Oscal visao programatica

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Missão, visão programática, objetivos e metas da OSCAL para 2010 a 2014

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  • 1. Clio Alan Kardec de Oliveira Belo Horizonte,Julho de 2010 VISO PROGRAMTICA PARA A ORGANIZAO SOCIAL CRISTA ANDR LUIZ OSCAL

2. MISSO DA OSCAL MOVIMENTODAFRATERNIDADE Afeto SadeVisitao Luz Po 3. MISSO DA OSCAL JESUS, TEMPLO VIVO EM NOSSOS CORAES 4. JUSTIFICATIVA OSCAL, como entidade representativa dos Grupos da Fraternidade Esprita e da Cidade da Fraternidade, comunidade Esprita Crist, cabe o inadivel dever de materializar os objetivos e ideais do Movimento da Fraternidade, consagrados no seu estatuto social . 5. PERODO Gesto entre 2010 a 2013 para os fraternistas envolvidos na administrao e vivncia da filosofia da OSCAL, expressos nos ideais do Movimento da Fraternidade. 6. FINALIDADE Gesto entre 2010 a 2013 para os fraternistas envolvidos na administrao e vivncia da filosofia da OSCAL, expressos nos ideais do Movimento da Fraternidade. 7. MISSO DA OSCAL U nir criaturas conscientes que, sob a gide de Jesus Cristo, se propem a espalhar, luz da Doutrina Esprita, a verdade do Evangelho e a pratic-la junto aos irmos em humanidade, levando criana desamparada o calor paternal e ao doente ou carenciado a visitao, o remdio, a veste, a gua e o po. Divulgar e implementaro PTP Programa de Trabalho Permanente da OSCAL 8. ROTEIRO CRISTO Priorizar, em todos os campos de trabalho, o estabelecimento de relaes de apreo e fraternais. A tnica do Movimento da Fraternidade o cultivo de vivncias legitimamente crists. 9. ROTEIRO CRISTO Seguir a filosofia do Movimento da Fraternidade - MOFRA, contida no Estatuto Social da OSCAL:Os objetivos do MOFRA so a evangelizao, a espiritualizao e o aprimoramento do Esprito em evoluo, encarnado e desencarnado.E no que se refere a Assistncia Social Esprita prevalece a assertiva contida no Estatuto Social da OSCAL: Fazer com que a assistncia social e filantrpica seja praticada sempre que possvel com recursos prprios, a partir dos lares dos fraternistas. 10. Coordenao Geral Orientar os GFE a redimensionarem seus quadros de pessoal remunerado, reduzindo despesas e a necessidade de realizarem excessivos eventos para complementao de recursos financeiros a fim de cobrir as demandas de manuteno das atividades, sobremodo as de assistncia social. Empreender esforos para que a questo monetria no seja causadora de sofrimento e para tanto a sustentao das atividades havero de ter menos dependncia dos meios externos, inclusive de convnios. 11. Coordenao Geral Imprimir OSCAL menor dimenso sob o ponto de vista administrativo, para prevalncia dos aspectos de natureza evanglica e doutrinria e torn-la mais itinerante com presena nos Encontros Fraternos Regionais, na COMEMOFRA, nas Caravanas, nos GFE, e inclusive criando sub secretaria em Belo Horizonte, na CEAL. 12. Coordenao Geral Finalizar entendimentos com o INCRA acerca das terras/gleba da CIFRATER na condio de membro do Assentamento Silvio Rodrigues e investir em relaes de solidariedade e amizade com as famlias assentadas, por meio de projeto de Assistncia Social Esprita que envolvam os GFE. 13. Coordenao das Regies Fraternas Contatar e visitar os Grupos da Fraternidade Esprita que esto ausentes, sobretudo se o motivo determinante foi desestmulo ou distanciamento das unidades de administrao da OSCAL. Essa atividade deve ser realizada pelos componentes do CAD/OSCAL, englobando a os Grupos Coordenadores Regionais. 14. Coordenao das Regies Fraternas Criar a campanha Amigos da Cidade da Fraternidadea partir de amplo cadastro de fraternistas para esses desenvolverem diversas aes planejadas na comunidade por meio de sistema a ser definido. 15. Coordenao das Regies Fraternas Instituir o Conselho das Regies Fraternas de modo a cada Regio Fraterna ter o seu conselho, em sistema colegiado, abrigando unidades no mesmo formato dos colegiados dos Grupos da Fraternidade Esprita, tais como EDU, ASE, MED e FRA. Estes conselhos atuaro regionalmente para assistirem e orientarem os GFE, bem como programarem e coordenarem eventos, tudo em sintonia com a Coordenao das Regies Fraternas. 16. Coordenao das Regies Fraternas Estimular a cada GFE criar Reunio de Confraternizao dos Trabalhadores, com periodicidade mensal, constando ela de atividades ltero-musicais e de um momento real de confraternizao entre os tarefeiros. 17. Coordenao das Regies Fraternas Redimensionar as Regies Fraternas limitando-as a dez (10) e suprimindo a 9 Regio Fraterna qual seja a dos Grupos da Espanha que aderiram afetivamente aos ideais do MOFRA. A 12 Regio Fraterna passaria a ser a 9 R.F. e a 13 seria absorvida pela 3 Regio Fraterna. 18. Coordenao das Regies Fraternas Sistematizao de Caravanas CIFRATER, com periodicidade regular, por meio das Regies fraternas (1; 2 e 3; 4, 9 e 11; 5; 6 e 10, 7, 8),e criao do embrio de micro caravanas tendo em vista a realizao de efetiva cooperao dos fraternistas com a CIFRATER. 19. Coordenao de Ao Esprita Dar nfase especial para os GFE priorizarem as atividades de visitao fraterna ou visitao aos enfermos, ampliando as equipes existentes, sob a chancela da Coordenao da Assistncia Social Esprita. Esta tarefa o carro chefe da assistncia social esprita, na viso do MOFRA. 20. Coordenao da Ao Esprita Integrar educadores, pedagogos e psiclogos, de larga experincia, com os profissionais do Educandrio Humberto de Campos, enriquecendo os valores da instruo, da tica e da moral, com benefcios diretos para os educandos e com reflexos direto na comunidade. 21. Coordenao de Ao Esprita Recadastrar o quadro de expositores e oradores espritas vinculados aos GFE. Os critrios para o recadastramento levaro em conta as seguintes premissas: conhecimentos slidos da Doutrina Esprita, no seu trplice aspecto; esforo para vivncia do Evangelho de Jesus; domnio da comunicao e compromisso com uma Casa Esprita e com a Causa do Cristo (Joseph Gleber). preciso incentivar o intercmbio de oradores e expositores no meio dos agrupamentos fraternistas. 22. Coordenao de Ao Esprita Incitar cada GFE, na medida do amadurecimento das suas atividades medinicas, a criar Reunio Medinica de Orientao Espiritual, para atender parte daqueles que procuram o Atendimento Fraterno bem como demandas internas dos grupos de tarefeiros. 23. Coordenao de Ao Esprita Incentivar os Grupos da Fraternidade Esprita participarem das atividades do Movimento Esprita Institucional, contribuindo para a unio dos espritas e o trabalho da unificao, sem prejuzos para as aes do MOFRA. 24. Coordenao de Ao Esprita Revisar e reeditar o livro Orientao aos Grupos da Fraternidade Esprita Regimentos Internos, publicados pela OSCAL, com o intuito de nortear as atividades dos GFE. 25. Coordenao de Ao Esprita Incentivar, sobremodo aos Grupos da Fraternidade Esprita, localizados em cidades de mdio e grande porte, quanto aimplementao dos Ciclos de Estudos sobre Evangelho, Filosofia Esprita e Mediunidade, adotados pela OSCAL e que atende ao 2 ponto do Programa de Trabalho Permanente - PTP, atividade esta j testada e bem sucedida em vrios agrupamentos espritas. 26. Coordenao de Ao Esprita Estender o conceito de Cidade da Fraternidade para os Grupos da Fraternidade Esprita de maneira que cada agrupamento tenha pelo menos um lar de fraternista convertido em famlia para acolhimento de criana em situao de vulnerabilidade social. 27. Coordenao de Ao Esprita Publicar o Hinrio do Movimento da Fraternidade, contendo letras e cifras. 28. Coordenao de Ao Esprita Revisar e reeditar o livro Movimento da Fraternidade, incorporando elementos de recente pesquisa elaborada pela Coordenao de Assuntos Oscalinos gesto 2008/2010. 29. Coordenao de Ao Esprita Promover encontros, seminrios e palestras especficas voltadas para capacitao, reflexo e avaliao visando a construo de consensos e parcerias dentro do MOFRA, em torno dos princpios norteadores da ASE e do conceito Cidade da Fraternidade. 30. Coordenao da CIFRATER Rever o Projeto Rosa da Esperana adequando-o viso filosfica do Movimento da Fraternidade e empreendendo aes planejadas para sua implementao na CIFRATER. 31. Coordenao da CIFRATER Dialogar com a Secretaria Estadual de Educao e Prefeitura Municipal de Alto Paraso - Gois, visando otimizar a parceria na conduo do Educandrio Humberto de Campos, sem prejuzo da referida escola vivenciar a filosofia do MOFRA, em especial no que tange ao ensino moral ao bem dos alunos. 32. Coordenao da CIFRATER Formatar projetos de culturas e horticulturas apropriadas vocao das terras da CIFRATER, sob a orientao de tcnicos especializados disponveis no meio dos GFE. 33. Coordenao da CIFRATER Investir na melhoria da infra estrutura e conservao das edificaes da CIFRATER, proporcionando condies favorveis de vida e sobrevivncia. 34. Coordenao da CIFRATER Resgatar a proposta pioneira do Movimento da Fraternidade, de ateno criana em situao de vulnerabilidade social, a partir dos lares dos comunitrios, atravs de projetos especficos. 35. Coordenao da CIFRATER Preparar comunitrios para receber nos seus lares crianas em situao de vulnerabilidade social e/ou encaminhadas pelo Conselho Tutelar.