Esferulas plásticas

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Esferúlas Plásticas “Pellets” em praias de Imbituba e Laguna – Santa Catarina

Jean Carlos R. Dos Santos

Orientador : Profº Adilson Tibúrcio

IntroduçãoAtualmente, os resíduos sólidos são reconhecidos como uma das mais

importantes formas de poluição marinha (Laist, 1997).

Há décadas os ambientalistas apontam que os materiais plásticos descartados no mar representam uma das maiores ameaças ao meio ambiente. Cerca de 90% do lixo nos oceanos é composto de plástico. (GALGANI et al., 1995a; COE e ROGERS, 1997; DERRAIK, 2002).

As alterações ambientais atingem hoje proporções preocupantes, envolvendo não somente as regiões continentais como também os ambientes de água doce e marinhos do planeta, especialmente aqueles próximos a regiões de grande adensamento humano, como as zonas litorâneas.

Segundo a classificação proposta pela IOC/FAO/UNEP (1989), resíduos sólidos são matérias que podem ser subdivididas em categorias como plástico, material de construção, material de pesca, papel, vidro, borracha, espuma, metal, tecido, isopor e madeira antropogênica. Usando como base esta classificação, dentro da categoria plástica, pode ser criada uma subcategoria para as esférulas de plástico virgem, comumente chamadas de nibs (GREGORY, 1978) ou pellets.

Esférulas PlásticasAs esférulas plásticas são pequenas pastilhas mais ou menos achatadas, arredondadas e ovóides, que variam entre 2 a 5 mm de diâmetro, possuem várias cores, principalmente brancas e translúcidas que são as de estado virgem. Surgem como resultado da degradação dos vários plásticos, mas na forma inicial de produção é a matéria-prima granulada que serve, por exemplo, para a fabricação de embalagens, cabos de ferramentas, utensílios de cozinha e revestimentos.

Pellets de polipropileno recolhidos no Japão (Takada, 2001).

Figura - Esférula plástica (pellets) em lupa microscópica

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Figura - Esférulas plásticas

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Figura - Esférulas plásticas

As publicações que primeiro apontaram para as esférulas plásticas

no ambiente datam da década de 1970 e referiam-se à presença

destes em águas oceânicas, baías, estuários e praias ( Carpenter,

et. al., 1972; Cundell, 1973; Kartar, et. al., 1973; Colton, et. al.,

1974; Morris, et.al., 1974). Em seguida, estudos realizados

especificamente sinalizavam a contaminação por pequenas

esférulas plásticas em praias e em águas costeiras da Nova

Zelândia, defendendo a idéia de que estes eram provenientes das

regiões industrializadas do hemisfério norte (Gregory, 1977;1978).

No Brasil são relativamente recentes e ainda escassos os estudos

relativos as esférulas plásticas no ambiente costeiro, não sendo

possível,ainda, traçar um panorama que favoreça diagnósticos,

monitoramento e planejamento sobre as mesmas. As principais

contribuições, até então, registraram o tema em algumas praias do

Rio Grande do Sul (Pianowski, 1997), Pernambuco (Costa, et al.,

2009; Silva-Cavalcanti, et.al., 2009), Rio Grande do Norte (Ivar do

Sul, et.al., 2009) e São Paulo (Turra, et al., 2008; Manzano, 2009),

demonstrando a necessidade de novas investigações, a fim de se

ampliar o conhecimento sobre as esférulas plásticas, sua

distribuição e conseqüências ao ambiente.

Gráfico: Quantidades de estudos por década Fonte: Elaborado por Falcão, Plínio (2011)

Figura: Abordagens metodológicas no estudo das esférulas Fonte: Elaborado por Falcão, Plínio (2011)

A presença das esférulas esta fortemente documentada e é citada em

inúmeros artigos científicos, assim como sua capacidade de adsorção de

poluentes orgânicos. Revelou-se a existência de vários micropoluentes

orgânicos (ou seja, bifenilos policlorados: PCBs,DDE, e nonilfenol) em

esférulas plásticas recolhidas em praias (Mato ET AL, 2001).

Principais poluentes orgânicos adsorvidos ao plástico (adaptado de International Pellet Watch, 2008).

Adsorção de POPs

A resistência destes materiais no ambiente devido às cadeias de

polimerização leva a uma degradação lenta. Associada à elevada

persistência, a baixa densidade dos plásticos relativamente à água faz com

que estes consigam flutuar, ficando visíveis nas massas de água.

Em nível de microfauna aquática, as esférulas plásticas são também um sério

problema, pois a sua degradação leva a que estes atinjam dimensões reduzidas,

fazendo com que integrem as cadeias alimentares aquáticas, conduzindo à morte

de muitos organismos. (DERRAIK, 2002).

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Vida MarinhaOs detritos tornaram-se um problema de poluição persistente e difuso afetando

todos os oceanos do planeta, causando lesões e, em casos extremos, a morte de

um amplo número de animais marinhos e aves. As causas de morte devem-se ao

aprisionamento de animais por detritos e pela ingestão de partículas, que

facilmente são confundidas com alimento (Allsopp, 2006).

Segundo (GREGORY, 1978; SHIBER, 1987) as esférulas plásticas aparecem no meio ambiente devido a derramamentos acidentais durante o manuseio, transporte marítimo ou terrestre ou pelas perdas ocasionadas pelas indústrias de produção de plástico e pela lavagem da superfície costeira proveniente das águas pluviais e de despejo de tratamento de esgoto.

Dispersão

As perdas de grânulos plásticos para o ambiente ocorrem nas indústrias (produtora e

transformadora), no transporte ou durante seu uso em processos de limpeza e outros em navios

ou plataformas de petróleo

Objetivo Geral

Realizar um estudo sobre a presença e a abundância de esférulas plásticas em 8 (oito) praias dos municípios de Imbituba e Laguna, Santa Catarina, identificando-as quanto à cor, peso.

Objetivos específicosRealizar coleta de esférulas plásticas nas praias dos municípios de Imbituba

e Laguna, Santa Catarina; Avaliar a presença e abundância de esférulas plásticas em 8 (oito) praias

do litoral sul de Santa Catarina, localizadas nos municípios de Imbituba e Laguna;

Identificar a cor, peso das esférulas plásticas , nas areas de estudo; Gerar dados para incentivar futuros estudos e programas de

monitoramento das esférulas plásticas em todo o litoral de Santa Catarina. 

MetodologiaAmostragem foi realizada nos meses de Março,Abril e Maio nas regiões da

antepraia das praias do litoral de Imbituba e Laguna - Santa Catarina, Localizadas

na região sul :

Praia do mar grosso / Laguna

Praia do Gi / Laguna

Praia do Sol / Laguna

Praia de Itapirubá Norte / Imbituba

Praia de Itapirubá Sul / Imbituba

Praia da Vila / Imbituba

Praia do Porto (Aguada) / Imbituba

Praia da Ribanceira / Imbituba

A definição das praias supracitadas deu-se pela

verificação prévia de relativa concentração das esférulas

plásticas nos locais de estudo. Foi estabelecida uma

malha amostral de 50 metros, perpendicular à linha da

água, a partir da última maré mais alta e a região inicial

das dunas embrionárias. Por 100 metros, paralelos à

linha da água, em cada praia, definida por GPS.

Em cada malha amostral foram coletadas 8 amostras , com um

quadrante de PVC de 1m2, em cada praia pesquisada . Os locais das

coletas foram escolhidos aleatoriamente dentro do espaço de cem

metros, segundo método de Wetzel (1995) adaptado de

IOC/FAO/UNEP (1989).

Figura - Amostras de 1m2

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Figura - Malha amostral

Fonte: Elaboração do autor, 2012.

Figura – esférulas em dunas embrionárias

Fonte: Elaboração do autor, 2012

REVISÃO BIBLIOGRAFICA

Foram lidos artigos e trabalhos sobre o tema:

Esférulas Plásticas

Lixo marinho

resíduos sólidos

Poluição Marinha por esférulas

Plástico

Áreas costeiras

Resultado e discussão Os resultados obtidos foram analisados de forma a facilitar a visualização dos padrões existentes para cada área de estudo. Para tanto os dados estão dispostos em tabelas.

A praia do Gi foi a praia que apresentou a maior concentração de esférulas plásticas na soma total de itens, com a média de 81,25 itens/m e 7,72 g no total geral de itens.Uma vez que a praia localiza-se na parte central da area de estudo longe do porto de Imbituba e dos molhes de Laguna, eu acredito que a alta concentração das esférulas plásticas se deve as correntes e mares.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 13 107 120

2 11 52 63

3 9 82 91

4 9 70 79

5 10 78 88

6 6 51 57

7 8 68 76

8 6 70 76

Total 72 578 650

Tabela 1 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia do Gi

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia do Gi em Laguna-SC, 2012.

Praia do Gi

PRAIA DE ITAPIRUBÁ SUL

A praia de Itapirubá sul foi a praia com a segunda maior concentração de esférulas plásticas na soma total de itens, com a média de 58,75 itens/m e 3,61 g no total geral de itens.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 22 119 141

2 15 18 33

3 6 15 21

4 4 20 24

5 19 9 28

6 4 10 14

7 34 115 149

8 10 50 60

Total 114 356 470

Tabela 2 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia de Itapirubá Sul

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia de Itapirubá Sul em Laguna-SC, 2012.

PRAIA DO PORTO (AGUADA)A Praia do porto foi a praia com a terceira maior concentração de esférulas plásticas na soma total de itens, com a média de 36,62 itens/m e 6,14 g no total geral de itens. Apresentou maior quantidade de itens da cor branca, ou seja, as esférulas plásticas virgens, o que pode estar relacionado com o porto de Imbituba.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 37 2 39

2 32 0 32

3 31 1 32

4 28 4 32

5 49 2 51

6 36 3 39

7 41 1 42

8 25 1 26

Total 279 14 293Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia do Porto em Imbituba-SC, 2012.

Tabela 3 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia do Porto

PRAIA DO MAR GROSSO A praia do Mar Grosso foi a praia que apresentou a quarta maior concentração de

esférulas plásticas na soma total de itens, com média de 32,62 itens/m e 4,22 g no total geral de itens, sendo a segunda a apresentar o maior número de esférulas plásticas brancas, portanto, não apresenta porto em sua localidade, assim se pode deduzir que a presença das esférulas plásticas se deve ao aporte marinho e continental.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 33 3 36

2 29 0 29

3 76 3 79

4 65 5 70

5 10 2 12

6 2 10 12

7 5 5 10

8 9 4 13

Total 229 32 261

Tabela 4 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia do Mar Grosso

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia do Mar Grosso em Laguna-SC, 2012.

PRAIA DO SOL A Praia do Sol foi a praia com a quinta maior concentração de esférulas

plásticas na soma total de itens, com a média de 27,25 itens/m e 2,93 g no total geral de itens.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 2 32 34

2 8 29 37

3 6 14 20

4 8 23 31

5 5 21 26

6 5 9 14

7 9 9 18

8 5 33 38

Total 48 170 218

Tabela 5 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia do Sol

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia do Sol em Laguna-SC, 2012.

PRAIA DA VILA A Praia da Vila foi a praia com a sexta maior concentração de esférulas

plásticas na soma total de itens, com a média de 15,87 itens/m e 2,44 g no total geral de itens. A praia da Vila, pela sua localização ao lado do porto, deveria ter apresentado uma concentração igual ou maior do que a praia do Porto, o que não ocorreu. Isto se deve acredito eu à grande atividade turística da praia, práticas esportivas e que, devido ao pisoteio, pode ter soterrado as esférulas plásticas no sedimento, camuflando-as.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 9 0 9

2 8 2 10

3 10 8 18

4 8 6 14

5 11 10 21

6 10 15 25

7 9 8 17

8 6 7 13

Total 71 56 127

Tabela 6 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia da Vila

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia da Vila em Imbituba-SC, 2012.

PRAIA DE ITAPIRUBÁ NORTE

A Praia de Itapirubá Norte foi a praia com a sétima maior concentração de esférulas plásticas na soma total de itens, com a média de 10,37 itens/m e 1,76 g no total geral de itens.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 9 3 12

2 10 4 14

3 5 6 11

4 2 1 3

5 8 6 14

6 2 1 3

7 7 0 7

8 15 4 19

Total 58 25 83

Tabela 7 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia de Itapirubá Norte

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia de Itapirubá Norte em Imbituba-SC, 2012.

PRAIA DA RIBANCEIRA A Praia da Ribanceira foi a praia com a oitava maior concentração de

esférulas plásticas na soma total de itens, com a média de 8,12 itens/m e 2,43 g no total geral de itens.

Amostra Quantidade de esférulas brancas Quantidade de esférulas coloridas Total

1 10 0 10

2 9 2 11

3 8 3 11

4 16 4 20

5 2 0 2

6 1 3 4

7 4 0 4

8 3 0 3

Total 53 12 65

Tabela 8 - Abundância e classificação de esférulas plásticas na Praia da Ribanceira

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos na Praia da Ribanceira em Imbituba-SC, 2012.

Esferúlas Plásticas “ Plastic Pellets” nas Praias de Imbituba e Laguna - Santa Catarina

  Grosso Gi Sol Norte Sul Vila Porto Riba

Brancas 229 72 48 58 114 71 279 53

Coloridas 32 578 170 25 356 56 14 12

Total 261 650 218 83 470 127 293 65

Peso total 4.2264g 7.7256g 2.9354g 1.7613g 3.6158g 2.4440g 6.1438g 2.4387g

Tabela 9 - Resultado geral da análise quantitativa esférulas plásticas brancas, coloridas e massa total

Fonte: Dados obtidos pelo pesquisador Jean Carlos Rodrigues dos Santos em praias de Imbituba-SC e Laguna-SC, 2012.

A tabela 9, abaixo apresenta os resultados da abundância das esférulas plásticas nas Praias de Imbituba e Laguna, considerando a massa total e a coloração das esférulas encontradas, constatando-se que a Praia com a maior abundância em massa de esférulas plásticas foi a Praia do Gi com 7.72g e aquela que apresentou menor abundância em massa foi a Praia de Itapirubá do Norte com 1.76g.

CONCLUSÃO

Conclui-se, como mostrado nos resultados, que em todas as praias

pesquisadas foi encontrada a presença das esférulas plásticas, principalmente na

praia do Gi e praia de Itapirubá Sul, que são praias com grandes atividades

turísticas, onde há maior nível de adensamento humano.

Embora as praias estudadas tenham apresentado concentrações

menores de esférulas plásticas em comparação a outros lugares – como em

Santos/SP e no Rio Grande/RS – as mesmas se mostraram contaminadas com

este material, em função das atividades portuária e industrial.

CONCLUSÃO É importante se destacar que as esférulas plásticas se enquadram na

categoria “plástica”, isto é, possuem um alto tempo de resistência no ambiente seja marinho ou continental e que, juntamente com os fragmentos plásticos, permanecem por um longo tempo no ambiente, causam danos à vida marinha e animais costeiros devido à ingestão dos mesmos.

Faz-se necessário incentivar estudos mais detalhados sobre a origem, dispersão no meio marinho e monitoramento deste material no ambiente bem como seu efeito real sobre a vida marinha e costeira.

Também é importante divulgar à comunidade, empresas e órgãos ambientais responsáveis sobre a realidade da contaminação do meio ambiente e da fauna pelas esférulas plásticas a fim de que se tomem medidas que busquem soluções para o problema.

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