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Penas e Gozos Terrenos Penas e Gozos Terrenos Silvinha Silvinha Marcelo Marcelo

Penas E Gozos Terrenos

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Penas e Gozos TerrenosPenas e Gozos Terrenos

Silvinha Silvinha MarceloMarcelo

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INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

Qual a finalidade do Qual a finalidade do sofrimento em nossa vida? sofrimento em nossa vida? Por que nos incomodamos Por que nos incomodamos tanto com os momentos tanto com os momentos infelizes? Por que uns infelizes? Por que uns nascem na opulência e nascem na opulência e outros na miséria? Por que o outros na miséria? Por que o meu vizinho tem carro, meu vizinho tem carro, apartamento, casa na praia, apartamento, casa na praia, e eu nada tenho? Estas são e eu nada tenho? Estas são algumas, das muitas algumas, das muitas questões, que podemos questões, que podemos estar formulando para estar formulando para introduzir o nosso introduzir o nosso pensamento neste tema, de pensamento neste tema, de grande valor moral para a grande valor moral para a nossa alma enfermiça.nossa alma enfermiça.

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CONCEITOSCONCEITOS

PenaPena do grego  do grego poinépoiné pelo  pelo latim latim poenapoena  significa castigo,   significa castigo, punição, sofrimento, punição, sofrimento, padecimento, aflição.padecimento, aflição.

Em CriminologiaEm Criminologia, , a pena é o a pena é o castigo infligido ao castigo infligido ao delinqüente como retribuição delinqüente como retribuição da infração que comete. Tem da infração que comete. Tem o tríplice aspecto de o tríplice aspecto de repressão, correção e repressão, correção e prevenção. Assim, de acordo prevenção. Assim, de acordo com o Direito Penal Brasileiro, com o Direito Penal Brasileiro, a a penapena é punição imposta pelo  é punição imposta pelo Estado ao delinqüente ou Estado ao delinqüente ou contraventor, em processo contraventor, em processo judicial de instrução judicial de instrução contraditória, por causa de contraditória, por causa de crime ou contravenção que crime ou contravenção que tenham cometido, com o fim tenham cometido, com o fim de exemplá-los e evitar a de exemplá-los e evitar a prática de novas infrações.prática de novas infrações.

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Em TeologiaEm Teologia, a , a penapena está  está relacionada ao “pecado”, que traz relacionada ao “pecado”, que traz consigo o “castigo”. Em geral, consigo o “castigo”. Em geral, entende-se por pena devida ao entende-se por pena devida ao pecado um mal físico imposto por pecado um mal físico imposto por Deus devido à culpa. Ensina a Deus devido à culpa. Ensina a Teologia tradicional que o fim da Teologia tradicional que o fim da pena está em que a bondade do pena está em que a bondade do universo pervertida e frustrada por universo pervertida e frustrada por culpa do homem, seja novamente culpa do homem, seja novamente restabelecida – nisso resplandece a restabelecida – nisso resplandece a justiça de Deus e a bondade da justiça de Deus e a bondade da ordem moral. (Enciclopédia Luso-ordem moral. (Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura).Brasileira de Cultura).

GozarGozar ter, desfrutar, possuir coisa  ter, desfrutar, possuir coisa agradável ou útil. Levar uma vida agradável ou útil. Levar uma vida de prazeres. Gozo ato ou efeito de de prazeres. Gozo ato ou efeito de gozar; satisfação intelectual, moral gozar; satisfação intelectual, moral ou física; prazer, contentamento, ou física; prazer, contentamento, alegria; uso ou posse de alguma alegria; uso ou posse de alguma coisa que dá satisfação.coisa que dá satisfação.

TerrenoTerreno relativo a Terra, terrestre.  relativo a Terra, terrestre. 

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PAR DE TERMOSPAR DE TERMOS

O nosso pensamento O nosso pensamento funciona de modo funciona de modo dicotômico: sim-não, certo-dicotômico: sim-não, certo-errado, justo-injusto, bem-errado, justo-injusto, bem-mal, saúde-doença, guerra mal, saúde-doença, guerra paz etc. Geralmente, a paz etc. Geralmente, a palavra que vem primeiro palavra que vem primeiro assume papel relevante. assume papel relevante. Por exemplo, no par Por exemplo, no par guerra-paz, a palavra guerra-paz, a palavra guerra é mais forte do que guerra é mais forte do que a paz, visto que o esforço a paz, visto que o esforço dos governos está em dos governos está em buscar essa paz. buscar essa paz. 

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Em se tratando do tema em Em se tratando do tema em questão, ou seja, das questão, ou seja, das penas penas e gozos terrenose gozos terrenos, podemos , podemos começar refletindo sobre o começar refletindo sobre o par par prazer-dorprazer-dor. De antemão, . De antemão, podemos dizer que um não podemos dizer que um não se transforma no outro, mas se transforma no outro, mas cada qual atualiza ou cada qual atualiza ou virtualiza o outro. Como virtualiza o outro. Como explicar? A virtualização de explicar? A virtualização de uma dor aumenta o grau de uma dor aumenta o grau de intensidade de prazer. Por intensidade de prazer. Por isso, sentimos prazer isso, sentimos prazer quando deixamos de sentir quando deixamos de sentir a dor. E vice-versa. Não há a dor. E vice-versa. Não há privação de dor nem de privação de dor nem de prazer, mas apenas prazer, mas apenas atualizações intensivas ou atualizações intensivas ou extensivas. (Santos, 1965)extensivas. (Santos, 1965)

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O QUE É FELICIDADE?O QUE É FELICIDADE?

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Sentir prazer é ser feliz? O Sentir prazer é ser feliz? O que é a felicidade? que é a felicidade? Podemos ser felizes no Podemos ser felizes no meio de pessoas que não meio de pessoas que não têm o necessário para o têm o necessário para o sustento físico?sustento físico?

Felicidade: saciedade das Felicidade: saciedade das necessidades materiais e a necessidades materiais e a consciência trânquila.consciência trânquila.

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O que é FELICIDADEO que é FELICIDADENas línguas ocidentais, a Nas línguas ocidentais, a palavra “felicidade” tem a palavra “felicidade” tem a ver com a palavra “sorte”. ver com a palavra “sorte”. Na cultura antiga, a Na cultura antiga, a felicidade não era algo que felicidade não era algo que você esperava da vida, você esperava da vida, porque o mundo era porque o mundo era incerto. Então, se você incerto. Então, se você estava feliz, tinha sorte. estava feliz, tinha sorte. Mas isso mudou com Mas isso mudou com Sócrates. Ele dizia: Sócrates. Ele dizia: sabemos que todos sabemos que todos querem a felicidade, então querem a felicidade, então a questão é como a questão é como consegui-la”, explica o consegui-la”, explica o professor Darrin McMahon. professor Darrin McMahon.

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O homem pode gozar na Terra O homem pode gozar na Terra uma felicidade completa?uma felicidade completa?

Não, pois a vida lhe foi Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou dada como prova ou expiação, mas dele expiação, mas dele depende aliviar os depende aliviar os seus males e ser tão seus males e ser tão feliz quando se pode feliz quando se pode ser na Terra.ser na Terra.

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Por que o homem é artífice de Por que o homem é artífice de sua própria infelicidade?sua própria infelicidade?

Porque se ele Porque se ele praticasse Lei de praticasse Lei de Deus, ou seja, a lei Deus, ou seja, a lei de justiça, amor e de justiça, amor e caridade poderia caridade poderia poupar muitos poupar muitos males e gozar de males e gozar de uma felicidade tão uma felicidade tão grande quanto o grande quanto o comporta a sua comporta a sua existência num existência num plano grosseiro.plano grosseiro.

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Kardec nos diz:Kardec nos diz: O homem bem compenetrado do seu O homem bem compenetrado do seu

destino futuro não vê na existência destino futuro não vê na existência corpórea mais do que uma rápida corpórea mais do que uma rápida passagem. É como uma parada passagem. É como uma parada momentânea numa hospedaria momentânea numa hospedaria precária. Ele se consola facilmente precária. Ele se consola facilmente de alguns aborrecimentos de alguns aborrecimentos passageiros, numa viagem que deve passageiros, numa viagem que deve conduzi-lo a uma situação tanto conduzi-lo a uma situação tanto melhor quanto mais atenciosamente melhor quanto mais atenciosamente tenha feito os seus preparativos tenha feito os seus preparativos para ela.para ela.

Somos punidos nesta vida pelas Somos punidos nesta vida pelas infrações que cometemos às leis da infrações que cometemos às leis da existência corpórea, pelos próprios existência corpórea, pelos próprios males decorrentes dessas infrações males decorrentes dessas infrações e pelos nossos próprios excessos. Se e pelos nossos próprios excessos. Se remontarmos pouco a pouco à remontarmos pouco a pouco à origem do que chamamos origem do que chamamos infelicidades terrenas, veremos a infelicidades terrenas, veremos a estas, na sua maioria, como a estas, na sua maioria, como a conseqüência de um primeiro desvio conseqüência de um primeiro desvio do caminho certo. Em virtude desse do caminho certo. Em virtude desse desvio inicial entramos num mau desvio inicial entramos num mau caminho, e, de conseqüência em caminho, e, de conseqüência em conseqüência, caímos afinal na conseqüência, caímos afinal na desgraça.desgraça.

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Qual é a pessoa mais Qual é a pessoa mais rica?rica?O mais rico é aquele que O mais rico é aquele que tem menos necessidades.tem menos necessidades.

Por que o justo é Por que o justo é infeliz?infeliz?Se o justo é infeliz é Se o justo é infeliz é porque passa por uma porque passa por uma prova que lhe será levada prova que lhe será levada em conta, desde que a em conta, desde que a souber suportar com souber suportar com coragem.coragem.

Por que as classes Por que as classes sofredoras são em sofredoras são em maior número?maior número?Porque o Planeta Terra é Porque o Planeta Terra é ainda de provas e ainda de provas e expiações. Quando o expiações. Quando o homem a tiver transformado homem a tiver transformado em morada do bem e dos em morada do bem e dos bons Espíritos, não mais bons Espíritos, não mais será infeliz neste mundo, será infeliz neste mundo, visto que todos procuraram visto que todos procuraram praticar a lei do amor e da praticar a lei do amor e da fraternidade. Ninguém fraternidade. Ninguém sentira mais ciúme e inveja sentira mais ciúme e inveja e todos se ajudarão e todos se ajudarão reciprocamente. reciprocamente. 

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Existem males que não dependem da maneira de Existem males que não dependem da maneira de agir e que ferem o homem mais justo. Não há agir e que ferem o homem mais justo. Não há

algum meio de se preservar deles?algum meio de se preservar deles?

O atingido deve O atingido deve resignar-se e resignar-se e sofrer sofrer sem queixassem queixas, se , se deseja progredir. deseja progredir. Entretanto, encontra Entretanto, encontra sempre uma consolação sempre uma consolação na sua própria na sua própria consciência, que lhe dá consciência, que lhe dá a esperança de um a esperança de um futuro melhor quando futuro melhor quando ele faz o necessário ele faz o necessário para obtê-lo.para obtê-lo.

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Kardec, nos diz:Kardec, nos diz:Invejais os prazeres dos que Invejais os prazeres dos que vos parecem os felizes do vos parecem os felizes do mundo. Mas sabeis, por acaso, mundo. Mas sabeis, por acaso, o que lhes está reservado? Se o que lhes está reservado? Se não gozam senão para si não gozam senão para si mesmos, são egoístas e terão mesmos, são egoístas e terão de sofrer o reverso. Lamentai-de sofrer o reverso. Lamentai-os, antes de invejá-los. Deus os, antes de invejá-los. Deus às vezes permite que o mau às vezes permite que o mau prospere, mas essa felicidade prospere, mas essa felicidade não é para se invejar, porque não é para se invejar, porque a pagará com lágrimas a pagará com lágrimas amargas. Se o justo é infeliz é amargas. Se o justo é infeliz é porque passa por uma prova porque passa por uma prova que lhe será levada em conta, que lhe será levada em conta, desde que a saiba suportar desde que a saiba suportar com coragem. Lembrai-vos com coragem. Lembrai-vos das palavras de Jesus: "Bem-das palavras de Jesus: "Bem-aventurados os que sofrem aventurados os que sofrem porque serão consolados".porque serão consolados".

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Kardec...Kardec... Inveja e ciúme! Felizes os que Inveja e ciúme! Felizes os que

não conhecem esses dois não conhecem esses dois vermes vorazes. Com a inveja vermes vorazes. Com a inveja e o ciúme não há calma, não e o ciúme não há calma, não há repouso possível. Para há repouso possível. Para aquele que sofre desses aquele que sofre desses males, os objetos da sua males, os objetos da sua cobiça, do seu ódio e do seu cobiça, do seu ódio e do seu despeito se erguem diante despeito se erguem diante dele como fantasmas que não dele como fantasmas que não o deixam em paz e o o deixam em paz e o perseguem até no sono. O perseguem até no sono. O invejoso e o ciumento vivem invejoso e o ciumento vivem num estado de febre contínua. num estado de febre contínua. É essa uma situação É essa uma situação desejável? Não compreendeis desejável? Não compreendeis que, com essas paixões, o que, com essas paixões, o homem cria para si mesmo homem cria para si mesmo suplícios voluntários e que a suplícios voluntários e que a Terra se transforma para ele Terra se transforma para ele num verdadeiro inferno?num verdadeiro inferno?

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FONTES DE FONTES DE INFELICIDADEINFELICIDADE

PERDA DE ENTES QUERIDOSPERDA DE ENTES QUERIDOS

Se a terra é uma prisão que serve Se a terra é uma prisão que serve a alma para purgar os seus a alma para purgar os seus débitos, expiar o seu passado, o débitos, expiar o seu passado, o Espírito que vai primeiro liberta-se Espírito que vai primeiro liberta-se desse aguilhão? Por que querê-lo desse aguilhão? Por que querê-lo ao nosso lado? Porque privá-lo de ao nosso lado? Porque privá-lo de sua felicidade no mundo sua felicidade no mundo espiritual, para sofrer mais tempo espiritual, para sofrer mais tempo aqui conosco. Quem foi liberta-se aqui conosco. Quem foi liberta-se do Planeta e das suas provações.do Planeta e das suas provações.

Se suportarmos com coragem, se Se suportarmos com coragem, se soubermos impor silêncio às soubermos impor silêncio às nossas lamentações, haveremos nossas lamentações, haveremos de nos felicitar quando estivermos de nos felicitar quando estivermos fora desta prisão terrestre, como fora desta prisão terrestre, como o paciente que sofre se felicita ao o paciente que sofre se felicita ao se ver curado, por haver se ver curado, por haver suportado com resignação um suportado com resignação um tratamento doloroso.tratamento doloroso.

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FONTES DE FONTES DE INFELICIDADEINFELICIDADE

DECEPÇÕES E DECEPÇÕES E INGRATIDÕESINGRATIDÕESQuando estivermos envoltos Quando estivermos envoltos com esse tipo de com esse tipo de sofrimento, lembremo-nos sofrimento, lembremo-nos de que a ingratidão é filha de que a ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde encontrará mais tarde corações insensíveis como corações insensíveis como ele próprio o foi. A ele próprio o foi. A ingratidão é uma prova para ingratidão é uma prova para a persistência em fazer o a persistência em fazer o bem.  Na contrabalança do bem.  Na contrabalança do sofrimento existe a afeição sofrimento existe a afeição daqueles que nos amam, a daqueles que nos amam, a de encontrar corações que de encontrar corações que simpatizam com o nosso. simpatizam com o nosso. Essa ventura é recusada ao Essa ventura é recusada ao egoísta.egoísta.

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FONTES DE FONTES DE INFELICIDADEINFELICIDADE

UNIÕES ANTIPÁTICASUNIÕES ANTIPÁTICASDiz respeito às afeições do Diz respeito às afeições do corpo e da alma. Podemos vê-corpo e da alma. Podemos vê-la como uma prova, uma la como uma prova, uma punição. Nesse mister, punição. Nesse mister, lembremo-nos de que o lembremo-nos de que o Espírito é quem ama, e não o Espírito é quem ama, e não o corpo, e que, dissipada a corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a ilusão material, o Espírito vê a realidade.  É importante, para realidade.  É importante, para o nosso próprio bem, o nosso próprio bem, evitarmos o preconceito, que evitarmos o preconceito, que é um conceito criado é um conceito criado antecipadamente, antecipadamente, principalmente no principalmente no relacionamento humano. relacionamento humano. Quantos não são as amizades Quantos não são as amizades duradouras, que se iniciaram duradouras, que se iniciaram com uma antipatia? com uma antipatia? 

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FONTES DE FONTES DE INFELICIDADEINFELICIDADE

PREOCUPAÇÃO COM A MORTEPREOCUPAÇÃO COM A MORTE

Por que tememos a morte?Por que tememos a morte?Por nossa ignorância acerca do Por nossa ignorância acerca do desconhecido e por idéias desconhecido e por idéias errôneas acerca do Céu, do errôneas acerca do Céu, do Inferno e Paraíso, sendo mais Inferno e Paraíso, sendo mais certo de que se vai para ao certo de que se vai para ao Inferno. Aqueles que pensam por Inferno. Aqueles que pensam por si mesmos, fogem dessas idéias si mesmos, fogem dessas idéias dogmáticas, e acabam tornando-dogmáticas, e acabam tornando-se ateus e materialistas, não se ateus e materialistas, não acreditando em mais nada além acreditando em mais nada além dessa vida terrena.dessa vida terrena.

A morte, pelo contrário, não A morte, pelo contrário, não inspira nenhum temor ao justo, inspira nenhum temor ao justo, porque a porque a féfé lhe dá a certeza do  lhe dá a certeza do futuro, afuturo, aesperançaesperança lhe acena  lhe acena com uma vida melhor e com uma vida melhor e a a caridadecaridade cuja lei praticou, lhe  cuja lei praticou, lhe dá a segurança de não temer os dá a segurança de não temer os que lá estão.que lá estão.

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FONTES DE FONTES DE INFELICIDADEINFELICIDADE

SUICÍDIOSUICÍDIODe onde vem o desgosto De onde vem o desgosto pela vida? Efeito da pela vida? Efeito da ociosidade, da falta de fé e ociosidade, da falta de fé e geralmente da sociedade. geralmente da sociedade. É contrário à Lei de Deus, É contrário à Lei de Deus, pois ninguém tem o direito pois ninguém tem o direito de dispor da própria vida. de dispor da própria vida. É o único ato que obsta o É o único ato que obsta o nosso livre arbítrio. nosso livre arbítrio. Convém, para bem pensar Convém, para bem pensar sobre este assunto, sobre este assunto, ponderar sobre os ponderar sobre os atenuantes e os atenuantes e os agravantes desse ato agravantes desse ato humano.humano.

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CONCLUSÃOCONCLUSÃO

Uma reflexão, depois de Uma reflexão, depois de analisarmos as diversas analisarmos as diversas formas de infelicidade, nos formas de infelicidade, nos remete a ver com outros remete a ver com outros olhos aquilo que é motivo olhos aquilo que é motivo de nosso sofrimento. Como de nosso sofrimento. Como o acaso não existe, a o acaso não existe, a coragem de suportar a coragem de suportar a nossa sina faz-nos nossa sina faz-nos penetrar mais penetrar mais profundamente nas profundamente nas verdades eternas, que são verdades eternas, que são as leis de Deus inscritas as leis de Deus inscritas em nossa consciência.em nossa consciência.

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Até a próxima!!Até a próxima!!

“A fatalidade do Espírito é ser

Feliz, quando e como chegaremos

Lá, depende de cada um de nós”

Joanna D’angelis

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