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EDIÇÃO ONLINE 849 11 10 13

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    Ano XVII - 849| Trs Passos, sexta-feira, 11 de outubro de 2013 R$ 3,00

    Sindicato Rural mobilizaas mulheres

    Pgina 4Autoestima, sindicalizao, sade e violncia foram temas do Encontro Regional de Mulheres

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    Diretores: Adelar Breitenbach e Jernimo BreitenbachJornalistas responsveis: Clvis Machado e Carlos Roberto GrnEditor: Carlos Roberto GrnRedao: Carlos Roberto Grn e Andr Giovane de CastroDiagramao/Arte fnal: Marco Aurlio Debesaitis

    Impresso Correio do PovoOs conceitos e opinies assinadas so de responsabilidade do colunista.

    ASSINATURA:

    Anual:......................R$ 120,00Semestral:.................R$ 80,00Correio (anual):........R$ 200,00Correio (semestral):...R$ 100,00

    Filiado AdjoriAssociao dos

    Jornais doInterior do RioGrande do Sul

    Fundado em 19 de abril 1997

    Fone/Fax: (55) [email protected]

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    Adelar Breitenbach & Cia Ltda.

    o Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01

    Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Trs Passos/RS

    Periodiciade: Semanal

    GERAL

    Atos e FatosJornal

    Sexta-feira, 11 de outubro de 2013

    DISSEONRIO DE ACORDO COM ALLNANNY XONGAS!

    Final

    Caador indivduo que procura sentir dor.Clice ordem para ficar calado.Canguru lder espiritual dos cachorros.Catlogo ato de apanhar as coisas rapidamente.Cerveja o sonho de toda revista.Cleptomanaco mania por Eric Clapton.Compulso qualquer animal com pulso grande.Coordenada que no tem cor nenhuma.Caminho estrada muito grande.Democracia sistema de governo do inferno.Depresso espcie de panela angustiante.Destilado aquilo que est do lado de c.Detergente ato de prender indivduos suspeitos.Determina prender uma moa.Determine prender a namorada de Mickey Mouse.Diabetes as danarinas do diabo.Karma expresso mineira para evitar o pnico.Locadora uma mulher maluca de nome Dora.

    Edifcio antnimo de fcil.Eficincia estudo das propriedades da letra F.Esfera animal feroz que foi amansado.Estouro bovino que sofreu operao de mudana de sexo.Evento constatao de que realmente vento, e no furaco.Extico algo que deixou de ser tico e passou a ser olfativoou auditivo.Expedidor mendigo que mudou de classe social.Fluxograma direo em que cresce o capim.Fornecedor empresrio dedicado ao ramo de atender osmasoquistas.Genitlia rgo reprodutor dos italianos.Halognio forma de cumprimentar as pessoas muitointeligentes.Homossexual sabo utilizado para lavar as partes ntimas.Leilo Leila com mais de dois metros de altura.Zoolgico reunio de animais racionais.

    &&&

    Pois ! Manuel Joaquim procura uma foto sua paraenviar famlia em Portugal. Como no achou, foi at o banhei-ro para pentear o cabelo e sair para tirar uma foto. Ao chegar noespelho percebeu sua imagem refletida e pensou: Vou enviareste espelho que tem a minha imagem e pronto, nem precisogastar dinheiro com foto.

    Quando o embrulho chegou em Portugal, seu pai foilogo abrindo, curioso para ver a foto do filho. Quando deparoucom o espelho, gritou para a Maria:

    __ Maria, venha c correndo. Veja como nosso filhoenvelheceu, at parece um velho de 70 anos e est com umacara de pinguo.

    Maria ao olhar por cima do ombro de Manoel, disse:__ Tambm pudera! Com essa velha feia com cara de

    prostituta ao seu lado, s podia mesmo virar um pinguo!!&&&

    Um abrao para o meu amigo Honorino Libardoni.

    Banho de Chopp e a Regra de Ouro...tado com amigos em um barzinho, conversvamos tran-ente enquanto aguardvamos nossos pratos. O movimen-intenso e as garonetes buscavam atender a todos como...epente um barulho de bandeja caindo ao cho, um grito e

    lado nas minhas costas...m querer, dois garons se encontraram durante o atendimen-ximo minha mesa, e um copo cheio de chopp virou sobrecasaco...cebendo o nervosismo da garonete, procurei acalma-la

    udo bem, no foi nada- faleie desculpe, por favor, me desculpe. Isso nunca aconteceu,culpe- ela falou aflitaalma, est tudo bem- falei de novote momento o chopp atravessou meu casaco e chegou atcostas...

    re o casaco querido - disse Elis com voz suave...o casaco e percebi que as outras mesas nos olhavam.

    e um burburinho no bar. Procurei disfarar. Ento a garo-o de novo:sr. Me desculpe mesmo. No sei como isso foi ocorrerei para ela e disse:o final da noite conversaremos...uiu a noite. Tranquila. Cheguei a concluso que eu estavantado, pois havia um transito de pessoas nas minhas costas.ve certeza que estava mal sentado quando duas pessoasssaram por trs da minha mesa chutaram, sem querer, acadeira. Eu estava no que chamamos de passagem. Trateieposicionar...inal da noite, quando o bar j estava fechando olhei a gar-triste, cabisbaixa. Ela no conseguia me olhar. Ento fui atsse: cinco anos eu estava em um almoo e estvamos rece-um poltico de longe para conversar. Ele tinha uma assesso-j estava sentada enquanto nos acomodvamos. Me vireiom meu brao em um copo e virei um suco em cima da

    que escorreu at ela. A mulher, brava, comeou a me xingar.oisas que no gostei de ouvir. No nos conhecamos e elaacvel comigo. Senti-me muito mal. Tentei me desculpar,

    o adiantou. Senti-me realmente muito mal. Hoje a noite, eume colocando no lugar daquela mulher, que foi molhada comeu tenho duas opes: tratar voc como ela me tratou ou

    er voc. Optei por te entender, pois tambm j vivi isso. Fiquea que est tudo resolvido. Nada na vida por acaso e hoje

    o o que vivi a alguns anos atrs. Ficaremos amigos agora !oa me olhou no olhos, agradecida. Ns dois sabamos ao de errar, sem inteno, e temer uma repreenso.inal a abracei e agradeci pelo atendimento. Meu dever esta-prido. A regra de ouro acabava de ser aplicada.alei sobre a regra de ouro em outros textos, voc lembra?a aos outros o que gostaria que fizessem a voc.a a regra de ouro, e quem aplica ela na vida obtm timosdos, pois toda vez que voc usa a regra de ouro, ela de algu-ma retornar at voc em algum outro momento. A regra derm da lei Tudo que se planta, se colhe. Aplique a regra de

    a sua vida, e sinta a diferena que ela pode causar.minhas leituras da madrugada: Trate os outros como

    ostaria de ser tratado.

    Moeda de troca

    A dificuldade das decises saber se o que esco-lhemos vai valer a pena. Principalmente, quando luz das con-dies vigentes, a preferncia soa intuitiva apenas e a anlisedas variveis parece conduzir somente ao fator sorte. Impasses

    nos fazem postergar o enfrentamento. Quem dera o pensamen-to ficasse redemoinhando dentro da cabea s para clarear asideias, mas no o que ocorre. Fica ali, sem apontar direo,exceto aquela nada plausvel opo martelando o crebro.

    Decidimos de forma inconsciente que com cer-tas situaes no queremos lidar em determinado momento.Sentimos que os danos que nos causaro e o quo penososer administrar as circunstncias que as envolvem. Em suma,resolvemos que no pagaremos o preo daquela escolha e noadianta nos descrever o paraso que nos espera ao final da jor-nada, caso queiramos encar-la. A promessa do xtase nonos atrai. Como algum que posterga a vida inteira uma viagema Machu Pichu e quando afinal tem tempo e dinheiro, as pernasj no aguentam subir os degraus da cidade inca.

    No condescendncia ser compreensivo com quemconviva a vida inteira com limitaes auto impostas. Transpa-rece que seria apenas falta de coragem para atacar de frente

    os empecilhos. Pode ser. Todavia, os espaos conquistados,os compromissos implcitos assumidos com as pessoas, asconcesses feitas, mesmo que violentando-nos um pouquinhode cada vez so sedimentados em ns. Com o tempo criamcasca e no impossvel livrar-se dela. E o poder de decidir ficalimitado, condicionado aos deveres incorporados, chegando aoponto que para livrar-se deles seria preciso atitude cirrgica, pe-eling psicolgico, dor que no aguentaramos. At porque nsa permitimos e aprendemos com ela. E para surpresa nossa,nos percebemos gostando dela. Sair do casulo no se mostracompensador.

    Estarmos atentos quilo que se incorpora e nos vio-lenta requer olhar interior. As oportunidades que renunciamos,so opes nossas e no podemos imput-las a ningum. Oque vier lucro.

    No prudente ceder se presumimos que algo vir emtroca. Mesmo que isso no esteja claro na memria, seja s umpressentimento de que um dia algum nos pagar. No se fazdos nossos sentimentos moeda de troca, merc da reao de

    terceiros. No honesto com as pessoas e ns podemos seros grandes decepcionados.

    S vale esperar de si prprio. No deixa de ser umaforma de liberdade. No atando ningum conosco, cada atitudebenfica percebida como um prmio, sensao que irradiapor todos os sentidos. S assim vale a pena e podemos usufruirdele com serenidade e contentamento.

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    Sexta-feira, 11 de outubro de 2013 GERAL

    REDENTORA - Na tarde do dia 4 de ou-tubro, em Redentora, a Associao dosMunicpios da Regio Celeiro Amucelei-ro, em parceria com a Associao das C-maras de Vereadores Acamrece, realizouimportante assembleia com a presenados prefeitos, prefeitas, vice-prefeitos, se-cretrios municipais, vereadores e lideran-as dos 21 municpios da regio. Para aassembleia, foram convidados os deputa-dos estaduais mais votados da regio, porpartido, para que falassem sobre o traba-lho e aes que os mesmos vm realizan-do na Assembleia Legislativa, em prol dosmunicpios da Amuceleiro. Estiveram pre-sentes a deputada Zil Breitenbach(PSDB), o deputado Ernani Polo (PP) e odeputado Gilberto Capoani (PMDB).

    O presidente da Amuceleiro e prefei-to de Vista Gacha, Claudemir Locatelli,salientou que a ideia de convidar os de-putados teve o obje