Catalogo VOL1

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Volume I

Fbrica de Mancais Curitiba Ltda

NDICEApresentao....................................4 Montagem das caixas........................5 Vedaes...........................................7 SNH.................................................9 Solicitando mancais SNH.................24 SN30...............................................41 F500................................................45 Acessrios.......................................51

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Copyright FCM 2013O contedo deste catlogo de propriedade da empresa FCM Fbrica de Mancais Curitiba Ltda., sendo proibida a reproduo parcial ou integral sem a autorizao expressa. Todo cuidado foi tomado para assegurar os dados contidos neste catlogo, porm no nos responsabilizamos por eventuais erros, omisses ou futuras alteraes. Publicao Catlogo n 20 Janeiro de 2013

FCM e SNH so marcas registradas da FCM - Fbrica de Mancais Curitiba Ltda. www.fcm.ind.br Produzido por:

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FCM - Fbrica de mancais Curitiba Ltda, fundada em 1 de agosto de 1991, surgiu da ciso da empresa FRM - Fbrica de Rolamentos e Mancais Ltda, a qual iniciou suas atividades no ano de 1980. Desde ento, atende ao mercado de mancais que alojam rolamentos autocompensadores de dupla carreira de rolos e esferas, buchas de fixao, porcas e arruelas. Os produtos com a marca FCM so usinados em seu prprio parque de tornos CNC, com a utilizao de 3 centros de usinagem CNC verticais e 3 horizontais utilizados para a confeco das caixas de rolamento de mdio e grande porte, o que garante um rgido controle do processo. A empresa conta com tcnicos qualificados no setor de engenharia e desenho, utilizando tecnologias em desenvolvimento de produtos, como os programas AutoCAD Mechanical, Autodesk Mechanical Desktop (modelagem de slidos) e Autodesk Inventor Professional (modelagem de slidos, anlises e simulaes). Estamos portanto capacitados a melhor atender os requisitos tcnicos necessrios s atuais exigncias do mercado. Com a implantao de nossa garantia da qualidade, estamos exigindo de nossos fornecedores certificados de materiais, sendo inclusive, nossos materiais fundidos marcados com nmero de corrida nas peas para garantir sua rastreabilidade. Em 2011, alm da certificao ISO9001, investimentos em novas tecnologias produtivas e softwares SAP promovero a continuidade do desenvolvimento empresarial responsvel e elevaro ainda mais a qualidade dos produtos e servios FCM.

A Diretoria

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Montagem das caixasAs caixas e os rolamentos so elementos de mquinas resistentes e tem uma longa vida de trabalho, se forem montadas de uma maneira correta. A utilizao de mtodos e ferramentas de montagem adequados, junto com cuidados de limpeza no local, so indispensveis para que se obtenha uma longa durao de vida para o conjunto. As caixas comportam montagens de rolamentos com furo cnico ou cilndrico (paralelo). Os rolamentos de furo cnico so montados diretamente sobre assentos cnicos nos eixos ou com buchas de montagem sobre eixos cilndricos. Uma boa fixao nestes casos ocorre por um deslocamento axial firme do anel interno sobre a bucha de fixao. possvel verificar esta fixao pela reduo da folga radial interna do rolamento, usando-se um calibrador de lminas. Na tabela ao lado, se obtm valores para a reduo de folga em rolamentos de dupla carreira de rolos.

Tabela 1 - Montagem de rolamentos autocompensadores de rolos com furo cnico

Dimetro do furo d acima de at e inclus.

Reduo da folga interna radial

Deslocamento axial s Conicidade 1:12 no dimetro Conicidade 1:30 no dimetro min. max.

Mnima folga residual admissvel depois da montagem para rolamentos com folga inicial

min.

max.

min.

max.

Normal

C3

C4

mm

24 30 40 50 65 80 100 120 140 160 180 200 225 250 280 315 355 400 450 500

30 40 50 65 80 100 120 140 160 180 200 225 250 280 315 355 400 450 500 560

0,015 0,020 0,020 0,025 0,025 0,030 0,030 0,040 0,040 0,050 0,045 0,060 0,050 0,070 0,065 0,090 0,075 0,100 0,080 0,110 0,090 0,130 0,100 0,140 0,110 0,150 0,120 0,170 0,130 0,190 0,150 0,210 0,170 0,230 0,200 0,260 0,210 0,280 0,240 0,320

0,3 0,35 0,4 0,45 0,6 0,7 0,75 1,1 1,2 1,3 1,4 1,6 1,7 1,9 2,0 2,4 2,6 3,1 3,3 3,7

0,35 0,4 0,45 0,6 0,75 0,9 1,1 1,4 1,6 1,7 2,0 2,2 2,4 2,7 3,0 3,3 3,6 4,0 4,4 5,0

1,7 1,9 2,7 3,0 3,2 3,5 4,0 4,2 4,7 5,0 6,0 6,5 7,7 8,2 9,2

2,2 2,7 3,5 4,0 4,2 5,0 5,5 6,0 6,7 7,5 8,2 9,0 10 11 12,5

0,015 0,015 0,020 0,025 0,025 0,035 0,050 0,055 0,055 0,060 0,070 0,080 0,090 0,100 0,110 0,120 0,130 0,130 0,160 0,170

0,020 0,025 0,030 0,035 0,040 0,050 0,065 0,080 0,090 0,100 0,100 0,120 0,130 0,140 0,150 0,170 0,190 0,200 0,230 0,250

0,035 0,040 0,050 0,055 0,070 0,080 0,100 0,110 0,130 0,150 0,160 0,180 0,200 0,220 0,240 0,260 0,290 0,310 0,350 0,360

1. Vlido somente para eixos macios de ao. Deslocamentos axiais maiores so necessrios para eixos ocos, dependendo da espessura da parede. 2. necessrio verificar a folga residual em casos onde a folga interna radial est na metade inferior da faixa de tolerncia, onde podem produzir-se, em funcionamento, grandes diferenas de temperatura entre os anis de rolamento. A folga residual no deve ser menor que os valores mnimos dados acima.

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Para a montagem de rolamentos autocompensadores de esferas suficiente verificar a reduo de folga durante a montagem, girando e desalinhando o anel externo. O anel externo deve ser facilmente girado, mas deve apresentar uma pequena resistncia quanto ao desalinhamento. Na tabela ao lado, tem se valores de referncia para o ngulo de aperto e o deslocamento axial s na montagem de rolamentos autocompensadores de esfera com furo cnico. importante salientar que antes da montagem do rolamento com furo cnico, a rosca e a face da porca que ter contato com o rolamento devem ser lubrificadas com pasta de bissulfeto de molibdnio ou outro lubrificante similar e o dimetro externo da bucha deve ser levemente coberto com leo. O rolamento ento empurrado sobre a bucha rosqueando-se a porca. Depois de reduzida a folga do rolamento conforme explicado nos pargrafos anteriores deve ser retirada a porca colocando-se a arruela de trava. Coloca-se novamente a porca, apertando e travando com uma das linguetas da arruela de trava. Deve ser verificada novamente a folga do rolamento. Os rolamentos com furo cilndrico so montados com ajuste interferente entre o anel interno do rolamento e o eixo e devem ser seguidas todas as recomendaes de montagem do fabricante do rolamento que est sendo montado.

Tabela 2 - Montagem de rolamentos autocompensadores de esferas com furo cnico

S

Dimetro do furo do rolamento d

ngulo de aperto a

Deslocamento axial s Srie do rolamento 12 K 13 K 22 K

23 K

Folga residual mdia aps a montagem de rolamentos com folga inicial Normal C3

mm

graus

mm

mm 0,23 0,23 0,23 0,30 0,30 0,34 0,34 0,41 0,41 0,41 0,47 0,47 0,60 0,60 0,60 0,60 0,70 0,22 0,22 0,30 0,30 0,31 0,31 0,39 0,39 0,39 0,43 0,43 0,54 0,54 0,54 0,54 0,66 0,66 0,23 0,23 0,30 0,30 0,33 0,33 0,40 0,40 0,40 0,46 0,46 0,59 0,59 0,59 0,59 0,69 10 10 10 10 10 10 15 15 15 15 20 20 20 20 20 20 25 25 25 20 20 20 20 20 25 25 30 30 30 40 40 40 40 40 40 55 55 55

20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 75 80 85 90 95 100 105 110 120

70 70 70 70 70 70 70 90 90 90 120 120 120 120 120 120 120 120 160

0,22 0,22 0,22 0,30 0,30 0,31 0,31 0,40 0,40 0,40 0,45 0,45 0,58 0,58 0,58 0,58 0,67 0,67 0,67

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VedaesVedao TAVedador constitudo de um anel de borracha nitrlica em formato V e, dependendo do seu arranjo, de uma arruela tratada contra oxidao e vulcanizada nas bordas. A arruela inserida na canaleta da boca e o anel V trabalha com os lbios finos atritando lateralmente contra a arruela ou contra a lateral do mancal. No h desgaste do eixo, pois no existe frico da borracha com o eixo e o seu acabamento no necessita de tantos cuidados como o uso de retentores comuns. Suporta temperaturas de trabalho de at 100C e velocidades perifricas de at 12m/s, sendo que a partir de 7m/s deve fixar-se axialmente o vedador com um anel de apoio. Admite desalinhamento de eixo at 1,5 para dimetros at 50mm e de 1 para dimetros maiores. Vedao indicada para lubrificao tanto a leo como a graxa. Para lubrificao a leo deve-se acrescentar um anel adicional V no lado interno da arruela.

Vedao TA

Vedao TC

Vedao TCVedador constitudo de tiras de feltro que se aloja na canaleta da boca da caixa. Vedao padro nas caixas F500 e SNH. Os vedadores de feltro suportam temperaturas entre -40 a 100C, velocidades perifricas de at 4m/s e desalinhamento do eixo de aproximadamente 0,5.

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Vedao TG

Vedao TGO vedador consiste em uma gaxeta de lbio duplo, fornecida em duas metades de um anel. Fabricada em borracha nitrlica, indicada para lubrificao a graxa, suportando temperaturas de at 100C e velocidades perifricas de at 8m/s. Deve-se preencher com graxa, o espao entre os dois lbios de vedao antes da montagem. Admite desalinhamento do eixo de aproximadamente 1.

Retentor tipo GSRetentor GS

Este retentor de perfil flexvel do tipo GS tem como principal propriedade facilitar a sada do excesso de graxa da caixa evitando assim a entrada de contaminantes. Alm de causar menos desgaste no eixo se comparado com o retentor de mola. Indicado para vedao a graxa ou leo. Vedao para as caixas SNH, somente acima do tamanho 518.

Retentor tipo ZRetentor Z

Este um vedador simples e eficiente. Sua principal propriedade facilitar a sada do excesso de graxa da caixa evitando assim a entrada de contaminantes. Alm de causar menos desgaste no eixo se comparado com o retentor de mola. Indicado para vedao a graxa ou leo. Vedao para as caixas SNH, somente acima do tamanho 518