Aguas belas edi§£o 18

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Águas Belas está inserida no projeto Adutora do Agreste

Text of Aguas belas edi§£o 18

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    guas Belas, 27 de fevereiro de 2012 | Ano II | N 18 | Fundao: 31/08/2010 www.jornalcidadepe.com.br | jornalcidadepe@hotmail.com | (87) 9921-2133 R$1,00

    guas Belas est inserida no projeto Adutora do Agreste

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    Foto: Divulgao

    a companhia e demonstra o compromisso assumido pelo governador Eduardo Campos de resolver a questo da falta de gua em Pernambuco.

    O edital que ser publica-do em maro se refere pri-meira etapa do projeto, que foi dividido em trs lotes, e vai contemplar 12 munic-pios. O volume de investi-mentos dessa etapa de R$ 821 milhes. A previso iniciar as obras no segundo semestre de 2012, com prazo de concluso de dois anos a partir da assinatura da ordem de servio.

    histria da Compesa e um dos maiores sistemas inte-grados do mundo. A gua a ser transportada pela Adutora do Agreste ser proveniente do Ramal do Agreste, que uma derivao do Eixo Les-te do Projeto de Transposio do Rio So Francisco. Pelo volume de investimentos e alcance social do projeto, a adutora ser uma das mais importantes obras hdricas do Pas, prev Roberto Tavares.

    Ainda durante a apresen-tao do projeto, que reuniu mais de 100 pessoas, entre prefeitos, polticos, empres-rios e representantes da socie-dade, o presidente da Compe-sa lembrou que a Adutora do Agreste ser um marco para

    O edital para licitao da primeira etapa da Adutora do Agreste ser publicado at o dia 15 de maro. Essa foi a previso anunciada dia (23) pelo presidente da Compesa, Roberto Tavares, durante a audincia pblica para apre-sentao do empreendimento realizada, na sede da empre-sa, na Avenida Cruz Cabug. O evento uma exigncia da Lei 8666, que rege as licita-es, cujo artigo 39 prev que obras com investimento supe-rior a R$ 150 milhes sejam precedidas de escuta da socie-dade.

    Com investimentos pre-vistos de R$ 2 bilhes, a Adu-tora do Agreste ser o maior empreendimento hdrico da

    Flashes do nosso carnaval 2 Ceci Folia Moda na balada

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    02 guas Belas, 27 de fevereiro de 2012VARIEDADES

    EXPEDIENTE

    O Jornal Cidade tem tiragem de 2.000 exemplares. Toda matria assinada de extrema responsabilidade de seu autor. proibida a reproduo dos lay-outs e artes finais deste jornal.

    Jornal CIDADERua Cleto Campelo, s/n 1 andar Centro guas Belas/PEFone: (87) 9921-2133

    Site: www.jornalcidadepe.com.br

    E-mail: cidade@bluenet.com.br jornalcidadepe@hotmail.com

    Dir. Geral: Robson Ferreira (9921-2133)

    Dir. Financeira: Mnica Carrilho (8817-8120)

    Dir. Comercial: Mayara Carrilho (9163-2707)

    Dir. Marketing: Igor Kliver (9919-4873)

    Editora-Chefe: Rosngela Ferreira (9926-6991)

    Colaboradores: Gerson Lima Valquria Santos Joo Carlos Pereira Izaquiel Braz (Ti) Jadson Bezerra

    Consultor de Vendas: Jos Pereira (9633-1944)

    Diagramao e Arte: Timteo Brasil (8813-1325)

    Editorial O clamor da Caatinga

    A vegetao que cerca a cidade de guas Belas cheia de histrias e de diver-sidade considervel, so mui-tos pssaros, plantas, flores, fruteiras e muitas outras for-mas de vida que enriquecem a regio. Estamos falando da Caatinga, que apesar de estar sendo muito devastada, pos-sui beleza inegvel e contri-bui com a biodiversidade do Brasil.

    A Caatinga ocupa gran-de parte da Regio Nordeste e uma poro do Estado de Minas Gerais. A palavra Ca-atinga, na lngua indgena, significa mata branca. Se observarmos essa vegetao durante o perodo de seca (o maior perodo da regio) ob-servaremos que ela branca ou acinzentada, pois, as plan-tas perdem as folhas e muitas

    possuem a casca do tronco re-luzente ou clara.

    Essa regio abriga um conjunto de plantas, animais, micro-organismos e suas rela-es formam uma grande rea nica no Brasil e no planeta. Cada ser vivo da Caatinga tem grande importncia para o ecossistema, cada um com suas caractersticas particula-res preenche um lugar impor-tante no conjunto, formando a biodiversidade. Por exem-plo, na Caatinga as plantas floram em pocas diferentes, isso garante a alimentao das abelhas, outros insetos e animais silvestres em todo o ano (perodo seco ou chuvo-so), demonstrando a relao entre os seres e a necessidade da Caatinga ser preservada completamente (Livro: Ca-atinga rvores e arbustos e

    suas utilidades, 2004).Foi apenas um exemplo de

    muitos que existem sobre as relaes de vida na Caatinga. O homem sertanejo respei-ta o lugar onde vive e o tra-ta da melhor forma para que consiga cultivar na terra que Deus lhe deu. So muitos os exemplos de pessoas que vi-vem na Zona Rural e por mui-to tempo no vo cidade por ter todas as suas necessidades supridas pelos bens dados pela Caatinga.

    Apesar da grande contri-buio que a Caatinga tem nos dado, ela tem sido destru-da pelo prprio homem que com ela sobrevive. Por exem-plo, quem nunca ouviu falar na feira dos passarinhos? Quem nunca teve ou ouviu um pssaro cantar numa gaio-

    la na sua casa ou na casa do vizinho? Quem j comprou orqudeas e casca de aroeira que os mateiros trazem das serras para vender nas feiras? Quem j comeu pre, moc, paca ou codorna do mato? Imagina como isso contribuiu com a devastao da Caatin-ga! Hoje no contribui porque no existem esses animais e plantas... Tudo foi destrudo!

    Fica o alerta para cada um de ns! Preservar a Caatinga para que muitos como ns te-nham a mesma oportunidade de aproveitar essa graa que Deus nos concedeu. No pr-ximo ms continuaremos a nossa reflexo sobre o Cla-mor da Caatinga.

    Jadson BezerraBilogo e estudante

    de Mestrado da UFPEjadsondpb@yahoo.com.br

    Palma Selvagem

    Mandacaru

    Fotos: Jadson Bezerra

    O que era notcia em fevereiro de 2011Equipe do Flamengo do

    Garanhunzinho sagrava-se campe invicta da Copa Rural de Campo Grande

    Equipe campe de 2011

    Ol queridos leitores! Estarei com vocs a partir desta edio. Para mim motivo de grande alegria compartilhar com vocs os fatos e acontecimentos dessa querida cidade.

    Nesta edio do Jornal Cidade vocs iro rever os melho-res momentos do Carnaval 2012, considerado, pela popula-o, como o maior e melhor de todos os tempos. Festa, folia, muita folia. Foi assim os quatro dias de carnaval dos aguas-belenses. As ruas da cidade foram invadidas por folies que seguiam os cortejos dos tradicionais blocos carnavalescos da cidade. Uma festa tranqila sem nenhuma ocorrncia. Era s alegria e descontrao.

    Nesta edio voc vai ver tambm os principais flashes do glamoroso Baile Municipal da cidade. E mais, guas Be-las ser contemplada com a adutora do Agreste, alegria para a populao, alm de dicas de Moda, como se vestir bem nas baladas. Sobre Sade, saiba o que Ph e para que serve. O valor da Caatinga. E muito mais. Confiram.

    Conto com o apoio e a colaborao de todos vocs, que-ridos aguasbelenses.

    Um abrao. Boa leitura.

    Rosngela FerreiraNova Editora-Chefe do Jornal Cidade

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    03guas Belas, 27 de fevereiro de 2012 EDUCAO

    Instituto Educacional Santa Ceclia, rumo aos 25 anos, comemora carnaval em grande estilo

    O Instituto Educacional Santa Ceclia mostrou que tem frevo no p. Com o lema Vamos botar nosso Bloco na rua, fez bonito neste Carnaval, desfilando pelas ruas da cidade com o seu bloco Ceci Folia. A escola teve como objetivo, vivenciar um belo Projeto Cultural, valo-rizando esta festa popular.

    A culminncia desse projeto foi realizada dia 16 de fevereiro, saindo do prprio Instituto, pelas principais ruas da cidade.

    O Instituto Educacional Santa Ceclia, rumo aos seus 25 anos, sempre com compromisso e responsabilidade por uma educao de qualidade aos aguasbelenses.

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    04 guas Belas, 27 de fevereiro de 2012SADE

    Voc sabe o que esse tal de pH?

    Ser que existe balada saudvel?

    Imagens: DivulgaoApesar do nome potencial

    hidrogeninico, o pH nada mais do que o ndice que mostra se uma substncia cida, neutra ou bsica. Para isso, existe uma escala que vai de 0 a 14, sendo que o 7 corresponde s substncias neutras. Abaixo desse nme-ro encontram-se as concen-traes cidas e, acima, as alcalinas.

    De acordo com o Guia de condutas sobre a higiene n-tima feminina, lanado pela Federao Brasileira das As-sociaes de Ginecologia e Obstetrcia, o pH normal da pele, inclusive da regio n-tima, cido, e varia entre 4,0 e 5,5, dependendo da rea do corpo. Essa caracterstica funciona como uma capa protetora, que garante maior resistncia aos processos in-flamatrios, infecciosos ou alrgicos. E mesmo que a pessoa entre em contato com micro-organismos, eles rara-mente conseguem se desen-volver e causar algum dano,

    Regio ntima e desequi-lbrio

    Existem vrios fatores que podem desequilibrar o pH da regio ntima, como o con-tato com um pH diferente, a relao sexual ou a queda no sistema imunolgico. Quan-do isso acontece, aumentam

    os riscos de irritao, coceira, inchao, aumento de secreo e at infeces.

    J os sabonetes em bar-ra costumam ser alcalinos, e essa alcalinidade pode agre-dir a camada protetora da

    pele na regio genital. Da o Guia recomenda os sabone-tes lquidos, hipoalergnicos e que produzam pouca espu-ma, caso dos ntimos, a fim de limpar suavemente e garantir o equilbrio do seu pH.

    Fonte: Atmosfera Feminina

    Veja as dicas:Alimentao:Alimente-se bem antes

    de sair de casa. Se voc for danar, abuse dos alimentos energticos (carnes e massas) e dos lquidos.

    Roupa:A roupa no tem s que

    ser bonita, mas tambm con-fortvel. No use nada que aperte demais ou que prejudi-que a transpirao. Tambm d uma ateno toda especial ao conforto dos sapatos.

    Bebidas e cigarros:Todo