ABRIL/2012 - BOLETIM MENSAL - RCLAVRAS

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ANO ROTÁRIO 2011/2012 Av. Dra. Dâmina, nº 28 – 37200-000 – Lavras – MG – Brasil E-mail: rotaryclubdelavras@gmail.com - Tel. (35)9844-9636 Clube Registrado no RI sob o nº 8223 ANO ROTÁRIO 2011/2012 – LAVRAS(MG), ABRIL/2012 ÓRGÃO INFORMATIVO MENSAL DO ROTARY CLUB DE LAVRAS – DISTRITO 4560 Detalhes da ‘foto da capa’ na última página BOLETIM MENSAL ‘ROTARY LAVRAS’ – ABRIL – ANO ROTÁRIO 2011/12 2 BOLETIM MENSAL ‘ROTARY LAVRAS’ – ABRIL – ANO ROTÁRIO 2011/12

Text of ABRIL/2012 - BOLETIM MENSAL - RCLAVRAS

  • ABRIL ANO ROTRIO 2011/2012

    Reunies s

    segundas-feiras

    19h30

    Av. Dra. Dmina, n 28 37200-000 Lavras MG Brasil

    E-mail: rotaryclubdelavras@gmail.com - Tel. (35)9844-9636

    Clube Registrado no RI sob o n 8223

    Detalhes da foto da capa na ltima pgina

    ANO ROTRIO 2011/2012 LAVRAS(MG), ABRIL/2012 RGO INFORMATIVO MENSAL DO ROTARY CLUB DE LAVRAS DISTRITO 4560

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    muito triste, deprimente, desagradvel, quando chegamos concluso de que estamos assistindo a um cotidiano tenebroso, antitico, inescrupuloso,

    asqueroso e desumano. O Brasil que tudo tem para ser uma nao de o-portunidades arria-se a ser uma nao de oportunistas. Diuturnamente abrimos os jornais e neles esto estampados: fraudes, con-chavos, malversao, superfaturamentos, propinas, conluios, esquemas... o to-ma l, da c explcito aos nossos olhos. Denncias no faltam, apuraes quase no faltam... Punies, ah as punies!!! Depois de anos a fio, embates jurdicos interminveis, protelaes insanas previstas pela prpria lei. Depois de recursos, agravos, reexames, eis que surge a maioria das sentenas sem julgamento de mri-

    to, determinando o arquivamento do feito em face da prescrio do delito. Trocan-do em midos: o crime realmente compensa!!! Nas pginas amarelas da revista Veja, edio 2263, l-se a fatdica entrevista do ltimo dos moicanos um homem chamado Pedro Simon que descrito pelo entrevistador Paulo Celso Pereira, assim foi relatado: um retrato acabado do des-nimo com a classe poltica e com o fisiologismo que governa a relao entre o Poder

    Executivo e o Congresso. Nas programaes das TVs, assistimos algum negociar negociatas na rea da sade pblica e dizer: a tica do mercado, entendeu?. J um outro revela aos telespectadores atnitos que j lecionou regras do mau-caratismo aos prprios filhos, parece que a predizer que a malversao estar as-segurada para as prximas geraes. Nesta segunda-feira, dia 2 de abril, presenciamos uma esplndida preleo do professor Dieikson Carvalho no Rotary Club de Lavras. To esplndida quanto

    estarrecedora! Convidado a falar sobre o tema (Fraternidade e Sade Pblica) e o lema (Que a sade se difunda sobre a terra!) da Campanha da Fraternidade/2012, o palestrante chegou ao cerne do problema: a CORRUPO. ela que faz com que a nao de oportunidades, seja realmente e ainda uma nao de oportu-nistas. ela que enrica alguns milhares e maltrata, achaca, aniquila, mata al-guns milhes de brasileiros. Os dados so estarrecedores: somos o 2 pas do mundo em ndices de corrupo, somente perdemos para a Nigria. Em mdia 40%

    dos recursos pblicos no Brasil no chegam ao seu destino final, ficam pelo cami-nho abastecendo malas, bolsos, bolsas, cuecas e meias daqueles milhares de enri-cados, que so capazes at mesmo de se juntar numa rodinha e pronunciar uma orao ao Criador, agradecendo pelo desvio bem-sucedido. Um estudo patrocinado pela FIESP concluiu que anualmente mais de R$69 bilhes so desviados dos co-fres pblicos, o que daria como disse Dieikson em sua palestra para financiar todas as obras previstas para a Copa do Mundo, os Jogos Olmpicos e ainda sobra-ria para as necessidades bsicas e prementes da populao. O pior de tudo: 70%

    desta sangria so provenientes de dois setores de suma importncia para o pas. So recursos da educao e da sade. Por conta disso, ela - a sade, continua to

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    vulnervel, no h remdios suficientes, no h leitos disponveis, no h profis-sionais motivados, enfim, no h como difundir a sade entre as comunidades e, podemos dizer, no h como difundir a sade da educao e a sade da seguran-a pblica. Apesar de termos um dos melhores sistemas de sade do mundo (no papel), ele no funciona... Por qu? Certamente por conta daqueles milhares de enricados. Voltando s pginas amarelas da revista Veja, apesar do retrato abatido do entrevistado, este divisa uma luz no fim do tnel: a mobilizao popular. A voz do povo inclusive atravs das redes sociais. Foi por obra e graa dessa mobilizao

    que se conseguiu aprovar a Lei da Ficha Limpa. Ela foi aprovada, descreve Simon, porque o povo pressionou..., porque a gurizada estava l na porta. Rotary acima de qualquer coisa uma instituio apartidria, mas no pode de forma alguma ser uma organizao apoltica. Nossa poltica est mais que evidenciada em nosso lema universal: Dar de Si Antes de Pensar em Si, tra-ta-se da sintetizao da mais pura e autntica filosofia do servir. o servir ao prximo, o servir comunidade, o servir nao que o acolhe. O servio rot-rio tem que estar disposio do bem e este bem significa no se calar diante das situaes adversas ou conflitantes aos nossos cdigos de tica e conduta. o ser-vir atravs da Prova Qudrupla, atravs da Declarao Para Executivos e Profis-

    sionais Rotarianos. Cabe a todos ns rotarianos o compromisso de agir e esforar para que pessoas ao nosso redor ajam suportadas pelos princpios rotrios que nos norteiam. Dentre estes princpios est a nossa tica

    profissional, capaz de dizer um no bem grande e eloquente ao cancro da corrupo. Ns rotaria-nos, por nossas especificidades profissionais, es-tamos muitas vezes ligados a meios onde a corrup-o permeia, caminha, perambula. nosso com-promisso dar o exemplo, fazer a diferena, mostrar que somos parte de uma nao de oportunida-

    des e no parte de uma nao de oportunistas. bom dizer que o Rotary no Brasil est tam-bm preocupado com este verdadeiro cncer social, tanto que sua edio de abril que ainda no re-cebemos no clube traz como reportagem de capa

    a seguinte manchete: O GRANDE DESAFIO: A CORRUPO (imagem ao lado). Sem dvida alguma, mesmo sem saber o teor da matria, podemos dizer que a re-

    vista Brasil Rotrio marca um tento histrico ao abordar um assunto to im-portante quanto nevrlgico, mas que interessa de perto a todos os rotarianos e que pode ser o divisor entre as oportunidades que queremos e precisamos ter e o opor-tunismo que indesejamos e queremos ver extirpado do vocabulrio da vida pblica. Talvez seja a hora da mobilizao rotria, pacfica, ordeira e exemplar a dizer ao pas e a todos que nos rodeiam que o Brasil tem soluo: basta acabar com a CORRUPO!

    Podemos ser um dos vetores desta nova realidade. Somos 56,7 mil rotarianos brasileiros. Podemos nos unir a outros organismos que professam o bem comum e juntos formar uma corrente capaz de comear a transformar este pas. A mostrar que vivemos realmente numa nao de oportunidades.

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    E AGORA, O JANTAR jantar a refeio que ir fechar a alimentao do dia com chave de ou-ro. Ele ir fornecer os nutrientes que

    faltam para que eles sejam fornecidos na quantidade adequada. Dessa maneira, como todas as refeies do dia, o jantar no deve ser omitido. Essa refeio ir preparar o corpo para o perodo de sono. Por isso, o jantar de-ve fornecer energia e um volume alimentar adequado, evitando sobrecarregar o organis-mo e permitindo um sono tranquilo. Alimentos

    Muitos mitos cercam o que comer no jantar. Mas o mito campeo a afirmao de que no se deve comer carboidratos noite. importante lembrar que frutas e legumes so bons alimentos para essa refeio e eles tm como maior quantidade de nutrientes os carboidratos. Nas refeies principais, incluin-do o jantar, nenhum nutriente deve ser priori-zado. Carboidratos, protenas, gorduras, vita-minas e minerais devem ser fornecidos ade-quadamente. Alm disso, no o carboidrato no jantar que far com que haja o ganho de peso. O aumento de peso decorrncia de um excesso de calorias obtidas durante o dia,

    e no por causa do carboidrato consumido no perodo noturno. Opes de alimentos

    O maior cuidado que se deve ter ao fazer o jantar ajustar o volume da refeio com o horrio de se deitar. Por isso, deve-se fazer essa refeio, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama. Optar por ali-mentos menor quantidade de gorduras o ideal. Assim, frituras e molhos base de mai-onese e queijos devem ser evitados. Grelha-dos, verduras, legumes cozidos devem estar presentes no jantar. At o arroz com feijo pode ser consumidos, adequando a quantida-de aceitao de cada pessoa.

    SOLUES SIMPLES PARA

    FAZER EXERCCIOS EM CASA ue os exerccios fsicos fazem bem para a sade todo mundo j sabe. A questo por que as pessoas relutam

    tanto em iniciar ou manter um programa de atividade fsica? As desculpas naturalmente so as mais variadas, mas, em geral, a maio-ria gira em torno da falta de tempo. Apesar disso ser usado como desculpa, sabemos que, para muitos, uma realidade mais do que verdadeira. O cotidiano das grandes capi-tais revela que as pessoas esto cada vez mais atarefadas. Uma das solues para esse pblico "ocupado" adquirir o mnimo de equipamen-tos ou acessrios de ginstica. Assim, os atri-

    O

    Q

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    bulados podem fazer atividade fsica em casa e ter a flexibilidade em realiz-la em horrios alternativos. Para isso acontecer com eficin-cia preciso ter o mnimo de experincia com a prtica de exerccios fsicos, muita discipli-

    na, alm de estar atento preveno de ris-cos e tomar alguns cuidados. Seguem algu-mas sugestes:

    1. Para ajudar na moti-vao: tente marcar as atividades fsicas em dias e horrios que al-gum amigo ou parente possa estar junto de voc. Se no for poss-vel tente distrair seus pensamentos ouvindo uma boa msica; 2. Assegure-se de que est no caminho cer-to: as atividades, se-jam aerbicas ou mus-culares, tm que ir ao

    encontro dos objetivos e necessidades do praticante. Se for possvel conte com a orien-tao de um personal trainer; 3. Evite exerccios de alta complexidade: o