A GAZETA Economia. - ijsn.es.gov.br .Fazenda, o balanço apre-senta a receita orçamentá-riarealizada(odinheiroque page 1
A GAZETA Economia. - ijsn.es.gov.br .Fazenda, o balanço apre-senta a receita orçamentá-riarealizada(odinheiroque page 2
A GAZETA Economia. - ijsn.es.gov.br .Fazenda, o balanço apre-senta a receita orçamentá-riarealizada(odinheiroque page 3

A GAZETA Economia. - ijsn.es.gov.br .Fazenda, o balanço apre-senta a receita orçamentá-riarealizada(odinheiroque

  • View
    212

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of A GAZETA Economia. - ijsn.es.gov.br .Fazenda, o balanço apre-senta a receita...

16A GAZETA SEXTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2013

EDITORA:

ELAINE SILVAecferreira@redegazeta.com.br

Tel.: 3321.8327agazeta.com.br/dinheiro

gazetadinheiro

Economia. Carro devecontinuar comIPI reduzidoPg. 22ONDE EST O DINHEIRO?ESTADO S INVESTIU 25%DO PREVISTO AT AGORAEnquanto isso, obras de estradas e hospitais se arrastam

ABDO FILHOafilho@redegazeta.com.br

O ano j entrou em sua retafinal, eogovernodoEstadoter de apertar o ritmo casoqueira cumprir o prometi-do: investimento de R$1,954 bilho em 2013. At31 de agosto, s R$ 507,2milhes, ou 25,9% do pre-visto, tinham sado do pa-pel. Ou seja, a mquina p-blica estadual ter de fazerem quatro meses quase queotriplo(R$1,446bilho)doque fez em oito.

OsnmerosestonoRe-sultado do Tesouro Esta-dual de agosto. DivulgadopelaSecretariadeEstadodaFazenda, o balano apre-senta a receita orament-riarealizada(odinheiroqueentrou de fato no caixa) emcontrapartida despesa or-amentria total liquidada(quando est tudo certo, sfalta pagar), consolidadoportodosospoderesetodasas fontes de recursos.

Opoucomaisdemeiobi-lhoinvestidoatagostosu-pera os R$ 441,61 milhesrealizadosnomesmopero-dodoanopassado,mas ficaabaixo dos R$ 512,37 mi-lhes de 2011. Em 2012, oEstado havia previsto R$1,654 bilho em investi-mentos,massentregouR$1,164 bilho, 70,3% do es-timado.Em2011,a realiza-o ficou em 70,38%.

O documento especificaa execuo oramentriacom recursos prprios, deR$8,56bilhes.Destemon-tante,ooramentoautorizaR$ 781,063 milhes(9,12%) para investimen-tos. At 31 de agosto, R$

253,43milhestinhamsidoliquidados, 32,4% do auto-rizado para o ano, o menorpercentual entre os gruposde despesa.

OBRAS NO ANDAMO grupo pessoal e encar-

gos liquidou R$ 3,51 bi-lhes,65,8%doprevistoato final do ano. A dvida p-blica j consumiu metadedo autorizado pelo ora-mento, R$ 320,23 milhes.As outras despesas corren-testmumpercentualliqui-dadode53,7%,batendoemR$ 1,86 bilho.

Enquanto a burocraciano consegue fazer o di-nheiro sair dos cofres, asobras arrastam-se e encare-cem.ARodoviaLeste-Oeste(VilaVelha-Viana)comeouaserconstrudaemnovem-brode2007eeraparatersi-do entregue em 2008, mas,atagora,nada.Anovadata dezembro de 2014.

O Cais das Artes, em Vi-tria,comeouasererguidoem abril de 2010 e era parater ficado pronto no segun-do semestre de 2011. A no-va previso novembro de2014. Originalmente o es-pao deveria custar R$ 134milhes, mas beirar R$180 milhes.

O Klber Andrade, com-pradodoRioBrancoporR$6,8 milhes, teve as obrasiniciadasem2010edeveriaser inaugurado este ano. Anova arena, hoje com exe-cuo de 60%, passou portrocadeempreiteiraesse-r entregue em fevereiro de2014. O oramento, deR$ 100 milhes, ficou maiscaro em R$ 8,8 milhes.

GASTO PBLICO

Documento:AG18CAEO016;Pgina:1;Formato:(274.11 x 381.00 mm);Chapa:Composto;Data:17 de Oct de 2013 21:10:34

ECONOMIA17SEXTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2013 A GAZETA

GASTO PBLICO

Governo garante R$ 2 bilhesFazenda promete queinvestimentos serointensos nestes 4ltimos meses do ano

O secretrio de Estadoda Fazenda, Maurcio Du-que,garantiuqueogover-no entregar os investi-mentos prometidos parao ano e considerou nor-mal o desempenho deexecues em 2013. His-toricamente, os ltimosquatro meses so os maisfortes. Confirmo que en-tregaremos os R$ 2 bi-lhes at o final do ano,no temos a menor dvi-da disso. Se no chovertanto nos ltimos meses,podemos at ultrapassaressa meta.

Duque explica que essemontante de R$ 507,28milhes no pode ser ana-lisado isoladamente. Te-mos de incluir os investi-mentos da Cesan (empre-sa de economia mista),que deve fechar 2013 cominvestimentos da ordemde R$ 500 milhes, os re-

passes para Assembleia eJudicirio, e as inversesfinanceiras (compras debens mveis e imveis, efinanciamentos).

Entre janeiro e agosto

desteano,foramR$855,94milhes em inverses fi-nanceiras. Tirando os cercade R$ 350 milhes do Fun-dap(75%dofundovaiparao financiamento das em-

presas),soR$505milhesde inverses financeiras.No est na linha dos in-vestimentos, mas tambmprecisam ser considerados.Estoacomprasdemqui-

nas e as desapropriaes.Tambm entram nesta

conta os recursos que o go-verno manda aos munic-pios. Em novembro, seroR$ 200 milhes fundo a

fundo para as prefeiturasrealizarem obras de formamais rpida, argumentou.

NO PAPELOsecretrio reconheceu,

porm,quepartedoquees-tnooramento,desteedosprximosanos,nosairdopapel.Segundoele, trata-sede uma engenharia finan-ceira montada para viabili-zar a captao de recursosjunto ao Banco Nacional deDesenvolvimento Econ-mico e Social (BNDES).

Temos mais de R$ 4 bi-lhes captados no BNDESnos mais diversos projetos.O problema que a legisla-o impede que a captaosupere os 16,5% da receitacorrente lquida, ou seja,no podemos captar tudoao mesmo tempo. Por isso,estamos dividindo essesmontantes ao longo dosanos.Temcoisaqueestnooramento, mas ou no vaisair ou sair em parte. uma engenharia montadapara viabilizar a vinda dosrecursos, frisou Duque.

BERNARDO COUTINHO - 07/08/2013

Obra da Rodovia Leste-Oeste, que comeou em 2007, deveria ter sido entregue em 2008: nova previso 2014

Documento:AG18CAEO017;Pgina:1;Formato:(274.11 x 381.00 mm);Chapa:Composto;Data:17 de Oct de 2013 22:18:57

18 ECONOMIAA GAZETA SEXTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2013

GUERRA FISCAL

Estado reverte perda doFundap na reforma do ICMSAcordo no Confazavanou, mas faltamadeso de trs Estadose aval da Fazenda

RONDINELLI TOMAZELLIrtomazelli@redegazeta.com.br

O Esprito Santo e outrosEstados fecharam acordocom o Ministrio da Fazen-daparareduzirasalquotasde ICMS geral, tendo comocondicionantes as compen-saes financeirasdaUnioaos Estados e a convalida-o de incentivos fiscaisameaados de extino.

EmreuniodoConselhoNacional de Poltica Fazen-dria (Confaz) ontem, ape-nas Gois, Cear e SantaCatarina no aderiam aoacordo alegando prejuzos.Engavetada por falta deconsenso no Senado emabril, essa nova fase da re-forma tributria do gover-no federal reduz alquotasde produtos industriais eagroindustriais num prazodetransioat2028.Esta-dosquehojepraticam12%,como o Esprito Santo, pas-sam para 7%; os que reco-lhem 7% encolhem a 4%.

Segundo o secretrio es-tadual da Fazenda, Maur-cio Duque, uma das princi-pais vitrias foi garantir acompensao pelas perdasda reduo do ICMS de im-portadosem4%.AoasfixiaroFundap,essaresoluodoSenado tirouesteanocercade R$ 800 milhes dos co-fres do Tesouro estadual edas prefeituras capixabas.

A reduo das alquotasest muito bem encami-nhada e h garantias de re-por perdas. Dentro do con-texto geral, est de bom ta-manho para o Esprito San-to, porque no h grandesganhadores nem grandesperdedores, frisa Duque.

Osfundosdecompensa-o (FC) e de desenvolvi-mento regional (FDR) so-mamR$130bilhesaosEs-tados prejudicados. Seroat R$ 8 bilhes por ano sdo fundo de compensao,valor dividido entre os Es-tados e com chance de sercumulativo.OFCservirdeauxlio financeiro para re-por tambm perdas de ar-recadaonocomrcioele-trnico,oque,segundoDu-que, renderia R$ 200 mi-lhes por ano ao Estado.

Num prximo encontroainda no marcado, os se-cretriosdeFazendadevemreceber uma resposta finaldogovernofederaledosEs-tados descontentes. Outroimpasse est na limitaode recursos da Unio paracobrir as perdas dos Esta-dos. Os governadores que-remelevaraR$296bilheso valor do FDR a ser apro-vados pelo Congresso, maso ministro Guido Manteganocedeuaopleito,eagorareavaliar as negociaes.

GABRIEL LORDLLO - 24/11/2012

A reduo dasalquotas estencaminhada eh garantias derepor perdas.No contextogeral, est bompara o EspritoSanto. No hgrandesganhadores ouperdedoresMAURCIO DUQUESECRETRIO DAFAZENDA DO ESTADO

Ministrioadmitecrise fiscal

Presidente do Confaz nacondiodesecretrio-exe-cutivo do Ministrio da Fa-zenda, Dyogo de Oliveiraadmitiu abertamente difi-culdades oramentriaspara negar o incrementenos fundos de compensa-es. As condies fiscaisdo Brasil pioraram muitoeste ano e devem piorarainda mais, disse ele, se-gundo relato de dois secre-trios de Fazenda.

De todo modo, as dis-cusses do ICMS estomenos radicalizadas. Pu-xando o bloco dos maispujantesjuntoaMinasGe-rais e Rio de Janeiro, SoPaulo aceita a convalida-odos incentivoseat re-duziuasexignciasname-sa: para no perder nasoperaes com o resto dopas, quer apenas a redu-o do ICMS em 4% ou7%. No relatrio final en-gavetado no Senado emabril,asalquotasgeraisfi-caram em 4%, 7% e at13%, perdendo apoio dogoverno federal.

A surpresa ficou porconta de Santa Catarina.Dono de uma cadeia co-mercial de sunos e aves, oEstado sulino s ontemps o p na porta, voltan-do atrs no apoio redu-o para 7% sobre produ-tos agroindustriais. A al-quota do gs ficou indefi-nida por presso do sena-dor Delcdio Amaral(PT-MS): o gs boliviano importado pela fronteirado Mato Grosso do Sul.

O QUE EST EM JOGO

Guerra fiscalt Atrao de empresas

Hoje, Estados do Sul e doSudeste (exceto EspritoSanto) praticam 7% nasoperaes com ICM(Imposto sobrecirculao demercadorias, e servioscomo energia), mas aalquota dos produtossados do Esprito Santoe dos Estados dasdemais regies de12%, diferencial adotadopara atrair setoresprodutivos, mas acusadode gerar uma guerrafiscal entre Estados.

Reforma tributriat Assunto ressuscitou

Para reduzir essa briga, ogoverno federalequalizou o ICMimportao em 4%,prejudicandoprincipalmente o EspritoSanto. E depois iniciou areforma do ICMS geral,

mas a primeira tentativafracassou no Senado,ante a resistncia dosEstados e de emendasque desfiguraram oprojeto original. Ogoverno retomou asconversas no Confaz.

Mudanast ES cai para 7%

O acordo encaminhadoontem no Confaz reduz asalquotas de 12% para 7%(caso do Esprito Santo) ede 7% para 4%. E cairde 12% para 10% aalquota da (acusada deprivilgio) zona Franca deManaus, exceto parap