao reiniciar nossos trabalhos, peamos ao Senhor que possamos contar uns com os outros - Padres, Catequistas, Catequizandos, Famlia= Igreja+Evangelizao,poisjuntossomosmaisforteseeficientes. D e um modo geral, ns, brasileiros inconscientemente, temos o instinto de dar mais valoraoqueestrangeirodoque nacional. Tal instinto muito caracterstico de pases ainda em desenvolvimento, que veem na cultura de pases desenvolvidos um ar de superioridade, como se seu modo de vida e costumes fossem melhores, e por essa razo, devessem ser copiados. claro que valorizar culturas estrangeiras timo, pois expandimos nossos horizontes e podemos ter contato com algo diferente. Assim, criamos laos com um novo olhar de encarrar o mundo. Mas esse instinto no deve ser o nmero 1 em nossas vidas. Ns devemos ter orgulho do pas em que nascemos e de quem real- mente nossos, sem nenhuma camuflagem estrangeira. Ns devemos mostrar que os brasileiros tambm tm o seu valor e sabem absorver e degustar de sua prpria cultura. Uma experincia que tive, quando fui Flrida, nos Estados Unidos, foi que na en- trada de muitas casas havia bandeiras norte americanas. E que muitos cidados ves- tiam a camisa do pas no seu dia-a-dia, no apenas em Jogos da Copa do Mundo, como acontece aqui no Brasil. No vejo esse mesmo ardor com rela- o aos brasileiros. No somos um pas nacionalista, e percebo que muitos esto desacreditados no potencial que temos. Se ningum acredita em nosso potencial, como nos tornamos um pas melhor e de- MARO DE2014 NOVOSHORIZONTESPGINA04 ORAO DO TERO - Tero Vocacional toda quarta feira, s 18h, na capela do Santssimo; - Adorao Eucarstica pelas vocaes: Dia 28 de cada ms, durante o dia todo, na capela do Divino Zelo, na Rua Flo- rianpolis; - Tero Vocacional com o Serra Clube: nas 1 e 3 quarta feira de cada ms, s 19h, na sala "L". Reze conosco, voc nosso convidado! Aproveito para colocar-me a servio desta Comu- nidade Catequtica para ser mais um na construo do Reino. Peamos a Nossa Senhora do Sagrado Corao que nos acompanhe nesta misso. Que o Senhor seja sempre a nossa fora. Amm PONTO DE VISTA Pe.VicenteRosa,mSC senvolvido? Uma pergunta que nos remete a diversas re- flexes... Se ns mesmos no nos valorizamos, a sada de muitos valorizar o que vem de fora. O que quero propor que ns valorizemos o que nosso, e termos um olhar mais simptico comoquenacional,poisassim,nscresceremos sem mscaras, sem camuflagem e sem marcas de estrangeirismo excessivo. Ns saberemos quem realmente somos e mostraremos ao mundo que brasileiro tambm bom, que tem seu valor e muito mais que um simples imitador de outras culturas. Carolina Belisario Valorizar o que nacional! </li> <li> 5. DEZEMBRO DE2013 NOVOSHORIZONTESPGINA05 Com a euforia dos grandes eventos e com os acontecimentos dirios referentes nossa sade, segurana, transporte e, principalmente, as manifestaes de rua noticiadas hora a hora presenciamos uma confuso jamais vista em nossa populao. Por conta da mistura de sentimentos, estamos deixando passar um assunto importante, vital para nossa vida. Trata-se da inflao que avana silenciosamente, em vspera de eleio, ao qual no interessa aos dirigentes do poder fazer alarde. Em 2014 os preos vm subindo progressivamente. Um exemplo de dois itens que, nesse incio de ano, mais contriburam para a elevao da inflao so o custo dos materiais escolares e o de despesas pessoais. NH: Como surgiu a ideia de criar um grupo jovem? Clara: A ideia surgiu com a Irm Gislene que props, durante um encontro que aconteceu na Matriz, que reunssemos os jovens para formar o grupo. Fomos divididos em dois grupos: os maiores de treze e maiores de 18. NH: Qual objetivo desse grupo? Clara: O objetivo do grupo reunir os adolescentes de treze a dezessete anos interessados em participar da comunidade e dividir com outros jovens o que aprenderam na Catequese e na Crisma. bom estar em grupo e dividir nossas experincias com pessoas que tm os mesmos objetivos. NH: O que acontece nos encontros? Clara: No primeiro encontro, todos os jovens presentes sugeriram temas para as prximas reunies. Ento nossos encontros so baseados em temas sugeridos por eles para debates, conscientizao e definio de gestos concretos. Os encontros acontecem aos sbados, de quinze em quinze dias, s dezesseis horas, embaixo da casa paroquial. Estamos esperando a visita de jovens...</li></ul>