FUNÇÕES DO EGO. EGO SUPEREGO ID Atenção Memória Senso/Percepção Consciência Orientação Afeto Pensamento Inteligência Linguagem Vontade Instintos Inconsciente

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  • FUNES DO EGO

  • EGOSUPEREGOIDAtenoMemriaSenso/PercepoConscinciaOrientaoAfetoPensamentoIntelignciaLinguagemVontadeInstintosInconscienteRepressesFUNES DO EGO E A DINMICA ID/EGO/SUPEREGOAuto-observao Senso moralFormao de ideais

  • O CONCEITO CONTEMPORNEO DE NORMALIDADE PSQUICAO verdadeiro sadio no simplesmente algum que se declare como tal, nem sobretudo um doente que se ignora, mas um sujeito que conserve em si tantas fixaes conflituais como tantas outras pessoas, e que no tenha encontrado em seu caminho dificuldades internas ou externas superiores ao seu equipamento afetivo, hereditrio ou adquirido, s suas faculdades pessoais defensivas ou adaptativas, e que se permita um jogo suficientemente flexvel de suas necessidades pulsionais, de seu processo primrio e secundrio nos planos tanto pessoal, quanto sociais, tendo em justa-conta a realidade, e reservando-se o direito de comportar-se de modo aparentemente aberrante, em circunstncias excepcionalmente anormais.Bergeret

  • SADE X NORMALIDADE: A sade um estado estatisticamente raro, mas nem por isso anormal (Ajuriaguerra)

    No se encontra no adulto, qualquer estrutura dita normal. Toda a situao nova para o indivduo recoloca em questo o seu equilbrio psquico (Diatkine)

  • NVEIS DE ADAPTAOA) Profissional: Alcanar a satisfao e o xito mnimo necessrio em qualquer profisso, podendo manter a si e a sua famlia, com o fruto de seu trabalho, nos nveis dignos de subsistncia humana.B) Social: Estabelecer vnculos de relacionamento interpessoal, com confiana mtua, dentro e fora da famlia, praticar atividades de lazer, exercendo controle adequado das ansiedades decorrentes dessas relaes.C) Sexual: Praticar a heterossexualidade de forma satisfatria (orgsmica), ou, no impedimento desta, canalizar sua libido para atividade socialmente aceita, administrando as tenses resultantes.PARMETROS DE ADAPTAO

  • PONTOS DE VISTA DA ADAPTAO

    A) Psicolgico: Conviver adequadamente consigo mesmo, adaptado nas reas profissional, social e sexual sem necessitar atendimento psicoteraputico.B) Clnico: Conviver adaptado nas trs reas, mediante tratamento psicoteraputico.C) Legal: No ter cometido crime previsto em lei (mesmo sendo psictico).

  • CONCEITO DE CONFLITODilema ao qual o indivduo impelido por foras mentais, mutuamente incompatveis e irreconciliveis, impulsos em disputa e necessidades de sua personalidade (Kolb)Conflito o choque do Id com o Ego (Freud)CONCEITO DE SINTOMADistores do Ego por falha na funo defensiva, tendo em vista o fracasso na luta contra o impulso indesejvel, fazendo permanecer o conflito (Kaplan)Existem dois tipos de sintomas (Fenichel):A) Sintomas Negativos: que inibem as funes do Ego;B) Sintomas Positivos: que provocam descargas de emergncia

  • CONCEITO DE DEFESA Medidas de proteo adotadas pelo Ego (Princpio da Realidade) contra os impulsos provenientes do Id (Princpio do Prazer).(Anna Freud)UM MECANISMO DE DEFESA SEMPRE :A) De origem inconsciente;B) Um modo de proteger o Ego do Id;C) Um modo de proteger o Ego contra as exigncias do meio externo;D) Integrante dos padres psquicos de todo ser humano;E) Transformado em trao de carter, na condio de ser usado a longo prazo e continuar aliviando a ansiedade proveniente da frustrao;

  • CONCEITO DE DEFESA

    F) Chamado de bem sucedido, quando leva o indivduo adaptao;G) Chamado de mal sucedido, quando perpetua a angstia e desenvolve o sintoma.

  • FUNES DO EGOEXAME DO ESTADO MENTAL

    COGNIO AFETO VOLIO (PRAGMATISMO)ATENO HUMOR INSTINTO IMPULSOORIENTAO EMOES VONTADEPENSAMENTO (PROSPECO)SENSOPERCEPO AOJUZO E CRITICAABSTRAO

  • FUNES DO EGO: COGNIO

    Somente os organismos que apresentam o processamento cognitivo (baseado na capacidade de pensar) possuem uma mente.Mesmo os pensamentos relativos a palavras ou outros smbolos (como notas musicais) tambm se constituem em imagens representativas, uma vez que palavras, frases, textos e sons existem sob a forma de imagens na nossa mente.(Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGO: PENSAMENTO, JUZO, CRITICA, VONTADE, PROSPECO, AOA mente constituda por um banco de imagens (representaes) distribudas por todo o crebro.Um organismo s detentor de uma mente quando possui a capacidade de gerar imagens internas e de as utilizar de maneira organizada para a formao dos pensamentos.Os pensamentos, por sua vez tem a capacidade de se unir na busca de um objetivo comum. Da se obter, ento, um raciocnio que passar por um processo de seleo, cujo estado ser uma tomada de deciso refletida em um comportamento (prospeco ao). (Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGO: JUZO e CRITICAAs aes individuais e sociais tero sempre como objetivo a sobrevivncia, seja ela no plano literal (vida e morte), seja no metafrico (aspecto emocional).Sempre estamos buscando tomar decises que possam ser benficas a cada um de ns individualmente (prospeco). Para isso necessrio um imenso repertrio de conhecimento sobre o mundo externo e sobre o que acontece em nosso mundo interno (nosso corpo e crebro). Esses conhecimento vem do processamento organizado das imagens mentais. (Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGO: ATENO e MEMRIAO crebro humano retm todo o seu conhecimento de forma fragmentada; as diversas partes que compem o conhecimento encontram-se espacialmente distribudas em vrias reas do crebro. Assim para que a engrenagem do raciocnio e a tomada de aes funcionem a contento, necessrio que a ateno e a memria selecionem e armazenem informaes para que o conhecimento adquirido na forma de imagens seja utilizado ao longo do tempo e possa auxiliar na previso de fatos futuros e planejamento de aes a partir dessas suposies. (Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGO: HUMOR EMOESOutro aspecto fundamental na tomada de decises dos seres humanos e a participao das emoes e dos sentimentos nesse processo.As emoes despertam reaes fsicas em todo o corpo (taquicardia, reaes viscerais, contrao muscular, etc.) que so transmitidas ao crebro e levam elaborao de imagens mentais na forma de sentimentos, Esses sentimentos elaborados no crebro podero despertar boas ou ms lembranas que resultaro em aes especficas em cada ser humano frente a uma determinada situao. (Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGO: ID, EGO, SUPEREGOAs emoes desencadeiam, assim, reaes instintivas vindas do corpo e reaes cognitivas no crebro (Id, Ego, Superego), atravs do sentimento que nada mais do que o pensamento em forma de imagem, iniciando o processo emocional.Assim deve ser considerada a enorme influencia que as emoes exercem sobre o comportamento humano.(Ana Beatriz B. Silva)

  • FUNES DO EGOEXAME DO ESTADO MENTALCOGNIO AFETO VOLIO (PRAGMATISMO)ATENO HUMOR INSTINTO IMPULSOORIENTAO EMOES VONTADEPENSAMENTO (PROSPECO)SENSOPERCEPO AOJUZO E CRITICAABSTRAO

  • ATENOCONCEITO: Reao consciente e seletiva pela qual o psiquismo examina o meio interno e externo.DIVISOQUANTO AO OBJETO:A) INTERNA: Examina o mundo interior;B) EXTERNA: Examina o mundo exterior;QUANTO FORMA:A) CONCENTRADA: Foco de ateno dirigido a um ou poucos objetos;B) DIFUSA: Foco de ateno dirigido a muitos objetos;

  • SINTOMASA) HIPERPROSEXIA: Aumento exagerado da ateno difusa;B) HIPOPROSEXIA: Diminuio exagerada da ateno quantitativa;C) DISPROSEXIA: Diminuio exagerada da ateno qualitativa;D) APROSEXIA: Ausncia da funo ateno;E) PARAPROSEXIA: Aumento exagerado da ateno concentrada, tambm chamada a ateno dos sbios.QUANTO ORIGEM:A) PASSIVA: Resposta imediata a um estmulo inesperado. Sem interesse ou vontade;B) ESPONTNEA: Foco de ateno determinado pelo interesse;C) ESFORADA: Esforo voluntrio sobre determinado objeto de muito interesse;

  • MEMRIACONCEITO: Capacidade para fixar, conservar, evocar e reconhecer objetos ou situaes anteriormente percebidos.DIVISO: Correspondem aos sentidos: visual, auditivo, gustativo, olfativo, ttil, cinestsico, cenestsico, lgico, trmico e equilbrio.SINTOMAS QUANTITATIVOS:A) HIPERMNSIA: Aumento e clareza da memria;B) HIPOMNIA: Diminuio geral da memria;C) DISMNSIA: Diminuio da memria por falha na evocao;

  • SINTOMAS QUALITATIVOS:A) DJA-VU: Impresso de j ter vivenciado antes o que na realidade percebido pela primeira vez;B) JAMAIS-VU: Sentir nunca ter vivenciado o que na realidade j o fez anteriormente;C) ECMNSIA: Recorda-se de uma etapa da vida, para a qual volta e vive de novo;D) AMNSIA:- ANTERGRADA: Esquece fatos recentes;- RETRGRADA: Esquece fatos antigos;- RETROANTERGRADA: Amnsia total;- LACUNAR: Esquece perodos;- DISMNSIA: Esquece trechos de um todo lembrado;

  • D) ILUSO DE MEMRIA: Substituio de uma representao mnmica por outra fantstica;E) REMINISCNCIA: Uma lembrana real do passado, volta como algo novo e pessoal;F) ALUCINAO DE MEMRIA: Evocar lembranas de fatos que nunca ocorreram.

  • SENSO PERCEPOCONCEITO: Capacidade do organismo vivo (homem), para perceber objetos ou situaes, internas ou externas, por meio dos sentidos.DIVISO1) VISO2) AUDIO3) OLFAO4) GUSTAO5) TATO6) TRMICO7) LGICO8) CINESTSICO9) CENESTSICO10) EQUILBRIO

  • SINTOMAS QUANTITATIVOS:A) HIPERESTESIA: Aumento do nmero e intensidade das percepes: hiperacusia, hiperosmia, hiperalgia, hipertactia, etc.B) HIPOESTESIA: Diminuio do nmero e intensidade das percepes: hipoacusi