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Coletiva tarifas de energia

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Text of Coletiva tarifas de energia

  • 1. AS TARIFAS DE ENERGIA EM PERNAMBUCO EVOLUO PS PRIVATIZAO

2. EVOLUO DAS TARIFAS EM PERNAMBUCO 3. EVOLUO DAS TARIFAS EM PERNAMBUCO 4. EVOLUO DAS TARIFAS EM PERNAMBUCO 5. EVOLUO DAS TARIFAS EM PERNAMBUCO 6. EVOLUO DAS TARIFAS EM PERNAMBUCO 7. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Oportunidades perdidas para interferir no valor das tarifas de energia eltrica da Celpe.

8. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • O edital estabelecia que o investidor deveria instalar uma trmica em Pernambuco, com potncia instalada de 250 MW. O consrcio vencedor decidiu instalar uma UTE com o dobro da potncia.

9. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Nada obrigava ao governo aceitar um contrato com 350 MW mdios de energia entre a CELPE e a UTE. Poderia ter negociado um valor referenciado aos 250 MW e, ainda, ter negociado com o consrcio o rateio do contrato de energia com outras empresas do grupo. Somente no Nordeste existiam mais duas: COELBA e COSERN.

10. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Quando foi firmado o contrato de energia, 350 MW mdios, 30% do mercado da CELPE, ao preo de 136 R$/MWh, o preo praticado no mercado do Nordeste era da ordem de 55 R$/MWh.

11. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Em 2004, a ANEELdeterminou ao ONS que realizasse testes para verificar qual a real disponibilidade de energia da UTE. Os testes indicaram no haver disponibilidade de gs para a UTE gerar a energia contratada. A ANEEL determinou a reduo do lastro de energia que dava respaldo ao contrato. Um acordo MME/ANEEL/Petrobras, suspendeu os efeitos da resoluo 40.

12. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Em 2005 um dos diretores da ANEEL demonstrou que o contrato era ilegal porque continha clusula de reajuste com referncia cambial o que proibido por lei. Porque a ANEEL no levou em considerao este fato na reviso tarifria de 2005?

13. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Em 2005 um dos diretores da ANEEL se posicionou contra o ndice de perdas apresentado pela CELPE: 27%. Da mesma forma a ARPE se posicionou por um ndice de perdas de 20%. Por que a ANEEL homologou 27%? O que fez o Governo do Estado poca?

14. ATUAO DO GOVERNO PASSADO

  • Em 2005, foi homologado provisoriamente um ndice de perdas de 19,76% e decidido fazer auditoria na Celpe no prazo de nove meses. S aps a auditoria que poderia ser reconhecido o ndice de 27%.
  • A auditoria no aconteceu e em 2006 a ANEEL reconheceu 27%, retroativo a 2005.

15. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • O QUE VEMFAZENDO O GOVERNO EDUARDO CAMPOS PARA REDUZIR AS TARIFAS DE ENERGIA ELTRICA EM PERNAMBUCO?

16. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • AINDA DURANTE A CAMPANHA O GOVERNO MENDONA FILHO REDUZIU O ICMS POR FORA DAS DENNCIAS DE OMISSO DO GOVERNO COM A QUESTO DAS TARIFAS .

17. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • REALIZOU UM ENCONTRO COM O MINISTRO DAS MINAS E ENERGIA ONDE DISCUTIU O ASSUNTO E FORMALIZOU UMA PROPOSTA PARA REDUO DAS TARIFAS.
  • ESTUDOU NOVA REDUO DE ICMS, NICA DECISO QUE CABE AO ESTADO.

18. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • CONTATOS COM O PRESIDENTE LULA, O MINISTRO DAS MINAS E ENERGIA, SILAS RONDEAU, A MINISTRA DA CASA CIVIL, DILMA ROUSSEF E A DIRETORIA DA ANEEL. SE MANIFESTOU FORMALMENTE AOS MINISTROS E ANEEL, ATRAVS DE OFCIOS.

19. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • PROPS O REEXAME DA CONTRATAO DE ENERGIA ENTRE A CELPE E A TERMOPERNAMBUCO. QUESTIONOU PRINCIPALMENTE O MODELO DE CONTRATO SELF DEALING, ONDE A EMPRESA DISTRIBUIDORA COMPRA A SI MESMA A ENERGIA GERADA.

20. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • QUESTIONOU AS PERDAS DA CELPE. A ANEEL RECONHECE PERDAS DE 27%, MAS A PRPRIA EMPRESA, NO BALANO DOS LTIMOS CINCO ANOS, ADMITE TER PERDAS DE 18% A 21%. ESSA DIFERENA SOBRECARREGA A TARIFA.

21. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • RESSALTOU QUE A PORTARIA 44 DO MINISTRIO DE MINAS E ENERGIA SOBRE O GS NATURAL FORNECIDO PELA BOLVIA AO PAS, SE APLICA TAMBM AO CASO DE PERNAMBUCO. A RESOLUO PERMITIU QUE O NUS DA COMPRA DE ENERGIA DA TERMO ATRAVS DE POOL SEJA REPASSADO PARA OS DISTRIBUIDORES DE ENERGIA DE TODO O PAS E OS CONSUMIDORES GERAIS, AO INVS DE DEIXAR O VALOR ABSORVIDO APENAS PELO CONSUMIDOR DE PERNAMBUCO.

22. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • QUESTIONOU, POR FIM, A RESOLUO 40, DA AGNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELTRICA - ANEEL( JANEIRO DE 2004) QUE DETERMINAVA O LASTRO DAS USINAS TERMOCEAR, TERMOFORTALEZA E TERMOPERNAMBUCO. ISTO FOI FEITO APS A REALIZAO DE TESTES PARA AFERIR A DISPONIBILIDADE DE GS E SABER QUAL A REAL CAPACIDADE DE GERAO DAS TERMELTRICAS DE PERNAMBUCO, DO CEAR E DA BAHIA. A USINA DE PERNAMBUCO ( A TERMO ) NO TEVE LASTRO COMPROVADO PARA O VOLUME CONTRATADO, MAS MESMO ASSIM, NO SOFREU QUALQUER ALTERAO NO CONTRATO.

23. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • GRAAS S AES DO GOVERNO, O LTIMO REAJUSTE TARIFRIO HOMOLOGADO PELA ANEEL FOI MUITO INFERIOR AO PRETENDIDO PELACELPE. A PROPOSTA DA CELPE FOI DE UM REAJUSTE MDIO DE 6,43. O REAJUSTE MDIO HOMOLOGADO FOI DE 2,45, SENDO 0,79 PARA A BAIXA TENSO.

24. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • ENERGIA ELTRICA ISENO BAIXA RENDA
  • EM 2007,A QUANTIDADE DE RESIDNCIA COM CONSUMO DE ENERGIA ELTRICA CLASSIFICADA COMO BAIXA RENDA ERA DA ORDEM DE 1.290.000;
  • J ERAM ISENTAS DO ICMS, ANTES DA LTIMA ALTERAO NO FINAL DE 2006, CERCA DE 389.000 FAMLIAS;
  • NO FINAL DE 2006, FOI AMPLIADA A ISENO PARA MAIS 225.000, TOTALIZANDO CERCA DE 614.000 FAMLIAS.

25. AS AES DO GOVERNO ATUAL

  • ENERGIA ELTRICA ISENO BAIXA RENDA
  • COM A IMPLANTAO DESSE NOVO PROJETO, AMPLIAMOS EM CERCA DE 677.000, ATINGINDO A TOTALIDADE DE FAMLIAS COM CONSUMO DE ENERGIA CLASSIFICADA COMO BAIXA RENDA, OU SEJA, 1.290.000 FAMLIAS;
  • A REDUO PERCENTUAL, NA CONTA DE ENERGIA DESSAS FAMLIAS, VARIA ENTRE 21,44 % A 26,8 %;
  • REPRESENTA UMARENNCIA TRIBUTRIA DA ORDEM DE R$ 3 MILHES A CADA MS.

26. OS PRXIMOS PASSOS

  • CONTINUAR AS ARTICULAES COM O GOVERNO FEDERAL PARA A REVISO DO CONTRATO DA TERMOPERNAMBUCO E PARA A REDUO DAS PERDAS;
  • ATUAR NO SENTIDO DE TRAZER PARA A GESTO DO GOVERNO DO ESTADO OS 2% DA RECEITA DA CELPE PREVISTOS NO CONTRATO DE COMPRA E VENDA DA COMPANHIA;
  • FAZER ARTICULAES JUNTO AO CONGRESSO NACIONAL PARA QUE SEJAM ABERTAS DISCUSSES SOBRE TARIFAS DE ENERGIA ELTRICA E RENTABILIDADE DOS AGENTES DO SETOR, COM FOCO TAMBM NAS TARIFAS INDUSTRIAIS.

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