DATO Diret³rio Acadmico de Terapia Ocupacional DATO Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Educa§£o F­sica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional

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  • Diretrio Acadmico de Terapia Ocupacional DATO Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Educao Fsica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional Seminrio: Representaes Polticas na Terapia Ocupacional: E eu com isso?Anna Laura de AlmeidaBethnia J. AbranchesIsabel C. RezendeIzabela LopesLaila Dias Souza Marina Rezende(Centro Acadmico de Fisioterapia e Terapia Ocupacional CAFITO)

  • (DATO CAFITO)

  • PolticaMITO: Poltica estritamente relacionado a questo eleitoral.

    Poltica para alm do voto. Relaes sociais so poltica. Poltica tambm como participao em espaos de discusses e tomada de decises. Interesse de no informar a populao e restringir sua participao somente ao espao e perodo de votao. E o interesse de reduzir o entendimento de poltica ao voto consciente.

    O DATO acredita que: Os indivduos necessitam se entender como sujeitos histricos e polticos; Faz-se necessrio potencializar os espaos de participao e organizao.

  • Poltica

    J o conceito trabalhado por Arendt est explicito a presena de uma sociedade para que a politica ocorra uma vez que, segundo a autora, 'A poltica baseia-se no fato da pluralidade dos homens. () algo como uma necessidade imperiosa para a vida humana e, na verdade, tanto para a vida do indivduo maior para a sociedade '.

    A politica no est desvinculada do exerccio de poder e suas consequncias. Aqueles que se envolvem na representao de grupos sociais ( grupos estudantis e a prpria famlia, por exemplo) transformam os interesses dos indivduos que compem esses grupos em objetivos que so postos em prtica a partir do dialogo entre todos os integrantes.

  • Poltica

    O que afirmado por Bertrand Russerll (filsofo britnico) politica o 'conjunto dos meios que permite alcanar os fins desejados'.

    Nenhum homem pode assumir sua humanidade fora de uma estrutura social, ainda que mnima. E nenhuma estrutura social pode existir sem alguma forma de processo poltico. (Joo Ubaldo Ribeiro,2009)

  • OrganizarMITO: Se cada um fizer sua parte, mudaremos o mundo.

    Organizar-se promove que o sujeito se identifique como coletivo; implica em pensar questes que ultrapassem o individual. Quando organizados, os sujeitos conseguem se articular com maior nmero de pessoas e coletivos (e estes entre si,ampliando o debate) e, assim, disputar mais espaos e conquistas de direitos. Conquistas da populao organizada na Universidade Federal de Minas Gerais: Graminha do ICB; Ampliao do bandejo; Curso de Sade Mental promovido pelo Espao Sade;Fora dela, enquanto profissionais da Sade e populao:SUS;

  • Terapia Ocupacional A Terapia Ocupacional uma profisso que habilita pessoas a se engajarem nos papis, tarefas e atividades que tm significado para as mesmas no seu dia a dia e que definem suas vidas (TROMBLY,1992).

    O terapeuta ocupacional aquele que facilita o engajamento em ocupaes para dar suporte participao do indivduo no contexto ou os contextos (AOTA apud REZENDE, 2005).

  • Terapia OcupacionalO propsito da Terapia Ocupacional desenvolver a capacidade dos pacientes para viver dignamente de acordo com seus desejos e necessidades e em relao as demandas da sociedade. O significado pelo qual o Terapeuta Ocupacional pode realizar esse propsito por que envolve o desenvolvimento das capacidades ativas do paciente e atravs de terapia ocupacional previne que essas capacidades se deteriorem e, em casos pertinentes, as compensa de maneira que os pacientes possam desempenhar suas atividades dirias. (...)

  • Terapia Ocupacional(...) O propsito da Terapia Ocupacional e o significado descrito para realiz-lo est baseado nos seguintes supostos com respeito a natureza, sade e atividade das pessoas, e por onde representa o aspecto humano da terapia ocupacional:

    - As pessoas so de natureza ativa e capazes de desenvolver-se. - A experincia e o conhecimento das pessoas sobre o mundo que as rodeia pressupe atividade. - O desenvolvimento das pessoas depende da atividade e da ao. - As pessoas so essencialmente autnomas. - As pessoas so essencialmente sociais, participam em atividades e interagem com outros. - As pessoas podem influir em sua sade por meio da atividade e da ao. - A sade das pessoas requer equilbrio entre atividade e descanso (Associao Sueca de Terapeutas Ocupacionais. Outubro, 1994).

  • Terapia OcupacionalA Terapia Ocupacional visualizada, a nvel disciplinar, como a profisso que qualifica as atividades dos sujeitos no seu cotidiano. Mas, perceptvel que a Terapia Ocupacional ultrapassa esse conceito hoje.

    Segundo Caniglia (2008), a Terapia Ocupacional, '() independente de rea de atuao, instituio ou faixa etria atendida, a profisso tem sido colocada tendo como premissa filosfica a concepo humanizadora, adaptativa e qualitativa do desempenho do indivduo em seus afazeres dirios, possibilitando o exerccio do fazer humano saudvel. O Terapeuta Ocupacional presta consultoria, gerencia e administra a vida prxica do indivduo, ou seja, aquelas atividades desempenhadas por ele em sua rotina de vida, visando qualific-las'.

  • Terapia OcupacionalEntendemos Terapia Ocupacional como...O grupo DATO percebe que na Terapia Ocupacional necessrio buscar a transdicisplinaridade para que a ao do profissional no se reduza a aplicao de tcnicas e que o indivduo que usufrui do servio de um terapeuta ocupacional seja visto como um ser social e poltico.

    'H a necessidade de emancipao cultural do prprio terapeuta ocupacional para que sua clnica pertena contemporaneidade, e nesse sentido auxilie seu paciente nela conviver' (CASTRO, 2000).

  • Relao entre TO e polticaA TO trabalha a autonomia do indivduo; O objeto de interveno da profisso - a ocupao humana - envolve vrios aspectos, sendo um deles a poltica; Os desafios, as condies de trabalho e a quantidade de vagas disponveis para o TO tambm esto relacionados a questes polticas; A Terapia Ocupacional visa trabalhar como o sujeito por inteiro, por esta questo no deve deixar de lado que o individuo tambm um ser poltico(CIF).

  • Papel da Universidade Produo da Universidade:

    Ensino, Pesquisa e Extenso como os pilares da educao. Qual a importncia real de cada pilar? As pesquisas nas Universidades, de uma maneira geral, por serem financiadas pela iniciativa privada, atendem os interesses desta. Construo do conhecimento interferindo, diretamente, na vida das pessoas. Formao de trabalhadores: Pessoas que assumem espao de liderana e gerenciais com peso diferenciado dos tcnicos.

  • Papel da UniversidadePerfil das pessoas que entram na Universidade:

    Somente uma pequena parcela da populao tem acesso a Universidade, sendo a maioria destas pessoas das classes mdia e alta. O que produzido pela universidade, por vezes, no contempla a realidade da maior parte da populao. Os currculos e as atividades oferecidas pela Universidade, de uma maneira geral, no proporcionam ao estudante momentos de reflexo.

  • Papel da UniversidadeQuestionamentos: A universidade incentiva a comunidade acadmica de participar de espaos coletivos de discusso e decises? Temos acesso a debates?

    O que ns queremos de fato...

    Acesso ao ensino;Ensino de pblico de qualidade e realmente gratuito, laico, socialmente referenciado; Educao no opressora, no bancria (Paulo Freire);Paridade nos rgos de deciso (Conselho Universitrio, Congregaes, Assemblias Departamentais, dentre outros).

  • Estudantes e mobilizaes Qual a importncia de se organizar dentro da universidade?

    Ao se pensar o sujeito organizado, seres sociais, entende-se que necessrio articular aes e debates para a defesa do que queremos e consideramos que a Universidade deveria ser:

    O direito livre a educao, por isto devemos lutar para que haja um aumento de vagas e da qualidade de ensino;Questes estruturais dentro das Unidades (Xerox, cantina, sala de informtica, data show, dentre outros...);

  • Estudantes e mobilizaes

    Qual a importncia de se organizar dentro da universidade?

    Representao estudantil: espao para que os estudantes tambm possam aprender o exerccio da poltica j que esto em um espao de regras, de discusses, de questionamento e, principalmente, na construo de sua autonomia a universidade.

    Formao acadmica, pessoal e poltica em espaos coletivos de discusses e mobilizao com atuao dos estudantes, onde compartilha-se idias e trocas que constroem conhecimento alm das paredes das salas e dos livros.

  • DATO Um pouquinho da nossa histria...

    O Centro Acadmico de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (ou C.A. Suzana Mendes) era o rgo de representao dos Estudantes de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG por mais de 20 anos.

    Nos ltimos anos, devido a uma necessidade observada por parte de um grupo de estudantes, que consideravam mais legtimo e fortalecedor, tentou-se separar o CAFITO em duas outras entidades: O DATO e o DAFISIO, vislumbrando deliberar mais de perto e acessar mais os estudantes de cada curso especificamente.

    Judicialmente, esta separao ainda no se concretizou devido ao processo de separao e legitimao ser burocrtico e exigir conhecimentos e assessoria jurdica, alm de mobilizao massiva dos estudantes.

  • Relacionado Sade Mental: Ms da Loucura Rodas de discusso preparativas para o 18 de maio na EEFFTO. Participao no dia da Luta Antimanicomial 18 de Maio; Articulao de parcerias com o Movimento da Luta Antimanicomial ASSUSAM e Frum Mineiro de Sade Mental; Curso de Sade Mental Espao Sade.Nosso histrico foi pautado na SM devido s parcerias e contatos, mas existe o interesse de articular com as diveras reas, apesar de no conhecermos contatos, efetivos, para tal.

    Desde tentativa de separao o que o DATO constri:

  • Desde tentativa de separao o que o DATO constri: 18 de ma