Protótipos Textuais

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Text of Protótipos Textuais

  • 1. 2009/2010 Prof. Escola E.B 2,3 Dr. Antnio Francisco ColaoManuela PereiraLngua Portuguesa 9 ano Ficha Informativa11 Perodo Prottipos Textuais: Correspondem ao que normalmente se designa por tipos de texto. Cada prottipo textual apresenta um determinado grupo de caractersticas que permitem identific-locomo exemplo de determinado modelo.Narrativo romance/ novela/ conto/ fbula/ biografia/ dirio/ notcia/ reportagem/ crnica/ relato de experincias pessoais/ outroDescritivo normalmente so apenas segmentos descritivos, inseridos noutros textos: descrio de pessoas, espaos, fenmenos naturaisArgumentativo discurso poltico/ sermo/ debate/ crnica/ publicidade/ crticas/ outroExpositivo-Explicativo textos cientficos/ textos pedaggicos/ outroInjuntivo-instrucional - instrues de montagem/ receitas/ horscopos/ provrbios/ slogansDialogal-Conversacional dilogo em presena/ conversa telefnica/ entrevista/ discusso/ debateCaractersticas dos diferentes prottipos textuais:Narrativo Caracterizam-se por representar eventos encadeados de forma lgica que se orientam para um desenlace, preenchendo as trs categorias da lgica das aces: situaoinicial, complicao, resoluo.Descritivo So uma exposio de diversos aspectos que configuram o objecto/ a pessoa/ o fenmeno atmosfrico/ o espao sobre o qual incide a descrio.Argumentativo Caracteriza-se pela expresso de uma opinio que suscita uma contestao, a expresso de argumentos a favor ou contra.Expositivo-Explicativo Textos que tm por finalidade expr e explicar algo.Injuntivo-instrucional - Textos que incitam aco, impem regras; textos que fornecem instrues. So orientados para um comportamento futuro do destinatrio.Dialogal-Conversacional Presente em textos produzidos por, pelo menos, dois interlocutores que tomam a palavra vez, constitudos por um nmero varivel de trocasverbais.1

2. APLICAOIntegra, agora, os textos abaixo referidos, na tipologia a que pertencem.Texto AEste texto integra-se noprottipo _________________________________ porque ___________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ Texto B Mas noite, quando a me o deitou e levou a luz, aconteceu uma coisa extraordinria A me dissera-lhe quedormisse, mas ele no tinha sono. E como no tinha sono, cansado de dar voltas, ps-se para ali de olhos abertos.Ento reparou que de baixo da cama vinha uma luz que se estendia pelo soalho. A princpio assustou-se, masantes de se assustar muito e de dar algum berro lembrou-se do que poderia ser. E, com efeito, quando puxou acaixa, que ficara com a tampa mal fechada, e a abriu, a estrela brilhava como quando a fora apanhar. Tirou-adevagar e todo o quarto ficou cheio da sua luz. Esteve assim algum tempo com ela nas mos at que os olhos lhecomearam a arder com sono e a guardou outra vez na caixa. Mas no dia seguinte, assim que acordou, foi logo verse ainda l estava. Ela estava l, realmente. Mas no deitava luz nenhuma. In A Estrela, Verglio FerreiraEste texto integra-se no prottipo _____________________________ porque _______________________ _____________________________________________________________________________________2 3. Texto C Algum no anda a cumprir o seu dever. No andam a cumpri-lo os governos, porque no sabem, porque no podem, ou porque no querem. Ou porque no lho permitem aquelas que efectivamente governam o mundo, as empresas multinacionais e pluricontinentais cujo poder, absolutamente no democrtico, reduziu a quase nada o que ainda restava do ideal da democracia. Mas tambm no esto a cumprir o seu dever os cidados que somos. Pensamos que nenhuns direitos humanos podero subsistir sem a simetria dos deveres que lhes correspondem e que no de esperar que os governos faam nos prximos 50 anos o que no fizeram nestes que comemoramos. Tomemos ento, ns, cidados comuns, a palavra. Com a mesma veemncia com que reivindicamos direitos, reivindiquemos tambm o dever dos nossos deveres. Talvez o mundo possa tornar-se um pouco melhor. (Palavras de Jos Saramago, na Sucia,quando recebeu o Prmio Nobel)Este texto integra-se no prottipo _____________________________ porque _______________________ _____________________________________________________________________________________ Texto D Pai Onde est o meu chapu de plumas?()Este texto integra-se no prottipo Inde est o meu filho?_________________________________Filho Estou aqui, pap. porque ___________________________Pai Que palavra essa pap?! _________________________________ H mil anos que no a ouvia. _________________________________Filho Inventei-a agora mesmo. E gostei muito de a inventar. _________________________________ (Excerto de A Beira do Lago dos Encantos, M Alberta Meneres) Texto E Canrios Gloster Ao contrrio de outras antigas espcies de canrios cuja origem motivo de muitaespeculao, a origem dos Glosters est muito bem documentada. O desenvolvimento desta espcie relativamente recente, data de 1925. O nome de Mrs. Rogerson de Cheltenham em Gloucestershireficara para sempre associado criao e desenvolvimento desta raa. Mrs. Rogerson foi a primeiracriadora a expor este pequeno espcime, com poupa, numa exposio em 1925 no Crystal Palace emInglaterra. Na altura, este exemplar foi analisado pelos juizes que consideraram que o pssaro emcausa apresentava diferenas face ao standard actual dos pssaros de poupa e que tinha potencialpara evoluir como uma raa distinta. In Arca de No, por Miguel Angelo Soares3 4. Este texto integra-se no prottipo _____________________________ porque _______________________ _____________________________________________________________________________________ Texto F Era um vidrinho, aquela Vanessa. De cabelos loirinhos e magrinha, cara de enjoada, passou o ano ainventar mentiras, a fazer queixinhas, a chorar a meio dos testes por no saber uma pergunta,sempre com muitas dores de cabea No comia na cantina porque a comida fazia-lhe mal AVenessa era muito boa aluna, tocava piano, fazia poemas, tinha explicaes de ingls.In Os Heris do 6 F, Antnio MotaEste texto integra-se no prottipo _____________________________ porque _______________________ _____________________________________________________________________________________Bom Trabalho! 4