Bahia final

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    23-Jun-2015

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<ul><li> 1. Bahia</li></ul> <p> 2. Pintura Rupestre </p> <ul><li>Pintura Rupestre um tipo de arte feita pelos homens pr-histricos nas paredes das cavernas. Como os homens desta poca no tinham um sistema de escrita desenvolvido, utilizam os desenhos como uma forma de comunicao. Retratavam nestas pinturas cenas do cotidiano como, por exemplo, a caa, animais, descobertas, plantas, rituais etc. As paredes das cavernas serviam tambm como uma espcie de agenda, onde eram desenhadas algumas idias ou mensagens. Os homens pr-histricos faziam estes desenhos utilizando elementos da natureza: extrato retirado de plantas, rvores e frutos, sangue de animais, carvo, rochas etc. </li></ul> <p> 3. Fsseis </p> <ul><li>Fsseis so restos preservados de plantas ou animais mortos que existiram em eras geolgicas passadas. Em geral apenas as partes rgidas dos organismos se fossilizam principalmente ossos, dentes, conchas e madeiras. Mas s vezes um organismo inteiro preservado. </li></ul> <ul><li>Em geral os fsseis existentes em rochas so frgeis, farelentos, e passam facilmente despercebidos se voc no ficar constantemente de olho neles. J tivemos muitas descobertas emocionantes de restos humanos fossilizados.</li></ul> <ul><li>A partir desses fsseis os cientistas foram capazes de aprender um bocado a respeito do homem primitivo.</li></ul> <p> 4. Parques Arqueolgicos </p> <ul><li>Um parque arqueolgico um lugar em que so encontrados vestgios de vida humana em sculos passados. Qualquer pea ou sinal que demonstre o desenvolvimento de suas atividades no meio em que viviam, uma ferramenta de pedra lascada, uma fogueira na qual assaram sua comida, uma pintura, uma sepultura ou simples marca de seus passos so considerados artigos de um stio arqueolgico. </li></ul> <p> 5. Stios Arqueolgicos </p> <ul><li>Na Bahia pode-se encontrar elementos que compe a pr-histria baiana em museus de arqueologia e em stios rupestres que esto espalhados por toda Bahia e somam mais de 60 stios. </li></ul> <ul><li>Stios : </li></ul> <ul><li>Baixo-Mdio So Francisco </li></ul> <ul><li>Casa Nova </li></ul> <ul><li>Cura </li></ul> <ul><li>Juazeiro </li></ul> <ul><li>Morro do Chapu </li></ul> <ul><li>Sento S </li></ul> <ul><li>Sobradinho </li></ul> <ul><li>Chapada Diamantina </li></ul> <ul><li>Brotas de Macabas </li></ul> <ul><li>rico Cardoso </li></ul> <ul><li>Ipupiara </li></ul> <ul><li>Iraquara </li></ul> <p>Jussiape Lenois Macabas Mucug Oliveira dos Brejinhos Palmeiras Paramirim Piat Rio de Contas Seabra Irec Barra do Mendes Cafarnaum 6. Canarana Central Gentio do Ouro Ibipeba Ibitit Itaguau Jussara Lapo Mulungu do Morro Presidente Dutra So Gabriel Uiba Nordeste Canudos Monte Santo Santa Brgida Uau Oeste Santa Maria da Vitria Serra do Ramalho Piemonte da Chapada Campo Formoso Jacobina Mirangaba Morro do Chapu Ourolndia Sade Umburanas Recncavo Sul Milagres Santa Terezinha Serra Geral Caetit Guanambi Ituau Iuiu Licnio de Almeida Palmas de Monte Alto Sebastio Laranjeiras Sudoeste Manoel Vitorino 7. Museu Arqueolgico da Embasa </p> <ul><li>Acervo: Peas resgatadas de cidades com stios Arqueolgicos como Cachoeira, So Flix, Muditiba, Praia do Forte, Igapor, Igatu durante as escavaes do Bahia Azul. Entre as peas esto: louas, fragmentos de louas pires, cermica.Tambm fala da Histria das Fontes de gua em Salvador , o estudo da Implantao de gua e esgoto. Estas peas esto abrigadas no Museu por determinao do IPHAN. </li></ul> <p> 8. Museu de Arqueologia e Etnologia </p> <ul><li>Instalado no subsolo da antiga Faculdade de Medicina, o museu procurou aproveitar os alicerces originais do Colgio dos Jesutas do sculo XVI, deixando mostra arcadas, abbadas, cloacas, portais e tneis. O acervo arqueolgico constitui-se de cermica, pedra polida, pedra lascada e fsseis. O acervo etnolgico abranger ornamentos rituais, utenslios e equipamentos de pesca e cozinha.</li></ul> <ul><li>Endereo : Terreiro de Jesus, s/n, Prdio da Faculdade de Medicina Pelourinho </li></ul> <p> 9. MAX </p> <ul><li> O museu Arqueolgico de Xing conta com um acervo arqueolgico de 55 mil peas, entre elas 240 esqueletos humanos. Parte deste material est exposto no museu e, com o auxlio de painis, maquetes e rplicas vai sendo contada um pouco da histria das migraes e o cotidiano daqueles que habitavam a rea do baixo So Francisco h 9 mil anos. </li></ul> <p> 10. Museu de arte rupestre em Central </p> <ul><li>Saindo de Morro do Chapu e percorrendo 118 km em direoa Irec, o municpio de Central possui stios vinculados aos territrios de calcrios. Tanto as pinturas geomtricas coloridas atribudas Tradio Geomtrica, feitas em tocas e abrigos, incluindo o famoso Toxodonte, feitas em espaos abertos, mostram a diversidade da arte rupestre dos stios daquela regio. </li></ul> <ul><li>Os desenhos com figuras de animais extintos, cenas de caa e rituais mgico-religiosos revelam pinturas com at 12 mil anos. </li></ul> <p> 11. Stio Arqueolgico de So Felix </p> <ul><li>Situado a 10 km da sede do municpio, o Stio Arqueolgico de So Flix possui mais de um sculo de histria, tradio e pinturas rupestres. </li></ul> <p> 12. Parque Estadual de Morro do Chapu </p> <ul><li>A rea do Parque Estadual do Morro do Chapu est inserida em uma regio de elevado significado cnico/turstico da Chapada Diamantina e tem como objetivos bsicos assegurar a proteo de inmeras espcies de animais raras e ameaadas de extino, preservar a vegetao caracterstica, campo rupestre e um ectono cerrado/caatinga, bem como proteger os stios arqueolgicos existentes na rea. </li></ul> <p> 13. Serra das Paridas Iraguara - ChapadaDiamantina </p> <ul><li>As pinturas rupestres encontradas na Chapada Diamantina foram feitas pelo Homo Sapiens. Por meio de representaes pictricas, possvel identificar desenhos da flora e fauna, alm do cotidiano dos mais antigos habitantes da regio. A poca destas pinturas varia entre 18 e 30 mil anos e algumas dessas pinturas esto na Serra das Paridas. </li></ul> <p> 14. Fsseis no povoado de Barriguda </p> <ul><li>No povoado de Barriguda, municpio de Jaborandi, a equipe descobriu um enorme jazimento fossilfero com uma grande quantidade de fsseis vegetais, encontrados em estratigrafia diferenciada, oscilando entre aproximadamente 15 milhes de anos a 11 mil anos antes do presente. So fsseis de numerosas espcies vegetais, onde se destacam desde as calamitas, antigas tabocas, at samambaias e plantas recentes.</li></ul> <ul><li>Foram encontrados fsseis nas casas de moradores do municpio. Entre eles, fsseis de preguias-gigantes e tambm,, a melhor pea encontrada at agora: uma mandbula de um mastodonte ( parente extinto dos elefantes). </li></ul> <p> 15. Fsseis no Municpio de Matina </p> <ul><li>O Municpio de Matina, situado na Regio Centro-Sul do Estado da Bahia, a 828 km da capital, rene uma das maiores concentraes de fsseis pleistocnicos do Brasil, presentes em toda a Amrica do Sul h cerca de 11 mil anos. A descoberta, segundo o paleontlogo Douglas Riff, professor da Uesb, representa um tesouro cientfico que at agora se escondia sob os ps dos moradores de Matina. </li></ul> <p> 16. Stios Arqueolgicos de So Desidrio </p> <ul><li>Dos stios arqueolgicos descobertos no municpio trs foram nomeados e os outros so identificados por pontos de GPS. Nesses locais foram encontrados artefatos como peas de cermica, instrumentos de caa, urnas funerrias, ossadas e pinturas rupestres. Esses materiais so datados de dois mil anos. Os stios mais conhecidos so: </li></ul> <ul><li>Lapa dos Tapuias no distrito de Stio do Rio Grande; </li></ul> <ul><li>Morro dos Tapuias situado na Fazenda Joo do Dazinho; </li></ul> <ul><li>Morro do Sol na Fazenda Beleza. </li></ul> <p> 17. Museu Geolgico da Bahia (MGB) </p> <ul><li>OMuseu Geolgico da Bahia (MGB)foi inaugurado dia 4 de maro de 1975, no hall da antiga Secretaria das Minas e Energia, no CAB, com um acervo inicial de 3 mil exemplares de rochas, minerais e fsseis. Atualmente, so mais de 16.000 mil amostras catalogadas. O Museu Geolgico da Bahia um centro de pesquisa e difuso do patrimnio geolgico da Bahia. Conhecer o solo e as rochas onde pisamos, as riquezas do subsolo bem com os fsseis de animais que habitaram onde hoje a Bahia, conhecer a nossa Histria Geolgica e tambm o nosso Patrimnio Nacional. </li></ul> <p> 18. Gentil do Ouro </p> <ul><li>Entre as serras e cnions do municpio, pinturas associadas Tradio Geomtrica chamam a ateno por sua diversidade de cores e pelos longos paredes que esto cobertos com as figuras. Um bom exemplo das pinturas nos paredes de Gentio do Ouro o stio de Poes. Na regio, as pinturas com traos, ziguezagues e marcaes de calendrios estendem-se por cerca de 200 a 300 metros entre os cnions. Pinturas de figuras humanas e animais felinos misturam-se a desenhos de cruzes, semelhantes s da Ordem de Cristo, que indica a conservao da prtica da pintura por parte dos grupos indgenas que foram colonizados e convertidos ao catolicismo, durante a explorao portuguesa. </li></ul> <p> 19. Pinturas Rupestres da Tribo Tamoquins </p> <ul><li>Os habitantes do lugar ainda guardam histrias e rituais tpicos da poca. </li></ul> <ul><li>A 27 quilmetros de Sobradinho, em So Gonalo da Serra, num lugar de fcil acesso, esto as pinturas rupestres deixadas pela Tribo Tamoquins. Os habitantes do lugar ainda guardam histrias e rituais tpicos da poca destes primeiros moradores. Os habitantes tentam manter slida a tradio do lugar.</li></ul> <ul><li>Os moradores falam de um tesouro escondido pelos caciques Tamoquins, e h quem garanta que este tesouro ainda est no local. </li></ul> <p> 20. Destruio de stios arqueolgicos na Bahia Pedreira localizada no limite geogrfico entre os municpios de Morro do Chapu e Amrica Dourada, na Chapada diamantina - Bahia; vem destruindo stios arqueolgicos(pinturas rupestres). Mais um exemplo da falta de conscincia e descaso da populao brasileira com os stios arqueolgicos e a arte Rupestre brasileira est sendo visto na regio de Paulo Afonso na Bahia. Os monumentos histricos esto virando paraleleppedos e sendo usados na pavimentao de estradas. Mas esse problema no ocorre apenas em Paulo Afonso e na Chapada Diamantina, mas em muitos outros stios arqueolgicos da Bahia e do Brasil. 21. Devemos preservar a histria,devemos preservar a NOSSA histria! </p> <ul><li>Alunos: Anna Valria, Lvia, Letcia, Pedro Olmpio , Thas, Victria Souza, Lucas Silva e Monize. </li></ul> <ul><li>Srie : 1 ano A do Colgio Gnesis </li></ul> <p> 22. Referncias </p> <ul><li>www.atarde.com.br </li></ul> <ul><li>www.bahia.com.br </li></ul> <ul><li>www.comciencia.br </li></ul> <ul><li>www.flickr.com </li></ul> <ul><li>www.focadoemvoce.com </li></ul> <ul><li>www.funceb.ba.gov.br </li></ul> <ul><li>www.jornaldamidia.com.br </li></ul> <ul><li>www.visiteabahia.com.br </li></ul> <ul><li>museugeolgicodabahia.blogspot.com </li></ul> <ul><li>rupestrebrasil.blogspot.com.br </li></ul>

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