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Cap7 macro

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  • 1. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Parte 3 Modelos Alternativos de Curva de Oferta AgregadaNesta parte sero discutidosoito modelos alternativos de curva de oferta agregada. Ser considerada uma economia fechada.1

2. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Captulo 7 Modelos da SnteseNeoclssica2 3. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Aula AnteriorCAPTULO 6 Primrdios da curva deoferta agregada6.1 Mercado de trabalho;6.1.1 Conceitos bsicos para entender o funcionamento do mercado de trabalho.3 4. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraNesta AulaCAPTULO 7 Modelos da Sntese Neoclssica7.1 A funo de produo;7.2 A demanda de trabalho;7.3 A oferta de trabalho;7.4 Modelo clssico da Sntese Neoclssica;7.5 O modelo salrio nominal da Sntese Neoclssica;7.6 A armadilha da liquidez;7.7 O modelo bsico da Sntese Neoclssica;7.8 Modelo da Sntese Neoclssica com influncia dos autoresnovos clssicos;7.9 Modelo de curva de oferta agregada da SnteseNeoclssica com influncia dos autores novos4keynesianos. 5. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraIntroduo Neste tpico so desenvolvidos cinco modelos da curva de oferta agregada baseados no equilbrio do mercado de trabalho e com firmas maximizando a massa de lucros.5 6. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraModelos da Sntese Neoclssica Sntese Neoclssica a denominao que sed aosmodelos macroeconmicos que combinam a curva de demanda agregada via o modelo IS/LM com curvas de oferta agregadaobtidas apartirde formulaesneoclssicasde funcionamento do mercado de trabalho.6 7. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraModelos da Sntese Neoclssica Estes modelos tm em comum o fato de considerarem firmas em concorrncia perfeita e em monoplio que maximizam a massa de lucro, e o fato de considerarem uma funo de produo de curto-prazo com produtos marginais decrescentes do fator varivel.7 8. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA funo de produo Uma funo de produo uma equao que d o mximo de produto que se pode obter de uma srie de fatores ou insumos. Assim, a funo de produo representa como fatores de trabalho (N), capital (K), recursos naturais (T) so combinados para gerar o produto nacional (y). Ou seja:y = y (N, K, T) 8 9. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA funo de produoy = y(N, K, T) No curto prazo, pode-se considerar o montante de capital, de recursos naturais e a tecnologia como sendo constantes e definidos por K. Assim, a funo de produo de curto prazo :y y N, K A funo de produo indica o montante de trabalho, N, necessrio para gerar um dado nvel de produto y.9 10. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA funo de produoy = y(N, K, T) No curto prazo, pode-se considerar o montante de capital, de recursos naturais e a tecnologia como sendo constantes e definidos por K. Assim, a funo de produo de curto prazo :y y N, K Uma das possveis especificaes da funo de produo de curto prazo : y = C N .10 11. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Estgios de Produo y Funo de produoy f N, KN y PMeT NyN PMgTN 11 12. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Estgios de Produo yFuno de produoESTGIO I y fN Estgio I excludo porque englobaNrendimentos mdios crescentesy do insumoPMeT varivel.Ny NPMgTN 12 13. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Estgios de Produo yFuno de produoESTGIO I y fN ESTGIO IIIEstgio III excludo porqueapresenta PMgTN negativo (h desperdcio doy fator varivel).PMeTNy NPMgTN 13 14. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia Brasileira Estgios de Produo yFuno de produoESTGIO I y fN ESTGIO IIIEstgio II o estgiorelevante deN produo(racional)yPMeTNy NPMgTN 14 15. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho A anlise ser feita considerando a demanda de trabalho para uma firma competitiva e para uma firma monopolista e em seguida sero agregadas as demandas de trabalho de todas as firmas competitivas e monopolistas.15 16. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Considere uma firma competitiva que tenha como objetivo maximizar a massa de lucros e tenha uma funo de produo como y = y(N,K), em que o fator varivel a quantidade de trabalho e apresenta, inicialmente, rendimentos marginaiscrescentes e depois rendimentos marginais decrescentes do16 fator trabalho. 17. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Sendo PMgT o produto marginal do fator trabalho, o acrscimo da receita ( RT) da firma ao empregar N de trabalho adicional :RT = PPMgT Nsendo o trabalho o nico fator varivel, oacrscimo de custo ao empregar N de trabalho C = W N, em que W o salrio nominal porunidade de trabalho.17 18. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalhoRT = PPMgT N C = W N A firma competitiva atinge o mximo lucro total quando: RT = C No estgio II daPPMgT N = W N funo de produo:W = PPMgT N PMgT We PMgTN PMgT Pem que o salrio real.18 19. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho=W P Demanda de trabalho em funo do salrioW0 real, para uma firmaPem concorrncia =PMgT perfeitaN0 NWDemanda de trabalhoem funo do salrio W0 nominal, para uma W=P.PMgT firma em concorrnciaperfeitaN0 N19 20. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho=W Observa-se que existe Puma curva de demanda detrabalho para cada nvelW0de preo.P Se P aumentar, a curva de =PMgTdemanda de trabalho sedesloca para a direita.N0 N Isto ocorre porque se Paumenta, a firma desejaWcontratar, em cada nvelde salrio nominal, uma W0 quantidade maior detrabalho de modo a W=P.PMgT aumentar a sua produo.N0 N20 21. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Considere uma firma monopolista. Ela se depara com uma curva de demanda negativamente inclinada pelo seu produto. Logo, a firma monopolista pode variar preo e produo. Sua receita total de RT = PQ e sua receita marginalRT RMg. Q21 22. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalhoRT RMgQ P Q RMgPara fraesQinfinitesimais:P Q Q PRMgQ QP PRMg PQP Q QQ Q Q P RMg P 1 P Q22 23. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Q P RMg P 1 P QSendo e a elasticidade-preo da demanda, tem-se:1 RMgP 1e23 24. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Ganho do monopolista ao= RMg PMgTcontratar um novo trabalhador:RT RTQNQ N1 RT P 1 PMgT Ne24 25. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Uma firma monopolista atinge o mximo lucro quando: RTC1P 1 PMgT N W Ne 1W P 1 PMgT eW 11 PMgTP e 25 26. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho=WDemanda de trabalho Pem funo do salrioreal, para uma firmaW0monopolistaP 11 PMgTeN0 NDemanda de trabalhoWem funo do salrionominal, para uma W0 firma monopolista1 WP 1 PMgTeN0 N26 27. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Para se obter a curva de demanda agregada de trabalho, deve-se somar horizontalmente as curvas de demanda de trabalho de cada firma em concorrncia perfeita com as curvas de demanda de trabalho de cada firma monopolista. Nota-se que se soma quantidade de trabalho em cada nvel de salrio.27 28. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Para haver a maximizao da massa de lucros por parte de uma firma em concorrncia perfeita i tem-se que necessrio = PMgT, que funo da quantidade de trabalho Ni. Quanto maior Ni, menor PMgTi.gi NiNi hi28 29. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Para haver maximizao da massa de lucros por parte de uma firma monopolista j necessrio:1 1 PMgTj ej Mas PMgTj = l(Nj). Logo, para uma firma monopolista necessita-se, para haver maximizao dos lucros, que: 1 1Njmj 1 l Nj1 ej1ej29 30. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho A quantidade total de trabalho demandadana economia dada pela expresso (emque i representa as firmas em concorrnciaperfeita e j as firmas em monoplio): 1 N Ni Nj himj iji j 1 1ouejN p N30 31. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho N pW fNP ouWP fN31 32. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho=W PDemanda de trabalhoem funo do salrioW0real, para toda aP economia fNN0 NW Demanda de trabalhoem funo do salrio W0nominal, para toda aeconomiaWP fNN0 N32 33. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia: Teorias e Aplicaes Economia BrasileiraA demanda por trabalho Quando uma firma demanda trabalho, ela oferta salrio ao trabalhador. Assim, as equaes dos slides anteriores (e seus grficos) expressam a demanda de trabalho pelo conjunto de firmas em cada nvel de salrio ou a oferta de salrio para cada nvel de emprego.33 34. BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A