Prof. Débora de Oliveira. Organismos criados a partir de uma divindade. Acreditava-se que os seres...

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Prof. Débora de Oliveira

Organismos criados a partir de uma divindade.

Acreditava-se que os seres vivos não se modificavam ao longo do tempo “fixismo”

São considerados fósseis qualquer indício da presença de organismos extintos que viveram em épocas remotas na Terra.

Em geral apenas as partes rígidas dos organismos se fossilizam – principalmente ossos, dentes, conchas e madeiras. Mas às vezes um organismo inteiro é preservado, o que pode ocorrer quando as criaturas ficam presas em resina de âmbar; ou então quando são enterradas em turfeiras, depósitos salinos, piche natural ou gelo. Entre as muitas descobertas fascinantes feitas em regiões árticas extremamente geladas como o norte canadense e a Sibéria, na Rússia, temos os restos perfeitamente preservados de mamutes e rinocerontes lanudos.

Permineralização: so acontece quando líquidos que contém sílica ou calcita sobem à superfície e substituem os componentes orgânicos originais da criatura ou planta que ali morreu. O processo leva o nome de substituição ou mineralização.

Molde: Quando o organismo fossilizado contém tecidos moles – carne e músculos, por exemplo -, o hidrogênio e o oxigênio que compunham essa estrutura em vida são liberados, deixando para trás apenas o carbono.

Este forma uma película negra na rocha que delineia o contorno do organismo original. Esse contorno chama-se molde, e os moldes de organismos muito delgados, como folhas, por exemplo, são chamados de impressões

Vestígios fósseis: Quando pegadas, rastros ou fezes fossilizadas (coprólitos) são assim prensados e preservados chamam-se vestígios fósseis.

Pegadas de Laetoli - Tanzânia

Âmbar fóssil

Em termos gerais, todo fóssil deve ter a mesma idade do estrato de rocha onde se encontra ou, pelo menos, deve ser mais jovem que a camada diretamente abaixo e mais velho que a camada diretamente acima dele. Existe, porém, um pequeno número de exceções, quando o estrato provém de alguma rocha mais velha e se depositou numa rocha mais nova através de processos de sedimentação ou metamorfose.

Fornecem a possibilidade de se conhecer organismos que viveram na Terra em tempos remotos, sob condições ambientais diferentes da atual.

Mostra que muitos destes organismos tem semelhanças com espécies recentes, o que fornece indícios de parentesco evolutivo.

São aqueles reduzidos em tamanho e geralmente sem função, que correspondem a órgãos maiores e funcionais em outros organismos.

São as que se assemelham simplesmente por exercerem a mesma função e não são compartilhadas por ancestrais comuns.

São fruto da evolução convergente (convergência evolutiva), que ocorre quando grupos não aparentados de seres vivos assemelham-se em função da adaptação a uma mesma condição ecológica.

São aquelas que se assemelham pois derivam de estruturas presentes em um mesmo grupo ancestral comum, refletindo portanto parentesco evolutivo.

As estruturas homólogas podem ou não desempenhar a mesma função.

Quando duas estruturas homólogas não desempenham a mesma função fala-se em divergência evolutiva.

A divergência evolutiva pode originar grande variedade de formas adaptativas que exploram de maneira diversificada os recursos ou habitat.

Diz-se que um organismo esta adaptado ao ambiente onde ele vive quando ele reúne características anatômicas, fisiológicas e comportamentais que lhe permitem estar em harmonia com as condições ecológicas onde vive.

Mimetismo

Camuflagem

Migração

Migração

Hibernação